Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Com base nessas regras e nas particularidades de concordância verbal, assinale a alternativa em que TODAS as construções estão corretas de acordo com a norma-padrão.
I. As fotos seguem anexos ao e-mail, e as planilhas, inclusas ao relatório final.
II. As alunas mesmas reconheceram que estavam meio nervosas antes da apresentação.
III. É proibida a permanência de pessoas estranhas na área restrita da empresa.
IV. Os relatórios técnico-administrativos foram elaborados de forma bastante precisa.
V. As crianças estavam só no pátio, aguardando a chegada dos professores.
Em quais das afirmativas lidas o emprego da concordância nominal está correto em todas as ocorrências?
"Grande parte dos profissionais que compõem o setor de auditoria reconheceram o esforço da equipe e disseram estar satisfeitos com os resultados obtidos, ainda que se reconheça a existência de ajustes pontuais a serem feitos."
Com base na norma-padrão da língua portuguesa, analise a correção da concordância verbal na sentença acima e assinale a alternativa correta:
(I) Vítor é um jogador muito esperto.
(II) Discordo muito das atitudes de Vítor.
Assinale a alternativa que apresenta uma junção correta dos enunciados I e II acima.
“É preciso botar a cachola para pensar com paciência e dedicação para fortalecer nossa mente racional”
A palavra destacada acima possui o sentido de _______ e pode ser substituída adequadamente por “_______”.
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.
Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos
Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.
É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.
Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.
O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.
A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.
É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.
Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.
Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.
Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.
Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.
Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.
Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.
Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.
Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.
As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.
Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).
Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como
recuperar a clareza
O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.
Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental.
A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo.
Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica.
O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.
Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.
O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-
sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).
Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como
recuperar a clareza
O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.
Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental.
A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo.
Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica.
O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.
Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.
O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-
sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).
“Meu amigo, não fique com vergonha de pedir qualquer coisa.”
O termo indica um(a) _______, com a função sintática de _______.”
I. Nem Carla nem Beatriz gosta de participar das competições.
II. Pedro ou Lucas serão o escolhido para a apresentação final.
III. Eu com meus amigos organizamos o torneio da escola.
IV. Você ou seu primo será o responsável pelo time.
Assinale a alternativa que corresponde às afirmativas CORRETAS:
Belas inteligência e dedicação marcaram a trajetória da pesquisadora.
Assinale a alternativa que indica corretamente o erro de concordância presente na oração.
I. Ela comprou blusa e saia elegante.
II. Permaneceu fechado a porta e a janela durante a noite.
III. Ele gosta das disciplinas matemática e física.
IV. Ele estudou a língua inglesa e alemã.
Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE em quais afirmativas há erro de concordância:
Considere o seguinte trecho retirado de um diálogo cotidiano, no qual se observa o uso de diferentes classes gramaticais desempenhando funções específicas na estrutura da frase:
“Disse que queria um salgado quando a vimos bem cedo.”
As palavras destacadas no período (cada uma pertencente a uma classe gramatical distinta e exercendo papel próprio na construção do sentido) devem ser analisadas de acordo com sua função morfossintática e sua classificação na gramática normativa da língua portuguesa.
Com base nessa análise, assinale a alternativa que apresenta, na ordem correta, a classificação das palavras destacadas
Uma revolução educacionista para completar a Abolição
"O novo livro de Cristovam Buarque, A última trincheira da escravidão, inscreve-se na melhor tradição de pensadores que souberam projetar o Brasil para além do imediato. Diante da nossa imoral desigualdade social, todos ficam tentados a discutir políticas sociais de efeito imediato. Trata-se de aliviar o sofrimento de milhões de brasileiros. O quanto antes. Mas isso não nos deveria eximir de pensar o médio e o longo prazos. E imaginar mudanças para que o nosso desenvolvimento corrija o atraso, a pobreza e a exclusão. Só assim teremos um projeto de país.(...)
Quem tem o privilégio de ler esse seu livro, logo se convence da importância da cruzada de Cristovam por uma revolução educacionista. Imaginar um Brasil desenvolvido e socialmente justo depende de uma condição essencial: uma educação básica de qualidade com acesso equitativo para ricos e pobres. Nesse livro, Cristovam mostra que o acesso equitativo à escola de qualidade é o principal vetor do desenvolvimento. Mais do que um mero investimento ou política social. E apresenta uma proposta consistente de um Sistema Único Nacional Público para a educação de base.
O mapa para alguém ser livre é a escola quem dá. Sem a educação de qualidade, ninguém pode saber o caminho para viver livremente na contemporaneidade. Somente no século 21, o Brasil começou a matricular todos na escola. Mas em escolas desiguais. Aí surge a última trincheira da escravidão: a dualidade da escola-senzala e da escola-casa-grande.(...)
Os descendentes sociais dos escravizados estão nas escolas de baixa qualidade. Sem acesso ao aparato básico para exercer uma cidadania plena no novo mundo digital. Eles são a vasta maioria do povo brasileiro. Já para os descendentes sociais dos escravocratas, este triste país garante escolas de nível internacional e lhes proporciona uma formação com todas as ferramentas do conhecimento necessárias para trabalhar e empreender no novo ambiente tecnológico."
(Trecho de artigo de opinião escrito por Maurício Rands, Advogado formado pela FDR da UFPE, Ph.D. pela Universidade Oxford.)
Leia o trecho adaptado do livro A Última Trincheira da Escravidão, de Cristovam Buarque:
"Sem a educação de qualidade, ninguém pode saber o caminho para viver livremente na contemporaneidade.”
Nesse trecho, observa-se o emprego de uma vírgula logo após a expressão inicial. A pontuação utilizada não é aleatória: ela cumpre uma função sintática específica dentro da estrutura da oração, separando elementos para organizar e esclarecer o sentido da frase. Considerando as regras de uso da vírgula na língua portuguesa, a vírgula usada nesse trecho tem a função de: