Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Quanto aos aspectos gramaticais do texto, julgue o item seguinte.
O verbo “movimentando”, no trecho “movimentando o pescoço para isso e para observar”, possui dois adjuntos adverbiais de finalidade: um simples e outro oracional.
Fonte: https://juniao.com.br/chargecartum. Acesso em: 19 out. 2025.
Após a leitura sobre charge e a análise do exemplo, marque a opção que une a ideia de contexto comunicativo, recursos linguísticos e recursos gramaticais.
I.Atua como transitivo direto, exigindo um complemento sem uso de preposição.
II.Atua como verbo intransitivo, não exigindo complemento direto, sendo acompanhado apenas de um adjunto adverbial de lugar, indicado pela expressão "Ensino Médio".
III.A transitividade observada no trecho é a mesma da apresentada na frase "Concluiu os estudos em São Paulo".
IV. Atua como transitivo indireto, exigindo um complemento preposicionado implícito no enunciado.
É correto o que se afirma em:
I.Atua como transitivo direto, exigindo um complemento sem uso de preposição.
II.Atua como verbo intransitivo, não exigindo complemento direto, sendo acompanhado apenas de um adjunto adverbial de lugar, indicado pela expressão "Ensino Médio".
III.A transitividade observada no trecho é a mesma da apresentada na frase "Concluiu os estudos em São Paulo".
IV. Atua como transitivo indireto, exigindo um complemento preposicionado implícito no enunciado.
É correto o que se afirma em:
A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
A organização sintática manifesta-se na capacidade de estruturar a mensagem de modo que cada palavra ocupe seu lugar determinado na oração. Com base nisso, analise as diferentes formas de reescrita do trecho acima e assinale a alternativa em que o conteúdo foi retomado de forma INCORRETA.
Leia o texto a seguir para responder a questão:
Pode confessar: você também já se pegou falando “obrigado” para a inteligência artificial (IA). Pode parecer um gesto trivial, talvez até um pouco tolo. Afinal, estamos falando com um algoritmo, não com um ser senciente (ainda).
Longe de ser apenas uma afetação, agradecer à IA toca em aspectos profundos da nossa biologia humana. Quando somos gentis, algo fascinante acontece no cérebro.
Expressar gratidão ativa circuitos cerebrais ligados à recompensa e à satisfação de necessidades do corpo e do espírito, liberando dopamina e outras substâncias que geram sensação de prazer. Estudos científicos têm confirmado que pessoas mais gratas apresentam níveis mais altos de saúde mental e resiliência emocional. Tamanha é sua força que a gentileza pode se tornar um hábito, reforçada pela liberação de ocitocina, o “hormônio do amor”, que reduz tensões e estreita vínculos sociais.
Dizer “obrigado” a um assistente virtual pode não parecer grande coisa, mas funciona como um pequeno exercício que fortalece padrões positivos. Além disso, o custo ambiental dessa gentileza é praticamente nulo. Embora IAs operem em centrais de processamento que consomem energia e água, uma interação individual como essa consome menos do que assistir a um vídeo curto numa rede social.
Estabelecer normas de interação positivas, agora, pode ser importante para futuros relacionamentos humano-IA, especialmente se a IA se tornar significativamente mais inteligente. Estabelecer uma base de interação respeitosa e cortês pode ser importante para navegar nosso futuro com sistemas avançados de IA, garantindo uma coexistência mais harmoniosa e benéfica.
(Alexandre Chiavegatto Filho. A ciência da gentileza: por que você deve continuar dizendo “obrigado” ao ChatGPT. www.estadao.com.br, 30.04.2025. Adaptado)
As lacunas do texto são preenchidas, correta e respectivamente, por:
Leia o texto a seguir para responder a questão:
Pode confessar: você também já se pegou falando “obrigado” para a inteligência artificial (IA). Pode parecer um gesto trivial, talvez até um pouco tolo. Afinal, estamos falando com um algoritmo, não com um ser senciente (ainda).
Longe de ser apenas uma afetação, agradecer à IA toca em aspectos profundos da nossa biologia humana. Quando somos gentis, algo fascinante acontece no cérebro.
Expressar gratidão ativa circuitos cerebrais ligados à recompensa e à satisfação de necessidades do corpo e do espírito, liberando dopamina e outras substâncias que geram sensação de prazer. Estudos científicos têm confirmado que pessoas mais gratas apresentam níveis mais altos de saúde mental e resiliência emocional. Tamanha é sua força que a gentileza pode se tornar um hábito, reforçada pela liberação de ocitocina, o “hormônio do amor”, que reduz tensões e estreita vínculos sociais.
Dizer “obrigado” a um assistente virtual pode não parecer grande coisa, mas funciona como um pequeno exercício que fortalece padrões positivos. Além disso, o custo ambiental dessa gentileza é praticamente nulo. Embora IAs operem em centrais de processamento que consomem energia e água, uma interação individual como essa consome menos do que assistir a um vídeo curto numa rede social.
Estabelecer normas de interação positivas, agora, pode ser importante para futuros relacionamentos humano-IA, especialmente se a IA se tornar significativamente mais inteligente. Estabelecer uma base de interação respeitosa e cortês pode ser importante para navegar nosso futuro com sistemas avançados de IA, garantindo uma coexistência mais harmoniosa e benéfica.
(Alexandre Chiavegatto Filho. A ciência da gentileza: por que você deve continuar dizendo “obrigado” ao ChatGPT. www.estadao.com.br, 30.04.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder a questão:
Pode confessar: você também já se pegou falando “obrigado” para a inteligência artificial (IA). Pode parecer um gesto trivial, talvez até um pouco tolo. Afinal, estamos falando com um algoritmo, não com um ser senciente (ainda).
Longe de ser apenas uma afetação, agradecer à IA toca em aspectos profundos da nossa biologia humana. Quando somos gentis, algo fascinante acontece no cérebro.
Expressar gratidão ativa circuitos cerebrais ligados à recompensa e à satisfação de necessidades do corpo e do espírito, liberando dopamina e outras substâncias que geram sensação de prazer. Estudos científicos têm confirmado que pessoas mais gratas apresentam níveis mais altos de saúde mental e resiliência emocional. Tamanha é sua força que a gentileza pode se tornar um hábito, reforçada pela liberação de ocitocina, o “hormônio do amor”, que reduz tensões e estreita vínculos sociais.
Dizer “obrigado” a um assistente virtual pode não parecer grande coisa, mas funciona como um pequeno exercício que fortalece padrões positivos. Além disso, o custo ambiental dessa gentileza é praticamente nulo. Embora IAs operem em centrais de processamento que consomem energia e água, uma interação individual como essa consome menos do que assistir a um vídeo curto numa rede social.
Estabelecer normas de interação positivas, agora, pode ser importante para futuros relacionamentos humano-IA, especialmente se a IA se tornar significativamente mais inteligente. Estabelecer uma base de interação respeitosa e cortês pode ser importante para navegar nosso futuro com sistemas avançados de IA, garantindo uma coexistência mais harmoniosa e benéfica.
(Alexandre Chiavegatto Filho. A ciência da gentileza: por que você deve continuar dizendo “obrigado” ao ChatGPT. www.estadao.com.br, 30.04.2025. Adaptado)
• Quando somos gentis, algo fascinante acontece no cérebro. (2° parágrafo)
• Embora IAs operem em centrais de processamento que consomem energia e água… (4° parágrafo)
Os vocábulos destacados estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Leia o texto a seguir para responder a questão:
Pode confessar: você também já se pegou falando “obrigado” para a inteligência artificial (IA). Pode parecer um gesto trivial, talvez até um pouco tolo. Afinal, estamos falando com um algoritmo, não com um ser senciente (ainda).
Longe de ser apenas uma afetação, agradecer à IA toca em aspectos profundos da nossa biologia humana. Quando somos gentis, algo fascinante acontece no cérebro.
Expressar gratidão ativa circuitos cerebrais ligados à recompensa e à satisfação de necessidades do corpo e do espírito, liberando dopamina e outras substâncias que geram sensação de prazer. Estudos científicos têm confirmado que pessoas mais gratas apresentam níveis mais altos de saúde mental e resiliência emocional. Tamanha é sua força que a gentileza pode se tornar um hábito, reforçada pela liberação de ocitocina, o “hormônio do amor”, que reduz tensões e estreita vínculos sociais.
Dizer “obrigado” a um assistente virtual pode não parecer grande coisa, mas funciona como um pequeno exercício que fortalece padrões positivos. Além disso, o custo ambiental dessa gentileza é praticamente nulo. Embora IAs operem em centrais de processamento que consomem energia e água, uma interação individual como essa consome menos do que assistir a um vídeo curto numa rede social.
Estabelecer normas de interação positivas, agora, pode ser importante para futuros relacionamentos humano-IA, especialmente se a IA se tornar significativamente mais inteligente. Estabelecer uma base de interação respeitosa e cortês pode ser importante para navegar nosso futuro com sistemas avançados de IA, garantindo uma coexistência mais harmoniosa e benéfica.
(Alexandre Chiavegatto Filho. A ciência da gentileza: por que você deve continuar dizendo “obrigado” ao ChatGPT. www.estadao.com.br, 30.04.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder a questão:
O coreto
E vieram dizer que não haveria mais banda. A que tocava no jardim, às noites de domingo, entre o povo, as árvores e as rosas, fora demitida. A prefeitura achou que não lhe concernia a obrigação de alimentar aquela espécie de música. E aquela espécie de música se tornou deste modo um fenômeno a considerar. É dessas coisas que durante séculos se mantiveram jovens e amadas mas de repente amanheceram velhas e sozinhas. A gente sabe o que é velhice, a mesma para todos e para tudo. Um negócio chato. Às vezes, o tempo é que esgota as fontes de juventude, outras vezes não é o tempo, somente o tempo.
Há também a força de ardis e manobras que promovem o envelhecimento a curto prazo, como se faz hoje com certos vinhos e se pode fazer com os homens e com as coisas humanas. Com os vinhos para que entrem mais cedo no mercado, com os homens para que saiam dele.
A música de Chico Buarque aí está para dizer que a banda não é apenas uma evocação e uma saudade. É uma instituição, um símbolo, uma segunda linguagem nacional. Quantas vezes gostosíssima, divertida, fina e incomparável música essa das bandas.
Nesta cidade de Poços de Caldas, elas nunca faltaram, tanto nos seus grandes como nos seus pequenos acontecimentos. E, mais do que os oradores e os poetas, eram a voz do povo. Chegando um filho da terra doutor formado, chegando Pedro Sanches de sua viagem à Europa, chegando um presidente, chegando um Rui Barbosa ou um Santos Dumont, lá estava na Estação da Mogiana a banda para recebê-los em triunfo.
Mas vieram estes dias impetuosos de hoje. E por eles estive sabendo que isso não vale mais nada. Ou não vale duas patacas no orçamento municipal. O coreto no jardim ficará vazio, ou talvez já convertido num mictório. E não sei a quem dizer do meu pesar: se ao povo, se à prefeitura ou se apenas a mim mesmo.
(Jurandir Ferreira. Da quieta substância dos dias. Instituto Moreira Sales, 1991. Adaptado)

“Como exemplo, Vitória (1) cita o desejo (2) de submeter a controle as roupas com que a pessoa anda, os ambientes que ela frequenta e as (3) pessoas com quem convive, utilizando estratégias (4) para afetar a confiança e autoestima da vítima, buscando meios de responsabilizá-la pelas atitudes do agressor, querendo sempre (5) controlar os passos da pessoa”.

I. “Ao impedir” por “Quando impede”.
II. “de utilizar” por “que utilize”.
III. “de isolar” por “de isolamento”.
Quais estão corretas?



especializada em projetos sociais e políticas públicas” fosse substituída por “Os estudiosos de
Psicologia”, quantas outras alterações deveriam ser feitas para fins de concordância, excluindo-se
alterações na pontuação? 

, segundo o Anuário Brasileiro 2022 do Fórum Brasileiro
de Segurança Pública, 37,5% das vítimas de feminicídio são brancas e 62% são negras. Esses dados
estão repletos de violência social, física e psicológica,
é impossível desvincular uma da outra”, os
conectores “mas” e “logo” introduzem orações _______________, expressando _______________ e
_______________. Eles poderiam ser substituídos, correta e respectivamente, sem causar alteração
de sentido, por _______________ e _______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

I. A inserção do advérbio de negação não implicaria alteração estrutural no fragmento.
II. O pronome oblíquo deveria ser deslocado para antes do verbo com o qual se relaciona, assumindo a forma “a”.
III. A forma verbal deveria ficar no infinitivo: “responsabilizar”.
Quais estão corretas?

I. Existem leis as quais protegem vítimas de violência, coordenadorias, secretarias, centros especializados. É possível que se consiga ajuda.
II. Existem leis, coordenadorias, secretarias, centros especializados, que protegem vítimas que sofrem violência. A possibilidade de ajuda é exequível.
III. É possível que ajuda seja conseguida; e existem leis que protegem vítimas de violência, coordenadorias, secretarias, centros especializados.
Quais estão corretas?