Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3748478 Português
TEXTO 3

Leitura como Ato de Resistência

Ler é resistir.
Num país em que poucas pessoas leem e em que o conhecimento é visto com desconfiança, o ato de abrir um livro é, sim, um ato de resistência.
A leitura exige tempo, silêncio, concentração e vontade de compreender o outro.
Ler nos faz pensar, imaginar, questionar e nos coloca em contato com outras formas de ver o mundo.
A leitura amplia horizontes e permite que cada pessoa forme suas próprias ideias — é, portanto, um  exercício de liberdade. 


Marcos da Veiga Pereira. Leitura como ato de resistência. Folha de São Paulo, Opinião, 6 jun. 2019 (adaptado). 

No trecho: “A leitura exige tempo, silêncio, concentração e vontade de compreender o outro.”


A conjunção “e” estabelece ideia de: 

Alternativas
Q3748474 Português
TEXTO 2


O Lançador de Estrelas

Um homem caminhava pela praia ao amanhecer e viu outro recolhendo estrelas-do-mar que haviam sido trazidas pela maré. Ele as pegava uma a uma e as devolvia ao mar.  

Intrigado, o homem perguntou: — Por que está  fazendo isso? Há milhares de estrelas espalhadas pela areia. 

O outro respondeu: — Porque se eu não devolver  essas, elas morrerão.

O homem sorriu e disse: — Mas você não pode salvar todas!

O outro, pegando mais uma estrela, lançou-a ao mar e respondeu: — Para esta aqui, eu fiz toda a diferença.

Loren Eiseley, O Universo Inesperado, 1969 (adaptado). 
A vírgula em “...e viu outro, recolhendo estrelas-do-mar...” foi usada para: 
Alternativas
Q3748469 Português
TEXTO 1


Atenção e o Mundo Acelerado

Vivemos em um tempo em que a atenção se tornou um recurso escasso. São muitas telas, sons e informações disputando o olhar. As pessoas tentam fazer várias coisas ao mesmo tempo, mas acabam não se concentrando totalmente em nenhuma delas.

De acordo com a psicóloga Luciana Caliman, prestar atenção é um exercício que exige escolha e pausa. Quando tudo chama a nossa atenção, é preciso aprender a decidir o que realmente importa.

Desacelerar, portanto, não é perder tempo, mas recuperar a capacidade de perceber o que acontece dentro e fora de nós.


Luciana Caliman. Os regimes da atenção na subjetividade contemporânea. (adaptado) Revista Mal-Estar e Subjetividade, v.  12, n. 1, 2012.
No trecho:
“Quando tudo chama a nossa atenção, é preciso aprender a decidir o que realmente importa.”
A conjunção “quando” expressa ideia de:
Alternativas
Q3748396 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
No trecho “Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.”, assinale a opção que apresenta a correção gramatical das formas verbais em relação aos demais elementos do período.
Alternativas
Q3748395 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Na estrutura “Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes.”, observando‑se a sintaxe da oração, a forma “Daí” faz referência anafórica a
Alternativas
Q3748394 Português
Texto para a questão.


    Em São Paulo, do início da colonização, em 1532, até meados do século XVIII, o crescimento demográfico da província havia sido lento, e apenas uma pequena parte do território provincial estava ocupada. O século XIX assistiu a intenso desmatamento, implantação de ferrovias (a partir de 1867, que ligavam o porto de Santos ao interior, para o escoamento da produção de café), fluxos migratórios internos e externos (imigração em massa foi promovida pelo governo da Província a partir de 1882) e grande crescimento econômico. Ao final do Império, a então Província de São Paulo tinha 115 municípios, muitos dos quais criados ao longo dos trajetos das estradas de ferro, incluindo Ribeirão Preto, em 1856, onde a ferrovia chegou em 1883.

    Grandes cidades começaram a surgir como espaço para novas possibilidades de vida, atraindo, principalmente, trabalhadores estrangeiros. Parte desses migrava na tentativa de fugir das epidemias de febre amarela e varíola que acometiam cidades do interior. A última década do século XIX e a primeira década do século XX tiveram as atenções das autoridades sanitárias voltadas para a elucidação dos mecanismos de transmissão e o controle dessas duas doenças. As formas de ocupação do espaço agrário e do espaço urbano favoreceram a ocorrência de doenças de transmissão vetorial – febre amarela, peste, malária, doença de Chagas, entre outras –, de transmissão hídrica e de transmissão respiratória. Vários desses surtos começaram no porto do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, ou no porto de Santos e se expandiam pelas regiões por onde o trem passava.

   Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população. Daí se irradiou para o interior, fazendo vítimas na capital, geralmente na hospedaria dos imigrantes. Na região cafeeira de Ribeirão Preto, o surto iniciou‑se no final de 1901, generalizando‑se no ano seguinte. Os médicos da cidade não aceitavam a teoria da transmissão vetorial da doença (defendiam que a doença era transmitida pela água contaminada) e impediam a tomada das medidas de controle preconizadas pelo médico sanitarista Emílio Ribas. Dada a gravidade do surto, parte da população e gestores municipais abandonaram a cidade, e a comissão da Inspetoria Sanitária do estado impôs as medidas de controle: isolamento hospitalar dos doentes, expurgo domiciliar e destruição de criadouros pela queima de piretro (um inseticida natural extraído de flores da família Chrysanthemum, com o querosene como base), proteção telada para portas e janelas. Realizaram‑se, também, obras de engenharia sanitária, como a canalização de córregos e a drenagem das margens dos rios, além da coleta de lixo urbano, reduzindo‑se a densidade dos vetores.


Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com base no último parágrafo do texto, assinale a opção que apresenta a análise gramatical correta das estruturas linguísticas que compõem o trecho “Em Santos, a mortalidade por febre amarela, em 1892, chegou a 6,2% da população”.
Alternativas
Q3748347 Português

Observe as orações a seguir e analise o tipo de predicado presente em cada uma delas:



I. Os alunos estudaram durante toda a noite.


II. O professor permaneceu atento à explicação dos alunos.


III. A coordenadora saiu preocupada com os resultados da pesquisa.


IV. Os engenheiros consideraram o projeto inviável.



Em quais afirmativas há a presença de predicado verbo-nominal? 

Alternativas
Q3748346 Português

O aposto e o vocativo são termos distintos, embora frequentemente confundidos por apresentarem construções semelhantes. Correlacione corretamente as orações da Coluna 1 com o tipo de termo destacado indicado na Coluna 2.



Coluna 1:



(__) João, feche a porta, por favor.


(__) Carlos Drummond de Andrade, poeta modernista, nasceu em Itabira.


(__) Ouça-me, Pedro, antes de tomar sua decisão.


(__) Brasília, capital do Brasil, foi inaugurada em 1960.


(__) Maria, você precisa estudar mais para o exame.



Coluna 2:



I. Aposto.


II. Vocativo.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

Alternativas
Q3748301 Português
Assinalar a alternativa em que a concordância nominal está INCORRETA.
Alternativas
Q3748296 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta o mesmo tipo de complemento verbal que o da oração “O horário garante um bom início de semana” (2º parágrafo). 
Alternativas
Q3748294 Português
Clube do grito: berrar alto é tendência anti-stress

    De Londres a Chicago, um novo tipo de clube social começa a se espalhar pelo mundo. São os chamados "scream clubs" ou "clubes do grito", em português. O nome é literal: um grupo de pessoas que se reúne para gritar. O roteiro é simples: alguém marca o ponto de encontro (geralmente um lugar público, como parques), reúne a turma, conta até três e, por alguns segundos, todo mundo grita junto. Depois, risadas, abraços e, segundo relatos, uma sensação de descompressão total.
    A tendência começou a aparecer no pós-pandemia, mas o boom recente ganhou força a partir de junho deste ano, em Chicago, com o registro da marca "Scream Club" por Manny Hernandez, um coach de respiração, e sua sócia, Elena Soboleva, especialista em branding pessoal. O horário garante um bom início de semana: sempre aos domingos, 19h.
    A tendência viajou na velocidade do som (desculpe, não resisti à metáfora): os clubes já estão em outras cidades dos Estados Unidos, como Atlanta, Palm Beach, Austin, Seattle, Detroit, Denver e Nova York, e alçaram voo internacional para a Europa, em cidades como Londres e Lisboa. No Brasil, a moda parece não ter chegado, mas é questão de tempo.
    Pesquisas recentes em psicologia e neurociência social mostram que atividades sincronizadas e intensas, como cantar, dançar ou mover-se junto, elevam o limiar de dor e o humor, indicativos de liberação de endorfinas. Em linguagem sociológica, é a "efervescência coletiva" de Durkheim, francês considerado o pai da sociologia: emoções compartilhadas que se amplificam e produzem coesão. O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro. É o mesmo princípio que explica a vibração coletiva de uma torcida de futebol, de uma pista de dança ou de vozes em coro na plateia de um show.
    E, convenhamos, depois de tudo o que atravessamos nos últimos anos, talvez o estranho seja quem ainda consegue ficar calado. Na panela de pressão que estamos vivendo, às vezes dá mesmo vontade de explodir — mesmo que com hora marcada.

    Fonte: Maria Prata, colunista Universa Uol. Adaptado.
Considerar o excerto abaixo, retirado do 4º parágrafo do texto.
O grito, portanto, quando ritualizado, opera nessa fronteira entre o físico e o simbólico: é descarga, mas também encontro.
Assinalar a alternativa que poderia substituir “portanto” sem causar prejuízo de sentido no trecho.
Alternativas
Q3748288 Português
A regência nominal exige o uso adequado das preposições que ligam o nome ao seu complemento. O desconhecimento dessas relações pode gerar impropriedades na construção sintática, comprometendo a correção gramatical do enunciado. Assim, observe as frases a seguir e assinale a opção em que todas as regências nominais estão corretas, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa. 
Alternativas
Q3748286 Português

Analise as afirmativas abaixo, identificando a classificação correta das orações subordinadas em destaque, conforme a função sintática que desempenham.



I. É importante que todos participem da reunião. → oração subordinada substantiva subjetiva.


II. Tenho esperança de que o projeto seja aprovado. → oração subordinada substantiva completiva nominal.


III. O diretor afirmou que as mudanças são necessárias. → oração subordinada substantiva objetiva indireta.


IV. Lembro-me de que o autor criticava o sistema educacional. → oração subordinada substantiva objetiva direta.


V. Havia apenas um desejo: que o trabalho fosse reconhecido. → oração subordinada substantiva apositiva.



Em quais afirmativas a classificação das orações está correta?

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Q3748233 Português
NAVEGAR É PRECISO

Com o objetivo de promover a inclusão digital e permitir que a população 60+ participe ativamente da sociedade moderna, a Prefeitura do Recife oferece cursos gratuitos de informática para turmas exclusivas dessa faixa etária. Cada vez mais essencial para o acesso a serviços, comunicação e bem-estar, o projeto proporciona aos participantes as ferramentas necessárias para se navegar no mundo digital.

60+ Viva a Vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda. 2025. p.37
Sobre o verbo destacado em maiúscula no fragmento abaixo:

“...o projeto PROPORCIONA aos participantes as ferramentas necessárias para se navegar no mundo digital.”

É CORRETO afirmar que esse verbo 
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Q3748228 Português
A TRADIÇÃO DA FORÇA POPULAR

Ao longo dos anos, o São João se transformou numa das maiores expressões de identidade e alegria do povo nordestino, misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica. “É uma tradição viva que expressa a alma do povo pernambucano e tem essa característica de reunir as pessoas por meio da música, da dança e da gastronomia, além da beleza e representatividade das quadrilhas juninas. Um grande festejo que movimenta a cadeia produtiva da cultura, aquecendo a economia e o turismo e que leva a cultura popular do nosso Estado para o Brasil e o mundo”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.

As quadrilhas juninas são um espetáculo à parte. Inspiradas nas danças de salão das cortes francesas do século XIX, foram abrasileiradas com o calor do sertão e ganharam sotaque, cor e ritmo próprios. Hoje são apresentadas em pares com trajes típicos - vestidos rodados e camisas de xadrez - e coreografias narradas por um marcador que anuncia: “Anarriê! Anavantu! Olha a chuva! Embaladas pelo forró, pelo compasso da sanfona, do triângulo e da zabumba, dita o ritmo dos passos, seja nas caminhadas sincronizadas dos casais ou na animada “correria do casamento matuto”. Reunindo elementos do baião, do xote e do xaxado, o forró dá o tom da festa e emociona gerações, ajudando a contar histórias de amor, encontros, desencontros e muita alegria.

Revista 60+. Viva a vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.12-13.2025. 
Observe o fragmento de texto abaixo:

“misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica.”

Se o texto desse fragmento sofresse alterações em relação à ordem das palavras, estaria INCORRETO no que se refere à Concordância Nominal o que se declara na alternativa 
Alternativas
Q3748225 Português
A TRADIÇÃO DA FORÇA POPULAR

Ao longo dos anos, o São João se transformou numa das maiores expressões de identidade e alegria do povo nordestino, misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica. “É uma tradição viva que expressa a alma do povo pernambucano e tem essa característica de reunir as pessoas por meio da música, da dança e da gastronomia, além da beleza e representatividade das quadrilhas juninas. Um grande festejo que movimenta a cadeia produtiva da cultura, aquecendo a economia e o turismo e que leva a cultura popular do nosso Estado para o Brasil e o mundo”, afirma a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.

As quadrilhas juninas são um espetáculo à parte. Inspiradas nas danças de salão das cortes francesas do século XIX, foram abrasileiradas com o calor do sertão e ganharam sotaque, cor e ritmo próprios. Hoje são apresentadas em pares com trajes típicos - vestidos rodados e camisas de xadrez - e coreografias narradas por um marcador que anuncia: “Anarriê! Anavantu! Olha a chuva! Embaladas pelo forró, pelo compasso da sanfona, do triângulo e da zabumba, dita o ritmo dos passos, seja nas caminhadas sincronizadas dos casais ou na animada “correria do casamento matuto”. Reunindo elementos do baião, do xote e do xaxado, o forró dá o tom da festa e emociona gerações, ajudando a contar histórias de amor, encontros, desencontros e muita alegria.

Revista 60+. Viva a vida. Engenho de Mídia Comunicação Ltda.p.12-13.2025. 
Em “...misturando fé, folclore, dança, música e culinária típica...”, as vírgulas separam
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Q3748180 Português
FAZER O BEM SEM OLHAR A QUEM

Muitas vezes ficamos com a sensação de que os problemas sociais são tão intensos que uma pequena ajuda que podemos oferecer não fará grande diferença no geral e, com isso, nos acomodamos. No entanto, vale lembrar a reflexão d e Madre Teresa de Calcutá, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 1979, que se destacou por sua dedicação e amor aos mais necessitados: “O que eu faço é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.”

De fato, ainda que não possamos resolver todas as injustiças, se pudermos contribuir para melhorar a vida de alguém, já estaremos reduzindo esse mar de exclusão. Porém, se o trabalho voluntário é fundamental para quem precisa de ajuda, ele também é extremamente benéfico para quem se propõe a ajudar, especialmente as pessoas com mais idade.

“A população idosa vem vestindo uma nova roupagem e despontando em diversas áreas: o voluntariado é uma delas. Os benefícios para a saúde mental da pessoa idosa são os mais diversos: menos sintomas depressivos e ansiosos, exercício da socialização e do altruísmo, sentimento de propósito, manutenção de rotinas, alimenta a autoestima e a cognição, ajuda a manter a mente ativa”, destaca a psicóloga Ana Paula Nunes, especialista em psicogerontologia.

Revista 60+. Viva a Vida. A revolução da longevidade ativa. Engenho de Mídia Comunicação Ltda. p.25.2024.
Em todas as alternativas abaixo, o verbo destacado em maiúscula pede um complemento, e este não vem regido de preposição, EXCETO em uma. Assinale-a.
Alternativas
Q3748179 Português
FAZER O BEM SEM OLHAR A QUEM

Muitas vezes ficamos com a sensação de que os problemas sociais são tão intensos que uma pequena ajuda que podemos oferecer não fará grande diferença no geral e, com isso, nos acomodamos. No entanto, vale lembrar a reflexão d e Madre Teresa de Calcutá, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 1979, que se destacou por sua dedicação e amor aos mais necessitados: “O que eu faço é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.”

De fato, ainda que não possamos resolver todas as injustiças, se pudermos contribuir para melhorar a vida de alguém, já estaremos reduzindo esse mar de exclusão. Porém, se o trabalho voluntário é fundamental para quem precisa de ajuda, ele também é extremamente benéfico para quem se propõe a ajudar, especialmente as pessoas com mais idade.

“A população idosa vem vestindo uma nova roupagem e despontando em diversas áreas: o voluntariado é uma delas. Os benefícios para a saúde mental da pessoa idosa são os mais diversos: menos sintomas depressivos e ansiosos, exercício da socialização e do altruísmo, sentimento de propósito, manutenção de rotinas, alimenta a autoestima e a cognição, ajuda a manter a mente ativa”, destaca a psicóloga Ana Paula Nunes, especialista em psicogerontologia.

Revista 60+. Viva a Vida. A revolução da longevidade ativa. Engenho de Mídia Comunicação Ltda. p.25.2024.

Observe o fragmento de texto abaixo:



“...que se destacou por sua dedicação e amor AOS MAIS NECESSITADOS.”



Sobre os termos destacados em negrito e em maiúscula, é CORRETO afirmar que são exemplo de

Alternativas
Q3748178 Português
FAZER O BEM SEM OLHAR A QUEM

Muitas vezes ficamos com a sensação de que os problemas sociais são tão intensos que uma pequena ajuda que podemos oferecer não fará grande diferença no geral e, com isso, nos acomodamos. No entanto, vale lembrar a reflexão d e Madre Teresa de Calcutá, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 1979, que se destacou por sua dedicação e amor aos mais necessitados: “O que eu faço é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.”

De fato, ainda que não possamos resolver todas as injustiças, se pudermos contribuir para melhorar a vida de alguém, já estaremos reduzindo esse mar de exclusão. Porém, se o trabalho voluntário é fundamental para quem precisa de ajuda, ele também é extremamente benéfico para quem se propõe a ajudar, especialmente as pessoas com mais idade.

“A população idosa vem vestindo uma nova roupagem e despontando em diversas áreas: o voluntariado é uma delas. Os benefícios para a saúde mental da pessoa idosa são os mais diversos: menos sintomas depressivos e ansiosos, exercício da socialização e do altruísmo, sentimento de propósito, manutenção de rotinas, alimenta a autoestima e a cognição, ajuda a manter a mente ativa”, destaca a psicóloga Ana Paula Nunes, especialista em psicogerontologia.

Revista 60+. Viva a Vida. A revolução da longevidade ativa. Engenho de Mídia Comunicação Ltda. p.25.2024.
Em que alternativa, existe uma incorreção em relação à Concordância Nominal ou Concordância Verbal?
Alternativas
Q3748177 Português
FAZER O BEM SEM OLHAR A QUEM

Muitas vezes ficamos com a sensação de que os problemas sociais são tão intensos que uma pequena ajuda que podemos oferecer não fará grande diferença no geral e, com isso, nos acomodamos. No entanto, vale lembrar a reflexão d e Madre Teresa de Calcutá, vencedora do Prêmio Nobel da Paz em 1979, que se destacou por sua dedicação e amor aos mais necessitados: “O que eu faço é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.”

De fato, ainda que não possamos resolver todas as injustiças, se pudermos contribuir para melhorar a vida de alguém, já estaremos reduzindo esse mar de exclusão. Porém, se o trabalho voluntário é fundamental para quem precisa de ajuda, ele também é extremamente benéfico para quem se propõe a ajudar, especialmente as pessoas com mais idade.

“A população idosa vem vestindo uma nova roupagem e despontando em diversas áreas: o voluntariado é uma delas. Os benefícios para a saúde mental da pessoa idosa são os mais diversos: menos sintomas depressivos e ansiosos, exercício da socialização e do altruísmo, sentimento de propósito, manutenção de rotinas, alimenta a autoestima e a cognição, ajuda a manter a mente ativa”, destaca a psicóloga Ana Paula Nunes, especialista em psicogerontologia.

Revista 60+. Viva a Vida. A revolução da longevidade ativa. Engenho de Mídia Comunicação Ltda. p.25.2024.
Observe o fragmento de texto abaixo:

“Se o TRABALHO VOLUNTÁRIO é fundamental para quem precisa de ajuda, ele também é extremamente benéfico...”

Se os termos acima destacados em negrito e em maiúscula estivessem no plural, mantendo-se os tempos verbais, o texto CORRETO está indicado na alternativa 
Alternativas
Respostas
7921: D
7922: C
7923: A
7924: E
7925: A
7926: D
7927: D
7928: B
7929: C
7930: C
7931: D
7932: A
7933: C
7934: B
7935: C
7936: A
7937: B
7938: D
7939: C
7940: B