Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 51.512 questões


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do período abaixo.
A admissão, por parte do governo, de que ____________ ajustes na política de incentivos às exportações animou a Confederação Nacional das Indústrias a ___________ propostas que, em conjunto, _____________ mudar o cenário atual da economia brasileira.
Considere as afirmações sobre o trecho em destaque a seguir.
Todos os remédios para hipertensão dilatam artérias. Os mais antigos, como os diuréticos, por exemplo, ajudam a reduzir a reatividade dos vasos. (linhas 34 a 37).
I - A primeira frase do trecho é composta por duas orações.
II - O verbo dilatar é um verbo de ligação.
III- A expressão a reatividade dos vasos é objeto direto do verbo reduzir.
IV - O núcleo do sujeito do verbo dilatar é remédios.
Quais estão corretas?
Texto
"Hoje ainda há preconceito contra o eucalipto. Resido numa área rural e pude observar que, com o eucalipto, a região tem apresentado melhores condições para a sobrevivência da biodiversidade, dos trabalhadores e das áreas nativas. Antigamente, com a agropecuária, havia desmatamento, queimadas, caça e pesca predatória. Hoje os produtores procuram evitar incêndios, reduziram a atividade predatória, houve melhoria nos empregos e na renda dos trabalhadores"
Daniel Marques, in Painel do Leitor. Folha de São Paulo, 10 dez. 2012, p. A3.
Leia as afirmações abaixo, que envolvem questões de regência e de crase.
Lembre-se de que a regência de verbos pode ou não exigir determinados pronomes.
1. Indo à plantação de eucaliptos daquela zona rural, verificarei a biodiversidade local.2. Os trabalhadores rurais merecem nosso respeito: vivem à trabalhar, de sol à sol.
3. Minha amiga de Garopaba? Irei visitar-lhe no domingo.
4. Como não lhe vi na festa, fiquei triste.
5. O de que precisamos com urgência é eliminar qualquer tipo de preconceito.
6. Luís disse a moça: "Amo-te demais!".
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto
"Hoje ainda há preconceito contra o eucalipto. Resido numa área rural e pude observar que, com o eucalipto, a região tem apresentado melhores condições para a sobrevivência da biodiversidade, dos trabalhadores e das áreas nativas. Antigamente, com a agropecuária, havia desmatamento, queimadas, caça e pesca predatória. Hoje os produtores procuram evitar incêndios, reduziram a atividade predatória, houve melhoria nos empregos e na renda dos trabalhadores"
Daniel Marques, in Painel do Leitor. Folha de São Paulo, 10 dez. 2012, p. A3.
Texto 2
Glória Maria, jornalista, referindo-se à expressão afrodescendente: “Acho uma idiotice. Nós somos negros e pronto.”
Veja, 25 nov. 2012
Leia as afirmativas abaixo, relacionadas ao texto 2.
1. Para Glória Maria não existe problema em ser negra.
2. Para Glória Maria nós não devemos nos envergonhar por sermos negros.
3. A expressão “e pronto” indica que para a jornalista a expressão afrodescendente é muito desprezível.
4. A expressão “Acho” reflete o que a jornalista pensa sobre os preconceitos em geral.
5. A expressão “jornalista” está entre vírgulas por se tratar de um aposto.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Somos muitos ou somos poucos?
Na sexta passada, imobilizado na av. Nove de Julho enquanto se aproximava a hora da sessão de cinema para a qual tinha adquirido meu ingresso, eu pensava que, decididamente, somos muitos. Em compensação, sozinho, à noite, numa fazenda na região do Urucuia, em Minas Gerais, ou numa ilha de Angra, já me aconteceu de pensar que somos muito poucos.
No fim de semana, li o novo livro de Dan Brown, “Inferno”. O tema da vez é o crescimento demográfico. O vilão da história acha que o mundo tem um único problema sério: a humanidade está crescendo de tal forma que, em breve, sua subsistência se tornará impossível. Todas as inquietações ecológicas (a perspectiva da falta de água potável ou de alimentos, o aquecimento global etc.) seriam, segundo ele, consequências do crescimento enlouquecido de nossa espécie – fadada a desaparecer por seu próprio sucesso.
Quantos humanos nasceram na Terra desde a aparição do homem? Há estimativas para todos os gostos. Segundo uma delas, mencionada no livro, foram 9 bilhões desde o começo, e 7 desses 9 estão vivos hoje.
É certo que o crescimento populacional se acelerou de uma maneira bizarra. Éramos 1 bilhão em 1804, levamos 150 anos para chegarmos a 3 bilhões (nos anos 60), e passamos dos 7 bilhões em 2011. Em 2050 poderíamos ser 10 bilhões.
Enquanto Dan Brown me convencia de que somos muitos, a “Veja” de sábado passado publicou uma matéria de capa sobre as mulheres que decidem não ter filhos. A revista anunciava: “o número de famílias brasileiras sem filhos cresce três vezes mais do que o daquelas com crianças”.
Em geral, quanto mais um povo se desenvolve cultural e economicamente (ou seja, quanto mais um povo se parece com o Ocidente moderno e desenvolvido), tanto menor é o número médio de filhos por família. Para que a espécie não encolha, é preciso que, em média, haja 2,1 filhos para cada dois adultos – ou seja, se todos casarem, nove em dez casais devem ter dois filhos e um deve ter três. Uma boa metade da população da Terra (incluindo o Brasil) não está fazendo o necessário para repor seus mortos.
Temporariamente, haverá (já está havendo) deslocamento de populações dos lugares menos modernizados e mais pobres (onde a população ainda cresce) para os lugares mais ricos, onde ela diminui. Mas, e depois disso, se todos se “modernizarem”?
Em conclusão, quem tem razão, “Veja” ou Dan Brown? Vamos desaparecer porque estamos crescendo demais? Ou vamos desaparecer por extinção, como os pandas, que deixaram de se reproduzir como deveriam? Não sei.
(Folha de S.Paulo, 30.05.2013. Adaptado)
Genéricos são 54% mais baratos na capital paulista, aponta pesquisa do Procon-SP
Os preços médios dos medicamentos genéricos são 54,58%
menores do que os de referência, de acordo com pesquisa feita
pela Fundação Procon-SP em drogarias e farmácias da capital
paulista. Entre os genéricos, foi observada diferença de até
1.129,21%.
A pesquisa foi feita em abril em 15 drogarias nas cinco regiões do município de São Paulo. Foram pesquisados 58 medicamentos, sendo 29 de referência e 29 genéricos.
No interior do estado, a maior variação de preços entre os medicamentos genéricos chegou a 1.143% entre farmácias da cidade de Bauru.
“A média dos preços dos genéricos em comparação aos de referência nos municípios paulistas teve a maior diferença, 57,03%, detectada em São José dos Campos. A menor diferença foi encontrada em Presidente Prudente, 44,46%”, diz o Procon.
O Procon-SP recomenda que o consumidor pesquise antes de comprar. Além disso, deve evitar comprar medicamentos sem bula e sem embalagem. Outras orientações são verificar o prazo de validade, os números do lote e data de fabricação que constam na caixa, nas cartelas ou frascos.
(Disponível em: http://www.idec.org.br/em-acao/noticia-consumidor/
genericos-so-54-mais-baratos-na-capital-paulista-aponta-pesquisa-doprocon-sp.
Adaptado)
A pesquisa foi feita em abril em 15 drogarias nas cinco regiões do município de São Paulo. Foram pesquisados 58 medicamentos, sendo 29 de referência e 29 genéricos.
Assinale a alternativa em que a substituição da forma verbal
destacada não altera a concordância e o tempo verbal, e em
que a colocação pronominal está correta.
Genéricos são 54% mais baratos na capital paulista, aponta pesquisa do Procon-SP
Os preços médios dos medicamentos genéricos são 54,58%
menores do que os de referência, de acordo com pesquisa feita
pela Fundação Procon-SP em drogarias e farmácias da capital
paulista. Entre os genéricos, foi observada diferença de até
1.129,21%.
A pesquisa foi feita em abril em 15 drogarias nas cinco regiões do município de São Paulo. Foram pesquisados 58 medicamentos, sendo 29 de referência e 29 genéricos.
No interior do estado, a maior variação de preços entre os medicamentos genéricos chegou a 1.143% entre farmácias da cidade de Bauru.
“A média dos preços dos genéricos em comparação aos de referência nos municípios paulistas teve a maior diferença, 57,03%, detectada em São José dos Campos. A menor diferença foi encontrada em Presidente Prudente, 44,46%”, diz o Procon.
O Procon-SP recomenda que o consumidor pesquise antes de comprar. Além disso, deve evitar comprar medicamentos sem bula e sem embalagem. Outras orientações são verificar o prazo de validade, os números do lote e data de fabricação que constam na caixa, nas cartelas ou frascos.
(Disponível em: http://www.idec.org.br/em-acao/noticia-consumidor/
genericos-so-54-mais-baratos-na-capital-paulista-aponta-pesquisa-doprocon-sp.
Adaptado)
Considere a frase do texto.
O Procon-SP recomenda que o consumidor pesquise antes de comprar.
Substituindo-se o verbo em destaque por outro de sentido
equivalente, assinale a alternativa em que a regência verbal
está correta e o sentido da frase se mantém.



