Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3691588 Português
A oração em destaque em “Parecia que tinha o amor nos olhos” transformada em oração subordinada reduzida de infinitivo resulta em:
Alternativas
Q3691587 Português

Analise a sentença a seguir quanto à sintaxe:

Não permita que pessoas cujo nome não conste dessa lista entrem no evento.

O termo em destaque na sentença dada é classificado, segundo a norma-padrão, como:

Alternativas
Q3691582 Português
As afirmações a seguir dizem respeito ao emprego da vírgula. É incorreta apenas:
Alternativas
Q3691581 Português
A função do predicativo do sujeito na sentença é:
Alternativas
Q3691382 Português

ATENTE para a tirinha a seguir. 


             

Analisando os verbos da tirinha “acabou”, “acendemos” e “pegou”, pode-se afirmar que são, respectivamente, seus sujeitos: 
Alternativas
Q3691381 Português
Em qual alternativa, o termo destacado NÃO é um aposto. 
Alternativas
Q3691380 Português

LEIA os itens a seguir. 



I - "Não só foi descortês, como também culpou um inocente“ 



II - "Precisaremos refazer o orçamento, o cliente achou, pois, caro“



A alternativa que SUBSTITUI, respectivamente e sem prejuízo de sentido, os elementos coesivos destacados é: 

Alternativas
Q3691376 Português

ATENTE para as frases a seguir. 



I - Me sujei por causa da lama.



II - Com o atraso, perdi o metrô.



III - A festa acabou com o incidente.



Analisando as orações a seguir, é CORRETO afirmar que, respectivamente, apresentam circunstâncias de causa: 

Alternativas
Q3691373 Português

A frase "A pessoa de quem vou falar é tão tola que às vezes sorri para os outros na rua. Ninguém lhe responde ao sorriso porque nem ao menos a olham" é uma citação famosa da escritora brasileira Clarice Lispector, encontrada na sua obra A Hora da Estrela.



A oração nela destacada EXPRIME uma:

Alternativas
Q3691372 Português
"Talvez não existam coisas como bons amigos ou maus amigos – talvez existam apenas amigos. pessoas que você quer, precisa estar com; pessoas que constroem suas casas em seu coração". 
Stephen King 


Substituindo os verbos destacados pelo verbo haver, respeitando a concordância de acordo com a gramática normativa, a forma que deveria ficar, respectivamente:
Alternativas
Q3691371 Português
                                                                O QUE É INTELIGÊNCIA EMOCIONAL? 


     Inteligência emocional é a habilidade de reconhecer e lidar com as próprias emoções e as emoções dos outros. Sendo assim, é a capacidade de perceber e compreender as emoções, de usar a emoção para orientar o pensamento e a ação e de gerenciar as emoções de forma eficaz. 


     Uma pessoa com inteligência emocional sabe como lidar com situações estressantes, conflitos e desafios sem perder o controle. Dessa forma, ela é capaz de manter a calma e a clareza mental mesmo sob pressão e de se comunicar de forma eficaz em situações difíceis.


     A inteligência emocional é uma habilidade muito importante para o sucesso pessoal e profissional. Por isso, ela é fundamental para a construção de relacionamentos saudáveis e para a resolução de conflitos de forma pacífica. Além disso, é essencial para liderar equipes e para tomar decisões importantes. 


     Para desenvolver a inteligência emocional, é preciso praticar a autoconsciência, a autogestão, a empatia e a habilidade social. Sendo assim, a autoconsciência envolve reconhecer as próprias emoções e os gatilhos que as desencadeiam. A autogestão envolve controlar as próprias emoções e comportamentos. Dessa maneira, a empatia envolve entender as emoções dos outros e a habilidade social envolve interagir de forma eficaz com outras pessoas. 


     Em resumo, a inteligência emocional é uma habilidade que pode ser desenvolvida e que é fundamental para o sucesso pessoal e profissional. Ademais, é uma habilidade que ajuda a construir relacionamentos saudáveis, resolver conflitos e tomar decisões importantes. Por isso, é importante investir na sua própria inteligência emocional e ajudar os outros a desenvolverem essa habilidade também. 

“Uma pessoa com inteligência emocional sabe como lidar com situações estressantes, conflitos e desafios sem perder o controle. Dessa forma, ela é capaz de manter a calma e a clareza mental mesmo sob pressão e de se comunicar de forma eficaz em situações difíceis”.


A expressão destacada introduz uma oração, em relação à anterior, EXPRIMINDO uma ideia de:

Alternativas
Q3691370 Português
                                                                O QUE É INTELIGÊNCIA EMOCIONAL? 


     Inteligência emocional é a habilidade de reconhecer e lidar com as próprias emoções e as emoções dos outros. Sendo assim, é a capacidade de perceber e compreender as emoções, de usar a emoção para orientar o pensamento e a ação e de gerenciar as emoções de forma eficaz. 


     Uma pessoa com inteligência emocional sabe como lidar com situações estressantes, conflitos e desafios sem perder o controle. Dessa forma, ela é capaz de manter a calma e a clareza mental mesmo sob pressão e de se comunicar de forma eficaz em situações difíceis.


     A inteligência emocional é uma habilidade muito importante para o sucesso pessoal e profissional. Por isso, ela é fundamental para a construção de relacionamentos saudáveis e para a resolução de conflitos de forma pacífica. Além disso, é essencial para liderar equipes e para tomar decisões importantes. 


     Para desenvolver a inteligência emocional, é preciso praticar a autoconsciência, a autogestão, a empatia e a habilidade social. Sendo assim, a autoconsciência envolve reconhecer as próprias emoções e os gatilhos que as desencadeiam. A autogestão envolve controlar as próprias emoções e comportamentos. Dessa maneira, a empatia envolve entender as emoções dos outros e a habilidade social envolve interagir de forma eficaz com outras pessoas. 


     Em resumo, a inteligência emocional é uma habilidade que pode ser desenvolvida e que é fundamental para o sucesso pessoal e profissional. Ademais, é uma habilidade que ajuda a construir relacionamentos saudáveis, resolver conflitos e tomar decisões importantes. Por isso, é importante investir na sua própria inteligência emocional e ajudar os outros a desenvolverem essa habilidade também. 
“Inteligência emocional é a habilidade de reconhecer e lidar com as próprias emoções e as emoções dos outros. Sendo assim, é a capacidade de perceber e compreender as emoções, de usar a emoção para orientar o pensamento e a ação e de gerenciar as emoções de forma eficaz”. Analisando esse primeiro parágrafo, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3691273 Português
Leia:

“Sujeito é o termo da oração que constitui seu assunto central, controla a concordância verbal e normalmente apresenta como núcleo um substantivo ou um pronome ou uma palavra substantivada”.

Assinale a alternativa em que a parte destacada é o sujeito da oração:
Alternativas
Q3691234 Português

“A maior parte dos torcedores _______ (aderiu/aderiram) às medidas do clube."


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna da frase acima e justifica o uso do(s) verbo(s) de forma adequada. 

Alternativas
Q3691020 Português
Analise as afirmativas a seguir e verifique se os sinais de pontuação estão sendo utilizados corretamente.
I. Vivian, apresentou o produto a todos.
II. Saia já daí, Rex!
III. Por que você chegou tão tarde? 
Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690490 Português
ESTÁ TUDO ACABADO
— Está tudo acabado.

        A frase foi dita em uma terça‑feira banal. Ele foi da fé ao desespero setenta vezes sete num curto período: correu, nadou, jejuou e orou, murmurou ao céu, ouviu a discografia de vários artistas, emagreceu de dieta e de má saúde, ceifou‑lhe a vida e também a de várias pessoas, suicidou‑se e renasceu, reinventou‑se. Quando voltou a si e à razão simples da vida, ela estava no mesmo lugar, convocando‑o à luta diária e incessante de não saber o que se quer e, mesmo assim, entender que está tudo bem.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações). 
No trecho “Ele foi da fé ao desespero setenta vezes sete num curto período: correu, nadou, jejuou e orou, murmurou ao céu, ouviu a discografia de vários artistas, emagreceu de dieta e de má saúde, ceifou‑lhe a vida e também a de várias pessoas, suicidou‑se e renasceu, reinventou‑se”, ocorre um
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Quadrix Órgão: CORE-SE Prova: Quadrix - 2025 - CORE-SE - Contador |
Q3690489 Português
ESTÁ TUDO ACABADO
— Está tudo acabado.

        A frase foi dita em uma terça‑feira banal. Ele foi da fé ao desespero setenta vezes sete num curto período: correu, nadou, jejuou e orou, murmurou ao céu, ouviu a discografia de vários artistas, emagreceu de dieta e de má saúde, ceifou‑lhe a vida e também a de várias pessoas, suicidou‑se e renasceu, reinventou‑se. Quando voltou a si e à razão simples da vida, ela estava no mesmo lugar, convocando‑o à luta diária e incessante de não saber o que se quer e, mesmo assim, entender que está tudo bem.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações). 
Em “Quando voltou a si e à razão simples da vida”, o emprego do acento grave indicativo de crase deve‑se
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Q3690405 Português
Pistu, o menino do dedo vermelho

        Pistu desde criança vivia com um dom: tudo o que tocava ganhava sangue e vida. Tocou pássaros, gatos, cães, um bebê natimorto. Um dia, pôs o indicador sobre uma roseira e feriu‑se num espinho. Seu sangue tingiu o botão mais branco da mais bela rosa que já vira. E a roseira morreu.

Internet:<folhadabaixada.com.br>  (com adaptações).
No trecho “Seu sangue tingiu o botão mais branco da mais bela rosa que já vira”, o pronome relativo “que” introduz uma oração que exerce função sintática de
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Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-PE Prova: FUNCERN - 2025 - IF-PE - Assistente de Alunos |
Q3689568 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.


Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização


Ana Paula Yazbek e Miruna Kayano Genoino


    Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é "adultização", quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?

     Antes de tudo, para combater esse tipo de comportamento, para além da regulamentação das redes sociais que já está sendo discutida no Congresso Nacional e do compromisso de todos com o tema (famílias e escolas), é preciso que a sociedade reconheça a importância e o direito de ser criança.

    A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.

    É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, onde há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.

    Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Isso pode ser observado, por exemplo, na sexualização precoce em mídias e roupas, ainda mais forte nas meninas, na pressão por desempenho em excesso, e na substituição do brincar por agendas cheias de compromissos. Esses fatores podem gerar ansiedade, estresse e até dificuldades de socialização, além de comprometer o desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças. O excesso de estímulos, a falta de tempo livre e o acesso irrestrito a mídias adultizantes corroem a espontaneidade, a criatividade e a liberdade de ser criança.

    Ou seja, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do "aqui e agora" em prol de um "tornar-se" alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.

    A criança tem de estar no lugar de criança, vivendo experiências que ela só pode viver nessa fase, como a experimentação intensa das muitas oportunidades que lhe são apresentadas, fazendo muitas perguntas, ouvindo respostas, recebendo olhares e gestos que as acolhem. Por isso, valorizar a infância não significa impedir ou desvalorizar a presença e o comportamento dos adultos. Pelo contrário, os adultos são os responsáveis por oferecer às crianças condições, espaços e ambientes para que elas sejam produtoras dessa cultura. E devem participar desse desenvolvimento da infância, não só controlar e observar.

    Assim, ao estar com as crianças nos momentos de brincadeira livre, por exemplo, aprendemos o que está acontecendo com elas, observamos quais decisões tomam, quem consegue brincar bem, quem ainda está ficando sozinho. Nesse processo, nós, adultos, podemos ser um pouquinho mais crianças para termos trocas significativas. Se não formos, as crianças podem ter como experiência maior a entrada no mundo adulto, com todas as suas consequências.

   Mas quantas infâncias são desamparadas? Seja pelas políticas públicas, dentro de escolas que não conseguem cuidar efetivamente delas ou de famílias sem condições básicas. É urgente que famílias, educadores, instituições e a sociedade como um todo reflitam sobre o papel que estamos atribuindo às crianças.

   Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um "miniadulto", mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.


Disponível em: correiobraziliense.com.br. Acesso em: 02 set. de 2025. [Adaptado]
Analise o período a seguir.

Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria.

Analisando esse período, deve se concluir que
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNCERN Órgão: IF-PE Prova: FUNCERN - 2025 - IF-PE - Assistente de Alunos |
Q3689566 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.


Valorizar as culturas das infâncias é o primeiro passo contra a adultização


Ana Paula Yazbek e Miruna Kayano Genoino


    Agosto foi definido pelo governo federal como o mês da primeira infância, mas vivemos uma contradição. Enquanto iniciativas buscam valorizar os primeiros anos de vida, surgem denúncias de hiperexposição e exploração de crianças na internet. O termo que ganhou força é "adultização", quando meninas e meninos são pressionados a assumirem comportamentos e estéticas que não correspondem à sua idade. Como agir diante disso?

     Antes de tudo, para combater esse tipo de comportamento, para além da regulamentação das redes sociais que já está sendo discutida no Congresso Nacional e do compromisso de todos com o tema (famílias e escolas), é preciso que a sociedade reconheça a importância e o direito de ser criança.

    A infância é um período repleto de descobertas, imaginação e aprendizagens que não se resumem a conteúdos, mas à própria experiência de ser criança. Brincar livre, ouvir e contar histórias, mergulhar em jogos simbólicos e na curiosidade espontânea fazem parte do que chamamos de culturas das infâncias. E dizemos no plural por reconhecer a diversidade racial, social, de gênero, cultural e econômica das crianças em diferentes territórios e tempos históricos.

    É por meio dessas experiências da infância que a criança constrói sua identidade, desenvolve habilidades socioemocionais e aprende a se relacionar com o mundo ao seu redor. Quando respeitamos e incentivamos essa cultura, contribuímos para uma formação mais saudável e integral, onde há espaço para a ludicidade, para o erro como parte do processo de aprendizagem e para o tempo próprio de cada etapa do desenvolvimento.

    Por outro lado, a adultização impõe às crianças padrões estéticos, consumistas e comportamentais próprios do mundo adulto. Isso pode ser observado, por exemplo, na sexualização precoce em mídias e roupas, ainda mais forte nas meninas, na pressão por desempenho em excesso, e na substituição do brincar por agendas cheias de compromissos. Esses fatores podem gerar ansiedade, estresse e até dificuldades de socialização, além de comprometer o desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças. O excesso de estímulos, a falta de tempo livre e o acesso irrestrito a mídias adultizantes corroem a espontaneidade, a criatividade e a liberdade de ser criança.

    Ou seja, a adultização precoce pode apagar a cultura das infâncias, diminuindo a importância do "aqui e agora" em prol de um "tornar-se" alguém. Esse é um lugar de exposição, de desamparo, já que a criança não tem mecanismos cognitivos, afetivos, emocionais, físicos, para lidar com o que representa essa adultização.

    A criança tem de estar no lugar de criança, vivendo experiências que ela só pode viver nessa fase, como a experimentação intensa das muitas oportunidades que lhe são apresentadas, fazendo muitas perguntas, ouvindo respostas, recebendo olhares e gestos que as acolhem. Por isso, valorizar a infância não significa impedir ou desvalorizar a presença e o comportamento dos adultos. Pelo contrário, os adultos são os responsáveis por oferecer às crianças condições, espaços e ambientes para que elas sejam produtoras dessa cultura. E devem participar desse desenvolvimento da infância, não só controlar e observar.

    Assim, ao estar com as crianças nos momentos de brincadeira livre, por exemplo, aprendemos o que está acontecendo com elas, observamos quais decisões tomam, quem consegue brincar bem, quem ainda está ficando sozinho. Nesse processo, nós, adultos, podemos ser um pouquinho mais crianças para termos trocas significativas. Se não formos, as crianças podem ter como experiência maior a entrada no mundo adulto, com todas as suas consequências.

   Mas quantas infâncias são desamparadas? Seja pelas políticas públicas, dentro de escolas que não conseguem cuidar efetivamente delas ou de famílias sem condições básicas. É urgente que famílias, educadores, instituições e a sociedade como um todo reflitam sobre o papel que estamos atribuindo às crianças.

   Educar contra a adultização é também um ato político e de cuidado: envolve garantir os direitos das crianças — brincar, conviver, aprender, se expressar —, assim como lutar por uma infância inclusiva, criativa e culturalmente rica. Valorizá-la é recuar da lógica produtiva e dar espaço ao afeto, à imaginação, à diversidade e à proteção de sua identidade própria. É compreender que a criança não é um "miniadulto", mas um indivíduo em desenvolvimento que precisa de apoio, cuidado e espaço para ser criança.


Disponível em: correiobraziliense.com.br. Acesso em: 02 set. de 2025. [Adaptado]

Considere o trecho a seguir.


A criança tem de estar no lugar de criança, vivendo experiências que ela[1] só pode viver nessa fase, como a experimentação intensa das muitas oportunidades que lhe[2] são apresentadas, fazendo muitas perguntas, ouvindo respostas, recebendo olhares e gestos que as[3] acolhem.


Sobre as palavras em destaque, é correto afirmar:

Alternativas
Respostas
8901: D
8902: C
8903: C
8904: D
8905: B
8906: D
8907: A
8908: D
8909: A
8910: B
8911: D
8912: A
8913: B
8914: D
8915: C
8916: C
8917: C
8918: D
8919: A
8920: B