Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Foram encontradas 53.172 questões

Q3565535 Português
Dia do Servidor Público: conheça histórias de funcionários que há décadas fazem a diferença

O Dia do Servidor Público é celebrado nesta segunda-feira, 28 de outubro. Em todo estado, são quase 540 mil agentes da administração direta e indireta servindo à comunidade. São diversas as funções, como professores, médicos, policiais, auditores, assessores e motoristas. As áreas com o maior número de servidores são: educação, segurança pública, saúde e ciência e tecnologia. Conheça algumas histórias desses funcionários que fazem a diferença para a população.

42 anos de dedicação ao Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros

Rosana Negrizoli é bióloga, tem 65 anos e trabalha como funcionária pública há 42 anos no Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Na unidade, referência em todo o Estado de São Paulo pelo atendimento em saúde da mulher e do recém-nascido, ela construiu uma carreira, passando de oficial Administrativa de Laboratório para Diretora da Divisão de Apoio Diagnóstico.

A diretora aponta que a tecnologia foi uma transformação que marcou as mais de quatro décadas de trabalho no hospital. "As coisas evoluíram, tudo se tornou mais rápido com a internet. Atualmente, os pacientes conseguem agendar consultas, exames, tudo de uma forma muito mais fácil. A primeira vez que vi um computador na frente eu me assustei e hoje a gente não vive sem ele", relembra.

Rosana testemunhou diferentes fases do hospital e acabou criando uma família com os colegas de trabalho. "No funcionalismo público, nós trabalhamos muitos anos com as mesmas pessoas e eles acabam se tornando membros da nossa família. Quando você tem esse contato, essa amizade, fica muito mais fácil de trabalhar e você passa para o paciente um ambiente melhor e mais acolhedor", comenta.

Toda a dedicação gerou frutos e, hoje, a unidade é referência em saúde da mulher e maternidade. "Eu tenho muito orgulho de fazer parte da família Leonor. Somos premiados como maternidade segura, aleitamento materno, consultórios de rua e outros projetos de sucesso, como o Outubro Rosa", comemora.

Rosana admite que sofre ao pensar na aposentadoria. "Tento me preparar psicologicamente porque eu sei que não vai ser fácil. Eu amo o que eu faço. Eu amo ser servidora pública. Eu amo o Leonor!".

https://www.agenciasp.sp.gov.br/dia-do-servidor-publico-conheca-histor ias-de-funcionarios-que-ha-decadas-fazem-a-diferenca-em-sp/ adaptado 
"A primeira vez que vi um computador na frente eu me assustei e hoje a gente não vive sem ele."
A conjunção 'e', empregada no trecho, é um elemento coesivo responsável por unir dois ou mais termos que exerçam a mesma função sintática ou morfológica. No trecho, ela foi empregada com valor:
Alternativas
Q3565533 Português
Dia do Servidor Público: conheça histórias de funcionários que há décadas fazem a diferença

O Dia do Servidor Público é celebrado nesta segunda-feira, 28 de outubro. Em todo estado, são quase 540 mil agentes da administração direta e indireta servindo à comunidade. São diversas as funções, como professores, médicos, policiais, auditores, assessores e motoristas. As áreas com o maior número de servidores são: educação, segurança pública, saúde e ciência e tecnologia. Conheça algumas histórias desses funcionários que fazem a diferença para a população.

42 anos de dedicação ao Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros

Rosana Negrizoli é bióloga, tem 65 anos e trabalha como funcionária pública há 42 anos no Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Na unidade, referência em todo o Estado de São Paulo pelo atendimento em saúde da mulher e do recém-nascido, ela construiu uma carreira, passando de oficial Administrativa de Laboratório para Diretora da Divisão de Apoio Diagnóstico.

A diretora aponta que a tecnologia foi uma transformação que marcou as mais de quatro décadas de trabalho no hospital. "As coisas evoluíram, tudo se tornou mais rápido com a internet. Atualmente, os pacientes conseguem agendar consultas, exames, tudo de uma forma muito mais fácil. A primeira vez que vi um computador na frente eu me assustei e hoje a gente não vive sem ele", relembra.

Rosana testemunhou diferentes fases do hospital e acabou criando uma família com os colegas de trabalho. "No funcionalismo público, nós trabalhamos muitos anos com as mesmas pessoas e eles acabam se tornando membros da nossa família. Quando você tem esse contato, essa amizade, fica muito mais fácil de trabalhar e você passa para o paciente um ambiente melhor e mais acolhedor", comenta.

Toda a dedicação gerou frutos e, hoje, a unidade é referência em saúde da mulher e maternidade. "Eu tenho muito orgulho de fazer parte da família Leonor. Somos premiados como maternidade segura, aleitamento materno, consultórios de rua e outros projetos de sucesso, como o Outubro Rosa", comemora.

Rosana admite que sofre ao pensar na aposentadoria. "Tento me preparar psicologicamente porque eu sei que não vai ser fácil. Eu amo o que eu faço. Eu amo ser servidora pública. Eu amo o Leonor!".

https://www.agenciasp.sp.gov.br/dia-do-servidor-publico-conheca-histor ias-de-funcionarios-que-ha-decadas-fazem-a-diferenca-em-sp/ adaptado 
"São diversas as funções, como professores, médicos, policiais, auditores, assessores e motoristas."
O termo destacado na oração acima possui a mesma função sintática do destacado no enunciado:
Alternativas
Q3565432 Português
Autoridades pedem alinhamento público-privado para financiamento climático

Autoridades destacaram a necessidade de maior articulação entre os setores público e privado para viabilizar o financiamento climático de forma efetiva e a longo prazo.

O financiamento climático é considerado fundamental para impulsionar projetos sustentáveis, promover a adaptação às mudanças climáticas e reduzir emissões de carbono.

O secretário nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Aloisio Melo, defendeu a ampliação dos investimentos privados na agenda verde.

"É preciso ter investimento privado, porque as empresas têm capacidade de mobilizar recursos próprios, mas também deve haver financiamento por meio de bancos multilaterais e entre países", afirmou.

Ele acrescentou que o governo federal já atua nessa frente com programas como o Fundo Clima , linhas de crédito do BNDES e o Eco Invest, iniciativa para atrair capital externo e estimular projetos sustentáveis de longo prazo.

O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), também reforçou que a construção de iniciativas sustentáveis depende de uma base regulatória clara e de incentivos públicos para engajar o setor privado.

"São questões disruptivas, às quais o mercado vem se adaptando. E a política pública ajuda como? Direcionando essas ações com incentivos, propostas e mensagens que aproximam o mercado financiador dessa realidade. Essa conta vem sendo paga com diretrizes públicas e ações do setor privado alinhadas a elas", disse.

Já a diretora-geral da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), Verônica Sánchez, ressaltou a necessidade urgente de ampliar a infraestrutura hídrica no país para dar conta das demandas climáticas e sociais.

"Precisamos ter mais infraestruturas de reservação de água. Há muitos anos não construímos novas hidrelétricas, e a situação está muito aquém do necessário", destacou.

Sob liderança da diplomacia brasileira, a expectativa é de que a COP impulsione as negociações sobre financiamento climático, transição energética, preservação da Amazônia e cumprimento das metas do Acordo de Paris.


https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/autoridades-pe dem-alinhamento-publico-privado-para-financiamento-climatico/
"O secretário nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Aloisio Melo, defendeu a ampliação dos investimentos privados na agenda verde."
Analise a regência verbal e nominal dos vocábulos presentes no texto, e julgue a afirmativa CORRETA.
Alternativas
Q3565430 Português
Autoridades pedem alinhamento público-privado para financiamento climático

Autoridades destacaram a necessidade de maior articulação entre os setores público e privado para viabilizar o financiamento climático de forma efetiva e a longo prazo.

O financiamento climático é considerado fundamental para impulsionar projetos sustentáveis, promover a adaptação às mudanças climáticas e reduzir emissões de carbono.

O secretário nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Aloisio Melo, defendeu a ampliação dos investimentos privados na agenda verde.

"É preciso ter investimento privado, porque as empresas têm capacidade de mobilizar recursos próprios, mas também deve haver financiamento por meio de bancos multilaterais e entre países", afirmou.

Ele acrescentou que o governo federal já atua nessa frente com programas como o Fundo Clima , linhas de crédito do BNDES e o Eco Invest, iniciativa para atrair capital externo e estimular projetos sustentáveis de longo prazo.

O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), também reforçou que a construção de iniciativas sustentáveis depende de uma base regulatória clara e de incentivos públicos para engajar o setor privado.

"São questões disruptivas, às quais o mercado vem se adaptando. E a política pública ajuda como? Direcionando essas ações com incentivos, propostas e mensagens que aproximam o mercado financiador dessa realidade. Essa conta vem sendo paga com diretrizes públicas e ações do setor privado alinhadas a elas", disse.

Já a diretora-geral da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), Verônica Sánchez, ressaltou a necessidade urgente de ampliar a infraestrutura hídrica no país para dar conta das demandas climáticas e sociais.

"Precisamos ter mais infraestruturas de reservação de água. Há muitos anos não construímos novas hidrelétricas, e a situação está muito aquém do necessário", destacou.

Sob liderança da diplomacia brasileira, a expectativa é de que a COP impulsione as negociações sobre financiamento climático, transição energética, preservação da Amazônia e cumprimento das metas do Acordo de Paris.


https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/autoridades-pe dem-alinhamento-publico-privado-para-financiamento-climatico/
Ele acrescentou que o governo federal já atua nessa frente com programas como o Fundo Clima, linhas de crédito do BNDES e o Eco Invest, iniciativa para atrair capital externo e estimular projetos sustentáveis de longo prazo.
O segmento destacado na frase acima exerce a mesma função sintática do destacado em: 
Alternativas
Q3565396 Português
Novo programa do IBGE pretende prever o futuro do Brasil a partir de dados

Na próxima semana, o IBGE vai lançar um programa para usar dados para prever o futuro e apoiar políticas públicas preditivas, ou seja, baseadas em previsões. O objetivo do Programa Nacional de Inteligência e Governança Estatística e Geocientífica é usar dados e tecnologia para prever problemas e oportunidades antes que eles aconteçam.

Fruto da parceria do IBGE e o Serpro, o programa também marca uma virada de chave no uso de dados no setor público. A proposta é integrar diferentes bancos de dados que hoje estão espalhados por vários órgãos do governo. Assim, será possível criar plataformas digitais com informações mais completas e confiáveis para orientar políticas de longo prazo. O evento de lançamento está marcado para a próxima terça-feira, 24, em Brasília.

Entre este ano e o próximo, o programa vai desenvolver projetos-piloto com foco em temas considerados estratégicos para o país. A ideia é aprofundar o conhecimento sobre esses assuntos por meio da análise de grandes volumes de dados públicos. Para isso, será necessário trabalhar com microdados − informações detalhadas que podem incluir dados de pessoas e empresas. O uso desses dados seguirá as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e exigirá acordos legais com os órgãos que detêm essas informações

https://veja.abril.com.br/economia/novo-programa-do-ibge-pretende-pre ver-o-futuro-a-partir-de-dados/
"Na próxima semana, o IBGE vai lançar um programa para usar dados para prever o futuro e apoiar políticas públicas preditivas, ou seja, baseadas em previsões."
Com base na concordância dos vocábulos presentes no trecho, identifique a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3565294 Português
Dia do Servidor Público: conheça histórias de funcionários que há décadas fazem a diferença

O Dia do Servidor Público é celebrado nesta segunda-feira, 28 de outubro. Em todo estado, são quase 540 mil agentes da administração direta e indireta servindo à comunidade. São diversas as funções, como professores, médicos, policiais, auditores, assessores e motoristas. As áreas com o maior número de servidores são: educação, segurança pública, saúde e ciência e tecnologia. Conheça algumas histórias desses funcionários que fazem a diferença para a população.

42 anos de dedicação ao Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros

Rosana Negrizoli é bióloga, tem 65 anos e trabalha como funcionária pública há 42 anos no Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Na unidade, referência em todo o Estado de São Paulo pelo atendimento em saúde da mulher e do recém-nascido, ela construiu uma carreira, passando de oficial Administrativa de Laboratório para Diretora da Divisão de Apoio Diagnóstico.

A diretora aponta que a tecnologia foi uma transformação que marcou as mais de quatro décadas de trabalho no hospital. "As coisas evoluíram, tudo se tornou mais rápido com a internet. Atualmente, os pacientes conseguem agendar consultas, exames, tudo de uma forma muito mais fácil. A primeira vez que vi um computador na frente eu me assustei e hoje a gente não vive sem ele", relembra.

Rosana testemunhou diferentes fases do hospital e acabou criando uma família com os colegas de trabalho. "No funcionalismo público, nós trabalhamos muitos anos com as mesmas pessoas e eles acabam se tornando membros da nossa família. Quando você tem esse contato, essa amizade, fica muito mais fácil de trabalhar e você passa para o paciente um ambiente melhor e mais acolhedor", comenta.

Toda a dedicação gerou frutos e, hoje, a unidade é referência em saúde da mulher e maternidade. "Eu tenho muito orgulho de fazer parte da família Leonor. Somos premiados como maternidade segura, aleitamento materno, consultórios de rua e outros projetos de sucesso, como o Outubro Rosa", comemora.

Rosana admite que sofre ao pensar na aposentadoria. "Tento me preparar psicologicamente porque eu sei que não vai ser fácil. Eu amo o que eu faço. Eu amo ser servidora pública. Eu amo o Leonor!".

https://www.agenciasp.sp.gov.br/dia-do-servidor-publico-conheca-histor ias-de-funcionarios-que-ha-decadas-fazem-a-diferenca-em-sp/ adaptado
"Rosana Negrizoli é bióloga, tem 65 anos e trabalha como funcionária pública há 42 anos no Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros."
Com base nos tipos de predicado, identifique a alternativa que apresenta corretamente os tipos de predicados no trecho acima.
Alternativas
Q3565173 Português

Descobertas em uma flanada pela maior festa literária do Brasil


Por Gilberto Porcidonio







(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base nos princípios da gramática normativa sobre o uso adequado da vírgula, analise as frases abaixo, inspiradas no texto, e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3565170 Português

Descobertas em uma flanada pela maior festa literária do Brasil


Por Gilberto Porcidonio







(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base na análise sintática e semântica da oração e do período, analise o trecho abaixo, adaptado do texto, e assinale a alternativa correta.
“Por isso, me distanciei um pouco dos ratos de biblioteca comovidos com os livros ostentação de uma certa EX-BBB, dobrei a meta do pace e, em prol deste diário, perambulei errante pela cidade histórica”.
Alternativas
Q3565167 Português

Descobertas em uma flanada pela maior festa literária do Brasil


Por Gilberto Porcidonio







(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando os trechos retirados do texto e os princípios da gramática normativa quanto à concordância e à regência, analise as assertivas a seguir:

I. Em “os jovens, senhoras e senhores, continuam jovens”, há concordância verbal regular, pois o verbo “continuar” está no plural para concordar com o núcleo do sujeito “jovens”.

II. No trecho “me confundiram com algum artista negro”, o verbo “confundir”, nesse contexto, exige complemento regido pela preposição “com” para indicar a pessoa com quem se estabelece a identificação equivocada.

III. Em “poetas por todos os lados”, o pronome “todos” concorda em gênero e número com o substantivo “lados”, atendendo às regras de concordância nominal.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q3565164 Português

Descobertas em uma flanada pela maior festa literária do Brasil


Por Gilberto Porcidonio







(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o trecho abaixo, retirado do texto:

“A maré encheu e, ilhado na parte mais alta da calçada, precisei molhar o pé numa corrente d’água que beirava os 12 °C. O jeito para ficar menos irritado com a meia molhada fazendo glosh glosh glosh dentro do tênis foi emular a banda Eddie (tomar banho de cana quando a maré encher…). Bem, não foi pra tanto. Rolou apenas um negroni”.
Considerando a relação entre as orações e os elementos coesivos utilizados, analise as seguintes assertivas:

I. A conjunção “e” estabelece relação de oposição entre os dois eventos, o que reforça a coerência do texto.
II. A forma verbal “foi” atua como marcador de consequência, articulando a situação inicial (meia molhada) com a ação subsequente (emular a banda Eddie).
III. O uso do verbo “foi” nessa estrutura não contribui para a coesão, apenas para a coerência.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3565163 Português

Descobertas em uma flanada pela maior festa literária do Brasil


Por Gilberto Porcidonio







(Disponível em: www.piaui.folha.uol.com.br/valter-hugo-mae-inventou-o-paratynder/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

O texto apresenta características típicas de um diário pessoal publicado em meio jornalístico, narrando experiências do autor durante a Flip. Observando o uso de elementos como “Por isso” (l. 03), “Afinal” (l. 05) e “Depois de alguns dias” (l. 32), assinale a alternativa correta quanto ao tipo de texto e à função desses operadores no contexto.
Alternativas
Q3565073 Português
Leia a frase abaixo:

“Os alunos que estudam com dedicação conseguiram boas notas.”

Assinale a alternativa que melhor classifica a oração destacada.  
Alternativas
Q3564856 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Nave-mãe


Avista-se daqui, neste início do século 21, um horizonte que nos interroga acerca da curta, mas acidentada viagem da nave humana no planeta, que avança feito cabra-cega sobre o ecossistema terrestre, feito astronauta perdido em Marte que ainda não encontrou água.

Apesar dos anúncios cheios de expectativa, água assim, na superfície, somente no planeta azul. Água que brota das fontes e abraça as águas que descem do céu em pura simbiose criadora de vida alimentando o organismo Terra, essa sim, nave-mãe de incontáveis organismos vivos: só aqui.

Nossos biólogos, na contemporaneidade, estão se debruçando no horizonte tomados pela seguinte pergunta: quanto planeta ainda temos? Pois a biologia – uma ciência da vida – que não poderia seguir refém do pensamento utilitário (que andou sequestrando o campo das ciências). Ela ocupa-se do organismo vivo, que nós humanos também integramos dentro da teia da vida.

Menos de três décadas nos elevaram à marca de 1,5 ºC sobre o limite do clima viável no planeta. Lembremos que, até a década de 1990, ou seja, anteontem, ainda havia a possibilidade de manobrarmos as nossas escolhas, como humanidade, para contar com o clima necessário à manutenção da diversidade biológica dessa nave-mãe, mas perdemos a chance. Perdemos a ocasião de trabalhar a favor da teia da vida, com as condições necessárias para restaurar os ecossistemas danificados.

Com a perda da diversidade e da base resiliente dos muitos organismos da Gaia – deusa da Terra, mãe primordial –, chegamos rápido à condição de mitigação de danos. Essa é a nossa realidade global hoje. Além disso, alcançamos todos os continentes e tornamos a base natural de reprodução da vida insustentável.

Sustentabilidade tornou-se um lema corporativo, descolado da condição material necessária à produção da vida em abundância. É fato que a base de resiliência dos sistemas da vida para todos os seres mudou, mesmo que o animal sapiens insista em progredir em sua fúria cartesiana, prospectando futuros. Como menciona o arquiteto Oscar Niemeyer: "A força da inteligência do ser humano, que nasceu animal, outro animal qualquer, hoje pensa e, daqui a pouco, está andando entre as estrelas, está conversando com os outros seres que estão por essas galáxias. […]”. Concordo com o mestre: sou otimista que o mundo pode melhorar, mas o ser humano, não.

O mestre, que fez da vida um labor incessante de criar mundos possíveis, nada esperava desse animal, que teve origem com todos os outros, e que, dentro do ciclo evolutivo, "deu de pensar". Esse humano, que se divorciou da teia da vida, precisa escapar da ilusão do ego narcisista e experimentar, no dizer do poeta Carlos Drummond de Andrade, "a viagem de si a si mesmo" ao "pôr o pé no chão do seu coração".

Somos enfim, bicho pequeno da Terra.


Krenak, Ailton. Nave-mãe. Folha de S. Paulo, Ilustríssima, 10 nov. 2024, p. B8. Adaptado.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os elementos constituintes da oração, os termos essenciais, integrantes e acessórios identificados no trecho “A força da inteligência do ser humano, daqui a pouco, está andando entre as estrelas...”

( ) O sujeito é simples porque possui apenas um núcleo.
( ) A expressão “entre as estrelas” veicula uma circunstância.
( ) O predicado é verbo-nominal e o verbo indica um estado do sujeito.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Alternativas
Q3564855 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Nave-mãe


Avista-se daqui, neste início do século 21, um horizonte que nos interroga acerca da curta, mas acidentada viagem da nave humana no planeta, que avança feito cabra-cega sobre o ecossistema terrestre, feito astronauta perdido em Marte que ainda não encontrou água.

Apesar dos anúncios cheios de expectativa, água assim, na superfície, somente no planeta azul. Água que brota das fontes e abraça as águas que descem do céu em pura simbiose criadora de vida alimentando o organismo Terra, essa sim, nave-mãe de incontáveis organismos vivos: só aqui.

Nossos biólogos, na contemporaneidade, estão se debruçando no horizonte tomados pela seguinte pergunta: quanto planeta ainda temos? Pois a biologia – uma ciência da vida – que não poderia seguir refém do pensamento utilitário (que andou sequestrando o campo das ciências). Ela ocupa-se do organismo vivo, que nós humanos também integramos dentro da teia da vida.

Menos de três décadas nos elevaram à marca de 1,5 ºC sobre o limite do clima viável no planeta. Lembremos que, até a década de 1990, ou seja, anteontem, ainda havia a possibilidade de manobrarmos as nossas escolhas, como humanidade, para contar com o clima necessário à manutenção da diversidade biológica dessa nave-mãe, mas perdemos a chance. Perdemos a ocasião de trabalhar a favor da teia da vida, com as condições necessárias para restaurar os ecossistemas danificados.

Com a perda da diversidade e da base resiliente dos muitos organismos da Gaia – deusa da Terra, mãe primordial –, chegamos rápido à condição de mitigação de danos. Essa é a nossa realidade global hoje. Além disso, alcançamos todos os continentes e tornamos a base natural de reprodução da vida insustentável.

Sustentabilidade tornou-se um lema corporativo, descolado da condição material necessária à produção da vida em abundância. É fato que a base de resiliência dos sistemas da vida para todos os seres mudou, mesmo que o animal sapiens insista em progredir em sua fúria cartesiana, prospectando futuros. Como menciona o arquiteto Oscar Niemeyer: "A força da inteligência do ser humano, que nasceu animal, outro animal qualquer, hoje pensa e, daqui a pouco, está andando entre as estrelas, está conversando com os outros seres que estão por essas galáxias. […]”. Concordo com o mestre: sou otimista que o mundo pode melhorar, mas o ser humano, não.

O mestre, que fez da vida um labor incessante de criar mundos possíveis, nada esperava desse animal, que teve origem com todos os outros, e que, dentro do ciclo evolutivo, "deu de pensar". Esse humano, que se divorciou da teia da vida, precisa escapar da ilusão do ego narcisista e experimentar, no dizer do poeta Carlos Drummond de Andrade, "a viagem de si a si mesmo" ao "pôr o pé no chão do seu coração".

Somos enfim, bicho pequeno da Terra.


Krenak, Ailton. Nave-mãe. Folha de S. Paulo, Ilustríssima, 10 nov. 2024, p. B8. Adaptado.
A predicação verbal é um termo da gramática que se refere à forma como o verbo exerce a função de predicado em uma frase, isto é, como ele se relaciona com o sujeito e os complementos na oração. Uma dessas formas é a predicação verbal transitiva indireta: o verbo exige um objeto indireto, normalmente ligado a ele por uma preposição, para dar sentido completo à oração.

A partir desse conceito, o verbo transitivo indireto está corretamente indicado em: 
Alternativas
Q3564854 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Nave-mãe


Avista-se daqui, neste início do século 21, um horizonte que nos interroga acerca da curta, mas acidentada viagem da nave humana no planeta, que avança feito cabra-cega sobre o ecossistema terrestre, feito astronauta perdido em Marte que ainda não encontrou água.

Apesar dos anúncios cheios de expectativa, água assim, na superfície, somente no planeta azul. Água que brota das fontes e abraça as águas que descem do céu em pura simbiose criadora de vida alimentando o organismo Terra, essa sim, nave-mãe de incontáveis organismos vivos: só aqui.

Nossos biólogos, na contemporaneidade, estão se debruçando no horizonte tomados pela seguinte pergunta: quanto planeta ainda temos? Pois a biologia – uma ciência da vida – que não poderia seguir refém do pensamento utilitário (que andou sequestrando o campo das ciências). Ela ocupa-se do organismo vivo, que nós humanos também integramos dentro da teia da vida.

Menos de três décadas nos elevaram à marca de 1,5 ºC sobre o limite do clima viável no planeta. Lembremos que, até a década de 1990, ou seja, anteontem, ainda havia a possibilidade de manobrarmos as nossas escolhas, como humanidade, para contar com o clima necessário à manutenção da diversidade biológica dessa nave-mãe, mas perdemos a chance. Perdemos a ocasião de trabalhar a favor da teia da vida, com as condições necessárias para restaurar os ecossistemas danificados.

Com a perda da diversidade e da base resiliente dos muitos organismos da Gaia – deusa da Terra, mãe primordial –, chegamos rápido à condição de mitigação de danos. Essa é a nossa realidade global hoje. Além disso, alcançamos todos os continentes e tornamos a base natural de reprodução da vida insustentável.

Sustentabilidade tornou-se um lema corporativo, descolado da condição material necessária à produção da vida em abundância. É fato que a base de resiliência dos sistemas da vida para todos os seres mudou, mesmo que o animal sapiens insista em progredir em sua fúria cartesiana, prospectando futuros. Como menciona o arquiteto Oscar Niemeyer: "A força da inteligência do ser humano, que nasceu animal, outro animal qualquer, hoje pensa e, daqui a pouco, está andando entre as estrelas, está conversando com os outros seres que estão por essas galáxias. […]”. Concordo com o mestre: sou otimista que o mundo pode melhorar, mas o ser humano, não.

O mestre, que fez da vida um labor incessante de criar mundos possíveis, nada esperava desse animal, que teve origem com todos os outros, e que, dentro do ciclo evolutivo, "deu de pensar". Esse humano, que se divorciou da teia da vida, precisa escapar da ilusão do ego narcisista e experimentar, no dizer do poeta Carlos Drummond de Andrade, "a viagem de si a si mesmo" ao "pôr o pé no chão do seu coração".

Somos enfim, bicho pequeno da Terra.


Krenak, Ailton. Nave-mãe. Folha de S. Paulo, Ilustríssima, 10 nov. 2024, p. B8. Adaptado.
A expressão ALÉM DISSO atua como recurso de coesão no trecho “Essa é a nossa realidade global hoje. Além disso, alcançamos todos os continentes e tornamos a base natural de reprodução da vida insustentável”.

Que palavra ou expressão pode substituí-la corretamente, sem prejuízo de valor e desempenhando a mesma função textual?
Alternativas
Q3564851 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Nave-mãe


Avista-se daqui, neste início do século 21, um horizonte que nos interroga acerca da curta, mas acidentada viagem da nave humana no planeta, que avança feito cabra-cega sobre o ecossistema terrestre, feito astronauta perdido em Marte que ainda não encontrou água.

Apesar dos anúncios cheios de expectativa, água assim, na superfície, somente no planeta azul. Água que brota das fontes e abraça as águas que descem do céu em pura simbiose criadora de vida alimentando o organismo Terra, essa sim, nave-mãe de incontáveis organismos vivos: só aqui.

Nossos biólogos, na contemporaneidade, estão se debruçando no horizonte tomados pela seguinte pergunta: quanto planeta ainda temos? Pois a biologia – uma ciência da vida – que não poderia seguir refém do pensamento utilitário (que andou sequestrando o campo das ciências). Ela ocupa-se do organismo vivo, que nós humanos também integramos dentro da teia da vida.

Menos de três décadas nos elevaram à marca de 1,5 ºC sobre o limite do clima viável no planeta. Lembremos que, até a década de 1990, ou seja, anteontem, ainda havia a possibilidade de manobrarmos as nossas escolhas, como humanidade, para contar com o clima necessário à manutenção da diversidade biológica dessa nave-mãe, mas perdemos a chance. Perdemos a ocasião de trabalhar a favor da teia da vida, com as condições necessárias para restaurar os ecossistemas danificados.

Com a perda da diversidade e da base resiliente dos muitos organismos da Gaia – deusa da Terra, mãe primordial –, chegamos rápido à condição de mitigação de danos. Essa é a nossa realidade global hoje. Além disso, alcançamos todos os continentes e tornamos a base natural de reprodução da vida insustentável.

Sustentabilidade tornou-se um lema corporativo, descolado da condição material necessária à produção da vida em abundância. É fato que a base de resiliência dos sistemas da vida para todos os seres mudou, mesmo que o animal sapiens insista em progredir em sua fúria cartesiana, prospectando futuros. Como menciona o arquiteto Oscar Niemeyer: "A força da inteligência do ser humano, que nasceu animal, outro animal qualquer, hoje pensa e, daqui a pouco, está andando entre as estrelas, está conversando com os outros seres que estão por essas galáxias. […]”. Concordo com o mestre: sou otimista que o mundo pode melhorar, mas o ser humano, não.

O mestre, que fez da vida um labor incessante de criar mundos possíveis, nada esperava desse animal, que teve origem com todos os outros, e que, dentro do ciclo evolutivo, "deu de pensar". Esse humano, que se divorciou da teia da vida, precisa escapar da ilusão do ego narcisista e experimentar, no dizer do poeta Carlos Drummond de Andrade, "a viagem de si a si mesmo" ao "pôr o pé no chão do seu coração".

Somos enfim, bicho pequeno da Terra.


Krenak, Ailton. Nave-mãe. Folha de S. Paulo, Ilustríssima, 10 nov. 2024, p. B8. Adaptado.
O trecho “Apesar dos anúncios cheios de expectativa...” será reescrito de acordo com a norma padrão, mantendo o sentido original, se tiver a seguinte forma:
Alternativas
Q3564846 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Nave-mãe


Avista-se daqui, neste início do século 21, um horizonte que nos interroga acerca da curta, mas acidentada viagem da nave humana no planeta, que avança feito cabra-cega sobre o ecossistema terrestre, feito astronauta perdido em Marte que ainda não encontrou água.

Apesar dos anúncios cheios de expectativa, água assim, na superfície, somente no planeta azul. Água que brota das fontes e abraça as águas que descem do céu em pura simbiose criadora de vida alimentando o organismo Terra, essa sim, nave-mãe de incontáveis organismos vivos: só aqui.

Nossos biólogos, na contemporaneidade, estão se debruçando no horizonte tomados pela seguinte pergunta: quanto planeta ainda temos? Pois a biologia – uma ciência da vida – que não poderia seguir refém do pensamento utilitário (que andou sequestrando o campo das ciências). Ela ocupa-se do organismo vivo, que nós humanos também integramos dentro da teia da vida.

Menos de três décadas nos elevaram à marca de 1,5 ºC sobre o limite do clima viável no planeta. Lembremos que, até a década de 1990, ou seja, anteontem, ainda havia a possibilidade de manobrarmos as nossas escolhas, como humanidade, para contar com o clima necessário à manutenção da diversidade biológica dessa nave-mãe, mas perdemos a chance. Perdemos a ocasião de trabalhar a favor da teia da vida, com as condições necessárias para restaurar os ecossistemas danificados.

Com a perda da diversidade e da base resiliente dos muitos organismos da Gaia – deusa da Terra, mãe primordial –, chegamos rápido à condição de mitigação de danos. Essa é a nossa realidade global hoje. Além disso, alcançamos todos os continentes e tornamos a base natural de reprodução da vida insustentável.

Sustentabilidade tornou-se um lema corporativo, descolado da condição material necessária à produção da vida em abundância. É fato que a base de resiliência dos sistemas da vida para todos os seres mudou, mesmo que o animal sapiens insista em progredir em sua fúria cartesiana, prospectando futuros. Como menciona o arquiteto Oscar Niemeyer: "A força da inteligência do ser humano, que nasceu animal, outro animal qualquer, hoje pensa e, daqui a pouco, está andando entre as estrelas, está conversando com os outros seres que estão por essas galáxias. […]”. Concordo com o mestre: sou otimista que o mundo pode melhorar, mas o ser humano, não.

O mestre, que fez da vida um labor incessante de criar mundos possíveis, nada esperava desse animal, que teve origem com todos os outros, e que, dentro do ciclo evolutivo, "deu de pensar". Esse humano, que se divorciou da teia da vida, precisa escapar da ilusão do ego narcisista e experimentar, no dizer do poeta Carlos Drummond de Andrade, "a viagem de si a si mesmo" ao "pôr o pé no chão do seu coração".

Somos enfim, bicho pequeno da Terra.


Krenak, Ailton. Nave-mãe. Folha de S. Paulo, Ilustríssima, 10 nov. 2024, p. B8. Adaptado.
Em relação aos aspectos gramaticais assinalados, é correto afirmar que, na frase
Alternativas
Q3564791 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Tinha um rio no meio do caminho


    Inspirado em uma viagem que fiz à foz do rio Doce, no Espírito Santo, em meados do ano passado, encarei um itinerário ainda mais ambicioso: explorar um pouco mais do percurso desse rio.

    Não era apenas por mera curiosidade de ver como a região estava quase dez anos depois de uma das maiores tragédias ambientais da nossa história. O que eu queria mesmo era ampliar a experiência que tive quando fui à tal foz: a de encontrar pessoas incríveis. 

    Sabia que não me decepcionaria logo no meu ponto de partida, em Mariana (MG), onde fui conhecer o precioso trabalho de restauro na reserva técnica lá montada. De uma peça de altar à folha de papel destruída, tudo ganha novamente vida por lá. 

    Por mais minucioso que seja o trabalho desses técnicos, o que me chamava a atenção era o carinho envolvido nesses restauros. Qualquer mesa de trabalho parecia uma oficina de ourivesaria. Visitar uma sala com peças já restauradas era como adentrar um berçário.

    Isso tinha a ver com as pessoas envolvidas, não só no restauro. Estrada adentro em direção à foz, cruzei o Perd (Parque Estadual do Rio Doce) e novamente me emocionei primeiro com as pessoas, depois com a natureza.

    Seja o Marlon procurando bichos exóticos, a Lariane me mostrando o guia das aves que os turistas do mundo vêm conferir no Perd, o Maurício explicando como o rio Doce é monitorado ou o Vicente me lembrando que onde tem capivara tem onça... A paixão é o ponto comum entre eles.

    Claro que o Perd é absolutamente exuberante. É uma das maiores áreas contínuas de mata atlântica preservada no Brasil, e a lagoa Dom Helvécio, ou Lagoa do Bispo, a mais profunda do Brasil, é de uma imensidão apaixonante. 

    Pode ser num grupo de maracatu em Governador Valadares (MG), o animadíssimo Maracatudo, ou em volta de uma mesa em Regência, em Linhares (ES), comendo o peixe frito da Deia, no Comida de Mãe. Aí está o maior patrimônio dessa região: humanidade.

    Essa viagem serviu para reforçar minha ideia de que esse é um país que se mistura e que se orgulha de ser tão mestiço. Há, em cada uma dessas pessoas, uma conexão muito forte com a história dos lugares.

    Não era apenas uma ligação geográfica. A terra ali significa não só um solo, mas um passado. Ou, ainda, uma narrativa em comum. E que com carinho, apesar de todas as dificuldades, todos fazem questão de preservar. Isso aumentou a minha fé de que eu estava viajando por um Brasil maior.

    "Tenho certeza de que esse lugar ainda vai ser o que era antes", me conta Deia. "As pessoas saindo pra pescar, com alegria e com a certeza de trazer a comida pra mesa". Uma lágrima, inevitavelmente, assinou a sua fala. Outra desceu pelo rosto de quem a ouvia.

    A mesma Deia encontrei depois, batendo seu tambor no ensaio do Congo de São Benedito. "Eu tava no porto do dia do desastre. O rio e o mar estavam a coisa mais linda", ela continuou. "Parece que Deus falou: vou dar essa visão pra você", completa, na certeza de que ela ainda vai poder mostrar a seus netos uma paisagem como aquela.

    Porque tem esse rio no meio do caminho dessa gente. No meio dessa gente tem esse rio Doce. Mineiro que sou, como o Drummond de quem empresto os versos, não posso deixar de desejar uma visão como essa para as retinas tão fatigadas de Deia.


Camargo, Zeca. Tinha um rio no meio do caminho. Folha de S. Paulo, Turismo, 20 jan. 2025, p. B11. Adaptado.
A regência verbal diz respeito ao comportamento dos verbos em relação aos seus complementos, indicando a necessidade ou não de preposições para que a frase esteja gramaticalmente correta.

Considerando-se o período “De uma peça de altar à folha de papel destruída, tudo ganha novamente vida por lá.”, é correto afirmar que a frase modificada do texto cujo verbo obedeceu à mesma regra de regência verbal de “ganhar” é:
Alternativas
Q3564790 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Tinha um rio no meio do caminho


    Inspirado em uma viagem que fiz à foz do rio Doce, no Espírito Santo, em meados do ano passado, encarei um itinerário ainda mais ambicioso: explorar um pouco mais do percurso desse rio.

    Não era apenas por mera curiosidade de ver como a região estava quase dez anos depois de uma das maiores tragédias ambientais da nossa história. O que eu queria mesmo era ampliar a experiência que tive quando fui à tal foz: a de encontrar pessoas incríveis. 

    Sabia que não me decepcionaria logo no meu ponto de partida, em Mariana (MG), onde fui conhecer o precioso trabalho de restauro na reserva técnica lá montada. De uma peça de altar à folha de papel destruída, tudo ganha novamente vida por lá. 

    Por mais minucioso que seja o trabalho desses técnicos, o que me chamava a atenção era o carinho envolvido nesses restauros. Qualquer mesa de trabalho parecia uma oficina de ourivesaria. Visitar uma sala com peças já restauradas era como adentrar um berçário.

    Isso tinha a ver com as pessoas envolvidas, não só no restauro. Estrada adentro em direção à foz, cruzei o Perd (Parque Estadual do Rio Doce) e novamente me emocionei primeiro com as pessoas, depois com a natureza.

    Seja o Marlon procurando bichos exóticos, a Lariane me mostrando o guia das aves que os turistas do mundo vêm conferir no Perd, o Maurício explicando como o rio Doce é monitorado ou o Vicente me lembrando que onde tem capivara tem onça... A paixão é o ponto comum entre eles.

    Claro que o Perd é absolutamente exuberante. É uma das maiores áreas contínuas de mata atlântica preservada no Brasil, e a lagoa Dom Helvécio, ou Lagoa do Bispo, a mais profunda do Brasil, é de uma imensidão apaixonante. 

    Pode ser num grupo de maracatu em Governador Valadares (MG), o animadíssimo Maracatudo, ou em volta de uma mesa em Regência, em Linhares (ES), comendo o peixe frito da Deia, no Comida de Mãe. Aí está o maior patrimônio dessa região: humanidade.

    Essa viagem serviu para reforçar minha ideia de que esse é um país que se mistura e que se orgulha de ser tão mestiço. Há, em cada uma dessas pessoas, uma conexão muito forte com a história dos lugares.

    Não era apenas uma ligação geográfica. A terra ali significa não só um solo, mas um passado. Ou, ainda, uma narrativa em comum. E que com carinho, apesar de todas as dificuldades, todos fazem questão de preservar. Isso aumentou a minha fé de que eu estava viajando por um Brasil maior.

    "Tenho certeza de que esse lugar ainda vai ser o que era antes", me conta Deia. "As pessoas saindo pra pescar, com alegria e com a certeza de trazer a comida pra mesa". Uma lágrima, inevitavelmente, assinou a sua fala. Outra desceu pelo rosto de quem a ouvia.

    A mesma Deia encontrei depois, batendo seu tambor no ensaio do Congo de São Benedito. "Eu tava no porto do dia do desastre. O rio e o mar estavam a coisa mais linda", ela continuou. "Parece que Deus falou: vou dar essa visão pra você", completa, na certeza de que ela ainda vai poder mostrar a seus netos uma paisagem como aquela.

    Porque tem esse rio no meio do caminho dessa gente. No meio dessa gente tem esse rio Doce. Mineiro que sou, como o Drummond de quem empresto os versos, não posso deixar de desejar uma visão como essa para as retinas tão fatigadas de Deia.


Camargo, Zeca. Tinha um rio no meio do caminho. Folha de S. Paulo, Turismo, 20 jan. 2025, p. B11. Adaptado.
Na frase “Visitar uma sala com peças já restauradas era como adentrar um berçário e presenciar o verdadeiro gosto pela arte.”, o termo em destaque, por completar o sentido do termo “gosto”, exerce a função de
Alternativas
Q3564772 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Progep realiza ações para a melhoria da saúde do servidor


Cada vez mais as instituições têm preocupação com a promoção da saúde do trabalhador, tanto a física quanto a mental. A segunda reportagem do UFPA em série Saúde Mental fala sobre as atividades exercidas pela Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoal (Progep), por meio da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), da Universidade Federal do Pará, as quais buscam a melhoria da saúde do servidor.


Coordenadorias - A DSQV desenvolve ações que objetivam promover a saúde integral e a segurança do servidor, sendo subdividida em três coordenadorias. A Assistência Psicossocial ao Servidor (CAPS) trata do atendimento psicológico ao servidor, podendo ser acionada tanto por iniciativa pessoal quanto por indicação de um supervisor. A CAPS realiza o acolhimento e a abordagem inicial. Após esse primeiro contato, caso seja necessário, o servidor passa por um acompanhamento que pode incluir seus familiares. A equipe conta com assistentes sociais, psicólogos e psiquiatras.


A Coordenadoria de Qualidade de Vida e Responsabilidade Social (CQVRS) promove atividades voltadas para o lúdico, a fim de proporcionar o bem-estar e a integração entre os colegas de trabalho, oportunizando a melhoria das relações no ambiente de trabalho. Entre as principais ações desenvolvidas pela CQVRS estão: Dança de Salão, Música no Trabalho, Coral Flor de Lótus, Feira de Talento dos Servidores Artesãos, Ginástica Laboral Interativa, Inclusão do Saber Digital, Alimentação Saudável e preparação para a aposentadoria.


Já a Coordenadoria de Vigilância à Saúde do Servidor (CVSS) cuida de questões relativas à qualidade do ambiente de trabalho, como a insalubridade e a ergonomia, e atua diretamente com o Sistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor (SIASS), responsável pelo fornecimento de licenças e a realização dos exames periódicos.


Para conseguir acolher os servidores da UFPA, a DSQV conta com uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, odontólogos, engenheiros de segurança do trabalho, enfermeiros do trabalho, nutricionista, fonoaudiologista, assistentes sociais e psicólogos.


Melhorias − Segundo a diretora da DSQV, Bárbara Troeira, a saúde mental e física do servidor é fundamental para o bom desempenho no trabalho. "Passamos boa parte do nosso dia no trabalho, então é importante que este seja um ambiente salutar que nos proporcione satisfação, valorização e reconhecimento, que são fatores que, além de proporcionar motivação, colaboram para o equilíbrio e saúde mental", afirma.


Bárbara conta que essas ações de atenção, prevenção e promoção da saúde são indispensáveis, pois colaboram com a redução do número de adoecimentos dos servidores, afastamentos e rotatividade, o que é muito positivo para a produtividade da Instituição. Por isso, ela reafirma a importância das atividades desenvolvidas pela DSQV, que contribuem para a melhoria da qualidade de vida e saúde dos servidores públicos da Universidade.

 

https://progep.ufpa.br/progep/noticias-em-destaque-progep/progep-realiza-acoes-para-a-melhoria-da-saude-do-servidor

"A Assistência Psicossocial ao Servidor (CAPS) trata do atendimento psicológico ao servidor, podendo ser acionada tanto por iniciativa pessoal quanto por indicação de um supervisor. A CAPS realiza o acolhimento e a abordagem inicial."
Analise a regência dos verbos presentes no trecho acima e identifique a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Respostas
9761: B
9762: B
9763: B
9764: A
9765: D
9766: A
9767: C
9768: C
9769: E
9770: B
9771: A
9772: B
9773: D
9774: B
9775: A
9776: A
9777: A
9778: A
9779: E
9780: D