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Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Foram encontradas 51.261 questões

Q3925906 Português
Assinale a alternativa que apresenta erro no emprego das regras de regência nominal.
Alternativas
Q3925854 Português
TEXTO I

RAÍZES PROFUNDAS DA CULTURA BRASILEIRA: UMA TRAMA DE IDENTIDADES

cultura brasileira é um mosaico vibrante, forjado pela confluência de povos e tradições que se entrelaçaram ao longo dos séculos. Desde os povos indígenas, guardiões ancestrais de saberes e lendas, passando pela riqueza mística e sonora trazida pelos africanos, até a influência europeia com suas festas, culinária e literatura, cada elemento deixou uma marca indelével na construção da nossa identidade. A música popular brasileira (MPB), por exemplo, é um espelho dessa miscigenação, absorvendo ritmos como o samba, o baião, o maracatu e a bossa nova, e recriando-os em melodias e letras que contam a história de um povo. O cinema nacional, embora com desafios constantes, tem se esforçado para projetar essa pluralidade, retratando o cotidiano das nossas comunidades, as belezas naturais e as complexidades sociais que nos definem. O patrimônio histórico, espalhado por cidades como Ouro Preto, Salvador e Paraty, narra visualmente a saga colonial e imperial, com suas igrejas barrocas, casarões e ruas de pedra que resistem ao tempo. As festas juninas, com suas quadrilhas, fogueiras e comidas típicas, são um exemplo perfeito de como a religiosidade popular se mescla com tradições agrícolas ancestrais, celebrando a fartura e a união comunitária em todo o país. Além disso, a literatura de cordel, expressa em folhetos ilustrados, persiste como uma forma genuína de contar histórias, noticiar fatos e criticar a sociedade, com sua poesia rimada e acessível, profundamente enraizada no Nordeste, mas que ecoa por todo o Brasil. Essa riqueza cultural não é estática; ela se reinventa a cada geração, adaptando-se e incorporando novas influências, enquanto mantém viva a memória de suas origens, tornando o Brasil um país de incontáveis faces e infinitas narrativas. É nessa diversidade que reside a verdadeira força e beleza da nossa nação.

(Adaptado de Jornal do Brasil, nov. 2024)

base no texto acima, julgue o item a seguir.


A oração 'que nos definem' (segundo parágrafo), referindo-se a 'complexidades sociais', possui a função de restringir o sentido do termo antecedente, ou seja, as complexidades sociais são as únicas que definem o Brasil, conforme a interpretação do texto.

Alternativas
Q3925454 Português

Leia o texto a seguir:


 

“A gente sabe como começa. Só não sabe como terminará”. Essas duas frases poderiam ser reescritas, sem grande alteração de sentido, por:
Alternativas
Q3925413 Português
Leia o texto para responder a questão.

Caçula, babá, cafuné: como mulheres negras escravizadas ajudaram a criar o português brasileiro
Julia Braun
Da BBC Brasil em Londres
20 novembro 2024

    Caçula, babá, moleque, dengo, cafuné. Algumas palavras que usamos no nosso dia a dia escondem traços e fonemas de uma herança africana que está profundamente ligada às mulheres e ao trabalho doméstico exercido pelas negras escravizadas no Brasil dos séculos 16 a 19. Estima-se que cerca de 4 a 5 milhões de africanos foram traficados para o país durante o período. Destes, cerca de 75% eram bantos, um grupo que se espalhou por uma vasta área ao sul da Linha do Equador na África.

    A característica mais evidente que une esses povos é justamente o fato de eles falarem línguas da família linguística banto — de onde emprestamos algumas palavras que seguem até hoje em nosso vocabulário. A maioria dos que foram enviados à força ao Brasil tinha origem em Angola e República Democrática do Congo, e posteriormente, Moçambique. No ambiente da família colonial, esses escravizados aprenderam o português na convivência diária com seus senhores — e também imprimiram em seu falar hábitos e características de suas próprias línguas.

    Ao mesmo tempo, os colonizadores portugueses foram se apropriando pouco a pouco de termos africanos, que passaram a ser usados principalmente para designar os objetos e atividades do dia a dia. Nesse contexto, as mulheres africanas tiveram um papel especial, seja por meio do cuidado com as crianças, do seu trabalho na cozinha ou como amas de companhia e curandeiras.

‘Grande mãe ancestral dos brasileiros’

    Autora de diversos livros e artigos sobre o tema, a etnolinguista baiana Yeda Pessoa de Castro vê no passado brasileiro um processo que invisibilizou a força de trabalho da mulher negra escravizada na historiografia. Mas para a pesquisadora, que se dedica ao estudo das línguas africanas e sua influência no Brasil, essas mulheres tiverem um protagonismo na família e vida diária do colonizador que foi muito além do serviço doméstico prestado.

    Em seu livro Camões com Dendé, Castro descreve como as mulheres africanas influenciaram as famílias brasileiras por meio da contação de histórias do seu universo fantástico afrorreligioso, do compartilhamento de seu conhecimento nato de folhas e ervas medicinais, como cozinheiras introduzindo elementos de sua dieta nativa na comida diária da casa e como amas de companhia das jovens solteiras e cuidadoras das crianças.

    Na função “da mãe preta e babá”, reconta a linguista, essas mulheres amamentaram e criaram os filhos do colonizador “e, à maneira de pedagoga, os ensinou a balbuciar as primeiras palavras, também na sua língua nativa, no embalo do seu canto de acalento” que os fazia dormir. A própria palavra babá é uma das muitas marcas deixadas por esse importante trabalho: pesquisadores rastreiam a sua origem no quimbundo, uma das línguas bantas faladas em Angola.

    Da mesma forma, várias outras palavras ligadas ao cuidado e à maternidade também foram inseridas no contexto brasileiro por esse meio. “No campo afetivo, a mãe negra nos deixou o xodó, o cafuné, o cochilo, o dengo, e nos falou que ‘o caçula é o dengo da família’, o irmão mais jovem, sempre tratado com muito mimo por todas da casa”, diz Yeda Pessoa de Castro.

    Enquanto dengo vem do quicongo, falada no norte de Angola e no baixo Congo, caçula tem origem no quimbundo. Não há no Brasil outra palavra para se referir ao filho mais novo. No português europeu diz-se benjamin, que para o falante brasileiro, além de nome próprio, é um adaptador multiplicador de tomada elétrica. “Diante de tantas evidências apontadas pelo vocabulário, entre muitas outras ainda encobertas por falta de pesquisas mais detalhadas nesse domínio, a mulher angolana, entre tantas outras mulheres negras de igual valor, é projetada historicamente como a figura emblemática da grande mãe ancestral dos brasileiros. Não é em vão que Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, é apresentada como uma santa negra.”
    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9376nq11lwo
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Considere a seguinte frase baseada nas ideias da pesquisadora Yeda Pessoa de Castro: “As mulheres africanas exerciam o serviço doméstico, ____ seu protagonismo na vida familiar foi muito além disso”.
Alternativas
Q3925229 Português

Texto XII

Morte do leiteiro

A Cyro Novaes 


Há pouco leite no país,

é preciso entregá-lo cedo.

Há muita sede no país,

é preciso entregá-lo cedo.

Há no país uma legenda,

que ladrão se mata com tiro.


Então o moço que é leiteiro

de madrugada com sua lata

sai correndo e distribuindo

leite bom para gente ruim.

Sua lata, suas garrafas

e seus sapatos de borracha

vão dizendo aos homens no sono

que alguém acordou cedinho

e veio do último subúrbio

trazer o leite mais frio

e mais alvo da melhor vaca

para todos criarem força

na luta brava da cidade.


Na mão a garrafa branca

não tem tempo de dizer

as coisas que lhe atribuo

nem o moço leiteiro ignaro,

morador na Rua Namur,

empregado no entreposto,

com 21 anos de idade,

sabe lá o que seja impulso

de humana compreensão.

E já que tem pressa, o corpo

vai deixando à beira das casas

uma apenas mercadoria.


E como a porta dos fundos

também escondesse gente

que aspira ao pouco de leite

disponível em nosso tempo,

avancemos por esse beco,

peguemos o corredor,

depositemos o litro...

Sem fazer barulho, é claro,

que barulho nada resolve.


Meu leiteiro tão sutil

de passo maneiro e leve,

antes desliza que marcha.

É certo que algum rumor

sempre se faz: passo errado,

vaso de flor no caminho,

cão latindo por princípio,

ou um gato quizilento.

E há sempre um senhor que acorda,

resmunga e torna a dormir.


Mas este acordou em pânico

(ladrões infestam o bairro),

não quis saber de mais nada.

O revólver da gaveta

saltou para sua mão.

Ladrão? se pega com tiro.

Os tiros na madrugada

liquidaram meu leiteiro.

Se era noivo, se era virgem,

se era alegre, se era bom,

não sei,

é tarde para saber.


Mas o homem perdeu o sono

de todo, e foge pra rua.

Meu Deus, matei um inocente.

Bala que mata gatuno

também serve pra furtar

a vida de nosso irmão.

Quem quiser que chame médico,

polícia não bota a mão

neste filho de meu pai.

Está salva a propriedade.

A noite geral prossegue,

a manhã custa a chegar,

mas o leiteiro

estatelado, ao relento,

perdeu a pressa que tinha.


Da garrafa estilhaçada,

no ladrilho já sereno

escorre uma coisa espessa

que é leite, sangue... não sei.

Por entre objetos confusos,

mal redimidos da noite,

duas cores se procuram,

suavemente se tocam,

amorosamente se enlaçam,

formando um terceiro tom

a que chamamos aurora.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia Poética. Rio de Janeiro: Record, 2009. p. 178-179.

O protagonista da história narrada no poema não é nomeado, conferindo-se, dessa forma, um caráter de indigência ao personagem. Um outro índice estético presente no poema auxiliaria estudantes da 3a série do ensino médio a compreender essa construção imagética do “leiteiro”.

Trata-se do seguinte índice:

Alternativas
Q3925223 Português

Texto IV

Não as matem


Esse rapaz que, em Deodoro, quis matar a ex- -noiva e suicidou-se em seguida, é um sintoma da revivescência de um sentimento que parecia ter morrido no coração dos homens: o domínio, quand même, sobre a mulher.


O caso não é único. Não há muito tempo, em dias de carnaval, um rapaz atirou sobre a ex-noiva, lá pelas bandas do Estácio, matando-se em seguida. A moça com a bala na espinha, veio morrer, dias após, entre sofrimentos atrozes.


Um outro, também, pelo carnaval, ali pelas bandas do ex-futuro Hotel Monumental, que substituiu com montões de pedras o vetusto Convento da Ajuda, alvejou a sua ex-noiva e matou-a.


Todos esses senhores parece que não sabem o que é a vontade dos outros.


Eles se julgam com o direito de impor o seu amor ou o seu desejo a quem não os quer. Não sei se se julgam muito diferentes dos ladrões à mão armada; mas o certo é que estes não nos arrebatam senão o dinheiro, enquanto esses tais noivos assassinos querem tudo que é de mais sagrado em outro ente, de pistola na mão.


O ladrão ainda nos deixa com vida, se lhe passamos o dinheiro; os tais passionais, porém, nem estabelecem a alternativa: a bolsa ou a vida. Eles, não; matam logo.


Nós já tínhamos os maridos que matavam as esposas adúlteras; agora temos os noivos que matam as ex-noivas.


De resto, semelhantes cidadãos são idiotas. É de supor que, quem quer casar, deseje que a sua futura mulher venha para o tálamo conjugal com a máxima liberdade, com a melhor boa-vontade, sem coação de espécie alguma, com ardor até, com ânsia e grandes desejos; como é então que se castigam as moças que confessam não sentir mais pelos namorados amor ou coisa equivalente?


Todas as considerações que se possam fazer, tendentes a convencer os homens de que eles não têm sobre as mulheres domínio outro que não aquele que venha da afeição, não devem ser desprezadas.


Esse obsoleto domínio à valentona, do homem sobre a mulher, é coisa tão horrorosa, que enche de indignação.


O esquecimento de que elas são, como todos nós, sujeitas, a influências várias que fazem flutuar as suas inclinações, as suas amizades, os seus gostos, os seus amores, é coisa tão estúpida, que só entre selvagens deve ter existido.


Todos os experimentadores e observadores dos fatos morais têm mostrado a inanidade de generalizar a eternidade do amor.


Pode existir, existe, mas, excepcionalmente; e exigi-la nas leis, ou a cano de revólver, é um absurdo tão grande como querer impedir que o sol varie a hora do seu nascimento.

Deixem as mulheres amar à vontade.

Não as matem, pelo amor de Deus!


BARRETO, Lima. Não as matem e outras crônicas de Lima Barreto. Rio de Janeiro: Editora Pop Stories, 2024. Adaptado.

A análise linguística consiste em levar o estudante-leitor a reconhecer como a estruturação linguística do texto opera na produção de seus sentidos.


Com base nesse pressuposto, o seguinte recurso linguístico do Texto IV está adequadamente sucedido do efeito de sentido produzido na crônica:

Alternativas
Q3925113 Português
Nas orações subordinadas substantivas, a classificação depende da função sintática exercida em relação à oração principal. A oração destacada no período "Tenho a impressão de que ele mentiu", que completa o sentido de um nome abstrato da oração principal exigindo preposição, classifica-se como: 
Alternativas
Q3925107 Português
Na sintaxe de concordância verbal, o sujeito partitivo seguido de substantivo no plural admite dupla concordância. Quando o verbo concorda no plural com o núcleo do adjunto adnominal e não com o núcleo sintático do sujeito, ocorre uma concordância atrativa ou: 
Alternativas
Q3924694 Português
A regência nominal do adjetivo 'ansioso' admite, na norma-padrão, exclusivamente a preposição 'por', sendo construções como 'ansioso para' consideradas desvios gramaticais.
Alternativas
Q3924692 Português
Na oração 'O aluno, um jovem muito dedicado, foi aprovado com louvor', as vírgulas são utilizadas para isolar um vocativo, que serve para chamar ou interpelar o interlocutor. 
Alternativas
Q3924685 Português
Na frase 'É necessário que todos colaborem', a oração 'que todos colaborem' é classificada como oração subordinada substantiva subjetiva, pois exerce a função de sujeito da oração principal, cujo verbo de ligação ('é') está na terceira pessoa do singular.
Alternativas
Q3924673 Português
Na estrutura 'Fomos nós que resolvemos a questão', a concordância verbal com o pronome pessoal 'nós' está em conformidade com a norma-padrão, que preconiza a concordância do verbo com o pronome reto que antecede o relativo 'que'.
Alternativas
Q3924669 Português
Na oração 'Considero o seu argumento irrelevante', o termo 'irrelevante' exerce a função sintática de predicativo do objeto, pois qualifica o objeto direto 'o seu argumento' sob a ação do verbo transitivo direto e indireto 'considerar'. 
Alternativas
Q3924532 Português
TEXTO I

DESAFIOS DA CONSERVAÇÃO E A BELEZA RESISTENTE DO CERRADO BRASILEIRO Cerrado, com sua vasta extensão e biodiversidade singular, representa o segundo maior bioma da América do Sul e o mais biodiverso dentre as savanas do mundo, abrigando cerca de 5% de todas as espécies do planeta. Embora frequentemente ofuscado pela grandiosidade da Amazônia, sua importância ecológica é inquestionável, funcionando como uma verdadeira "caixa d'água" do Brasil, alimentando as nascentes das principais bacias hidrográficas do continente, como as do Paraná, Tocantins/Araguaia e São Francisco. No entanto, sua resiliência intrínseca, manifestada na adaptabilidade de sua flora às intempéries, como os incêndios naturais, tem sido severamente testada pelas ações antrópicas. A expansão descontrolada da fronteira agrícola, impulsionada principalmente pela monocultura de grãos e pela pecuária extensiva, tem provocado uma fragmentação sem precedentes de seus ecossistemas, resultando na perda acelerada de hábitats e no comprometimento de serviços ecossistêmicos vitais. A conversão de áreas nativas em pastagens e lavouras, muitas vezes sem a devida observância de legislações ambientais, acelera processos de erosão e degradação do solo, além de afetar diretamente a recarga hídrica e a ciclagem de nutrientes. beleza do Cerrado, com suas árvores retorcidas, cascas grossas e florações exuberantes em diferentes épocas do ano, esconde um sistema complexo de raízes profundas que alcança o lençol freático, permitindo a sobrevivência em períodos de seca e contribuindo para a manutenção da umidade regional. A fauna, adaptada a esse ambiente de contrastes, inclui espécies emblemáticas como o lobo-guará, o tamanduá-bandeira e a ema, muitas das quais já se encontram em algum grau de ameaça. A pressão sobre este bioma não se limita apenas à perda de vegetação; a contaminação por agrotóxicos e a alteração dos regimes de fogo, com incêndios cada vez mais frequentes e intensos por ação humana, desequilibram o balanço natural, dificultando a regeneração e favorecendo a introdução de espécies exóticas invasoras. A conscientização e a implementação de políticas públicas eficazes de uso e ocupação do solo são cruciais para reverter este cenário de devastação, garantindo a preservação não apenas de um bioma, mas de um patrimônio natural essencial para o equilíbrio ecológico e hídrico do Brasil.


(Adaptado de Folha de S.Paulo, nov. 2024)

base no texto acima, julgue o item a seguir.


No trecho "embora frequentemente ofuscado pela grandiosidade da Amazônia, sua importância ecológica é inquestionável", o conectivo "embora" introduz uma ideia de ressalva ou concessão, indicando que, apesar de uma percepção comum de menor destaque, a relevância do Cerrado permanece incontestável. Se o termo "apesar de" fosse utilizado no lugar de "embora", mantendo a devida readequação sintática, a coerência e os efeitos de sentido do período seriam integralmente preservados.

Alternativas
Q3924090 Português
Considerando o período abaixo, redigido em contexto administrativo formal, analise as relações sintáticas e semânticas estabelecidas entre as orações:

“A Administração reconheceu a falha no procedimento, solicitou a imediata apuração dos fatos e determinou que fossem revistas as normas internas, mas não admitiu que houvesse má-fé por parte dos servidores envolvidos.”

Assinale a alternativa correta quanto à classificação das orações coordenadas presentes no período. 
Alternativas
Q3924088 Português
Analise as proposições que evidenciam características de período composto:

I. A coordenação não estabelece dependência sintática entre as orações.
II. A subordinação implica dependência sintática.
III. Orações coordenadas podem estabelecer relação semântica de oposição. 
Alternativas
Q3924087 Português
“A linguagem é o instrumento graças ao qual o homem modela seu pensamento, seus sentimentos, suas emoções, seus esforços, sua vontade e seus atos.”
Fonte: Louis Hjelmslev – Prolegômenos a uma Teoria da Linguagem.

No período apresentado, a expressão “graças ao qual” exerce função sintática de:
Alternativas
Q3924086 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego do “se”.
Alternativas
Q3924085 Português
Identifique a opção na qual a concordância nominal foi empregada adequadamente; 
Alternativas
Q3924082 Português

Leia e interprete o texto abaixo para responder a questão. 


  

No período “Espero que um dia ele supere isso”, exposto no último quadrinho, a oração subordinada exerce função de:
Alternativas
Respostas
3601: A
3602: E
3603: B
3604: A
3605: E
3606: B
3607: B
3608: A
3609: E
3610: E
3611: C
3612: C
3613: E
3614: C
3615: B
3616: D
3617: C
3618: B
3619: C
3620: D