Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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I. Em “observá-los”, o pronome “-los” classifica-se como pessoal oblíquo átono, que retoma os frequentadores observados pelo narrador, exercendo a função de objeto direto do verbo.
II. O acento gráfico em “observá-los” justifica-se porque, com a ênclise, o verbo passa a ser uma oxítona terminada em “a”, exigindo acento agudo segundo as normas ortográficas do português.
III. Em “larga-o no pratinho” e “guardá-las na bolsa”, os pronomes destacados retomam, respectivamente, “o bolo” e “as velas”, sendo ambos classificados como pronomes pessoais oblíquos átonos.
Está correto o que se afirma em
1. Pronome reflexivo. 2. Conjunção coordenativa. 3. Pronome relativo. 4. Predicado nominal.
( ) O fenômeno é encabeçado pela jovem geração Z. ( ) “(...) referindo-se à propensão humana(...)” ( ) “(...) Nem toda criança agitada(...)” ( ) “(...) uma multidão que antes penava em silêncio,(...)”
A sequência está correta em:
I. O verbo da oração: “A ciência então evoluiu” é intransitivo.
II. (...) “alta dose de desconhecimento e preconceito “ tem a função sintática de complemento verbal do verbo “recaía”.
III. A expressão “As condições de saúde mental” é o sujeito de todo o período onde está localizado.
IV. A expressão “Ao longo de boa parte do século XX” tem a função sintática de adjunto adverbial de lugar.
Marque a alternativa correta:
Considere a imagem que segue para responder à questão.



I. A conjunção “mas” estabelece uma relação de oposição/contraste entre a ideia de avanço no acesso e a insuficiência desse avanço para garantir qualidade.
II. O termo “mas” poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por expressões como “portanto” ou “entretanto”.
III. A presença da conjunção “mas” indica uma relação de causa e consequência entre as duas orações.
IV. O uso de “mas” contribui para a construção argumentativa do texto, ao relativizar a informação apresentada anteriormente.
V. A conjunção “mas” tem valor adversativo, pois introduz uma justificativa sobre o assunto.
Assinale a alternativa CORRETA:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Não sou igual a você
Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.
Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.
O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.
Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?
CASTRO, Kika. Manifesto a favor do direito de divergir. 6 abr. 2013. Disponível em: https://kikacastro.com.br/2013/04/06/manifesto-a-favor-do-direito-de-div ergir/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Não sou igual a você
Topar de cara com realidades e ideologias diferentes da sua é algo estranho para qualquer pessoa. Nem sempre pode ser bom, mas sempre trará algum benefício. Crescer com as divergências, poder conhecer e aceitar diferentes formas de pensamento, ideologias e costumes é um grande desafio para o ser humano.
Saber que ao seu lado tem uma pessoa que pensa diferente de você e faz coisas que você não faz e vive outras realidades que nada tem a ver com a sua desperta emoções inesperadas em qualquer pessoa. Pode ser alegria, raiva, tristeza, amor etc. Não é possível prever como receberemos uma diferente forma de viver.
O que vale a pena quando o seu grupo entra em choque com outro grupo? Brigar, discutir, partir para a agressão − isso é fácil. Difícil mesmo é aceitar a ideia do outro e saber que, assim como você, o outro tem seus costumes, suas crenças e comportamentos e que ele vai defendê-los, assim como você defende os seus. Difícil é viver em paz com o vizinho totalmente diferente de você.
Se todos fossem iguais, a vida seria muito sem graça. Olhar para o lado e não ver nada diferente seria muito ruim. É um desafio para o ser humano conviver pacificamente com as diferentes formas de viver. Será que você consegue?
CASTRO, Kika. Manifesto a favor do direito de divergir. 6 abr. 2013. Disponível em: https://kikacastro.com.br/2013/04/06/manifesto-a-favor-do-direito-de-div ergir/ . Acesso em: 18 fev. 2026.