🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 51.694 questões

Q1389363 Português

Texto I 

Sua carreira em tempos de guerra 



(Texto adaptado de BERNHOEFT, R. Revista Você S/A – Edição 58 – abril/03) 




Texto II 


A doença da pressa 


(Texto adaptado de NOVAES, L. In: Com ciência. Revista Eletrônica de Jornalismo

Científico – SBPC http://www.comciencia.br/comciencia)

Da análise atenta do segundo parágrafo, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FAUEL Órgão: Prefeitura de Maringá - PR
Q1231729 Português
A política do pão e circo   Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo de que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Esse método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e, durante os eventos, eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraía e se alimentava, também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.   Essa situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com a do Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente, e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e tentando evitar que as massas se rebelem, criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela as economicamente desfavorecidas e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.   Esses programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, na educação e na qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E, em vez dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas.   A saída dessa dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente e assim garantir seu futuro e o de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.   Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e, assim, desligar-se desse vínculo com o “pão e circo”, pois esses são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim para crescer em conjunto.   Texto adaptado de <http://www.artigonal.com/politica-artigos/a-politicado- pao-e-circo-84140.html>. Acesso em 17 ag 2009.
Assinale a alternativa cujo elemento destacado é variável quanto à flexão em outros contextos.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1230489 Português
O cérebro humano é um órgão que absorve quase 25% da glicose que consumimos e 20% do oxigênio que respiramos. Carregar neurônios ou sinapses que interligam os neurônios em demasia é uma desvantagem evolutiva, e não uma vantagem, como se costuma afirmar.
Todos nós nascemos com muito mais sinapses do que precisamos. Aqueles que crescem em ambientes seguros e tranquilos vão perdendo essas sinapses, que acabam se conectando entre si, fenômeno chamado de regressão sináptica.
Portanto, toda criança nasce com inteligência, mas aquelas que não a usam vão perdendo-a com o tempo. Por isso, menino de rua é mais esperto do que filho de classe média que fica tranquilamente assistindo às aulas de um professor. Estimular o cérebro da criança desde cedo é uma das tarefas mais importantes de toda mãe e todo pai modernos.
Sempre fui a favor de videogames, considerados uma praga pela maioria dos educadores e pedagogos. Só que bons videogames impedem a regressão sináptica, porque enganam o cérebro fazendo-o achar que seus filhos nasceram num ambiente hostil e perigoso, sinal de que vão precisar de todas as sinapses disponíveis. O truque é encontrar bons jogos, mas não é tarefa impossível. (...)
Como em tudo na vida, é necessário ter moderação nas horas devotadas ao videogame. Mas ele é uma ótima forma de estimular o cérebro da criança e impedir sua regressão sináptica, além de ensinar planejamento, paciência, disciplina e raciocínio, algo que nem sempre se aprende numa sala de aula.
(Trecho do texto “A favor dos videogames”, de Stephen Kanitz, Revista Veja, ed. 1926, 12 out. 2005, p. 22)
Na sequência “Só que bons videogames impedem a regressão sináptica, porque enganam o cérebro fazendo-o achar que seus filhos nasceram num ambiente hostil e perigoso, sinal de que vão precisar de todas as sinapses disponíveis”, a expressão grifada “Só que” estabelece qual nexo de sentido com o trecho antecedente?
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Ituporanga - SC
Q1226846 Português
Texto
Acontece que Portugal e Inglaterra eram aliados de quinhentos anos – uma aliança tão antiga que, quando começou, a numeração de seus henriques e manueis ainda estava no zero. Ao mesmo tempo, D. João, como muitos portugueses, tinha um chiquê por tudo que fosse francês – a língua, a literatura, os perfumes, os molhos, os doces, os queijos – e se mortificava com a ideia de que a França se lhe tornasse hostil. Mas não podia se submeter a Napoleão e muito menos mandá-lo se roçar nas ostras, como gostaria, porque o corso podia se ofender e retaliar. D. João pensou até em oferecer em casamento seu herdeiro, D. Pedro, a alguma sobrinha de Napoleão – o que, além de vergonhoso, parecia prematuro porque D. Pedro tinha, então, apenas 9 anos.
CASTRO, Ruy. Era no tempo do rei. Um romance da chegada da Corte. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 22
Observe as afirmativas abaixo:
I. Os pronomes oblíquos lhe e lo, destacados no texto, referem-se, respectivamente, a D. João e a Napoleão.
II. Os vocábulos francês e até obedecem à mesma regra de acentuação gráfica.
III. Em “não podia se submeter a Napoleão” e “porque o corso podia se ofender” se é um pronome reflexivo com a função de objeto direto.
IV. Em “D. Pedro tinha, então, apenas 9 anos.”, então pode ser substituído por pois, sem prejuízo gramatical ou de sentido.
V. “Retaliar” é um verbo intransitivo que está sendo usado no texto com o sentido de “vingar-se”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FUNRIO Órgão: MJSP
Q1224579 Português
TEXTO 2
O QUE É O PRONASCI
Pronasci inova no enfrentamento ao crime Desenvolvido pelo Ministério da Justiça, o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) marca uma iniciativa inédita no enfrentamento à criminalidade no país. O projeto articula políticas de segurança com ações sociais; prioriza a prevenção e busca atingir as causas que levam à violência, sem abrir mão das estratégias de ordenamento social e segurança pública. Entre os principais eixos do Pronasci destacam-se a valorização dos profissionais de segurança pública; a reestruturação do sistema penitenciário; o combate à corrupção policial e o envolvimento da comunidade na prevenção da violência. Para o desenvolvimento do Programa, o governo federal investirá R$ 6,707 bilhões até o fim de 2012. Além dos profissionais de segurança pública, o Pronasci tem também como público-alvo jovens de 15 a 24 anos à beira da criminalidade, que se encontram ou já estiveram em conflito com a lei; presos ou egressos do sistema prisional; e ainda os reservistas, passíveis de serem atraídos pelo crime organizado em função do aprendizado em manejo de armas adquirido durante o serviço militar.
Veja os estados que já contam com o Pronasci: Alagoas, Acre, Bahia, Ceara, DF e Entorno, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe A execução do Pronasci se dará por meio de mobilizações policiais e comunitárias. A articulação entre os representantes da sociedade civil e as diferentes forças de segurança – polícias civil e militar, corpo de bombeiros, guarda municipal, secretaria de segurança pública – será realizada pelo Gabinete de Gestão Integrada Municipais (GGIM). O Pronasci será coordenado por uma secretaria-executiva em nível federal e regionalmente dirigido por uma equipe que atuará junto aos GGIM e tratará da implementação das ações nos municípios.
Para garantir a realização das ações no país serão celebrados convênios, contratos, acordos e consórcios com estados, municípios, organizações não-governamentais e organismos internacionais.
A instituição responsável pela avaliação e acompanhamento do Programa será a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Além da verificação dos indicadores, ainda será feita a avaliação do contexto econômico e social. O controle mais abrangente do Programa contará com a participação da sociedade.
(Fonte:http://www.mj.gov.br/data/Pages/MJE24D0EE7ITEMIDAF1131EAD238415B96108A0B8A0E7398PTBRNN.htm)
A oração “que levam à violência” (primeiro parágrafo do texto 2) pode ser classificada como: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-PA
Q1213144 Português
Informática e educação
O termo informática resulta da aglutinação dos vocábulos informação e automática, traduzindo-se conceitualmente como “conjunto de conhecimentos e técnicas ligados ao tratamento racional e automático de informação, o qual se encontra associado à utilização de computadores e respectivos programas”. Como ferramenta de trabalho, a informática contribui inequivocamente para a elevação da produtividade, diminuição de custos e otimização da qualidade dos serviços. Já como ferramenta cultural ou de entretenimento, suas possibilidades são quase infinitas.
Não há como deixar de usar os recursos da informática nos processos educativos. Ela coloca à disposição dos interessados um sem-número de opções e campos de pesquisa, para muito além de um simples adestramento tecnológico. Ela já está configurando os paradigmas de um novo tempo e de um novo universo a ser explorado. Entre outras vantagens, ressalte-se a rápida e efetiva troca de informações entre especialistas e não especialistas, a transação de experiências em tempo real, a abertura de um diálogo imediato entre pontos distanciados no espaço. Para além da simples estupefação tecnológica, que toma de assalto aos mais ingênuos, a informática oferece uma transposição jamais vista dos limites físicos convencionais.
Mas essa nova maravilha não deixa de ser uma ferramenta que, por maior alcance que tenha, estará sempre associada ao uso que dela se faça. Dependendo de seu emprego, tanto pode tornar-se a expressão da mais alta criação humana como a do nosso gênio destrutivo. Assim, há que capacitar os educandos em geral não apenas no que diz respeito à competência técnica, como também à preservação da crítica e da ética.
Os educadores costumam dividir-se, diante dos recursos da Internet: há quem considere abominável a facilidade das “pesquisas prontas”, que dispensam o jovem de um maior esforço; mas há quem julgue essa abundância de material um oportuno e novo desafio para os critérios de seleção do que seja ou não relevante. É bom lembrar a advertência de um velho professor: quem acredita que o computador efetivamente “pensa”, ao menos certifique-se de que ele o faz para nós, e não por nós.
(Baseado em matéria da Revista Espaço Acadêmico, n. 85, junho/2008)

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: AL-SC
Q1212063 Português
Analise o texto abaixo:   As secretárias ----------------- providenciaram a documentação, pois  -------------- , na solicitação,  ---------------- exigência.
Assinale a alternativa que preenche correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Alternativas
Q1211580 Português
“[...] E, se nos tornamos professores de português, esse enorme bicho-papão gramatical se atravessa no nosso caminho profissional”.
Na primeira ocorrência, ajustando-se a flexão modo-temporal do verbo “tornar-se”, o elemento linguístico se poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1208683 Português
Chuva com lembranças
Começam a cair uns pingos de chuva. Tão leves e raros que nem as borboletas ainda perceberam, e continuam a pousar, às tontas, de jasmim em jasmim. As pedras estão muito quentes, e cada gota que cai logo se evapora. Os meninos olham para o céu cinzento, estendem a mão – vão fazer outra coisa. (Como desejariam pular em poças d’água! – Mas a chuva não vem...)
Nas terras secas, tanta gente a esta hora está procurando, também, no céu um sinal de chuva! E nas terras inundadas, quanta gente estará suspirando por um raio de sol!
Penso em chuvas de outrora: chuvas matinais, que molham cabelos soltos, que despencam as flores das cercas, que entram pelos cadernos escolares e vão apagar a caprichosa caligrafia dos exercícios! (...)
Chuvas modernas, sem trovoadas, sem igrejas em prece, mas com as ruas igualmente transformadas em rios, os barracos a escorregarem pelos morros; barreiras, pedras, telheiros a soterrarem pobre gente! Chuvas que interrompem estradas, estragam lavouras, deixam na miséria aqueles que justamente desejariam a boa rega do céu para a fecundidade de seus campos...
(Cecília Meireles. Escolha o seu sonho. 7ª ed. Rio de Janeiro: Record, s. d., p. 74-76)
No segundo parágrafo do texto, “terras secas” e “terras inundadas” apresentam uma relação de: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TJ-AP
Q1205832 Português
Atenção: A questão refere-se ao texto que segue.   Entre ações e acionistas   Nosso velho Machado de Assis não cansa de nos passar lições sobre a atualidade – ele, que morreu há mais de cem anos. Há mesmo quem diga que o velhinho está escrevendo cada vez melhor... Essa força vem, certamente, da atualização, sempre possível e vantajosa, dos escritos machadianos. Melancolicamente, isso também significa que a história da humanidade não avançou tanto, pelo menos não a ponto de desmentir conclusões a que Machado chegou em seu tempo. Num de seus contos, lembra-nos o escritor que os homens, sobretudo os de negócios, costumam reunir-se em associações empresariais, mas cada um dos acionistas não cuida senão de seus dividendos... A observação é ferina, pelo alcance que lhe podemos dar: é o egoísmo humano, afinal de contas, que está na origem de todas as nossas iniciativas de agrupamento e colaboração. É o motor do interesse pessoal que nos põe em marcha na direção de um objetivo supostamente coletivo. Haverá muito exagero, talvez, nessa consideração machadiana – mas ela não deixa de ser instigante, obrigandonos a avaliar os reais motivos pelos quais tantas vezes promovemos agrupamentos e colaborações. É como se Machado desconfiasse da pureza ética do nosso suposto desprendimento e preferisse vasculhar em nosso íntimo a razão verdadeira de cada ato. Com a referência às ações e aos acionistas, o escritor pôs a nu o sentido mesmo do capitalismo, esse sistema econômico ao qual todos aderem para garantir sua parte. A crise que se abateu recentemente sobre os Estados Unidos, com repercussão mundial, provou que, quando todos só querem ganhar, todos podem perder, e o decantado associacionismo acaba revelando seu rosto mais cruel. Talvez seja melhor torcermos para que Machado nem sempre tenha razão.   (Júlio Ribamar de Castilho, inédito)
Está coerente, clara e correta a redação da frase:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TRT - 4ª REGIÃO (RS)
Q1205150 Português
Janelas quebradas    A deterioração da paisagem urbana é lida como ausência dos poderes públicos, portanto enfraquece os controles impostos pela comunidade, aumenta a insegurança e convida à prática de crimes. Essa tese, defendida pela primeira vez em 1982 pelos americanos James Wilson e George Kelling, recebeu o nome de “teoria das janelas quebradas”. Segundo ela, a presença de lixo nas ruas e de grafite sujo nas paredes provoca mais desordem, induz ao vandalismo e aos pequenos crimes. Com base nessas ideias, a cidade de Nova York iniciou, nos anos 1990, uma campanha para remover os grafites do metrô, que resultou numa diminuição dos crimes realizados em suas dependências.    O sucesso da iniciativa serviu de base para a política de “tolerância zero” posta em prática a seguir. Medidas semelhantes foram adotadas em diversas cidades dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Holanda, da Indonésia e da África do Sul. Mas, apesar da popularidade, a teoria das janelas quebrada gerou controvérsias nos meios acadêmicos, por falta de dados empíricos capazes de comprová-la.    Mas houve, sim, alguns experimentos bem sucedidos. Na Holanda, um deles foi conduzido numa área de compras da cidade de Groningen. Para simular ordem, os pesquisadores limparam a área e colocaram um aviso bem visível de que era proibido grafitar. Para a desordem, grafitaram as paredes da mesma área, apesar do aviso para não fazê-lo. A grafitagem constava apenas de rabiscos mal feitos, para evitar confusão com arte. Em ambas as situações, penduraram um panfleto inútil nos guidões de bicicletas, de modo que precisasse ser retirado pelo ciclista antes de partir. Não havia lixeiras no local. Na situação ordeira, sem grafite, 77% dos ciclistas levaram o panfleto embora. Na presença do grafite, apenas 31% o fizeram, os demais jogaram-no no chão.    Em outra experiência holandesa, foi colocado, numa caixa de correio da rua, um envelope parcialmente preso à boca da caixa (como se tivesse deixado de cair para dentro dela) com uma nota de 5 em seu interior, em local bem visível para os transeuntes. Na situação ordeira, a caixa estava sem grafite e sem lixo em volta; na situação de desordem, a caixa estava grafitada e com lixo em redor. Dos transeuntes que passaram diante da caixa limpa, 13% furtaram o dinheiro. Esse número aumentou para 27% quando havia grafite e sujeira. A mensagem é clara: desordem e sujeira nas ruas mais do que duplicam o número de pessoas que praticam contravenções ou pequenos crimes no espaço público.    (Adaptado de Drauzio Varella, Folha de S. Paulo, 18/07/2009)     As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: DNOCS
Q1196866 Português
     A exploração dos recursos naturais da Terra permite à humanidade atingir patamares de conforto cada vez maiores. Diante da abundância de riquezas proporcionada pela natureza, sempre se aproveitou dela como se o dote fosse inesgotável. Essa visão foi reformulada. Hoje se sabe que a maioria dos recursos naturais de que o homem depende para manter seu padrão de vida pode desaparecer num prazo relativamente curto, e que é urgente evitar o desperdício. Um relatório publicado recentemente dá a dimensão de como a exploração desses recursos saiu do controle e das consequências que isso pode ter no futuro. O estudo mostra que o atual padrão de consumo de recursos naturais pela humanidade supera em 30% a capacidade do planeta de recuperá-los. Ou seja, a natureza não dá mais conta de repor tudo o que o bicho-homem tira dela.        A exploração abusiva do planeta já tem consequências visíveis. A cada ano, desaparece uma área equivalente a duas vezes o território da Holanda. Metade dos rios do mundo está contaminada por esgoto, agrotóxicos e lixo industrial. A degradação e a pesca predatória ameaçam reduzir em 90% a oferta de peixes utilizados para a alimentação. As emissões de CO₂ cresceram em ritmo geométrico nas últimas décadas, provocando o aumento da temperatura do globo.        Evitar uma catástrofe planetária é possível. O grande desafio é conciliar o desenvolvimento dos países com a preservação dos recursos naturais. Para isso, segundo os especialistas, são necessárias soluções tecnológicas e políticas. O engenheiro agrônomo uruguaio Juan Izquierdo, do Programa das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, propõe que se concedam incentivos e subsídios a agricultores que produzam de forma sustentável. "Hoje a produtividade de uma lavoura é calculada com base nos quilos de alimentos produzidos por hectare. No futuro, deverá ser baseada na capacidade de economizar recursos escassos, como a água", diz ele.        Como mostra o relatório, é preciso evitar a todo custo que se usem mais recursos do que a natureza é capaz de repor.     (Adaptado de Roberta de Abreu Lima e Vanessa Vieira. Veja,5 de novembro de 2008, pp. 96-99) 
... que a maioria dos recursos naturais de que o homem depende ... (1º parágrafo)
A frase cuja lacuna estará corretamente preenchida pela expressão grifada acima é:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: IESES Órgão: TJ-MA
Q1193836 Português
Assinale a alternativa que NÃO OBEDECE à norma culta da língua.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: Quadrix Órgão: SEAD-RN
Q1193150 Português
A crise que estamos esquecendo
O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a viol A crise que estamos esquecendo
 O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a violência contra professores e a grosseria no convívio em casa. Duas pontas da nossa sociedade se unem para produzir isso: falta de autoridade amorosa dos pais (e professores) e péssimo exemplo de autoridades e figuras públicas. Pais não sabem resolver a má-criação dos pequenos e a insolência dos maiores. Crianças xingam os adultos, chutam a babá, a psicóloga, a pediatra. Adolescentes chegam de tromba junto do carro em que os aguardam pai ou mãe: entram sem olhar aquele que nem vira o rosto para eles. Cumprimento, sorriso, beijo? Nem pensar. Como será esse convívio na intimidade? Como funciona a comunicação entre pais e filhos? Nunca será idílica, isso é normal: crescer é também contestar. Mas poderíamos mudar as regras desse jogo: junto com afeto, deveriam vir regras, punições e recompensas. Que tal um pouco de carinho e respeito, de parte a parte? Para serem respeitados, pai e mãe devem impor alguma autoridade, fundamento da segurança dos filhos neste mundo difícil, marcando seus futuros relacionamentos pessoais e profissionais. Mal-amados, mal-ensinados, jovens abrem caminho às cotoveladas e aos pontapés. Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás. Um adolescente empurra a professora, que bate a cabeça na parede e sofre uma concussão. Um menininho chama a professora de “vadia”, em aula. Professores levam xingações de pais e alunos, além de agressões físicas, cuspidas, facadas, empurrões. Cresce o número de mestres que desistem da profissão: pudera. Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, entram e saem da sala enquanto alguém trabalha para o bem desses que o tratam como um funcionário subalterno. Onde aprenderam isso, se não, em primeira instância, em casa? O que aconteceu conosco? Que trogloditas somos – e produzimos –, que maltrapilhos emocionais estamos nos tornando, como preparamos a nova geração para a vida real, que não é benevolente nem dobra sua espinha aos nossos gritos? Obviamente não é assim por toda a parte, nem os pais e mestres são responsáveis por tudo isso, mas é urgente parar para pensar. Na outra ponta, temos o espetáculo deprimente dos escândalos e da impunidade reinante. Um Senado que não tem lugar para seus milhares de funcionários usarem computador ao mesmo tempo, e nem sabia quantos diretores tinha: 180 ou trinta? Autoridades que incitam ao preconceito racial e ao ódio de classes? Governos bons são caluniados, os piores são prestigiados. Não cedemos ao adversário nem o bem que ele faz: que importa o bem, se queremos o poder? Guerra civil nas ruas, escolas e hospitais precários, instituições moralmente falidas, famílias desorientadas, moradias sub-humanas, prisões onde não criaríamos porcos. Que profunda e triste impressão, sobretudo nos mais simples e desinformados e naqueles que ainda estão em formação. Jovens e adultos reagem a isso com agressividade ou alienação em todos os níveis de relacionamento. O tema “violência em casa e na escola” começa a ser tratado em congressos, seminários, entre psicólogos e educadores. Não vi ainda ações eficazes. Sem moralismo (diferente de moralidade) nem discursos pomposos ou populistas, pode-se mudar uma situação que se alastra – ou vamos adoecer disso que nos enoja. Quase todos os países foram responsáveis pela gravíssima crise financeira mundial. Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito. Cada um de nós pode escolher entre ignorar e transformar. Melhor promover a sério e urgentemente uma nova moralidade, ou fingimos nada ver, e nos abancamos em definitivo na pocilga.
(Luft, Lya. Revista Veja. Edição 2107 – ano 42- nº 14. Ed. Abril. 08 de abril de 2009)
Considere o seguinte trecho: “Um adolescente empurra a professora...” (3º§). Em qual das alternativas abaixo, o termo destacado NÃO apresenta a mesma função sintática do termo sublinhado anteriormente?
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1189325 Português
Leia o texto para responder à questão
As marcas do amor O fim de um relacionamento e até a distância temporária entre amados podem ter impacto direto sobre a saúde
Adriana Prado e João Loes 

São muitos os estudos que mostram os benefícios da vida conjugal. Pessoas casadas, por exemplo, adoecem menos, dormem e comem melhor do que as solteiras. Homens casados têm na companheira uma confidente com quem compartilham problemas que não seriam discutidos com ninguém.  

Estatisticamente, as mulheres casadas vivem em bairros melhores, têm planos de saúde mais completos e uma vida mais tranquila do que as solteiras. Mas o que acontece quando os apaixonados são obrigados a se afastar? Dois novos estudos mostram que os efeitos de um amor frustrado ou distante marcam, fisicamente - e às vezes permanentemente -, os que sofrem com essas situações.  

Tomemos o divórcio como exemplo. Mesmo quando o fim do casamento é consensual, discutir a guarda dos filhos, dividir bens e encerrar um projeto idealizado como infinito é terrivelmente desgastante emocionalmente. O sentimento de culpa e desencantamento com o amor são bastante comuns. "Quem passa por um divórcio é como um soldado que volta da guerra", explica Linda Waite, socióloga da Universidade de Chicago e coautora do estudo "Biografia Matrimonial e Saúde na Meia-idade".  

"A pessoa traz algumas cicatrizes que a acompanharão por toda a vida, mesmo que ela se case de novo", afirmou Linda à ISTOÉ. E por cicatrizes ela se refere a um aumento, entre os divorciados, de até 20% na chance de desenvolver doenças crônicas como diabetes, cardiopatias e câncer a partir da meia-idade, se comparados aos casados.  

"Não é uma sentença de morte, mas quem viveu um divórcio sofreu com maiores cargas de stress e isso pesa quando o assunto é saúde", diz. O advogado paulistano Roberto Britto de Lima conhece bem o desgaste físico de uma separação. Hoje com 52 anos, ele é sobrevivente de um processo de divórcio litigioso - onde não há acordo amigável entre marido e mulher - que durou sete anos. "Foi uma experiência traumática", revela.  

Os prejuízos, segundo ele, foram tanto emocionais quanto físicos. Pouco mais de dois meses depois do início do processo, Lima já tinha engordado 40 quilos. Ele dormia mal, comia mal e vivia em estado de alerta. Como sua ex-mulher reteve a guarda das duas filhas do casal, sofreu com o afastamento das meninas. "Não tem como não haver sequelas", diz.  

Quando a pendenga judicial acabou, Lima tinha 47 anos de idade e estava exaurido. "Fui buscar ajuda médica", lembra. A variação de peso lhe rendeu uma diabetes e o obrigou a adotar um regime de exercícios frequentes e alimentação regulada. Segundo o estudo de Linda, o advogado tem 19% mais chances de manifestar algum tipo de problema motor, mesmo tendo refeito a vida sentimental - Lima casou-se novamente.  

Às vezes a separação é breve e involuntária. Mas nem por isso dói menos. Um estudo conduzido pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos, mostrou que o vínculo de um casal pode ser tão forte que, em alguns casos, a distância entre as partes, mesmo que temporária, dispara sintomas semelhantes aos das crises de abstinência comuns aos dependentes de drogas.  

"A premissa básica é a de que, naturalmente, queremos permanecer fisicamente próximos daqueles que nos dão segurança emocional", explica Lisa Diamond, a psicóloga responsável pela pesquisa. "Na infância, essas figuras são nossos pais", diz ela. "Quando crescemos, atribuímos essa função aos nossos parceiros românticos." Foi assim com a funcionária pública Fabiolla Moraes, 34 anos, casada há 17 e mãe de dois filhos.  

Quando seu marido, Alex Vander Moraes, 42, viajou por 18 dias à Europa, ela sentiu muito mais do que saudade. "Perdi o chão. Chorava muito, não tinha sono, fome, nem vontade de sair", lembra ela, que diz ter emagrecido seis quilos. Quando Moraes retornou, tudo voltou ao normal. 

"É provável que esses efeitos sejam mais pronunciados se estudarmos separações mais longas", reconhece Lisa, fazendo eco aos resultados da pesquisa de Linda. Então para ser feliz só escolhendo certo e grudando no amado para sempre, custe o que custar? "Não", afirma, Edna Kahhale, psicóloga e professora especializada em psicossomática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).  

"Não dá para estabelecer uma regra para ser aplicada em todos os casos", argumenta. Muitas vezes, um casamento que se arrasta aos trancos e barrancos por meses ou anos deixa um rastro de destruição maior do que o que um divórcio deixaria. "O fim pode ser uma forma saudável de encerrar um relacionamento que já não existe mais", explica. Cabe a cada um decidir os rumos que dará a sua vida amorosa. Mas fica o alerta: se o amor nem sempre é eterno, as marcas que ele deixa podem muito bem ser.  
Disponível em <http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2075/artigo148029- 1.htm>. Acesso em 22 ag 2009.

Assinale a alternativa cuja expressão destacada NÃO é aposto de um termo fundamental antecedente.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: DNOCS
Q1182400 Português
    A Chapada do Araripe, no Ceará, abriga tesouros que conjugam importância e poesia. Maior sítio arqueológico em registro de peixes fósseis do mundo, suas rochas de cerca de 110 milhões de anos conservam animais nos quais é possível pesquisar células musculares e aparelhos digestivos com as últimas refeições. Foi também o primeiro lugar do mundo onde surgiram flores, datadas do período Cretáceo, quando as placas continentais do Brasil e da África ainda se separavam. Incrustadas em rochas, as plantas fósseis são exemplares que deram origem aos vegetais com flores atuais.        A região, que serviu de campo de estudos para a concepção de alguns dos animais mostrados no filme Jurassic Park, de Steven Spielberg, abriga o Parque dos Pterossauros, a quatro quilômetros de Santana do Cariri. Ali são expostas réplicas artísticas desses animais voadores que possuíam até cinco metros de envergadura. Ao lado de dinossauros de cerca de três metros de altura e oito de comprimento, disputaram espaço na região que corresponde aos Estados do Ceará, de Pernambuco e do Piauí há cerca de 100 milhões de anos. De todos os exemplares fósseis dessa ave já achados no mundo, um terço está na Chapada do Araripe.A região, que serviu de campo de estudos para a concepção de alguns dos animais mostrados no filme Jurassic Park, de Steven Spielberg, abriga o Parque dos Pterossauros, a quatro quilômetros de Santana do Cariri. Ali são expostas réplicas artísticas desses animais voadores que possuíam até cinco metros de envergadura. Ao lado de dinossauros de cerca de três metros de altura e oito de comprimento, disputaram espaço na região que corresponde aos Estados do Ceará, de Pernambuco e do Piauí há cerca de 100 milhões de anos. De todos os exemplares fósseis dessa ave já achados no mundo, um terço está na Chapada do Araripe.        Em 2006, foi aprovado pela Unesco um projeto para transformar a área de pesquisas arqueológicas da Chapada no primeiro geopark da América – uma região de turismo científico e ecológico que propicia o autocrescimento sustentado da população. O parque abrange 5 mil quilômetros, oito municípios e nove sítios de observação.    (Adaptado do texto de Juliana Winkel. Brasil. Almanaque de cultura popular. São Paulo: Andreatto, ano 8, n. 95, março de 2007, p. 20).
Considere o segmento transcrito:

– uma região de turismo científico e ecológico que propicia o autocrescimento sustentado da população.
O mesmo tipo de complemento exigido pelo verbo grifado está na frase:
Alternativas
Q988494 Português

Você sabia que, em média, a cada nove minutos uma pessoa é morta violentamente no Brasil? O medo cotidiano ao sair de casa e transitar por vias públicas pode ser vivenciado por qualquer cidadão brasileiro que resida em uma das metrópoles do país ou mesmo em uma cidade de médio a grande porte. Como forma de medir o nível de insegurança ou violência das cidades, são utilizados dados de indicadores que expressam o número de crimes contra o patrimônio (como furtos) e a vida. Tais indicadores são construídos e seus dados coletados e analisados, geralmente, pelas Secretarias de Estado responsáveis pela segurança de cada unidade federativa.

Após o recolhimento de dados em cada estado, um panorama nacional é publicado anualmente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Os crimes violentos letais e intencionais (CVLI) são o termômetro da violência no Brasil, uma vez que expressam a maior preocupação do cidadão quando o assunto é segurança. Os valores de CVLI são alarmantes: em 2016, 61.283 pessoas morreram violentamente no Brasil. Em 2017, o número é de 59.128 e com perspectivas de aumento, sendo que o FBSP consolida os dados do ano anterior somente no segundo semestre do ano corrente. Ou seja, ano após ano, cerca de 60.000 pessoas perdem a vida de forma violenta em nosso país. Em 2018, o número foi um pouco menor, mas ainda alcançou a casa dos 51.589 assassinatos.

Fonte: https://www.politize.com.br/seguranca-publica-brasileira-entenda/ Acesso em 16/04/2019 

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir. 


As partículas que, presentes nas linhas 1 e 3, exercem a mesma função dentro do texto, uma vez que retomam os sujeitos já mencionados. 

Alternativas
Q988493 Português

Você sabia que, em média, a cada nove minutos uma pessoa é morta violentamente no Brasil? O medo cotidiano ao sair de casa e transitar por vias públicas pode ser vivenciado por qualquer cidadão brasileiro que resida em uma das metrópoles do país ou mesmo em uma cidade de médio a grande porte. Como forma de medir o nível de insegurança ou violência das cidades, são utilizados dados de indicadores que expressam o número de crimes contra o patrimônio (como furtos) e a vida. Tais indicadores são construídos e seus dados coletados e analisados, geralmente, pelas Secretarias de Estado responsáveis pela segurança de cada unidade federativa.

Após o recolhimento de dados em cada estado, um panorama nacional é publicado anualmente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Os crimes violentos letais e intencionais (CVLI) são o termômetro da violência no Brasil, uma vez que expressam a maior preocupação do cidadão quando o assunto é segurança. Os valores de CVLI são alarmantes: em 2016, 61.283 pessoas morreram violentamente no Brasil. Em 2017, o número é de 59.128 e com perspectivas de aumento, sendo que o FBSP consolida os dados do ano anterior somente no segundo semestre do ano corrente. Ou seja, ano após ano, cerca de 60.000 pessoas perdem a vida de forma violenta em nosso país. Em 2018, o número foi um pouco menor, mas ainda alcançou a casa dos 51.589 assassinatos.

Fonte: https://www.politize.com.br/seguranca-publica-brasileira-entenda/ Acesso em 16/04/2019 

Acerca de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.


Nas construções “Os crimes violentos letais e intencionais (CVLI) são” (l. 10-11) e “Os valores de CVLI são” (l. 12) os verbos estão no plural devido a mesma regra de concordância.

Alternativas
Q988492 Português

Segundo o conceito de Zanobini (1950) apud Moraes (2011), Polícia é:


“a atividade da administração pública dirigida a concretizar, na esfera administrativa, independentemente de sanção penal, as limitações que são impostas pela lei à liberdade dos particulares ao interesse da conservação da ordem, da segurança geral, da paz social e de qualquer outro bem tutelado pelos dispositivos penais” (ZANOBINI, 1950, p. 17 apud MORAES, 2011, p. 1665)

De acordo com a previsão do artigo 144, da Constituição Federal de 1988, a segurança pública é exercida pela polícia federal, polícia rodoviária federal, polícia ferroviária federal, polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares.

No imaginário popular a presença de mais policiais nas ruas podem inibir o cometimento de crimes, e mesmo com toda a vigilância não é possível evitar o cometimento de crimes. A atividade das polícias se diferenciam em administrativas e de segurança, sendo que esta engloba a polícia ostensiva e a polícia judiciária.

As polícias civis e militares possuem uma baixa avaliação de confiança e qualidade de seus serviços, a qual beira a 70%, e essa desconfiança aumenta ainda mais a sensação de insegurança, pois há um número pequeno de crimes esclarecidos, grande burocracia como nos casos em que o cidadão passa horas em uma delegacia de polícia para registrar uma ocorrência.

Outro desafio que precisa ser enfrentado é mudar a imagem que os policiais são violentos, corruptos, como noticiado diariamente na imprensa, por exemplo, nos casos das recentes manifestações populares e policiais que exigem dinheiro de membros de facções criminosas. Para isso é necessário divulgar as boas práticas de enfrentamento da violência e ações de controle e punição dos maus policiais.

Fonte: http://ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=15754

Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto acima.


Nas linhas 7 e 14, os termos “a segurança pública” e “As polícias civis e militares” exercem a mesma função sintática e possuem a mesma classificação.

Alternativas
Q988489 Português

Segundo o conceito de Zanobini (1950) apud Moraes (2011), Polícia é:


“a atividade da administração pública dirigida a concretizar, na esfera administrativa, independentemente de sanção penal, as limitações que são impostas pela lei à liberdade dos particulares ao interesse da conservação da ordem, da segurança geral, da paz social e de qualquer outro bem tutelado pelos dispositivos penais” (ZANOBINI, 1950, p. 17 apud MORAES, 2011, p. 1665)

De acordo com a previsão do artigo 144, da Constituição Federal de 1988, a segurança pública é exercida pela polícia federal, polícia rodoviária federal, polícia ferroviária federal, polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares.

No imaginário popular a presença de mais policiais nas ruas podem inibir o cometimento de crimes, e mesmo com toda a vigilância não é possível evitar o cometimento de crimes. A atividade das polícias se diferenciam em administrativas e de segurança, sendo que esta engloba a polícia ostensiva e a polícia judiciária.

As polícias civis e militares possuem uma baixa avaliação de confiança e qualidade de seus serviços, a qual beira a 70%, e essa desconfiança aumenta ainda mais a sensação de insegurança, pois há um número pequeno de crimes esclarecidos, grande burocracia como nos casos em que o cidadão passa horas em uma delegacia de polícia para registrar uma ocorrência.

Outro desafio que precisa ser enfrentado é mudar a imagem que os policiais são violentos, corruptos, como noticiado diariamente na imprensa, por exemplo, nos casos das recentes manifestações populares e policiais que exigem dinheiro de membros de facções criminosas. Para isso é necessário divulgar as boas práticas de enfrentamento da violência e ações de controle e punição dos maus policiais.

Fonte: http://ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=15754

Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto acima.


A correção gramatical e o sentido da oração “as limitações que são impostas pela lei à liberdade dos particulares” (l.2-3) seriam preservados caso fosse substituído o pronome relativo “que” por os quais.

Alternativas
Respostas
49301: A
49302: A
49303: B
49304: B
49305: C
49306: E
49307: A
49308: A
49309: C
49310: E
49311: D
49312: E
49313: D
49314: E
49315: C
49316: A
49317: E
49318: C
49319: E
49320: E