Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3370816 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?

Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país."
Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:

(__) O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__) O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__) O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__) O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.

A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Alternativas
Q3370671 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?

Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país."
Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:

(__) O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__) O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__) O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__) O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.

A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Alternativas
Q3370622 Português

Leia o fragmento do texto a seguir e responda a questão.


Cardápio existencial


Antônio Carlos de Farias


      – E se a vida for como um cardápio?

    A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.

    – Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.

    Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.

    – Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...

     – Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.

    – E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.

    – Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]

Marque a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q3370621 Português

Leia o fragmento do texto a seguir e responda a questão.


Cardápio existencial


Antônio Carlos de Farias


      – E se a vida for como um cardápio?

    A pergunta pegou Rosinha de surpresa. Ela levantou os olhos do menu e se deparou com o marido em estado reflexivo.

    – Ora, Alfredo, deixe de filosofar e escolha logo o seu prato.

    Os dois haviam saído para jantar e estavam na varanda do Bar Lagoa, de onde se pode ver um cantinho de céu e o Redentor.

    – Rosinha, pense nas consequências do que estou dizendo. Se a vida for como um cardápio, nós talvez estejamos escolhendo errado. No lugar da buchada de bode em que nossas vidas se transformaram, poderíamos nos deliciar com escargots. Experimentar sabores novos, mais sofisticados...

     – Por que a vida seria como um cardápio, Alfredo? Tenha dó.

    – E por que não seria? Ninguém sabe de fato o que é a vida, portanto qualquer acepção é válida, até prova em contrário.

    – Benhê, acorda. Ninguém vai aparecer para servir o seu cardápio imaginário. Na vida, a gente tem que ir buscar. A vida é mais parecida com um restaurante a quilo, self-service, entende? [...]

No trecho “A pergunta pegou Rosinha de surpresa”, o sujeito da oração é:
Alternativas
Q3370526 Português
Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?

Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica". 

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país." Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:
(__)O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__)O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__)O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__)O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.

A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Alternativas
Q3370349 Português
Leia o fragmento abaixo da obra “A morte é um dia que vale a pena viver”, da autora contemporânea Ana Claudia Quintana Arantes e depois resposta a questão.

1. O processo de morrer pode ser muito doloroso para a maioria das pessoas, principalmente por conta da falta de
2. conhecimento e habilidade dos profissionais de saúde ao conduzir esse tempo sagrado da vida humana.
3. Nesse processo, quando temos à nossa disposição uma equipe de saúde de fato habilidosa para conduzir os cuidados
4. com o tempo que nos resta, mesmo que seja pouco, então teremos a chance incrível de sair desta existência
5. pela porta da frente, com horas e glórias dignas de grandes heróis, reis e rainhas da própria vida.
6. Infelizmente, isso ainda está longe de ser a condição disponível para todos os brasileiros. Nem todos os médicos que
7. trabalham com pacientes terminais sabem cuidar de pacientes terminais. A maioria diz que Cuidados Paliativos todo
8. mundo sabe fazer, que é apenas uma questão de bom senso. O problema é que nem todo mundo tem bom senso,
9. embora todos pensem ter! Nunca tive notícia de alguém que tenha procurado um psicólogo dizendo:
10. “Vim aqui me tratar porque não tenho bom senso.” A sociedade precisa entender que Cuidados Paliativos devem ser
11. aprendidos e ajudar os médicos e profissionais de saúde a aprender. É um conhecimento de alta complexidade, de
12. alto desempenho e, principalmente, de altíssima realização. Realização profissional e humana.

Fonte: A morte é um dia que vale a pena viver - Autora: Ana Claudia Quintana Arantes
No fragmento extraído da linha 1: “O processo de morrer pode ser muito doloroso”, o sujeito é?
Alternativas
Q3370259 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras  gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento."

No trecho, a concordância do verbo 'fazer' com o sujeito só pode ser estabelecida de uma forma, concordando com o núcleo do sujeito 'genes'. Nos enunciados a seguir, também só a uma forma de concordância, EXCETO:
Alternativas
Q3370258 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras  gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo."

O termo destacado possui a mesma função sintática do termo destacado na alternativa: 
Alternativas
Q3370254 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras  gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"O Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco."

Analise a regência do verbo 'anunciar' no trecho acima e, em seguida, identifique a alternativa em que o verbo, no contexto empregado, apresenta uma transitividade diferente da do trecho apresentado.
Alternativas
Q3370206 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa


Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.


Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.


Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.


Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.


Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.


A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.


Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".


No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.


Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).


E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.


Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?


Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.


"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.


"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."


Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.


Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.


Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.


"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista. "Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.


Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".


"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.


O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".


"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.


Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".


Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.


"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.


"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.



Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento  

"Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país." Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:



(__) O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.


(__) O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.


(__) O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.


(__) O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.



A sequência que preenche corretamente os parênteses é: 

Alternativas
Q3370182 Português
Ou isto ou aquilo


Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares. 


É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.


Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.


(https://www.culturagenial.com/poemas-cecilia-meireles/)

Analise:


“Tirou uma ótima nota, porque estudou muito.”


Acima, há a presença de uma:

Alternativas
Q3370180 Português
Ou isto ou aquilo


Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares. 


É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.


Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.


(https://www.culturagenial.com/poemas-cecilia-meireles/)

Assinale a opção que apresenta a classificação correta do termo em destaque abaixo:



Jorge, queremos nosso pagamento.”

Alternativas
Q3370179 Português
Ou isto ou aquilo


Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares. 


É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.


Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.


(https://www.culturagenial.com/poemas-cecilia-meireles/)

Analise a assinale a alternativa que apresenta a classificação do sujeito da oração abaixo:



“Precisa-se de padeiros.” 

Alternativas
Q3370177 Português
Ou isto ou aquilo


Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares. 


É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.


Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.


(https://www.culturagenial.com/poemas-cecilia-meireles/)

Analise:


“Brasília, capital do Brasil, deveria ser visitada por todos os brasileiros.”



Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta dos termos em destaque acima:

Alternativas
Q3370128 Português
Conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa INCORRETA em relação à regência do adjetivo “ansioso”.
Alternativas
Q3370124 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


A menininha e o gerente



— Não, paizinho, não! Quero ir com você!

— Mas meu bem, não posso levar você lá. O lugar não é próprio. Não vou demorar nada, só dez minutos. Seja boazinha, fique me esperando aqui.

— Não, não! — a garotinha soluçava. Agarrou-se à calça do pai como quem se agarra a uma prancha no mar. Ele insistia:

— Que bobagem, uma menina de sua idade fazendo um papelão desses. 

— Você não volta!

— Volto, ora essa, juro que volto, meu amor.

 Prometendo, ele passeava o olhar pela rua, impaciente. Ela baixara a cabeça, chorando. Estavam diante da papelaria. O gerente assistia à cena. O homem aproximou-se dele:

— Faz-me o obséquio de tomar conta de minha filha por alguns instantes? Vou a um lugar desagradável, não posso levála comigo.

— Mas…

— Quinze minutos no máximo. É ali adiante. Muito obrigado, hem?

 E sumiu. A garotinha continuava de olhos baixos, imóvel, o dorso da mão esquerda junto à boca. O gerente passou-lhe a mão nos cabelos, de leve.

— Vem cá.

 Ela não se mexeu.

— Como é que você se chama? Carmen? Luísa? Marlene?

 Como não respondesse, o gerente foi desfiando nomes, sem esperança de acertar. Mas ao dizer “Estela”, a cabecinha moveu-se, confirmando.

— Estela, você sabe que está com um vestido muito bonito?

Estela tirou a mão dos olhos, examinou o próprio vestido e não disse nada. Mas o gelo fora rompido. Daí a pouco o gerente mostrava-lhe a caixa registradora e autorizava-a a marcar uma venda de duzentos cruzeiros.

 — Olha um gatinho. Ele mora aqui?

— Mora.

 — E que é que ele come?

— Papel.

O gato acordou, deixou-se afagar e tornou a dormir, desta vez nos braços de Estela.

O gerente olhou o relógio; tinham se passado quinze minutos, o homem não aparecia. “Bonito se ele não vier mais. Que vou fazer com esta garotinha, na hora de fechar?”

 Tentou lembrar o rosto do desconhecido; impossível. Já pensava em telefonar para a polícia, quando Estela o puxou pela perna:

— Além da máquina e do gatinho, você não tem mais nada para me mostrar?

 Ele abarcou com a vista a loja toda e sentiu-a mal sortida, pobre. “Eu devia ter aberto uma loja de brinquedos, pelo menos um bazar.” Experimentou com Estela o apontador de lápis, o grampeador. E o homem não vinha. É, não vem mais. Estela andava de um lado para outro, dona do negócio. Ele, inquieto.

— Não mexa nas gavetas, filhinha.

  — Não sou sua filhinha.

— Desculpe.

— Desculpo se você deixar eu abrir.

— Então deixo.

Dentro havia balões, estrelinhas, saldo do último Natal. E ele que não se lembrava daquilo. Estela riu de sua ignorância, e o homem não vinha. O movimento de fregueses declinava. Na calçada, as filas de lotação iam crescendo. Daí a pouco, a noite.

 Estela soprou um balão, outro, quis soprar dois ao mesmo tempo. Um estourou. Ela assustou-se. Ele riu.

“Se o homem não aparecesse mais, que bom! Aliás a cara dele era de calhorda. Ainda bem que me escolheu.” Levaria Estela para casa, a mulher não ia estranhar, fariam dela uma filha — a filha que praticamente não tinham mais, pois casara e morava longe, no Peru. E se o pai reclamasse depois? Ora, quem entrega sua filha a um estranho, diz que vai demorar quinze minutos, passa uma hora e não volta, merece ter filha?

 O empregado arriava a cortina de aço quando apareceram duas pernas, um tronco inclinado, uma cabeça.

— Dá licença? Demorei mais do que pensava, desculpe. Muito obrigado ao senhor. Vamos, filhinha.

O gerente virou o rosto, para não ver, mas chegou até ele a despedida de Estela:

 — Até logo, homem do balão!

E a filha ficou mais longe ainda, no Peru.


Andrade, Carlos Drummond de, 1902-1987. 70 historinhas.1ª ed. — São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

Analise a sentença abaixo, retirada do texto


“— Então pergunte a ele.


Conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa, sintaticamente, o trecho em destaque corresponde a um

Alternativas
Q3370073 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras  gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país."
Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:

(__)O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__)O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__)O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__)O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.

A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Alternativas
Q3370029 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa


Por que a nimesulida está proibida em outros países? 


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.


Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.


Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.


Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.


Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.


A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.


Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".


No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.


Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).


E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.


Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?


Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.


"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.


"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."


Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.


Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.


Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.


"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.


"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.


Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".


"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.


O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".


"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.


Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".


Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.


"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.


"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país."

Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:

(__)O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__)O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__)O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__)O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.

A sequência que preenche corretamente os parênteses é: 
Alternativas
Q3369980 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?


Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras  gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país." Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:

(__)O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__)O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__)O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__)O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.

A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Alternativas
Q3369930 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que Nimesulida, remédio campeão de vendas no Brasil, é proibido nos EUA e parte da Europa

Por que a nimesulida está proibida em outros países?

Como citado no início da reportagem, a nimesulida nunca foi aprovada para venda em locais como o Reino Unido e a Alemanha.

Além disso, ela foi retirada de circulação em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Japão, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Espanha e Finlândia.

Desses, o caso da Irlanda foi talvez o que ganhou mais notoriedade.

Em 2007, o Conselho Irlandês de Medicamentos anunciou a suspensão imediata da venda de nimesulida após ter acesso a informações sobre casos de falência hepática fulminante, com necessidade de transplante, entre pessoas que usaram esse fármaco.

Um documento disponível no site da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que, entre 1995 (quando a nimesulida foi aprovada na Irlanda) e 2007 (quando foi suspensa), esse país notificou 53 casos de danos graves ao fígado.

A decisão das autoridades irlandesas motivou a abertura de uma investigação mais ampla na Agência Europeia de Medicamentos (EMA), o órgão responsável pela vigilância sanitária na União Europeia.

Um relatório produzido no comitê responsável pelo inquérito concluiu que "os benefícios da nimesulida continuam a superar os riscos".

No entanto, a EMA decidiu restringir o uso dela a alguns casos específicos.

Atualmente, na União Europeia, essa medicação segue disponível, a depender do critério de cada país, mas só está indicada para o tratamento de dor aguda e dismenorreia (a popular cólica menstrual).

E, mesmo nesses casos, ela entra apenas como a segunda linha terapêutica, quando outras opções não funcionaram.

Mas e no Brasil? Por que esse fármaco está amplamente disponível?

Marise pondera que nem sempre o que acontece num determinado país se repete em outros.

"Precisamos levar em conta um fator importante, que é a genética populacional. Alguns genes específicos fazem nosso corpo responder de formas diferentes ao mesmo medicamento", explica ela.

"Então pode ser que, para algumas pessoas, esse perfil genético favoreça a toxicidade, enquanto para outras gere um efeito terapêutico mais potente."

Ou seja, antes de lançar uma proibição generalizada, é preciso conhecer as particularidades de cada região — e entender como cada população reage a uma certa substância.

Algo similar acontece com a dipirona, que é livremente usada no Brasil, mas está proibida em outras partes do mundo.

Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país.

"É necessário ter protocolos mais rígidos, com uma venda limitada de caixas e sempre mediante a apresentação de receita médica", sugere o hepatologista.

"Precisamos também de programas de educação dos profissionais de saúde para conscientizar sobre o uso desses remédios", complementa ele.

Procurada pela BBC News Brasil, a Anvisa reforçou que a nimesulida "é um medicamento sujeito à prescrição médica".

"Entre as contraindicações, a bula traz restrição para 'histórico de reações de hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico ou a outros antiinflamatórios não esteroidais; histórico de reações hepáticas (do fígado) ao produto; pacientes com úlcera péptica (úlceras no estômago ou intestino) em fase ativa, ulcerações recorrentes (úlceras que vão e voltam) ou tenham hemorragia no trato gastrintestinal (sangramento no estômago e/ou intestinos); pacientes com distúrbios de coagulação graves; pacientes com insuficiência cardíaca grave (mau funcionamento grave do coração); pacientes com mau funcionamento dos rins grave e pacientes com mau funcionamento do fígado'", diz a agência em nota enviada à reportagem.

O texto também lembra que o uso desse remédio requer "cuidados que devem ser observados em pacientes com problemas de fígado".

"Reações adversas hepáticas (do fígado) relacionadas à droga foram relatadas após períodos de tratamento menores de um mês. Dano ao fígado, reversível na maioria dos casos, foi verificado após curta exposição ao medicamento", conclui a nota.

Já o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) informou que não tem nenhum comentário específico a fazer sobre o tema, mas reforçou que "todos os medicamentos tarjados [como é o caso da nimesulida] devem ser usados com orientação dos profissionais de saúde e só devem ser vendidos e dispensados mediante a apresentação da receita médica".

Para Marise, é preciso também exercitar o autoconhecimento e observar o corpo.

"O mais importante de tudo é a pessoa entender por que está tomando um medicamento, seja por conta própria ou não. Ela está com uma dor recorrente, que não passa? Será que não é melhor investigar o que está acontecendo e as causas disso?", questiona a farmacêutica.

"Antiinflamatórios podem até aliviar os sintomas, mas não tratam a causa do problema", conclui a especialista.


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles /c24707d1gr1o -fragmento
"Mesmo diante de possíveis variabilidades populacionais, Paraná entende que órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) precisam fazer uma revisão das normas sobre o uso de antiinflamatórios no país."
Assinale com (V) verdadeiro ou com (F) falso as seguintes afirmativas:

(__) O vocábulo 'entende' foi utilizado no sentido conotativo.
(__) O vocábulo 'mesmo' pode ser substituído por 'embora' mantendo o mesmo sentido.
(__) O verbo 'precisar' está concordando com o núcleo do sujeito 'órgãos'.
(__) O texto "Por que a nimesulida está proibida em outros países?", pertence ao gênero textual injuntivo.

A sequência que preenche corretamente os parênteses é:
Alternativas
Respostas
12561: X
12562: X
12563: D
12564: A
12565: X
12566: A
12567: C
12568: B
12569: D
12570: X
12571: C
12572: C
12573: A
12574: A
12575: A
12576: B
12577: A
12578: X
12579: A
12580: X