Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

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Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: SUDAM Prova: IADES - 2013 - SUDAM - Agente Administrativo |
Q786690 Português

       

Com fundamento na estrutura linguística e na organização das ideias do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: SUDAM Prova: IADES - 2013 - SUDAM - Agente Administrativo |
Q786689 Português

Texto 2, para a questão.

         

Com referência à estruturação linguística do texto 2, analise as afirmações e, em seguida, assinale a alternativa correta.

I - O termo “da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam)” (linhas 1 e 2) complementa indiretamente a forma verbal “solicitou” (linha 1).

II - A construção “reduzir o déficit” (linhas 5 e 6) poderia ser substituída por “suprir a demanda” sem prejuízo sintático e semântico do texto.

III - O sujeito de “trata-se de” (linha 9) é indeterminado.

IV - Os acentos das palavras “famílias” (linha 10) e “subterrânea” (linha 13) obedecem a regras de acentuação gráfica distintas.

A quantidade de itens certos é igual a

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: SUDAM Prova: IADES - 2013 - SUDAM - Agente Administrativo |
Q786686 Português

Texto 1, para a questão.

                    

Considerando a norma-padrão da língua portuguesa e o sentido original do texto, julgue os itens a seguir e, depois, assinale a alternativa correta.

I - Nos períodos “Uma marca de refrigerantes lançou, na Colômbia, uma edição limitada do produto, que vem em garrafas feitas de gelo.” (linhas de 1 a 3) e “As garrafas ‘geladas’ têm exatamente o mesmo formato que as garrafas tradicionais, de vidro.” (linhas 3 e 4), o conectivo “que”, em suas duas ocorrências, poderia ser substituído por o qual.

II - É facultativo o uso do acento gráfico no vocábulo “têm” (linha 3).

III - A oração “para não congelar os dedos” (linhas 4 e 5) também poderia ser reescrita assim para não se congelar os dedos.

IV - No período “A sugestão da empresa é que, terminado o refrigerante, a tira protetora possa servir como um bracelete para o consumidor.” (linhas de 9 a 11), a segunda oração aparece entre vírgulas por estar deslocada do seu lugar-padrão.

A quantidade de itens certos é igual a

Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783519 Português


(http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/21725-chargesjaneiro#foto-350397. Acesso em 07 de janeiro de 2014.) 

Sobre as orações “estarão criando uma geração de jovens assassinos e estupradores” e “haverá degola em praça pública” é correto afirmar: 1. A oração “Estarão criando uma geração de jovens assassinos e estupradores” tem sujeito indeterminado. 2. Jovens assassinos e estupradores” é o sujeito da oração “estarão criando uma geração de jovens assassinos e estupradores”. 3. O termo “em praça pública é o adjunto adverbial de lugar da sentença “Haverá degola em praça pública”. 4. “Haverá degola em praça pública” é uma oração sem sujeito. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Médico |
Q782140 Português

Será a felicidade necessária? 

Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas felicidade é pesada. Diante da pergunta ' 'Você é feliz?' ', dois fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se, em busca de uma resposta. Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível, na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência. Uma resposta consequente exige colocar na balança a experiência passada, o estado presente e a expectativa futura. Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

Os pais de hoje costumam dizer que importante é que os filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo das teses libertárias dos anos 1960. E irrelevante que entrem na faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta, é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco, que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher caderno de encargos mais cruel para a pobre criança. ' 'É a felicidade necessária?' ' é a chamada de capa da última revista New Yorker (22 de março) para um artigo que, assinado por Elizabeth Kolbert, analisa livros recentes sobre o tema. No caso, a ênfase está nas pesquisas sobre felicidade (ou sobre ' 'satisfação' ', como mais modestamente às vezes são chamadas) e no impacto que exercem, ou deveriam exercer, nas políticas públicas. Um dos livros analisados, de autoria do ex-presidente de Harvard Derek Bok (The Politics of Happiness: What Government Can Learn from the New Research on Well-Being), constata que nos últimos 35 anos o PIB per capita dos americanos aumentou de 17000 dólares para 27 000, o tamanho médio das casas cresceu 50% e as famílias que possuem computador saltaram de zero para 70% do total. No entanto, a porcentagem dos que se consideram felizes não se moveu. Conclusão do autor, de lógica irrefutável e alcance revolucionário: se o crescimento econômico não contribui para aumentar a felicidade, ' 'por que trabalhar tanto, arriscando desastres ambientais, para continuar dobrando e redobrando o PIB?' '.

Outro livro, de autoria de Carol Graham, da Universidade de Maryland (Happiness Around the World: The Paradox of Happy Peasants and Miserable Millionaires), informa que os nigerianos, com seus 1400 dólares de PIB per capita, atribuem-se grau de felicidade equivalente ao dos japoneses, com PIB per capita 25 vezes maior, e que os habitantes de Bangladesh se consideram duas vezes mais felizes que os da Rússia, quatro vezes mais ricos. Surpresa das surpresas, os afegãos atribuem-se bom nível de felicidade, e a felicidade é maior nas áreas dominadas pelo Talibã. Os dois livros vão na mesma direção das conclusões de um relatório, também citado no artigo da New Yorker, preparado para o governo francês por dois detentores do Nobel de Economia, Amartya Sen e Joseph Stiglitz. Como exemplo de que PIB e felicidade não caminham juntos, eles evocam os congestionamentos de trânsito, ' 'que podem aumentar o PIB, em decorrência do aumento do uso da gasolina, mas não a qualidade de vida' '. 

Embora embaladas com números e linguagem científica, tais conclusões apenas repisariam o pedestre conceito de que dinheiro não traz felicidade, não fosse que ambicionam influir na formulação das políticas públicas. O propósito é convidar os governantes a afinar seu foco, se têm em vista o bem-estar dos governados (e podem eles ter em vista algo mais relevante?). Derek Bok, o autor do primeiro dos livros, aconselha ao governo americano programas como estender o alcance do seguro-desemprego (as pesquisas apontam a perda de emprego como mais causadora de infelicidade do que o divórcio), facilitar o acesso a medicamentos contra a dor e a tratamentos da depressão e proporcionar atividades esportivas para as crianças. Bok desce ao mesmo nível terra a terra da mãe que trocasse o grandioso desejo de felicidade pelo de uma boa faculdade e um bom salário para o filho.

(Roberto Pompeu de Toledo. Veja, ed. 2157, 24 mar. 2010)

Considere as seguintes afirmativas a propósito das relações sujeito/predicado no segundo parágrafo do texto. 1. "É irrelevante" (linha 10) tem como sujeito "que entrem na faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que,sejam bem-sucedidos na profissão" (linhas 10-11). 2. "E esperar..." (linha 11) tem como sujeito elíptico "felicidade" (linha 11). 3. O sujeito elíptico de "não for suficiente" (linha 12) corresponde a "que consiga cumprir todos os desejos e ambições" (linhas 12). 4. O sujeito elíptico de "for pouco" (linha 13) corresponde a "que o filho sinta prazer nas pequenas coisas da vida" (linha 12). Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Médico |
Q782139 Português

Será a felicidade necessária? 

Felicidade é uma palavra pesada. Alegria é leve, mas felicidade é pesada. Diante da pergunta ' 'Você é feliz?' ', dois fardos são lançados às costas do inquirido. O primeiro é procurar uma definição para felicidade, o que equivale a rastrear uma escala que pode ir da simples satisfação de gozar de boa saúde até a conquista da bem-aventurança. O segundo é examinar-se, em busca de uma resposta. Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá feio e perverso. Mas a dor de dente vai passar, assim como a euforia pelo aumento de salário, e se há algo imprescindível, na difícil conceituação de felicidade, é o caráter de permanência. Uma resposta consequente exige colocar na balança a experiência passada, o estado presente e a expectativa futura. Dá trabalho, e a conclusão pode não ser clara.

Os pais de hoje costumam dizer que importante é que os filhos sejam felizes. É uma tendência que se impôs ao influxo das teses libertárias dos anos 1960. E irrelevante que entrem na faculdade, que ganhem muito ou pouco dinheiro, que sejam bem-sucedidos na profissão. O que espero, eis a resposta correta, é que sejam felizes. Ora, felicidade é coisa grandiosa. É esperar, no mínimo, que o filho sinta prazer nas pequenas coisas da vida. Se não for suficiente, que consiga cumprir todos os desejos e ambições que venha a abrigar. Se ainda for pouco, que atinja o enlevo místico dos santos. Não dá para preencher caderno de encargos mais cruel para a pobre criança. ' 'É a felicidade necessária?' ' é a chamada de capa da última revista New Yorker (22 de março) para um artigo que, assinado por Elizabeth Kolbert, analisa livros recentes sobre o tema. No caso, a ênfase está nas pesquisas sobre felicidade (ou sobre ' 'satisfação' ', como mais modestamente às vezes são chamadas) e no impacto que exercem, ou deveriam exercer, nas políticas públicas. Um dos livros analisados, de autoria do ex-presidente de Harvard Derek Bok (The Politics of Happiness: What Government Can Learn from the New Research on Well-Being), constata que nos últimos 35 anos o PIB per capita dos americanos aumentou de 17000 dólares para 27 000, o tamanho médio das casas cresceu 50% e as famílias que possuem computador saltaram de zero para 70% do total. No entanto, a porcentagem dos que se consideram felizes não se moveu. Conclusão do autor, de lógica irrefutável e alcance revolucionário: se o crescimento econômico não contribui para aumentar a felicidade, ' 'por que trabalhar tanto, arriscando desastres ambientais, para continuar dobrando e redobrando o PIB?' '.

Outro livro, de autoria de Carol Graham, da Universidade de Maryland (Happiness Around the World: The Paradox of Happy Peasants and Miserable Millionaires), informa que os nigerianos, com seus 1400 dólares de PIB per capita, atribuem-se grau de felicidade equivalente ao dos japoneses, com PIB per capita 25 vezes maior, e que os habitantes de Bangladesh se consideram duas vezes mais felizes que os da Rússia, quatro vezes mais ricos. Surpresa das surpresas, os afegãos atribuem-se bom nível de felicidade, e a felicidade é maior nas áreas dominadas pelo Talibã. Os dois livros vão na mesma direção das conclusões de um relatório, também citado no artigo da New Yorker, preparado para o governo francês por dois detentores do Nobel de Economia, Amartya Sen e Joseph Stiglitz. Como exemplo de que PIB e felicidade não caminham juntos, eles evocam os congestionamentos de trânsito, ' 'que podem aumentar o PIB, em decorrência do aumento do uso da gasolina, mas não a qualidade de vida' '. 

Embora embaladas com números e linguagem científica, tais conclusões apenas repisariam o pedestre conceito de que dinheiro não traz felicidade, não fosse que ambicionam influir na formulação das políticas públicas. O propósito é convidar os governantes a afinar seu foco, se têm em vista o bem-estar dos governados (e podem eles ter em vista algo mais relevante?). Derek Bok, o autor do primeiro dos livros, aconselha ao governo americano programas como estender o alcance do seguro-desemprego (as pesquisas apontam a perda de emprego como mais causadora de infelicidade do que o divórcio), facilitar o acesso a medicamentos contra a dor e a tratamentos da depressão e proporcionar atividades esportivas para as crianças. Bok desce ao mesmo nível terra a terra da mãe que trocasse o grandioso desejo de felicidade pelo de uma boa faculdade e um bom salário para o filho.

(Roberto Pompeu de Toledo. Veja, ed. 2157, 24 mar. 2010)

"Nesse processo, depara-se com armadilhas. Caso se tenha ganhado um aumento no emprego no dia anterior, o mundo parecerá belo e justo; caso se esteja com dor de dente, parecerá feio e perverso" (linhas 4 e 5). Nesse trecho, o autor optou pela linguagem impessoal. Outras formas seriam também adequadas ao contexto, observando-se que a escolha do sujeito da primeira oração condiciona um conjunto de ajustes nas subsequentes, tanto nas formas pronominais quanto na concordância verbal. Assinale a alternativa que apresenta ajustes INCORRETO
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Economista |
Q782039 Português

O texto a seguir é referência para a questão.

Um mundo transparente 

Roberto Damatta 



(Disponível em:<http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,um-mundo- transparente-,1068646,0.htm>.  Acesso em 23 nov. 2013.) 

O predicado “tornou-se coisa do passado” (linha 13) tem como sujeito:
Alternativas
Q773534 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão a seguir.


Os trabalhadores passaram mais tempo na escola, elevando a fatia dos brasileiros com ensino médio e superior em andamento ou concluído. Ou seja, houve mais ofertas de trabalhadores dessa classe. E muitos profissionais podem ter ingressado no nível mais elevado de escolaridade, mas com o mesmo salário, o que reduz a média de ganho da categoria. "Nos últimos anos, as pessoas ficaram mais tempo na escola e a oferta de profissionais com ensino médio e superior aumentou. O crescimento da escolaridade também foi impulsionado pelo aumento do número de universidades privadas", disse Naercio.


(Disponível em: http://exame.abril.com.br/ brasil/noticias

mais-escolarizados-perdem-8-da-renda-de-2002-para-2011. Texto adaptado) 

Os trabalhadores passaram mais tempo na escola...


O segmento grifado acima possui a mesma função sintática que o destacado em: 

Alternativas
Q773533 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão a seguir.


Os trabalhadores passaram mais tempo na escola, elevando a fatia dos brasileiros com ensino médio e superior em andamento ou concluído. Ou seja, houve mais ofertas de trabalhadores dessa classe. E muitos profissionais podem ter ingressado no nível mais elevado de escolaridade, mas com o mesmo salário, o que reduz a média de ganho da categoria. "Nos últimos anos, as pessoas ficaram mais tempo na escola e a oferta de profissionais com ensino médio e superior aumentou. O crescimento da escolaridade também foi impulsionado pelo aumento do número de universidades privadas", disse Naercio.


(Disponível em: http://exame.abril.com.br/ brasil/noticias

mais-escolarizados-perdem-8-da-renda-de-2002-para-2011. Texto adaptado) 

O trecho elevando a fatia dos brasileiros com ensino médio e superior em andamento ou concluído, de acordo com o contexto, expressa
Alternativas
Q773531 Português

Leia o fragmento a seguir.


Reunida com os governadores, a presidente Dilma propôs um pacto fiscal, ...... faltou dizer o que o governo federal pensa em fazer ...... suas contas, que andam confusas. Na área de transporte, disse que investirá R$ 50 bi em mobilidade urbana; não explicou, ...... , de onde viria esse dinheiro. Olhando o orçamento, em 12 anos, o país investiu apenas R$ 1,1 bi nessa área, 19% do que estava previsto, ........... cálculos do site Contas Abertas. A presidente anunciou ainda a desoneração do óleo diesel, que também não resolve.


(Disponível em: http://oglobo.globo.com/economia/miriam/)


Preenchem corretamente as lacunas do texto acima, na ordem dada: 

Alternativas
Q773527 Português

Leia o fragmento a seguir.


Os dois elevadores entraram em pane ao mesmo tempo e todo mundo precisou usar a escada. Por sorte dos moradores e visitantes, o prédio, antigo, só tinha seis andares, e ninguém se estafava em demasia para subir ao seu andar; ...... os idosos, claro, mas esses, não precisando sair todos os dias obrigatoriamente, ...... muito bem esperar o conserto sem inconvenientes insuportáveis. Talvez até que ficarem retidos em casa por um ou dois dias ...... em benefício para eles, por mantê-los afastados dos perigos das ruas, mesmo sendo contra a vontade.

(Adaptado de: José J. Veiga, Vestido de fustão. In: Objetos

turbulentos. São Paulo: Editora Bertrand Brasil, 1997, p. 53)


Preenchem corretamente as lacunas do trecho acima, na ordem dada: 

Alternativas
Q773522 Português
O termo entre parênteses preenche corretamente a lacuna da frase:
Alternativas
Q773520 Português

Leia o texto a seguir.


Para a próxima década, os Estados Unidos ...... um excelente orçamento de exportações. Para os otimistas, 10% ...... uma meta possível. Por outro lado, cerca de 20 milhões de norte-americanos não ...... que essa realidade seja possível.

Preenchem corretamente as lacunas do texto acima, na ordem dada: 

Alternativas
Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Auxiliar Administrativo |
Q766190 Português
O período “Os meninos em escolas, aprendendo coisas difíceis e necessárias.” (l. 13-14) é composto por coordenação e subordinação.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Auxiliar Administrativo |
Q766186 Português
Na frase “Uma paz inquietamente humana que a Igreja adquiriu na sua sobrevivência a 2000 anos de acertos, erros, tentações, virtudes e pecados na obra infindável” (l. 22-24), o termo em negrito constitui, no contexto sintático, elemento linguístico que liga um complemento ao nome.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: UFBA Órgão: UFBA Prova: UFBA - 2013 - UFBA - Auxiliar Administrativo |
Q766182 Português
O termo “a constatação de que a simplicidade e o senso comum são poderosos aliados das ideias.” (l. 2-3) mantém relação sintática com “deixou” (l.1).
Alternativas
Q763988 Português
Eu ______ as plantas todo dia, para que elas ______ verdes e bonitas. Assinale abaixo a alternativa que preenche corretamente as lacunas:
Alternativas
Q763986 Português
Assinale abaixo a alternativa que não apresenta correta regência verbal, de acordo com a norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q763979 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo, de autoria de Patativa do Assaré:

Vaca Estrela e Boi Fubá

Seu dotô me dê licença

Pra minha história contar

Hoje eu tô nu’a terra estranha

E é bem triste o meu penar

Mas já fui muito feliz

Vivendo no meu lugar

Eu tinha cavalo bão

Gostava de campear

E todo dia aboiava

Na porteira do currá 

Ê, vaca Estrela! Ô, boi Fubá!

Eu sou fio do nordeste

Não nego o meu naturá

Mas uma seca medonha

Me tangeu de lá pra cá

Lá eu tinha meu gadinho

Num é bão nem alembrar

Minha linda vaca Estrela

E o meu belo boi Fubá

Quando era de tardinha

Eu começava aboiar

Ê, vaca Estrela! Ô, boi Fubá! 

Aquela seca medonha

Fez tudo se atrapaiar

Não nasceu capim no campo

Para o gado sustentar

O sertão se esturricou

Fez os açude secar

Morreu minha vaca Estrela

Se acabou meu boi Fubá

Perdi tudo quanto tinha

Nunca mais pude aboiar

Ê, vaca Estrela! Ô, boi Fubá! 

Hoje nas terra do sul

Longe do torrão natá

Quando eu vejo em minha frente

Uma boiada passar

As água corre dos óio

Começo logo a chorar

Lembro minha vaca Estrela

E o meu belo boi Fubá

Com sodade do nordeste

Dá vontade de aboiar

Ê, vaca Estrela! Ô, boi Fubá!

A partir de exemplos extraídos do texto, assinale abaixo a alternativa que apresenta correta concordância, em conformidade com a norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q762040 Português
TEXTO 02 "Os jovens andam aos bandos, os adultos aos pares, e os velhos simplesmente andam sozinhos" (Autor desconhecido) Se os termos "jovens", "adultos" e "velhos" estivessem no singular, preservando-se o tempo verbal do texto 02, estaria CORRETO o que se indica na alternativa
Alternativas
Respostas
44161: E
44162: C
44163: B
44164: C
44165: A
44166: C
44167: A
44168: C
44169: B
44170: B
44171: C
44172: B
44173: A
44174: E
44175: C
44176: C
44177: B
44178: D
44179: A
44180: E