Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3897626 Português
A concordância verbal em língua portuguesa apresenta exceções e variações de uso em determinadas estruturas sintáticas, exigindo atenção especial do falante e do escritor. Considerando essas situações, assinale a alternativa em que o verbo está empregado de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q3897622 Português

A regência nominal é um dos temas mais complexos da norma-padrão da língua portuguesa, especialmente porque certas construções incorretas se popularizaram na linguagem cotidiana. Observe atentamente as afirmações abaixo e analise, à luz da norma culta, quais apresentam regência nominal correta.



I. O aluno está adaptado com as novas regras da instituição.


II. Estou plenamente convicto de que suas intenções são verdadeiras.


III. A jovem foi reinserida em um novo grupo social após a reabilitação.


IV. O palestrante demonstrou certeza que a pesquisa seria aprovada. 


V. Os rapazes foram obedientes a seus pais durante toda a infância.



Em quais afirmativas o emprego da regência nominal está correto em todas as ocorrências?

Alternativas
Q3897553 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
Na frase: "Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria", a oração 'que sua gestão é séria' tem a função de:
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Q3897552 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
A expressão 'guardiões destes processos', do quarto parágrafo, indica que os responsáveis pelo controle interno estão inseridos em que tipo de regência?
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Q3897470 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


No excerto "...catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos", o termo "que" desempenha a função sintática de:
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Q3897467 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Em "Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta", a função coesiva de "porém” corresponde a:
Alternativas
Q3897016 Português

A concordância nominal, embora siga regras gerais de harmonia entre o substantivo e seus determinantes, apresenta casos específicos que exigem atenção, especialmente quando há adjetivos compostos, numerais, expressões invariáveis ou palavras como "mesmo", "próprio", "anexo" e "incluso".


Analise as afirmativas a seguir e identifique em quais há concordância nominal de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.



I. Seguem anexos os documentos solicitados na reunião.


II. As alunas mesmas elaboraram o relatório sem ajuda externa.


III. As portas e janelas permaneceram fechados durante a tempestade.


IV. É proibida a entrada de visitantes sem identificação prévia.



Em quais afirmativas o uso da concordância nominal está correto? 

Alternativas
Q3897013 Português

As conjunções coordenativas exercem papel essencial na construção lógica do período composto, estabelecendo entre as orações relações semânticas como adição, contraste, alternância, conclusão e explicação. O domínio dessas relações é fundamental para a interpretação e a coesão textual, já que a troca de uma conjunção por outra pode alterar completamente o sentido de uma frase.


Com base nas regras de uso e classificação das conjunções coordenativas, assinale a alternativa em que a conjunção destacada está corretamente classificada quanto ao seu tipo. 

Alternativas
Q3897012 Português

A regência verbal é um dos temas mais delicados da norma-padrão, pois envolve o reconhecimento de quando um verbo exige complemento direto, indireto, ambos ou nenhum.


Com base nas regras de regência verbal, assinale a alternativa em que o verbo está corretamente empregado conforme a norma-padrão da língua portuguesa. 

Alternativas
Q3896924 Português

Considere as afirmativas abaixo, relativas à estrutura da frase, às classes gramaticais e ao comportamento morfossintático dos vocábulos na oração. Registre V, para as verdadeiras, e F, para as falsas:



(__)O vocábulo "mesmo", ao ser empregado como pronome enfático, pode retomar um sujeito anteriormente expresso, com valor de reforço anafórico, mantendo-se invariável em gênero e número, independentemente do termo a que se refere.


(__)Em orações com ênfase estilística, a anteposição de complementos verbais ao verbo é possível sem prejuízo sintático, embora exija ajuste prosódico e pontuação, principalmente em registros formais da língua escrita culta.


(__)A palavra "como", quando introduz uma oração adverbial de causa e antepõe-se à oração principal, pode ser classificada como conjunção subordinativa causal, desde que a oração tenha valor explicativo e esteja relacionada a um fato já conhecido pelo interlocutor.



Assinale a alternativa com a sequência correta:

Alternativas
Q3896922 Português
A descrição da língua, em seus níveis morfossintático, semântico e normativo, envolve o reconhecimento da organização hierárquica das unidades linguísticas, a identificação dos papéis semânticos e funções sintáticas dos constituintes oracionais, bem como o domínio das regras de concordância, regência e colocação. Tais aspectos revelam a complexidade do funcionamento gramatical da língua, cuja observação atenta é imprescindível tanto para a análise quanto para o uso preciso do idioma. Diante desse quadro, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3896896 Português

A concordância nominal, embora siga regras gerais de harmonia entre o substantivo e seus determinantes, apresenta casos específicos que exigem atenção, especialmente quando há adjetivos compostos, numerais, expressões invariáveis ou palavras como "mesmo", "próprio", "anexo" e "incluso".


Analise as afirmativas a seguir e identifique em quais há concordância nominal de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.



I.Seguem anexos os documentos solicitados na reunião. 


II.As alunas mesmas elaboraram o relatório sem ajuda externa.


III.As portas e janelas permaneceram fechados durante a tempestade.


IV.É proibida a entrada de visitantes sem identificação prévia.



Em quais afirmativas o uso da concordância nominal está correto?

Alternativas
Q3896895 Português

As conjunções coordenativas exercem papel essencial na construção lógica do período composto, estabelecendo entre as orações relações semânticas como adição, contraste, alternância, conclusão e explicação. O domínio dessas relações é fundamental para a interpretação e a coesão textual, já que a troca de uma conjunção por outra pode alterar completamente o sentido de uma frase.


Com base nas regras de uso e classificação das conjunções coordenativas, assinale a alternativa em que a conjunção destacada está corretamente classificada quanto ao seu tipo

Alternativas
Q3896892 Português

A regência verbal é um dos temas mais delicados da norma-padrão, pois envolve o reconhecimento de quando um verbo exige complemento direto, indireto, ambos ou nenhum.


Com base nas regras de regência verbal, assinale a alternativa em que o verbo está corretamente empregado conforme a norma-padrão da língua portuguesa.

Alternativas
Q3896396 Português

A regência verbal é um dos temas mais delicados da norma-padrão, pois envolve o reconhecimento de quando um verbo exige complemento direto, indireto, ambos ou nenhum.


Com base nas regras de regência verbal, assinale a alternativa em que o verbo está corretamente empregado conforme a norma-padrão da língua portuguesa.

Alternativas
Q3896393 Português

As conjunções coordenativas exercem papel essencial na construção lógica do período composto, estabelecendo entre as orações relações semânticas como adição, contraste, alternância, conclusão e explicação. O domínio dessas relações é fundamental para a interpretação e a coesão textual, já que a troca de uma conjunção por outra pode alterar completamente o sentido de uma frase.


Com base nas regras de uso e classificação das conjunções coordenativas, assinale a alternativa em que a conjunção destacada está corretamente classificada quanto ao seu tipo.

Alternativas
Q3896392 Português

A concordância nominal, embora siga regras gerais de harmonia entre o substantivo e seus determinantes, apresenta casos específicos que exigem atenção, especialmente quando há adjetivos compostos, numerais, expressões invariáveis ou palavras como "mesmo", "próprio", "anexo" e "incluso".


Analise as afirmativas a seguir e identifique em quais há concordância nominal de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.



I.Seguem anexos os documentos solicitados na reunião. 


II.As alunas mesmas elaboraram o relatório sem ajuda externa.


III.As portas e janelas permaneceram fechados durante a tempestade.


IV.É proibida a entrada de visitantes sem identificação prévia.



Em quais afirmativas o uso da concordância nominal está correto?

Alternativas
Q3895756 Português

A concordância verbal, especialmente em estruturas sintáticas complexas que envolvem sujeitos compostos, orações intercaladas, voz passiva sintética ou o uso de verbos impessoais, representa um dos desafios mais significativos da norma culta. O falante, muitas vezes, realiza a concordância por atração com o termo mais próximo ou pela lógica semântica aparente, ignorando o verdadeiro núcleo do sujeito ou as regras específicas para sujeitos pospostos ao verbo, o que pode gerar desvios gramaticais em contextos formais, como na redação de laudos ou pareceres técnicos.


Assim, analise as afirmativas a seguir sobre as regras de concordância verbal na norma culta:



I. Em "Faltou, na reunião, os argumentos decisivos", ocorre um desvio da norma culta, pois o sujeito composto posposto ("os argumentos decisivos") exige o verbo no plural ("Faltaram").


II. Na oração "Houveram muitos protestos contra a medida", a concordância está correta, pois o verbo "haver" concorda com o sujeito plural "muitos protestos", indicando sua ocorrência.


III. Na sentença "Basta de reclamações!", o verbo "bastar" está corretamente no singular, pois "reclamações" é objeto indireto regido pela preposição "de", funcionando o verbo como intransitivo.



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3895753 Português

A regência verbal trata da relação de subordinação que se estabelece entre um verbo (termo regente) e seus complementos (termos regidos), determinando a necessidade ou não de uma preposição específica. A complexidade da regência na língua portuguesa reside no fato de que alguns verbos alteram seu significado conforme mudam a preposição (como 'aspirar' ou 'visar'), enquanto outros, como 'implicar' ou 'assistir', possuem regências distintas na norma culta e no uso coloquial, criando armadilhas frequentes em contextos formais de escrita e fala, como na elaboração de documentos oficiais.


Considerando as regras de regência verbal estabelecidas pela gramática normativa para o uso formal da língua, assinale a alternativa que apresenta uma construção totalmente correta.

Alternativas
Q3895752 Português

A coesão textual é o mecanismo linguístico que garante a conexão lógico-semântica entre as partes de um texto, utilizando-se de diversos recursos, como conectores, preposições e pronomes. A escolha inadequada de um conector pode alterar drasticamente o sentido pretendido, transformando uma relação de causa em consequência, ou uma adversidade em conclusão. Em textos técnicos e acadêmicos, como os voltados para a educação especializada, a precisão na articulação das ideias é fundamental para a clareza da argumentação e para evitar ambiguidades que comprometam a validade da informação transmitida.


Acerca do valor semântico dos conectores e sua função na coesão textual, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:



(__) O conector "portanto" é classificado como adversativo, sendo semanticamente equivalente a "contudo", utilizado para introduzir uma ideia que se opõe à anterior.


(__) Em "Ele estudou muito, *logo* foi reprovado", o conector "logo" está empregado corretamente para indicar a consequência esperada da ação anterior, estabelecendo uma relação de causa e efeito direta.


(__) A conjunção "embora" introduz uma oração causal, explicando o motivo pelo qual a oração principal ocorre, possuindo o mesmo valor semântico de "visto que". 


(__) Na sentença "O evento foi cancelado, *porquanto* o palestrante adoeceu", o conector "porquanto" estabelece uma relação de causa/explicação, podendo ser substituído por "porque" ou "visto que".



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:

Alternativas
Respostas
7281: C
7282: C
7283: D
7284: B
7285: B
7286: B
7287: A
7288: D
7289: D
7290: C
7291: C
7292: D
7293: C
7294: D
7295: C
7296: B
7297: B
7298: A
7299: C
7300: C