Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Texto para o item.

Com base na leitura do texto, julgue o item.
A oração “para que as empresas possam corrigir todas as questões” (linhas 16 e 17) deve ser classificada como subordinada adverbial final.
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Com base na leitura do texto, julgue o item.
O termo “da equipe” (linha 6) funciona como complemento nominal.
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Com base na leitura do texto, julgue o item.
A expressão “Durante as visitas de fiscalização” (linha 11) funciona como adjunto adverbial de tempo.
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Com base na leitura do texto, julgue o item.
No trecho “Nesta ação, a atuação da equipe de Fiscalização da autarquia visa a conscientização sobre a importância do cumprimento das normas” (linhas de 6 a 8), há um erro de concordância verbal.
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Considerando o texto e os seus aspectos linguísticos, estruturais e de conteúdo, julgue o item.
A palavra “técnicos”(linha 2)tem valor adjetivo.
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Considerando o texto e os seus aspectos linguísticos, estruturais e de conteúdo, julgue o item.
O termo “um trabalho pela regulamentação profissional da categoria” (linha 2 e 3) é uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
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Considerando o texto e os seus aspectos linguísticos, estruturais e de conteúdo, julgue o item.
A expressão “do conselho próprio” (linha 4) funciona como adjunto adnominal.
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Considerando o texto e os seus aspectos linguísticos, estruturais e de conteúdo, julgue o item.
A expressão “não somente mais uma conquista histórica, mas principalmente” (linhas 6 e 7) indica uma ideia de adição.
Texto para o item.

Considerando o texto e os seus aspectos linguísticos, estruturais e de conteúdo, julgue o item.
Na linha 1, a forma do verbo “haver” possui um sujeito na terceira pessoa do singular.
França recorre a fumacê após aumento de dengue, chikungunya e zika
A proliferação na França do mosquito-tigre-asiático, vetor de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, tem provocado o uso de fumacês em várias cidades, incluindo Paris, que realizou pela primeira vez recentemente uma operação desse tipo.
Autoridades de saúde levam em conta o aumento do risco sanitário no país, sobretudo no próximo ano, em razão do Jogos Olímpicos, que deverão atrair milhões de pessoas do mundo todo.
Os fumacês foram usados no 13° distrito de Paris, em uma área próxima à Praça da Itália, e em Colombes, cidade de 90 mil habitantes a apenas 9 km de Paris, onde duas operações de pulverização de inseticida foram realizadas em menos de duas semanas.
Tanto em Paris como em Colombes, os fumacês ocorreram após a notificação de casos de pessoas que contraíram dengue durante viagens ao exterior e se hospedaram ou residem nas áreas visadas.
A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, que engloba Paris e seus subúrbios, informa já ter registrado cento e trinta e oito casos de dengue neste ano, todos referentes a pessoas que contraíram a doença em viagens ao exterior.
Segundo o Ministério da Saúde da França, desde o início de maio já foram contabilizados em todo o país quinhentos e cinquenta e sete casos de dengue, doze casos de chikungunya e seis casos de zika.
Durante as operações com o fumacê, ruas foram fechadas e a população foi solicitada a permanecer em suas casas e a deixar as janelas fechadas, apesar do forte calor no período.
Em Colombes, onde há muitas casas com jardins, as autoridades também pediram para que as pessoas mantivessem os animais domésticos presos e não consumissem legumes de hortas residenciais durante três dias após a pulverização do inseticida.
As operações foram realizadas para reduzir o risco de transmissão da dengue, afirmou a autoridade de saúde de Paris e sua periferia, a Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, em um comunicado.
Segundo o órgão, o fumacê foi acionado em um raio de cento e cinquenta metros ao redor das residências de pessoas que contraíram dengue ao viajar ao exterior, "porque o mosquito-tigre não voa além dessa distância".
Ao picar uma pessoa que contraiu dengue, zika ou chikungunya, o mosquito-tigre transmite a doença ao morder novas pessoas. O vírus utiliza esse inseto como vetor.
Os agentes envolvidos utilizaram equipamentos de proteção e pulverizaram, a pé ou em veículos, espaços verdes e outras áreas de reprodução do mosquito.
A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France já realizou, pelo menos, nove fumacês neste ano, sendo apenas um deles, até o momento, na capital francesa.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51kr2lykqko. Adaptado.
Segundo o órgão, o fumacê foi acionado em um raio de cento e cinquenta metros ao redor das residências de pessoas que 'contraíram' dengue ao viajar ao exterior.
Quanto à regência do verbo destacado nesta frase, trata-se de um verbo:
França recorre a fumacê após aumento de dengue, chikungunya e zika
A proliferação na França do mosquito-tigre-asiático, vetor de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, tem provocado o uso de fumacês em várias cidades, incluindo Paris, que realizou pela primeira vez recentemente uma operação desse tipo.
Autoridades de saúde levam em conta o aumento do risco sanitário no país, sobretudo no próximo ano, em razão do Jogos Olímpicos, que deverão atrair milhões de pessoas do mundo todo.
Os fumacês foram usados no 13° distrito de Paris, em uma área próxima à Praça da Itália, e em Colombes, cidade de 90 mil habitantes a apenas 9 km de Paris, onde duas operações de pulverização de inseticida foram realizadas em menos de duas semanas.
Tanto em Paris como em Colombes, os fumacês ocorreram após a notificação de casos de pessoas que contraíram dengue durante viagens ao exterior e se hospedaram ou residem nas áreas visadas.
A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, que engloba Paris e seus subúrbios, informa já ter registrado cento e trinta e oito casos de dengue neste ano, todos referentes a pessoas que contraíram a doença em viagens ao exterior.
Segundo o Ministério da Saúde da França, desde o início de maio já foram contabilizados em todo o país quinhentos e cinquenta e sete casos de dengue, doze casos de chikungunya e seis casos de zika.
Durante as operações com o fumacê, ruas foram fechadas e a população foi solicitada a permanecer em suas casas e a deixar as janelas fechadas, apesar do forte calor no período.
Em Colombes, onde há muitas casas com jardins, as autoridades também pediram para que as pessoas mantivessem os animais domésticos presos e não consumissem legumes de hortas residenciais durante três dias após a pulverização do inseticida.
As operações foram realizadas para reduzir o risco de transmissão da dengue, afirmou a autoridade de saúde de Paris e sua periferia, a Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, em um comunicado.
Segundo o órgão, o fumacê foi acionado em um raio de cento e cinquenta metros ao redor das residências de pessoas que contraíram dengue ao viajar ao exterior, "porque o mosquito-tigre não voa além dessa distância".
Ao picar uma pessoa que contraiu dengue, zika ou chikungunya, o mosquito-tigre transmite a doença ao morder novas pessoas. O vírus utiliza esse inseto como vetor.
Os agentes envolvidos utilizaram equipamentos de proteção e pulverizaram, a pé ou em veículos, espaços verdes e outras áreas de reprodução do mosquito.
A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France já realizou, pelo menos, nove fumacês neste ano, sendo apenas um deles, até o momento, na capital francesa.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51kr2lykqko. Adaptado.
Em Colombes, onde 'há muitas casas com jardins', as autoridades também pediram para que as pessoas mantivessem os animais domésticos presos.
Na oração destacada, é correto afirmar que o:
França recorre a fumacê após aumento de dengue, chikungunya e zika
A proliferação na França do mosquito-tigre-asiático, vetor de transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya, tem provocado o uso de fumacês em várias cidades, incluindo Paris, que realizou pela primeira vez recentemente uma operação desse tipo.
Autoridades de saúde levam em conta o aumento do risco sanitário no país, sobretudo no próximo ano, em razão do Jogos Olímpicos, que deverão atrair milhões de pessoas do mundo todo.
Os fumacês foram usados no 13° distrito de Paris, em uma área próxima à Praça da Itália, e em Colombes, cidade de 90 mil habitantes a apenas 9 km de Paris, onde duas operações de pulverização de inseticida foram realizadas em menos de duas semanas.
Tanto em Paris como em Colombes, os fumacês ocorreram após a notificação de casos de pessoas que contraíram dengue durante viagens ao exterior e se hospedaram ou residem nas áreas visadas.
A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, que engloba Paris e seus subúrbios, informa já ter registrado cento e trinta e oito casos de dengue neste ano, todos referentes a pessoas que contraíram a doença em viagens ao exterior.
Segundo o Ministério da Saúde da França, desde o início de maio já foram contabilizados em todo o país quinhentos e cinquenta e sete casos de dengue, doze casos de chikungunya e seis casos de zika.
Durante as operações com o fumacê, ruas foram fechadas e a população foi solicitada a permanecer em suas casas e a deixar as janelas fechadas, apesar do forte calor no período.
Em Colombes, onde há muitas casas com jardins, as autoridades também pediram para que as pessoas mantivessem os animais domésticos presos e não consumissem legumes de hortas residenciais durante três dias após a pulverização do inseticida.
As operações foram realizadas para reduzir o risco de transmissão da dengue, afirmou a autoridade de saúde de Paris e sua periferia, a Agência Regional de Saúde da Ile-de-France, em um comunicado.
Segundo o órgão, o fumacê foi acionado em um raio de cento e cinquenta metros ao redor das residências de pessoas que contraíram dengue ao viajar ao exterior, "porque o mosquito-tigre não voa além dessa distância".
Ao picar uma pessoa que contraiu dengue, zika ou chikungunya, o mosquito-tigre transmite a doença ao morder novas pessoas. O vírus utiliza esse inseto como vetor.
Os agentes envolvidos utilizaram equipamentos de proteção e pulverizaram, a pé ou em veículos, espaços verdes e outras áreas de reprodução do mosquito.
A Agência Regional de Saúde da Ile-de-France já realizou, pelo menos, nove fumacês neste ano, sendo apenas um deles, até o momento, na capital francesa.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c51kr2lykqko. Adaptado.
Durante as operações com o fumacê, ruas foram fechadas e a população foi solicitada 'a permanecer em suas casas' e a deixar as janelas fechadas, apesar do forte calor no período.
O termo destacado trata-se de uma oração:
Sambaquis: as descobertas sobre as monumentais construções de 8 mil anos no litoral do Brasil
O arqueólogo André Strauss, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e um dos autores do trabalho, explica que os sambaquis são "grandes montes de conchas dispersos pela costa brasileira, especialmente no Sul e no Sudeste". "Muitos deles têm proporções monumentais, de trinta a quarenta metros de altura", caracteriza. "Eles foram construídos pelas civilizações que ocuparam o litoral Atlântico entre oito mil e dois mil anos atrás."
Acredita-se que a subsistência dessas pessoas estava baseada numa economia mista, que combinava o consumo de peixes, frutos do mar e plantas. Também é possível que eles caçassem alguns animais terrestres e praticassem horticultura.
"Os sambaquis são produto da deposição planejada e de longo prazo de conchas, restos de peixes, plantas, artefatos, restos de combustão e sedimentos locais, e foram utilizados como marcadores territoriais, moradias, cemitérios e locais cerimoniais", resume o artigo da Nature.
Alguns deles, inclusive, trazem centenas ou até milhares de indivíduos enterrados. O sambaqui Capelinha, por exemplo, foi identificado à beira de um rio no Vale do Ribeira, em São Paulo, e tem dez mil anos. Mas há outros monumentos do tipo que são mais recentes, com cerca de mil anos.
Para fazer a análise, os trinta e quatro indivíduos foram divididos em quatro grandes grupos, segundo a localização geográfica: a Baixa Amazônia (nas proximidades da Ilha de Marajó, no Pará), o Nordeste, a região de Lagoa Santa (em Minas Gerais) e a Costa Atlântica Sudeste/Sul, que concentra a maioria dos sambaquis. Lagoa Santa, aliás, é a terra de Luzia, o fóssil humano mais antigo já encontrado na América do Sul, com cerca de treze mil anos.
Vale destacar que alguns dos trinta e quatro indivíduos estavam relacionados aos sambaquis, mas outros são mais antigos ou mais recentes e ajudaram a fazer comparações entre os genes para entender as relações entre os diferentes povos ao longo da história.
A partir da análise genética dos fósseis, os cientistas esperavam encontrar pistas sobre a origem dos sambaquieiros.
"O estudo da história genética das populações da costa leste da América do Sul revelou que uma cultura temporal e geograficamente tão gigantesca quanto a associada aos sambaquis não foi praticada por um único povo", resume o paleogeneticista Cosimo Posth, da Universidade de Tübingen, na Alemanha, e um dos autores do artigo.
Na própria conclusão da pesquisa, os cientistas destacam essa heterogeneidade: entre sambaquieiros do Sul e do Sudeste da costa brasileira, há uma diferença genética entre os indivíduos analisados. E isso contraria o que é observado nos registros arqueológicos, que destacam similaridades entre esses grupos.
"É importante mostrar que culturas e genes nem sempre andam juntos. Combinar arqueologia e pesquisa genética pode nos dar um cenário mais preciso de como eram esses indivíduos que habitaram a região costeira", complementa Posth.
Outra descoberta importante: os povos que moravam na costa brasileira há milhares de anos descendem dos mesmos ancestrais que vieram para as Américas cerca de dezesseis mil anos atrás. Esses indivíduos chegaram ao continente a partir da Beríngia, uma ponte terrestre que se formou entre Ásia e América do Norte por causa da glaciação, e deram origem a todas as populações indígenas, como os próprios tupi.
Os resultados da pesquisa recente reservaram ainda outras surpresas.
"Um aspecto importante que observamos é o fato de que o povo de Luzia, em Lagoa Santa, não desapareceu há nove mil anos, como se imaginava. Para nossa surpresa, encontramos evidências em alguns sambaquis da sobrevivência, ainda que parcial, daqueles grupos que foram os primeiros brasileiros", chama a atenção Strauss.
"Essa permanência dos grupos relacionados à Luzia até dois mil anos atrás era algo completamente inesperado que nosso trabalho acabou encontrando."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxegxkr04jvo. Adaptado.
O estudo da história genética das populações da costa leste da América do Sul revelou uma cultura temporal e geograficamente gigantesca.
Sintaticamente, é correto afirmar que o sujeito da frase é: