Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3153556 Português
Utilize o texto abaixo para responder a próxima questão da prova.

“Foi então que o Leonardo resolveu ir buscar as cartas de jogo, e logo foi dado o grito: „Eu quero ir, eu quero ir!‟ Então todos se levantaram, correram para a porta e começaram a brigar.”.

(Memórias de um Sargento de Milícias, Manuel Antônio de Almeida).
Com base no texto dado, marque a alternativa que indica corretamente a análise sintática:
Alternativas
Q3153555 Português
Utilize o texto abaixo para responder a próxima questão da prova.

“Foi então que o Leonardo resolveu ir buscar as cartas de jogo, e logo foi dado o grito: „Eu quero ir, eu quero ir!‟ Então todos se levantaram, correram para a porta e começaram a brigar.”.

(Memórias de um Sargento de Milícias, Manuel Antônio de Almeida).
Identifique a função sintática do termo “o grito” no trecho acima e marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3151750 Português
AS INSTITUIÇÕES E O PRÊMIO NOBEL





Luiz Carlos Bresser Pereira. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/11/as-instituicoes-e-o-premio-nobel.shtml. Acesso em: 6 nov. 2024. 
O centro não quer o desenvolvimento da periferia; ele não quer que esta produza bens com mão de obra barata para com ele concorrer e quer manter a troca desigual entre manufaturas e commodities. (L.48-50)
O termo grifado no período acima desempenha função sintática de
Alternativas
Q3151597 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
O sujeito é um termo essencial da oração, podendo ser classificado conforme algumas especificidades. Assim sendo, selecione, dentre as alternativas a seguir, aquela em que, o sujeito da oração está classificado corretamente.
Alternativas
Q3151595 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
Da mesma forma que a concordância verbal em “Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso cardíaco” (linha 1), faz-se também corretamente a concordância do verbo ser em.
Alternativas
Q3151594 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
No período “A música que você mais gosta tocando no rádio do carro” (linha 24), ocorre uma infração às regras de regência verbal, a qual se corrige, conforme a norma-padrão, na alternativa
Alternativas
Q3151592 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
“Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele, um garoto de 13 anos” (linhas 1 e 2). O trecho destacado anteriormente assume a função sintática de
Alternativas
Q3151590 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
Selecione a alternativa, na qual o conectivo possui o mesmo valor semântico do termo destacado em “O telefone tocando exatamente no horário que se espera, conforme o combinado.” (linha 14).
Alternativas
Q3151589 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
Partindo do conceito de regência verbal como sendo a relação que se estabelece entre os verbos e os termos que os complementam ou os circunstanciam, identifique a alternativa, a qual há informação correta sobre essa relação nos períodos que seguem.
Alternativas
Q3151586 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
As orações subordinadas são aquelas que dependem de outras no período e que não têm sentido completo se aparecerem isoladas. Assim sendo, indique a alternativa, a qual há uma oração subordinada destacada, corretamente classificada.
Alternativas
Q3151584 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
Partindo da definição de sintaxe, parte da Gramática que estuda a disposição das palavras nos períodos, bem como a relação lógica entre elas, indique a alternativa, a qual, a função sintática do termo destacado nas orações está corretamente descrita entre parênteses.
Alternativas
Q3151580 Português
Sons que confortam







MEDEIROS, M. Sons que confortam. In: Felicidade Crônica. Porto Alegre: L&PM, 2014.
Identifique a alternativa, a qual, a estrutura sintática da oração “Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso cardíaco” (linha 1) se encontra reescrita, na ordem direta, em se tratando da disposição dos elementos sintáticos.
Alternativas
Q3151373 Português

O mistério dos pequenos pontos vermelhos no espaço que intriga os astrônomos


O poder do telescópio espacial James Webb foi colocado à prova recentemente, com resultados que intrigaram até mesmo os cientistas.


O telescópio detectou no espaço indícios de objetos que se formaram há 12 bilhões de anos — relativamente pouco depois do Big Bang, que teria ocorrido há 13,8 bilhões de anos.


Trata-se de objetos que nunca haviam sido detectados antes e que desafiam o que a ciência sabe sobre como se formam as galáxias.


Devido ao seu brilho no espectro vermelho dos instrumentos usados para observá-los, os astrônomos batizaram os objetos de "pequenos pontos vermelhos". Mas definir o que eles são está gerando um debate entre cientistas.


Eles parecem pequenas galáxias, com cerca de 3% do tamanho da Via Láctea — mas contendo bilhões de estrelas.


Também poderia se tratar de galáxias com grandes números de buracos negros, que é uma formação que nunca foi observada até hoje nas galáxias mais próximas que se tem conhecimento.


Tudo depende de como estes objetos astrofísicos estão sendo observados.


Alguns especialistas inclusive comparam a sua mudança de aparência com uma espécie de polvo que consegue mudar sua cor e forma para se camuflar.


Eles são "mestres do disfarce", diz o astrofísico Fabio Pacucci, do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos.


Os pequenos pontos vermelhos "vêm de distâncias tão longínquas que chegam aqui muito fracos", explica à BBC News Mundo o astrônomo Mario Hamuy, professor da Universidade de Chile.


"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem têm sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."


Diferentemente dos telescópios de uso doméstico, os grandes telescópios como o James Webb podem captar a luz de objetos muito distantes no universo. Os sinais de energia que ele recebe podem ser captados em frequências distintas, que são analisadas em espectros.


Quando o James Webb focou nos pontos mais distantes do universo, ele se deparou com sinais dos "pequenos pontos vermelhos", que tinham características diferentes de objetos astrofísicos conhecidos anteriormente. Dependendo de como se enxerga no espectro, eles possuem características que dividem as opiniões dos cientistas.


"Todas as fontes de luz do universo mudam de aparência quando se as observa em distintas janelas do espectro eletromagnético. Da mesma forma que acontece quando se faz uma imagem com raio-X ou com luz da sua mão. No primeiro caso, você verá os ossos da mão, e no segundo verá a pele", explica Hamuy.


"Os pequenos pontos vermelhos não são uma exceção. Dependendo da janela do espectro que você usa, verá regiões internas distintas do objeto", diz.


Como outros objetos do começo do universo, estes pontos existiram há bilhões de anos. Telescópios como o James Webb detectam a luz que viajou desde então pelo

De acordo com as normas de concordância verbal e/ou nominal, reconheça o trecho que está INCORRETO:
Alternativas
Q3151354 Português

O mistério dos pequenos pontos vermelhos no espaço que intriga os astrônomos


O poder do telescópio espacial James Webb foi colocado à prova recentemente, com resultados que intrigaram até mesmo os cientistas.


O telescópio detectou no espaço indícios de objetos que se formaram há 12 bilhões de anos — relativamente pouco depois do Big Bang, que teria ocorrido há 13,8 bilhões de anos.


Trata-se de objetos que nunca haviam sido detectados antes e que desafiam o que a ciência sabe sobre como se formam as galáxias.


Devido ao seu brilho no espectro vermelho dos instrumentos usados para observá-los, os astrônomos batizaram os objetos de "pequenos pontos vermelhos". Mas definir o que eles são está gerando um debate entre cientistas.


Eles parecem pequenas galáxias, com cerca de 3% do tamanho da Via Láctea — mas contendo bilhões de estrelas.


Também poderia se tratar de galáxias com grandes números de buracos negros, que é uma formação que nunca foi observada até hoje nas galáxias mais próximas que se tem conhecimento.


Tudo depende de como estes objetos astrofísicos estão sendo observados.


Alguns especialistas inclusive comparam a sua mudança de aparência com uma espécie de polvo que consegue mudar sua cor e forma para se camuflar.


Eles são "mestres do disfarce", diz o astrofísico Fabio Pacucci, do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos.


Os pequenos pontos vermelhos "vêm de distâncias tão longínquas que chegam aqui muito fracos", explica à BBC News Mundo o astrônomo Mario Hamuy, professor da Universidade de Chile.


"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem têm sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."


Diferentemente dos telescópios de uso doméstico, os grandes telescópios como o James Webb podem captar a luz de objetos muito distantes no universo. Os sinais de energia que ele recebe podem ser captados em frequências distintas, que são analisadas em espectros.


Quando o James Webb focou nos pontos mais distantes do universo, ele se deparou com sinais dos "pequenos pontos vermelhos", que tinham características diferentes de objetos astrofísicos conhecidos anteriormente. Dependendo de como se enxerga no espectro, eles possuem características que dividem as opiniões dos cientistas.


"Todas as fontes de luz do universo mudam de aparência quando se as observa em distintas janelas do espectro eletromagnético. Da mesma forma que acontece quando se faz uma imagem com raio-X ou com luz da sua mão. No primeiro caso, você verá os ossos da mão, e no segundo verá a pele", explica Hamuy.


"Os pequenos pontos vermelhos não são uma exceção. Dependendo da janela do espectro que você usa, verá regiões internas distintas do objeto", diz.


Como outros objetos do começo do universo, estes pontos existiram há bilhões de anos. Telescópios como o James Webb detectam a luz que viajou desde então pelo

A frase, retirada do texto, em que o termo destacado é predicativo do sujeito         
Alternativas
Q3151334 Português

O mistério dos pequenos pontos vermelhos no espaço que intriga os astrônomos


O poder do telescópio espacial James Webb foi colocado à prova recentemente, com resultados que intrigaram até mesmo os cientistas.


O telescópio detectou no espaço indícios de objetos que se formaram há 12 bilhões de anos — relativamente pouco depois do Big Bang, que teria ocorrido há 13,8 bilhões de anos.


Trata-se de objetos que nunca haviam sido detectados antes e que desafiam o que a ciência sabe sobre como se formam as galáxias.


Devido ao seu brilho no espectro vermelho dos instrumentos usados para observá-los, os astrônomos batizaram os objetos de "pequenos pontos vermelhos". Mas definir o que eles são está gerando um debate entre cientistas.


Eles parecem pequenas galáxias, com cerca de 3% do tamanho da Via Láctea — mas contendo bilhões de estrelas.


Também poderia se tratar de galáxias com grandes números de buracos negros, que é uma formação que nunca foi observada até hoje nas galáxias mais próximas que se tem conhecimento.


Tudo depende de como estes objetos astrofísicos estão sendo observados.


Alguns especialistas inclusive comparam a sua mudança de aparência com uma espécie de polvo que consegue mudar sua cor e forma para se camuflar.


Eles são "mestres do disfarce", diz o astrofísico Fabio Pacucci, do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos.


Os pequenos pontos vermelhos "vêm de distâncias tão longínquas que chegam aqui muito fracos", explica à BBC News Mundo o astrônomo Mario Hamuy, professor da Universidade de Chile.


"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem têm sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."


Diferentemente dos telescópios de uso doméstico, os grandes telescópios como o James Webb podem captar a luz de objetos muito distantes no universo. Os sinais de energia que ele recebe podem ser captados em frequências distintas, que são analisadas em espectros.


Quando o James Webb focou nos pontos mais distantes do universo, ele se deparou com sinais dos "pequenos pontos vermelhos", que tinham características diferentes de objetos astrofísicos conhecidos anteriormente.


Dependendo de como se enxerga no espectro, eles possuem características que dividem as opiniões dos cientistas.


"Todas as fontes de luz do universo mudam de aparência quando se as observa em distintas janelas do espectro eletromagnético. Da mesma forma que acontece quando se faz uma imagem com raio-X ou com luz da sua mão. No primeiro caso, você verá os ossos da mão, e no segundo verá a pele", explica Hamuy.


"Os pequenos pontos vermelhos não são uma exceção. Dependendo da janela do espectro que você usa, verá regiões internas distintas do objeto", diz.


Como outros objetos do começo do universo, estes pontos existiram há bilhões de anos. Telescópios como o James Webb detectam a luz que viajou desde então pelo espaço.


Por causa dessas diferenças de análises do espectro que os cientistas viram nesses pequenos pontos vermelhos características diferentes: às vezes como uma galáxia que abriga milhões de estrelas, às vezes como uma galáxia com um buraco negro supermassivo.


"Não vemos este tipo de galáxias no nosso universo próximo. Foi algo que surgiu nessa época do início do universo, que durou por um certo tempo e que agora não vemos mais", disse à BBC News Mundo a astrofísica Begoña Vila, engenheira de instrumentos da Nasa.


"Quando se começou a observá-los, no princípio se pensava se tratar de outro objeto. Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos."


Por serem diferentes e por serem "mestres do disfarce", os objetos estão desafiando os modelos que os cientistas construíram para explicar a origem das galáxias.


"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem tem sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."

De acordo com as normas de concordância verbal e/ou nominal, reconheça o trecho que está INCORRETO:
Alternativas
Q3151333 Português

O mistério dos pequenos pontos vermelhos no espaço que intriga os astrônomos


O poder do telescópio espacial James Webb foi colocado à prova recentemente, com resultados que intrigaram até mesmo os cientistas.


O telescópio detectou no espaço indícios de objetos que se formaram há 12 bilhões de anos — relativamente pouco depois do Big Bang, que teria ocorrido há 13,8 bilhões de anos.


Trata-se de objetos que nunca haviam sido detectados antes e que desafiam o que a ciência sabe sobre como se formam as galáxias.


Devido ao seu brilho no espectro vermelho dos instrumentos usados para observá-los, os astrônomos batizaram os objetos de "pequenos pontos vermelhos". Mas definir o que eles são está gerando um debate entre cientistas.


Eles parecem pequenas galáxias, com cerca de 3% do tamanho da Via Láctea — mas contendo bilhões de estrelas.


Também poderia se tratar de galáxias com grandes números de buracos negros, que é uma formação que nunca foi observada até hoje nas galáxias mais próximas que se tem conhecimento.


Tudo depende de como estes objetos astrofísicos estão sendo observados.


Alguns especialistas inclusive comparam a sua mudança de aparência com uma espécie de polvo que consegue mudar sua cor e forma para se camuflar.


Eles são "mestres do disfarce", diz o astrofísico Fabio Pacucci, do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos.


Os pequenos pontos vermelhos "vêm de distâncias tão longínquas que chegam aqui muito fracos", explica à BBC News Mundo o astrônomo Mario Hamuy, professor da Universidade de Chile.


"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem têm sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."


Diferentemente dos telescópios de uso doméstico, os grandes telescópios como o James Webb podem captar a luz de objetos muito distantes no universo. Os sinais de energia que ele recebe podem ser captados em frequências distintas, que são analisadas em espectros.


Quando o James Webb focou nos pontos mais distantes do universo, ele se deparou com sinais dos "pequenos pontos vermelhos", que tinham características diferentes de objetos astrofísicos conhecidos anteriormente.


Dependendo de como se enxerga no espectro, eles possuem características que dividem as opiniões dos cientistas.


"Todas as fontes de luz do universo mudam de aparência quando se as observa em distintas janelas do espectro eletromagnético. Da mesma forma que acontece quando se faz uma imagem com raio-X ou com luz da sua mão. No primeiro caso, você verá os ossos da mão, e no segundo verá a pele", explica Hamuy.


"Os pequenos pontos vermelhos não são uma exceção. Dependendo da janela do espectro que você usa, verá regiões internas distintas do objeto", diz.


Como outros objetos do começo do universo, estes pontos existiram há bilhões de anos. Telescópios como o James Webb detectam a luz que viajou desde então pelo espaço.


Por causa dessas diferenças de análises do espectro que os cientistas viram nesses pequenos pontos vermelhos características diferentes: às vezes como uma galáxia que abriga milhões de estrelas, às vezes como uma galáxia com um buraco negro supermassivo.


"Não vemos este tipo de galáxias no nosso universo próximo. Foi algo que surgiu nessa época do início do universo, que durou por um certo tempo e que agora não vemos mais", disse à BBC News Mundo a astrofísica Begoña Vila, engenheira de instrumentos da Nasa.


"Quando se começou a observá-los, no princípio se pensava se tratar de outro objeto. Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos."


Por serem diferentes e por serem "mestres do disfarce", os objetos estão desafiando os modelos que os cientistas construíram para explicar a origem das galáxias.


"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem tem sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."

A frase, retirada do texto, em que o termo destacado é predicativo do sujeito         
Alternativas
Q3151069 Português

Diego Garcia, uma ilha remota no Oceano Índico, é um paraíso de vegetação exuberante e praias de areia branca, cercadas por águas azuis cristalinas.


Mas não é um destino turístico.


A ilha abriga uma base militar altamente secreta do Reino Unido e dos EUA, envolta em rumores e mistérios por décadas — estritamente fora do alcance da maioria da população civil.


Administrada a partir de Londres, a ilha está no centro  uma longa disputa territorial entre o Reino Unido e as Ilhas Maurício, e as negociações se intensificaram nas últimas semanas.         


É o inimigo", brinca um agente de segurança particular quando volto para meu quarto uma noite em Diego Garcia, com meu nome destacado em amarelo em uma lista que ele está segurando. A BBC lutou durante meses para ter acesso à ilha — a maior do Arquipélago de Chagos, no Oceano Índico.

Queríamos cobrir um julgamento histórico que está sendo realizado sobre o tratamento dado aos tâmeis do Sri Lanka, as primeiras pessoas a solicitar asilo na ilha, que estão sendo mantidas lá há três anos. Foram travadas batalhas judiciais complexas sobre seu destino, e uma sentença vai determinar, em breve, se elas foram ocupadas e mantidas ilegalmente.

Até este momento, só podíamos cobrir a história remotamente.


Diego Garcia, que fica a cerca de 1.600 km da massa terrestre mais próxima, aparece nas listas das ilhas mais remotas do mundo. Não há voos c


são concedidas para as ilhas periféricas do arquipélago e para permitir a passagem segura pelo Oceano Índico.


Para entrar na ilha, é necessário obter uma autorização, concedida apenas a pessoas ligadas à instalação militar ou à autoridade britânica que administra o território. Os jornalistas têm sido historicamente barrados.


Os advogados do governo do Reino Unido entraram com uma ação judicial para tentar impedir que a BBC participasse da audiência e, mesmo quando a permissão foi concedida após uma decisão da Suprema Corte do território, os EUA se opuseram posteriormente, dizendo que não forneceriam alimentação, transporte ou acomodação àqueles que tentassem chegar à ilha para o julgamento, incluindo o juiz e os advogados


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cje3y4gxq5xo trecho adaptado)

Releia o texto e identifique a alternativa em que o trecho retirado NÃO está de acordo com as normas de concordância verbal e/ou nominal."
Alternativas
Q3151067 Português

Diego Garcia, uma ilha remota no Oceano Índico, é um paraíso de vegetação exuberante e praias de areia branca, cercadas por águas azuis cristalinas.


Mas não é um destino turístico.


A ilha abriga uma base militar altamente secreta do Reino Unido e dos EUA, envolta em rumores e mistérios por décadas — estritamente fora do alcance da maioria da população civil.


Administrada a partir de Londres, a ilha está no centro  uma longa disputa territorial entre o Reino Unido e as Ilhas Maurício, e as negociações se intensificaram nas últimas semanas.         


É o inimigo", brinca um agente de segurança particular quando volto para meu quarto uma noite em Diego Garcia, com meu nome destacado em amarelo em uma lista que ele está segurando. A BBC lutou durante meses para ter acesso à ilha — a maior do Arquipélago de Chagos, no Oceano Índico.

Queríamos cobrir um julgamento histórico que está sendo realizado sobre o tratamento dado aos tâmeis do Sri Lanka, as primeiras pessoas a solicitar asilo na ilha, que estão sendo mantidas lá há três anos. Foram travadas batalhas judiciais complexas sobre seu destino, e uma sentença vai determinar, em breve, se elas foram ocupadas e mantidas ilegalmente.

Até este momento, só podíamos cobrir a história remotamente.


Diego Garcia, que fica a cerca de 1.600 km da massa terrestre mais próxima, aparece nas listas das ilhas mais remotas do mundo. Não há voos c


são concedidas para as ilhas periféricas do arquipélago e para permitir a passagem segura pelo Oceano Índico.


Para entrar na ilha, é necessário obter uma autorização, concedida apenas a pessoas ligadas à instalação militar ou à autoridade britânica que administra o território. Os jornalistas têm sido historicamente barrados.


Os advogados do governo do Reino Unido entraram com uma ação judicial para tentar impedir que a BBC participasse da audiência e, mesmo quando a permissão foi concedida após uma decisão da Suprema Corte do território, os EUA se opuseram posteriormente, dizendo que não forneceriam alimentação, transporte ou acomodação àqueles que tentassem chegar à ilha para o julgamento, incluindo o juiz e os advogados


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cje3y4gxq5xo trecho adaptado)

"É o inimigo", brinca um agente de segurança particular quando volto para meu quarto uma noite em Diego Garcia, com meu nome destacado em amarelo em uma lista que ele está segurando.


O núcleo do sujeito do verbo 'brincar'         

Alternativas
Q3150594 Português

O que faz um assistente?


    A função de assistente tende a demandar conhecimento técnico para oferecer uma boa assistência e suporte. Desse modo, as pessoas que ocupam esse nível hierárquico são incumbidas de assistir os demais colegas de trabalho como analistas, supervisores, gestores e chefes.


Disponível em: <https://br.indeed.com/conselho-de-carreira/encontrando-emprego/diferenca-entre-analista-assistente>. 

Acesso em: 20 set. 2024, com adaptações.



De acordo com as regras de concordância prescritas pela norma-padrão, caso o autor decidisse empregar a construção a maioria das pessoas no lugar do termo “as pessoas”, as formas


Alternativas
Q3150233 Português
CINISCA, A PRINCESA ESPARTANA QUE FOI A PRIMEIRA MULHER A VENCER UMA COMPETIÇÃO OLÍMPICA

O que Cinisca conseguiu há cerca de 2.400 anos foi, sem dúvida, um grande feito. Ela ganhou louros em dois Jogos Olímpicos consecutivos em 396 e − 392 AC. -, o que já é algo a se destacar.

Mas conseguir isso quando uma pessoa como ela não poderia sequer estar presente na competição em homenagem ao deus Zeus é algo ainda mais memorável.

Cinisca, mesmo sendo princesa, filha e irmã de reis poderosos, era uma mulher de cerca de 50 anos, e as mulheres daquela época não podiam competir. Foram até proibidas de frequentar o recinto sagrado do Santuário Olímpico. E as mulheres casadas corriam risco de pena de morte caso fossem vistas no evento, mesmo como meras espectadoras. Para elas havia lugar em um festival diferente, em homenagem a Hera, esposa de Zeus.

Pouco se sabe sobre esses jogos além do que o viajante, geógrafo e historiador grego Pausânias contou em sua extensa obra "Descrição da Grécia" do século 2 dC. Segundo esse registro, essa competição era organizada e supervisionada por uma comissão de 16 mulheres das cidades de Elis, que acontecia a cada quatro anos e incluía corridas de meninas vestidas com uma túnica que pendia do ombro esquerdo e com os cabelos soltos.

Mas as atletas tinham que ser jovens e solteiras, então Cinisca também não poderia participar desses jogos. Então, como ela conseguiu a vitória se a competição olímpica era tão cuidadosamente reservada aos homens?

Cinisca se aproveitou de uma brecha legal. Ela participou de corridas de bigas (carruagens) de quatro cavalos seguidas, mas não precisou conduzi-las para vencer, nem precisou estar em Olímpia. Ontem, como hoje, as vitórias, nas corridas equestres, são atribuídas aos proprietários dos cavalos e não aos jóqueis.

Essa foi uma honra importante; o local era reservado para cerimônias religiosas e apenas os reis espartanos eram lembrados dessa forma, e nunca uma mulher. Mas talvez ainda mais emocionante foi o fato de uma estátua de bronze de Cinisca ter sido erguida em Olímpia, o lugar onde ela triunfou, apesar da sua ausência forçada.

Junto com esculturas de sua carruagem e cavalos de bronze, foram os primeiros monumentos dedicados para uma mulher para comemorar vitórias em competições pan-helênicas.

Assim, embora pouco se saiba sobre sua vida, seu nome entrou para a história e ficou gravado na base de sua estátua: "Eu, Cinisca, vencedora com uma carruagem de corcéis velozes, (...) declaro-me a única mulher, em toda a Grécia, que conquistou esta coroa."

Disponível em: https://hojepe.com.br/cinisca-a-princesa-espartana-quefoi-a-primeira-mulher-a-vencer-uma-competicao-olimpica/

"Para elas havia lugar em um festival diferente [...]"


A concordância da passagem realçada também se faz  corretamente na alternativa:

Alternativas
Respostas
16981: C
16982: C
16983: E
16984: B
16985: A
16986: D
16987: B
16988: B
16989: C
16990: C
16991: D
16992: E
16993: A
16994: A
16995: D
16996: A
16997: D
16998: A
16999: C
17000: A