Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 53.172 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Proteger quem defende o ambiente
Brasil ocupa de novo o segundo lugar no ranking de ambientalistas assassinados; é preciso celeridade da Justiça em conflitos fundiários e na punição de criminosos, além de garantia dos direitos dos povos indígenas
Enquanto o Brasil arde em incêndios florestais, dados mostram um cenário violento contra aqueles que defendem o ambiente no país.
Segundo relatório da ONG britânica Global Witness, divulgado no dia 9, o Brasil ficou em segundo lugar em número de assassinatos de pessoas que atuam nesse setor em 2023, com 25 mortos. No primeiro lugar nefasto, a Colômbia contabilizou 79; no mundo, foram 196 - ou mais de um ativista morto a cada dois dias.
Mesmo com redução de 26% no Brasil em relação a 2022, não há o que celebrar. Pelo segundo ano consecutivo, ocupamos a infame vice-liderança do ranking . Quando considerada a série histórica, de 2012 a 2023, as primeiras colocações se repetem: a Colômbia teve 461 mortos, e o Brasil, 401.
A América Latina foi a região com mais ambientalistas mortos no ano passado - 85% do total.
Os fatores que mais contribuem para a estatística local são os conflitos fundiários, que envolvem violações a direitos de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas, a exploração econômica da terra, por vezes ilegal e contestada, e a fiscalização deficitária por parte do Estado.
No mundo, 49% das mortes de defensores ambientais em 2023 foram de indígenas (85) e afrodescendentes (12).
Os números referentes ao Brasil no levantamento internacional foram fornecidos pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora conflitos no campo.
De acordo com a entidade, os embates quebraram recorde no Brasil em 2023, com 2.203 ocorrências. Desse total, 1.724 se trataram de disputas por terra. Tal número, possivelmente subnotificado, mostra que não é só a letalidade que preocupa, mas também expulsões, despejos, ameaças e destruição de bens.
Tampouco apenas ambientalistas vivem sob ameaça. Jornalistas, por terem papel fundamental na busca dos fatos em contextos de conflito, correm risco.
Na Amazônia, por exemplo, a ONG Instituto Vladimir Herzog registrou 230 casos de violência contra profissionais da imprensa nos últimos dez anos - entre eles, 9 homicídios. Um dos mais brutais foram os assassinatos do repórter britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira em 2022.
Um país que pretende ser exemplo internacional no tema ambiental tem o dever óbvio de conter a violência nesse setor. É preciso celeridade e eficiência no sistema de Justiça para resolver contendas fundiárias, respeitar os direitos dos povos indígenas e punir no rigor da lei os ataques contra ambientalistas.
Jornal Folha de São Paulo - 16/09/2024.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Proteger quem defende o ambiente
Brasil ocupa de novo o segundo lugar no ranking de ambientalistas assassinados; é preciso celeridade da Justiça em conflitos fundiários e na punição de criminosos, além de garantia dos direitos dos povos indígenas
Enquanto o Brasil arde em incêndios florestais, dados mostram um cenário violento contra aqueles que defendem o ambiente no país.
Segundo relatório da ONG britânica Global Witness, divulgado no dia 9, o Brasil ficou em segundo lugar em número de assassinatos de pessoas que atuam nesse setor em 2023, com 25 mortos. No primeiro lugar nefasto, a Colômbia contabilizou 79; no mundo, foram 196 - ou mais de um ativista morto a cada dois dias.
Mesmo com redução de 26% no Brasil em relação a 2022, não há o que celebrar. Pelo segundo ano consecutivo, ocupamos a infame vice-liderança do ranking . Quando considerada a série histórica, de 2012 a 2023, as primeiras colocações se repetem: a Colômbia teve 461 mortos, e o Brasil, 401.
A América Latina foi a região com mais ambientalistas mortos no ano passado - 85% do total.
Os fatores que mais contribuem para a estatística local são os conflitos fundiários, que envolvem violações a direitos de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas, a exploração econômica da terra, por vezes ilegal e contestada, e a fiscalização deficitária por parte do Estado.
No mundo, 49% das mortes de defensores ambientais em 2023 foram de indígenas (85) e afrodescendentes (12).
Os números referentes ao Brasil no levantamento internacional foram fornecidos pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora conflitos no campo.
De acordo com a entidade, os embates quebraram recorde no Brasil em 2023, com 2.203 ocorrências. Desse total, 1.724 se trataram de disputas por terra. Tal número, possivelmente subnotificado, mostra que não é só a letalidade que preocupa, mas também expulsões, despejos, ameaças e destruição de bens.
Tampouco apenas ambientalistas vivem sob ameaça. Jornalistas, por terem papel fundamental na busca dos fatos em contextos de conflito, correm risco.
Na Amazônia, por exemplo, a ONG Instituto Vladimir Herzog registrou 230 casos de violência contra profissionais da imprensa nos últimos dez anos - entre eles, 9 homicídios. Um dos mais brutais foram os assassinatos do repórter britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira em 2022.
Um país que pretende ser exemplo internacional no tema ambiental tem o dever óbvio de conter a violência nesse setor. É preciso celeridade e eficiência no sistema de Justiça para resolver contendas fundiárias, respeitar os direitos dos povos indígenas e punir no rigor da lei os ataques contra ambientalistas.
Jornal Folha de São Paulo - 16/09/2024.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Proteger quem defende o ambiente
Brasil ocupa de novo o segundo lugar no ranking de ambientalistas assassinados; é preciso celeridade da Justiça em conflitos fundiários e na punição de criminosos, além de garantia dos direitos dos povos indígenas
Enquanto o Brasil arde em incêndios florestais, dados mostram um cenário violento contra aqueles que defendem o ambiente no país.
Segundo relatório da ONG britânica Global Witness, divulgado no dia 9, o Brasil ficou em segundo lugar em número de assassinatos de pessoas que atuam nesse setor em 2023, com 25 mortos. No primeiro lugar nefasto, a Colômbia contabilizou 79; no mundo, foram 196 - ou mais de um ativista morto a cada dois dias.
Mesmo com redução de 26% no Brasil em relação a 2022, não há o que celebrar. Pelo segundo ano consecutivo, ocupamos a infame vice-liderança do ranking . Quando considerada a série histórica, de 2012 a 2023, as primeiras colocações se repetem: a Colômbia teve 461 mortos, e o Brasil, 401.
A América Latina foi a região com mais ambientalistas mortos no ano passado - 85% do total.
Os fatores que mais contribuem para a estatística local são os conflitos fundiários, que envolvem violações a direitos de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas, a exploração econômica da terra, por vezes ilegal e contestada, e a fiscalização deficitária por parte do Estado.
No mundo, 49% das mortes de defensores ambientais em 2023 foram de indígenas (85) e afrodescendentes (12).
Os números referentes ao Brasil no levantamento internacional foram fornecidos pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora conflitos no campo.
De acordo com a entidade, os embates quebraram recorde no Brasil em 2023, com 2.203 ocorrências. Desse total, 1.724 se trataram de disputas por terra. Tal número, possivelmente subnotificado, mostra que não é só a letalidade que preocupa, mas também expulsões, despejos, ameaças e destruição de bens.
Tampouco apenas ambientalistas vivem sob ameaça. Jornalistas, por terem papel fundamental na busca dos fatos em contextos de conflito, correm risco.
Na Amazônia, por exemplo, a ONG Instituto Vladimir Herzog registrou 230 casos de violência contra profissionais da imprensa nos últimos dez anos - entre eles, 9 homicídios. Um dos mais brutais foram os assassinatos do repórter britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira em 2022.
Um país que pretende ser exemplo internacional no tema ambiental tem o dever óbvio de conter a violência nesse setor. É preciso celeridade e eficiência no sistema de Justiça para resolver contendas fundiárias, respeitar os direitos dos povos indígenas e punir no rigor da lei os ataques contra ambientalistas.
Jornal Folha de São Paulo - 16/09/2024.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Proteger quem defende o ambiente
Brasil ocupa de novo o segundo lugar no ranking de ambientalistas assassinados; é preciso celeridade da Justiça em conflitos fundiários e na punição de criminosos, além de garantia dos direitos dos povos indígenas
Enquanto o Brasil arde em incêndios florestais, dados mostram um cenário violento contra aqueles que defendem o ambiente no país.
Segundo relatório da ONG britânica Global Witness, divulgado no dia 9, o Brasil ficou em segundo lugar em número de assassinatos de pessoas que atuam nesse setor em 2023, com 25 mortos. No primeiro lugar nefasto, a Colômbia contabilizou 79; no mundo, foram 196 - ou mais de um ativista morto a cada dois dias.
Mesmo com redução de 26% no Brasil em relação a 2022, não há o que celebrar. Pelo segundo ano consecutivo, ocupamos a infame vice-liderança do ranking . Quando considerada a série histórica, de 2012 a 2023, as primeiras colocações se repetem: a Colômbia teve 461 mortos, e o Brasil, 401.
A América Latina foi a região com mais ambientalistas mortos no ano passado - 85% do total.
Os fatores que mais contribuem para a estatística local são os conflitos fundiários, que envolvem violações a direitos de povos indígenas, comunidades tradicionais e quilombolas, a exploração econômica da terra, por vezes ilegal e contestada, e a fiscalização deficitária por parte do Estado.
No mundo, 49% das mortes de defensores ambientais em 2023 foram de indígenas (85) e afrodescendentes (12).
Os números referentes ao Brasil no levantamento internacional foram fornecidos pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), que monitora conflitos no campo.
De acordo com a entidade, os embates quebraram recorde no Brasil em 2023, com 2.203 ocorrências. Desse total, 1.724 se trataram de disputas por terra. Tal número, possivelmente subnotificado, mostra que não é só a letalidade que preocupa, mas também expulsões, despejos, ameaças e destruição de bens.
Tampouco apenas ambientalistas vivem sob ameaça. Jornalistas, por terem papel fundamental na busca dos fatos em contextos de conflito, correm risco.
Na Amazônia, por exemplo, a ONG Instituto Vladimir Herzog registrou 230 casos de violência contra profissionais da imprensa nos últimos dez anos - entre eles, 9 homicídios. Um dos mais brutais foram os assassinatos do repórter britânico Dom Phillips e do indigenista brasileiro Bruno Pereira em 2022.
Um país que pretende ser exemplo internacional no tema ambiental tem o dever óbvio de conter a violência nesse setor. É preciso celeridade e eficiência no sistema de Justiça para resolver contendas fundiárias, respeitar os direitos dos povos indígenas e punir no rigor da lei os ataques contra ambientalistas.
Jornal Folha de São Paulo - 16/09/2024.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/cp07nyrl4vqo. Adaptado.)
Sintaticamente, é correto afirmar que o:
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/cp07nyrl4vqo. Adaptado.)
O verbo destacado comporta-se, nesta frase, como um verbo:
Observe a seguinte frase:
Recorrendo a elas, arrisco-me a usar expressões técnicas, desconhecidas do público, e a ser tido por pedante.
Das alternativas abaixo, assinale aquela em que a palavra sublinhada exerça a mesma função sintática de pedante, dessa frase
Professora: Bom dia, turma! Hoje vamos discutir a importância da educação para o desenvolvimento pessoal e profissional.
Aluno 1: Professora, por que a educação é tão importante para nossas vidas?
Professora: A educação é fundamental porque ela amplia nossos conhecimentos, desenvolve habilidades essenciais e abre portas para melhores oportunidades no futuro.
Aluno 2: Então, estudar e se dedicar aos estudos pode realmente fazer a diferença?
Professora: Com certeza! O esforço e a dedicação nos estudos resultam em maior aprendizado e melhores resultados acadêmicos, o que é crucial para o nosso crescimento.
Aluno 3: E como podemos aproveitar melhor as aulas?
Professora: Participando ativamente, fazendo perguntas, realizando as atividades propostas e sempre buscando mais informações além do que é apresentado em sala.
Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/
Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/
Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/
Leia o texto para responder a questão.
Como lidar com a volta ao trabalho depois da licença -
maternidade
Não se cobre tanto e se organize para passar por essa fase com mais tranquilidade e gerando mais autonomia em seu filho
Por Natalia Avanci Fontenele
A volta à rotina de trabalho, após o nascimento do bebê, pode parecer um bicho de sete cabeças. O laço construído entre mãe e filho durante a gestação fica ainda mais fortalecido após a mãe tomar o bebê em seus braços e sentir seu cheiro. É mágico. Ali você se torna mãe, e a criança, filho. Por isso, o desprendimento após esse período intenso de dedicação causa ansiedade na mãe e na criança. Afinal de contas, foram 120 dias praticamente só de vocês.
Mas querer voltar ao trabalho não é apenas normal. Faz parte da vida de todas nós, e isso não torna ninguém uma mãe pior, mas, sim, fala de alguém que também precisa cuidar da carreira. Então, se planejar para esse momento, desde a gestação, é fundamental. O primeiro passo é construir uma rede de apoio de confiança que possa ajudar no momento desse “afastamento”.
Toda mãe precisa escolher as batalhas, mas nenhuma é mais importante que a felicidade de um filho. Sem desmerecer nenhuma outra, como mãe de um menino de três anos, listei cinco dicas para lidar melhor com a culpa de voltar ao trabalho e sobre como tornar esse momento mais fácil para a criança. Confira. Você vai ver que já faz muitas dessas coisas no seu dia a dia no trabalho. Por que não aplicar agora também na maternidade?
1 - Aprenda a delegar tarefas
Depois de passar meses dedicados a cuidar exclusivamente do filho, é comum sentir culpa no retorno do trabalho. A insegurança ao deixar a criança com outras pessoas é um sentimento natural. Contudo, quando isso é inevitável vai ser preciso – e desafiador – delegar a tarefa para outra pessoa. Para amenizar a insegurança, procure construir uma rede de apoio com antecedência. A criança vai ter mais tempo para interagir com essa outra pessoa, ou mesmo com outras pessoas, se você tiver mais de uma. É um momento importante para mãe e para o filho.
2 - Ouça outras experiências. Converse com mães!
Cada experiência de maternidade é única, nós sabemos, mas ouvir outras mães que estão passando ou já passaram por esse momento pode acalmar o coração. Como mãe, que tem um filho pequeno e uma rotina intensa no hospital, essa troca foi fundamental. É um momento complicado, mas vai passar. Pode confiar!
3- Aproveite melhor seu tempo e entregue qualidade
Coloque qualidade no tempo que você tem com seu filho. Esteja com ele de fato. Organize sua rotina de modo que possa aproveitar e realizar atividades importantes com ele, como brincadeiras e jogos, e acompanhar os grandes marcos da vida dele. Também é importante manter contato com a criança durante o período de trabalho com ligações curtas, por exemplo.
4- Se planeje. A amamentação pode continuar
É possível continuar amamentando, mesmo trabalhando fora. Você tem três opções para armazenar leite: de forma manual ou com uso de bombinha manual e elétrica. Não há um jeito certo, mas, sim, aquele que mais se adequa a cada mãe. Comecem a guardar o alimento 15 dias antes de retornar ao trabalho. Isso vai gerar um sentimento de mais segurança. No freezer, o leite dura 15 dias e na geladeira, 24 horas. Em casa, você pode continuar a rotina de amamentação normalmente até que o bebê queira. Caso precise substituir o leite materno por fórmula, converse com um pediatra e tire todas as dúvidas. E segue tranquila.
5- Seja transparente. Não saia escondido
Jamais faça isso, porque quando a criança perceber, vai sentir uma sensação de abandono. Construa, desde cedo, uma relação de confiança com o bebê. Explique com carinho e “sem choramingos” que precisa se ausentar, mas que estará em casa em breve. Quando ele perceber o seu retorno, dia após dia, o choro vai diminuir. Esse momento é extremamente importante para a criança, pois ele começará a lidar melhor com a ansiedade, algo importantíssimo para seu futuro.
*Natalia Avanci Fontenele é médica pediatra e mãe do Enrico
Disponível em https://exame.com/bussola/como-lidar-com-a-volta-ao-
trabalho-depois-da-licenca-maternidade/
Leia o texto para responder a questão.
Como lidar com a volta ao trabalho depois da licença -
maternidade
Não se cobre tanto e se organize para passar por essa fase com mais tranquilidade e gerando mais autonomia em seu filho
Por Natalia Avanci Fontenele
A volta à rotina de trabalho, após o nascimento do bebê, pode parecer um bicho de sete cabeças. O laço construído entre mãe e filho durante a gestação fica ainda mais fortalecido após a mãe tomar o bebê em seus braços e sentir seu cheiro. É mágico. Ali você se torna mãe, e a criança, filho. Por isso, o desprendimento após esse período intenso de dedicação causa ansiedade na mãe e na criança. Afinal de contas, foram 120 dias praticamente só de vocês.
Mas querer voltar ao trabalho não é apenas normal. Faz parte da vida de todas nós, e isso não torna ninguém uma mãe pior, mas, sim, fala de alguém que também precisa cuidar da carreira. Então, se planejar para esse momento, desde a gestação, é fundamental. O primeiro passo é construir uma rede de apoio de confiança que possa ajudar no momento desse “afastamento”.
Toda mãe precisa escolher as batalhas, mas nenhuma é mais importante que a felicidade de um filho. Sem desmerecer nenhuma outra, como mãe de um menino de três anos, listei cinco dicas para lidar melhor com a culpa de voltar ao trabalho e sobre como tornar esse momento mais fácil para a criança. Confira. Você vai ver que já faz muitas dessas coisas no seu dia a dia no trabalho. Por que não aplicar agora também na maternidade?
1 - Aprenda a delegar tarefas
Depois de passar meses dedicados a cuidar exclusivamente do filho, é comum sentir culpa no retorno do trabalho. A insegurança ao deixar a criança com outras pessoas é um sentimento natural. Contudo, quando isso é inevitável vai ser preciso – e desafiador – delegar a tarefa para outra pessoa. Para amenizar a insegurança, procure construir uma rede de apoio com antecedência. A criança vai ter mais tempo para interagir com essa outra pessoa, ou mesmo com outras pessoas, se você tiver mais de uma. É um momento importante para mãe e para o filho.
2 - Ouça outras experiências. Converse com mães!
Cada experiência de maternidade é única, nós sabemos, mas ouvir outras mães que estão passando ou já passaram por esse momento pode acalmar o coração. Como mãe, que tem um filho pequeno e uma rotina intensa no hospital, essa troca foi fundamental. É um momento complicado, mas vai passar. Pode confiar!
3- Aproveite melhor seu tempo e entregue qualidade
Coloque qualidade no tempo que você tem com seu filho. Esteja com ele de fato. Organize sua rotina de modo que possa aproveitar e realizar atividades importantes com ele, como brincadeiras e jogos, e acompanhar os grandes marcos da vida dele. Também é importante manter contato com a criança durante o período de trabalho com ligações curtas, por exemplo.
4- Se planeje. A amamentação pode continuar
É possível continuar amamentando, mesmo trabalhando fora. Você tem três opções para armazenar leite: de forma manual ou com uso de bombinha manual e elétrica. Não há um jeito certo, mas, sim, aquele que mais se adequa a cada mãe. Comecem a guardar o alimento 15 dias antes de retornar ao trabalho. Isso vai gerar um sentimento de mais segurança. No freezer, o leite dura 15 dias e na geladeira, 24 horas. Em casa, você pode continuar a rotina de amamentação normalmente até que o bebê queira. Caso precise substituir o leite materno por fórmula, converse com um pediatra e tire todas as dúvidas. E segue tranquila.
5- Seja transparente. Não saia escondido
Jamais faça isso, porque quando a criança perceber, vai sentir uma sensação de abandono. Construa, desde cedo, uma relação de confiança com o bebê. Explique com carinho e “sem choramingos” que precisa se ausentar, mas que estará em casa em breve. Quando ele perceber o seu retorno, dia após dia, o choro vai diminuir. Esse momento é extremamente importante para a criança, pois ele começará a lidar melhor com a ansiedade, algo importantíssimo para seu futuro.
*Natalia Avanci Fontenele é médica pediatra e mãe do Enrico
Disponível em https://exame.com/bussola/como-lidar-com-a-volta-ao-
trabalho-depois-da-licenca-maternidade/
Leia o texto para responder a questão.
Como lidar com a volta ao trabalho depois da licença -
maternidade
Não se cobre tanto e se organize para passar por essa fase com mais tranquilidade e gerando mais autonomia em seu filho
Por Natalia Avanci Fontenele
A volta à rotina de trabalho, após o nascimento do bebê, pode parecer um bicho de sete cabeças. O laço construído entre mãe e filho durante a gestação fica ainda mais fortalecido após a mãe tomar o bebê em seus braços e sentir seu cheiro. É mágico. Ali você se torna mãe, e a criança, filho. Por isso, o desprendimento após esse período intenso de dedicação causa ansiedade na mãe e na criança. Afinal de contas, foram 120 dias praticamente só de vocês.
Mas querer voltar ao trabalho não é apenas normal. Faz parte da vida de todas nós, e isso não torna ninguém uma mãe pior, mas, sim, fala de alguém que também precisa cuidar da carreira. Então, se planejar para esse momento, desde a gestação, é fundamental. O primeiro passo é construir uma rede de apoio de confiança que possa ajudar no momento desse “afastamento”.
Toda mãe precisa escolher as batalhas, mas nenhuma é mais importante que a felicidade de um filho. Sem desmerecer nenhuma outra, como mãe de um menino de três anos, listei cinco dicas para lidar melhor com a culpa de voltar ao trabalho e sobre como tornar esse momento mais fácil para a criança. Confira. Você vai ver que já faz muitas dessas coisas no seu dia a dia no trabalho. Por que não aplicar agora também na maternidade?
1 - Aprenda a delegar tarefas
Depois de passar meses dedicados a cuidar exclusivamente do filho, é comum sentir culpa no retorno do trabalho. A insegurança ao deixar a criança com outras pessoas é um sentimento natural. Contudo, quando isso é inevitável vai ser preciso – e desafiador – delegar a tarefa para outra pessoa. Para amenizar a insegurança, procure construir uma rede de apoio com antecedência. A criança vai ter mais tempo para interagir com essa outra pessoa, ou mesmo com outras pessoas, se você tiver mais de uma. É um momento importante para mãe e para o filho.
2 - Ouça outras experiências. Converse com mães!
Cada experiência de maternidade é única, nós sabemos, mas ouvir outras mães que estão passando ou já passaram por esse momento pode acalmar o coração. Como mãe, que tem um filho pequeno e uma rotina intensa no hospital, essa troca foi fundamental. É um momento complicado, mas vai passar. Pode confiar!
3- Aproveite melhor seu tempo e entregue qualidade
Coloque qualidade no tempo que você tem com seu filho. Esteja com ele de fato. Organize sua rotina de modo que possa aproveitar e realizar atividades importantes com ele, como brincadeiras e jogos, e acompanhar os grandes marcos da vida dele. Também é importante manter contato com a criança durante o período de trabalho com ligações curtas, por exemplo.
4- Se planeje. A amamentação pode continuar
É possível continuar amamentando, mesmo trabalhando fora. Você tem três opções para armazenar leite: de forma manual ou com uso de bombinha manual e elétrica. Não há um jeito certo, mas, sim, aquele que mais se adequa a cada mãe. Comecem a guardar o alimento 15 dias antes de retornar ao trabalho. Isso vai gerar um sentimento de mais segurança. No freezer, o leite dura 15 dias e na geladeira, 24 horas. Em casa, você pode continuar a rotina de amamentação normalmente até que o bebê queira. Caso precise substituir o leite materno por fórmula, converse com um pediatra e tire todas as dúvidas. E segue tranquila.
5- Seja transparente. Não saia escondido
Jamais faça isso, porque quando a criança perceber, vai sentir uma sensação de abandono. Construa, desde cedo, uma relação de confiança com o bebê. Explique com carinho e “sem choramingos” que precisa se ausentar, mas que estará em casa em breve. Quando ele perceber o seu retorno, dia após dia, o choro vai diminuir. Esse momento é extremamente importante para a criança, pois ele começará a lidar melhor com a ansiedade, algo importantíssimo para seu futuro.
*Natalia Avanci Fontenele é médica pediatra e mãe do Enrico
Disponível em https://exame.com/bussola/como-lidar-com-a-volta-ao-
trabalho-depois-da-licenca-maternidade/

I – Os termos trissílabos: “números”; “título”; “séculos” são proparoxítonos.
II – Todas as palavras: “e”; “que”; “mas” são invariáveis em gênero e em número.
III – O TIL das palavras: “realizações”; : “não” e : “manifestações” serve apenas para marcar a tonicidade, porque elas são oxítonas com ditongo decrescentes.
IV – Entre os termos do trecho: “. Pressuposição¹ segundo² a qual a escrita seria³ essencialmente um produto derivado da língua” – numeramos na ordem crescente (1; 2; 3), identificamos: um substantivo escrito com encontro consonantal, dígrafo e encontro vocálico; um termo trissílabo usado no sentido de conformidade; um verbo conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.

I – No trecho: “o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico” – as vírgulas separam uma palavra que tem o mesmo sentido contextual de “portanto”.
II – No trecho: “foi¹ e continua sendo percebido² como³ uma verdadeira revolução” – temos na ordem crescente (1; 2; 3), respectivamente: um verbo no tempo pretérito perfeito do modo indicativo; uma locução verbal; uma conjunção subordinativa usada com o sentido comparativo
III – A expressão: “no final do quarto milênio a.C.” – enuncia ideia temporal, escrita com um numeral ordinal “quarto”.
IV – No trecho: “Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura”, - temos, respectivamente: um artigo definido feminino plural que concorda com o substantivo subsequente em gênero e em número; uma preposição essencial imposta pela regência nominal; um pronome relativo e um pronome demonstrativo (ambos escritos com dígrafo).