Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3114778 Português

RODRIGUES, Angelo Giovani; AMARAL, Ana Cláudia Fernandes. Aspectos sobre o desenvolvimento da fitoterapia in: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Práticas integrativas e complementares: plantas medicinais e fitoterapia na atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012 (com adaptações).

Em relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.


Em “estima‑se” (linha 15), o emprego da partícula “se” indica que o sujeito da oração é indeterminado. 

Alternativas
Q3114772 Português

RODRIGUES, Angelo Giovani; AMARAL, Ana Cláudia Fernandes. Aspectos sobre o desenvolvimento da fitoterapia in: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Práticas integrativas e complementares: plantas medicinais e fitoterapia na atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012 (com adaptações).

Em relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.


O sujeito da última oração do primeiro parágrafo é “a maior contribuição para os medicamentos”. 

Alternativas
Q3114770 Português

RODRIGUES, Angelo Giovani; AMARAL, Ana Cláudia Fernandes. Aspectos sobre o desenvolvimento da fitoterapia in: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Práticas integrativas e complementares: plantas medicinais e fitoterapia na atenção básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012 (com adaptações).

Em relação ao texto e às suas ideias, julgue o item seguinte.


Entende‑se da estruturação sintática do último período do texto que os princípios e as diretrizes do SUS estão voltados para o desenvolvimento comunitário, a solidariedade e a participação social.

Alternativas
Q3114762 Português
Leia com atenção a afirmativa abaixo:

Choveu mais do que o esperado na última quarta-feira.

Como se classifica o tipo de sujeito da oração acima?
Alternativas
Q3114761 Português
Assinale a alternativa que possua o emprego de um predicado verbo-nominal:
Alternativas
Q3114695 Português
Não há erro de regência verbal em qual alternativa? 
Alternativas
Q3114693 Português
A concordância verbal foi observada apenas na alternativa: 
Alternativas
Q3114570 Português
Entre as frases abaixo, assinale aquela que pertence ao modo descritivo de organização discursiva.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2024 - UFSM - Médico Veterinário |
Q3114524 Português
Para responder à questão considere o texto a seguir.

TEXTO 02

Captura_de tela 2024-12-19 112351.png (895×563)

Fonte: CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA. Áreas de atuação do médico veterinário. Atualizado em: 06 set. 2023. Disponível em:
<https://www.cfmv.gov.br/areas-de-atuacao-do-medico-veterinario/medicos-veterinarios/2020/01/29>. Acesso em: 15 out. 2024. (Adaptado).
Considere os excertos a seguir:

“(...) no cuidado à saúde e ao bem-estar dos animais (...)”. (ℓ. 05)
“(...) alimentos de origem animal que chegam à mesa do consumidor (...)”. (ℓs. 09-10)
“(...) visitas domiciliares para o diagnóstico de risco à saúde na interação entre os seres humanos, (...)”. (ℓs. 20-21)

A sequência que aponta corretamente as funções sintáticas dos itens destacados, respectivamente, é
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2024 - UFSM - Médico Veterinário |
Q3114520 Português
Para responder à questão, considere o texto a seguir.

TEXTO 01

Captura_de tela 2024-12-19 111928.png (938×557)

Fonte: OLIVEIRA. L. Estas 12 palavras antes significavam coisas bem diferentes. Dicio. Disponível em:. Acesso em: 19 nov. 2024. (Adaptado).
A ordem direta dos termos da oração em língua portuguesa se dá com a sequência SUJEITO + VERBO + COMPLEMENTO(S) + ADJUNTO ADVERBIAL. Em que alternativa esse padrão se repete?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2024 - UFSM - Médico Veterinário |
Q3114519 Português
Para responder à questão, considere o texto a seguir.

TEXTO 01

Captura_de tela 2024-12-19 111928.png (938×557)

Fonte: OLIVEIRA. L. Estas 12 palavras antes significavam coisas bem diferentes. Dicio. Disponível em:. Acesso em: 19 nov. 2024. (Adaptado).
A norma padrão de uma língua se manifesta, sobretudo, quando segue o uso restrito do que prevê a gramática normativa. Entre as alternativas a seguir, em qual delas as mudanças propostas em Com o passar do tempo, ganhou outros significados, referindo-se principalmente a uma pessoa que realiza diversas atividades administrativas. (ℓs. 16 e 17) mantêm as características da norma padrão?
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2024 - UFSM - Médico Veterinário |
Q3114517 Português
Para responder à questão, considere o texto a seguir.

TEXTO 01

Captura_de tela 2024-12-19 111928.png (938×557)

Fonte: OLIVEIRA. L. Estas 12 palavras antes significavam coisas bem diferentes. Dicio. Disponível em:. Acesso em: 19 nov. 2024. (Adaptado).
Em Há termos que mantêm seu significado original enquanto adquirem novos sentidos. (ℓs. 02 e 03), percebe-se a ocorrência de
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2024 - UFSM - Médico Veterinário |
Q3114516 Português
Para responder à questão, considere o texto a seguir.

TEXTO 01

Captura_de tela 2024-12-19 111928.png (938×557)

Fonte: OLIVEIRA. L. Estas 12 palavras antes significavam coisas bem diferentes. Dicio. Disponível em:. Acesso em: 19 nov. 2024. (Adaptado).
Mesmo que seja corrente na linguagem diária, a norma padrão da língua não admite que verbos de regências diferentes tenham um único complemento. Em que alternativa essa observação se exemplifica? 
Alternativas
Q3114123 Português
Leia com atenção a afirmativa abaixo:

Estudou bastante para a prova, portanto foi bem-sucedido.

Identifique a classificação correta do período composto acima:
Alternativas
Q3114122 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Fui ao supermercado ontem e comprei frutas.
II.Vamos sair mais tarde para encontrar os amigos.
III.Choveu bastante durante a madrugada.
IV.Disseram que a festa será incrível.
V.Estava pensando em viajar no próximo feriado.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um sujeito oculto?
Alternativas
Q3114121 Português
Leia atenciosamente as alternativas abaixo e assinale aquela que não possui nenhum erro de concordância nominal: 
Alternativas
Q3114120 Português
Leia com atenção a afirmativa abaixo:

O humorista agradeceu a oportunidade ao público.

Qual a transitividade verbal presente na sentença acima?
Alternativas
Q3114042 Português
Visitante noturno

        O inseto apareceu sobre a mesa como todos os insetos: sem se fazer anunciar. E sem que se atinasse por que motivo escolhera aquele pouso. Não parecia bicho da noite, desses que não podem ver lâmpada acesa, e logo se aproximam, fascinados. Era uma coisinha insignificante, encolhida sobre o papel e ali disposta, aparentemente, a passar o resto de sua vida mínima, sem explicação, sem sentido para ninguém.
        Ninguém? O homem, que tem o hábito de ficar altas horas entre papéis e livros, sentiu-lhe a presença e pensou imediatamente em esmagar o intruso. Chegou a mover a mão. Não o mataria com os dedos, mas com outra folha de papel.
        Deteve-se. Não seria humano liquidar aquele bichinho só porque estava em lugar indevido, sem fazer mal algum. Inseto nocivo? Talvez. Mas sua ignorância em entomologia não lhe dava chance de decidir entre a segurança e a injustiça. E na dúvida, era melhor deixar viver aquilo, que nem nome tinha para ele. Com que direito aplicaria pena de morte a um desconhecido infinitamente desprovido de meios sequer para reagir, quanto mais para explicar-se?
        O inseto parecia pouco ligar para ele, juiz autonomeado e algoz em perspectiva. Dormia ou modorrava, sobre a mesa literária, indiferente, simplesmente. Chegara por acaso, sumiria daí a pouco; deixá-lo viver a seu modo, que era um viver anônimo, desligado de inquietações humanas, invariável dentro da natureza; curto e pobre.
        Uma ternura imprevista brotou no homem pelo animáculo que momentos antes pensara em destruir. Como se alguém viesse de longe para vê-lo, fazer-lhe companhia, em sua noite de trabalho. Não conversava, não incomodava, era uma questão apenas de estar à sua frente, imóvel, em secreta comunhão. Ele fora o escolhido de um inseto, que poderia ter voado para outro apartamento, onde houvesse outra vigília de escrevedor de coisas, mas fora aquela a casa de sua preferência.
        A menos que o acaso determinasse aquele encontro? Era possível. O inseto voara a esmo. O homem quis aferrar-se a essa hipótese, bem plausível. Já se envergonhava de ter envolvido o estranho numa aura de sensibilidade, e talvez voltasse ao impulso inicial de eliminação. A essa altura, espantou-se com a mobilidade de suas reações. Passava de verdugo a sentimentalão, depois a observador cético e crítico, finalmente perdia-se na confusão das várias atitudes que podemos assumir diante de um inseto instalado na mesa de um escritório, a uma hora que ainda não é madrugada, mas já é noite alta e de sono profundo.
        Aquietou-se, afinal, na contemplação do “bicho da terra tão pequeno”. Era alguma coisa parecida com um botão marrom rombudo, que tivesse olhos e um projeto de asas – o suficiente para deslocar-se no espaço em aventuras breves. Aquela não era uma aventura simples: a altura do edifício exigia esforço grande para chegar da árvore até o décimo primeiro andar. Entretanto, o botão vivo o fizera, e ali estava, tranquilo ou cansado, à mercê do gigante indeciso, que procurava entender, não propriamente sua presença, mas a turbação íntima que essa presença despertava no gigante.
        O homem não pensou em recorrer às enciclopédias para identificar o visitante. Ainda que chegasse a identificá-lo como espécie, não avançaria muito no conhecimento do indivíduo, que era único por ser entre todos o que o visitava. E na multidão de insetos, imagináveis e inimagináveis, só lhe interessava aquele, companheiro noturno vindo de não se sabe onde, a caminho de ignorado rumo.
        Já não escrevia. Olhava. Mirava. Sentia-se também olhado e mirado, quando o inseto fez ligeiro movimento que o colocou diretamente sob o foco de luz. Seria exagero encontrar expressão naqueles dois pontinhos negros e reluzentes, mas o fato é que deles parecia vir para os olhos do homem um sinal de atenção ou curiosidade. E os dois, homem e inseto, assim ficaram longo tempo, na muda inspeção, ou conversa, que não conduzia a nada.
        A nada? Muitas conversas entre homens também não levam a resultado algum, mas há sempre a esperança de um entendimento que pode vir das palavras ou de uma troca desprevenida de olhares. E o olhar pode penetrar mais fundo que as palavras. O homem sabia disso. Mas aí notou que, sabendo falar alguma coisa, não era perito em ver diretamente o real. A figura do inseto dizia-lhe pouco. Dos dois, talvez fosse ele, homem, o que menos habilitado se achava para uma forma de comunicação, aquém – ou além – dos códigos tradicionais.
        Distraiu-se avaliando essas limitações e, ao voltar à observação do visitante, este havia desaparecido, decepcionado talvez com a incomunicabilidade dos gigantes. Não é todas as noites que um inseto nos visita. E, se consegue insinuar-nos alguma coisa, nunca jamais foi captada para os homens que merecem crédito; só os ficcionistas é que costumam registrá-la, mas quem leva a sério ficcionistas?

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Boca de luar. Brasil, Editora Record, 1984.) 
Nas alternativas a seguir constam verbos sublinhados cujo sujeito pode ser corretamente identificado como desinencial, EXCETO em: 
Alternativas
Q3114037 Português
Visitante noturno

        O inseto apareceu sobre a mesa como todos os insetos: sem se fazer anunciar. E sem que se atinasse por que motivo escolhera aquele pouso. Não parecia bicho da noite, desses que não podem ver lâmpada acesa, e logo se aproximam, fascinados. Era uma coisinha insignificante, encolhida sobre o papel e ali disposta, aparentemente, a passar o resto de sua vida mínima, sem explicação, sem sentido para ninguém.
        Ninguém? O homem, que tem o hábito de ficar altas horas entre papéis e livros, sentiu-lhe a presença e pensou imediatamente em esmagar o intruso. Chegou a mover a mão. Não o mataria com os dedos, mas com outra folha de papel.
        Deteve-se. Não seria humano liquidar aquele bichinho só porque estava em lugar indevido, sem fazer mal algum. Inseto nocivo? Talvez. Mas sua ignorância em entomologia não lhe dava chance de decidir entre a segurança e a injustiça. E na dúvida, era melhor deixar viver aquilo, que nem nome tinha para ele. Com que direito aplicaria pena de morte a um desconhecido infinitamente desprovido de meios sequer para reagir, quanto mais para explicar-se?
        O inseto parecia pouco ligar para ele, juiz autonomeado e algoz em perspectiva. Dormia ou modorrava, sobre a mesa literária, indiferente, simplesmente. Chegara por acaso, sumiria daí a pouco; deixá-lo viver a seu modo, que era um viver anônimo, desligado de inquietações humanas, invariável dentro da natureza; curto e pobre.
        Uma ternura imprevista brotou no homem pelo animáculo que momentos antes pensara em destruir. Como se alguém viesse de longe para vê-lo, fazer-lhe companhia, em sua noite de trabalho. Não conversava, não incomodava, era uma questão apenas de estar à sua frente, imóvel, em secreta comunhão. Ele fora o escolhido de um inseto, que poderia ter voado para outro apartamento, onde houvesse outra vigília de escrevedor de coisas, mas fora aquela a casa de sua preferência.
        A menos que o acaso determinasse aquele encontro? Era possível. O inseto voara a esmo. O homem quis aferrar-se a essa hipótese, bem plausível. Já se envergonhava de ter envolvido o estranho numa aura de sensibilidade, e talvez voltasse ao impulso inicial de eliminação. A essa altura, espantou-se com a mobilidade de suas reações. Passava de verdugo a sentimentalão, depois a observador cético e crítico, finalmente perdia-se na confusão das várias atitudes que podemos assumir diante de um inseto instalado na mesa de um escritório, a uma hora que ainda não é madrugada, mas já é noite alta e de sono profundo.
        Aquietou-se, afinal, na contemplação do “bicho da terra tão pequeno”. Era alguma coisa parecida com um botão marrom rombudo, que tivesse olhos e um projeto de asas – o suficiente para deslocar-se no espaço em aventuras breves. Aquela não era uma aventura simples: a altura do edifício exigia esforço grande para chegar da árvore até o décimo primeiro andar. Entretanto, o botão vivo o fizera, e ali estava, tranquilo ou cansado, à mercê do gigante indeciso, que procurava entender, não propriamente sua presença, mas a turbação íntima que essa presença despertava no gigante.
        O homem não pensou em recorrer às enciclopédias para identificar o visitante. Ainda que chegasse a identificá-lo como espécie, não avançaria muito no conhecimento do indivíduo, que era único por ser entre todos o que o visitava. E na multidão de insetos, imagináveis e inimagináveis, só lhe interessava aquele, companheiro noturno vindo de não se sabe onde, a caminho de ignorado rumo.
        Já não escrevia. Olhava. Mirava. Sentia-se também olhado e mirado, quando o inseto fez ligeiro movimento que o colocou diretamente sob o foco de luz. Seria exagero encontrar expressão naqueles dois pontinhos negros e reluzentes, mas o fato é que deles parecia vir para os olhos do homem um sinal de atenção ou curiosidade. E os dois, homem e inseto, assim ficaram longo tempo, na muda inspeção, ou conversa, que não conduzia a nada.
        A nada? Muitas conversas entre homens também não levam a resultado algum, mas há sempre a esperança de um entendimento que pode vir das palavras ou de uma troca desprevenida de olhares. E o olhar pode penetrar mais fundo que as palavras. O homem sabia disso. Mas aí notou que, sabendo falar alguma coisa, não era perito em ver diretamente o real. A figura do inseto dizia-lhe pouco. Dos dois, talvez fosse ele, homem, o que menos habilitado se achava para uma forma de comunicação, aquém – ou além – dos códigos tradicionais.
        Distraiu-se avaliando essas limitações e, ao voltar à observação do visitante, este havia desaparecido, decepcionado talvez com a incomunicabilidade dos gigantes. Não é todas as noites que um inseto nos visita. E, se consegue insinuar-nos alguma coisa, nunca jamais foi captada para os homens que merecem crédito; só os ficcionistas é que costumam registrá-la, mas quem leva a sério ficcionistas?

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Boca de luar. Brasil, Editora Record, 1984.) 
Considere a disposição das vírgulas em “Aquietou-se, afinal, na contemplação do ‘bicho da terra tão pequeno’.” (7º§). É correto afirmar que elas se deram de modo a demarcar a separação de: 
Alternativas
Q3113172 Português
Assinale a alternativa que completa, respectivamente, as lacunas das orações:

“Nós pedimos sorvete de chocolate, _______ não tinha.
Comprei ______ sapatos naquela loja.
Joana é _______ alta que Sara.
Eu queria sair, ______ está chovendo muito.” 
Alternativas
Respostas
13381: E
13382: C
13383: C
13384: A
13385: B
13386: D
13387: E
13388: B
13389: B
13390: A
13391: C
13392: A
13393: C
13394: D
13395: C
13396: B
13397: C
13398: B
13399: C
13400: B