Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Considerando as regras de concordância verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir sobre o trecho, bem como sobre outros contextos.
I.Quando o núcleo do sujeito é representado por um substantivo coletivo, como 'equipes', o verbo pode concordar tanto no singular quanto no plural. Assim, na frase em análise, além da forma verbal 'retornaram', também seria adequada a forma 'retornou'.
II.A forma verbal 'fizeram' está flexionada no plural para concordar adequadamente com 'novas varreduras', que também está no plural.
III.Em 'as áreas consideradas críticas' observa-se concordância nominal adequada, assim como na frase 'A funcionária manteve organizado o gabinete e o auditório'.
IV.Em 'No sul do país faz invernos rigorosos' observa-se concordância adequada.
É correto o que se afirma em:
Quanto à predicação verbal no período acima, identifique a alternativa CORRETA.
Considerando a regência nominal e verbal no trecho, julgue as afirmativas:
I.A forma correta seria 'no combate o tráfico de drogas e as organizações criminosas', pois a preposição deve ocorrer apenas antes do primeiro termo coordenado.
II.A preposição 'em' na expressão 'em andamento' aparece porque integra a locução que expressa a ideia de continuidade de uma ação.
III.O verbo 'reforçar' atua com a mesma transitividade do verbo 'abdicar' na frase "O diretor abdicou o cargo".
IV.No contexto, o verbo 'seguir' atua com transitividade distinta da observada na frase 'Para evitar represálias, os soldados o seguiam por toda a parte'.
É correto o que se afirma
A oração que começa com 'de que o tempo de análise...' é classificada sintaticamente como:
I.No trecho, o verbo 'haver' é impessoal, não apresenta sujeito e deve permanecer na terceira pessoa do singular, do mesmo modo que o particípio do verbo 'ser'.
II.O verbo 'haver' apresenta sujeito cujo núcleo é determinado por um adjunto adnominal, que será flexionado obrigatoriamente caso esse núcleo seja colocado no plural.
III.O travessão indica que a oração subsequente é um aposto explicativo da oração principal.
IV.A palavra 'consumida' exerce a função de predicativo do sujeito, concordando com a expressão 'proteção'.
É correto o que se afirma em:
"Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil."
Com base na classificação do tipo de predicado presente no trecho, identifique a alternativa correta.
Considerando a regência verbal e nominal, marque com V, as afirmativas verdadeiras, e com F, as falsas:
(__)O verbo 'dedicar' atua como bitransitivo, exigindo preposição 'a' antes do objeto indireto.
(__)O verbo 'dedicar' atua apenas como transitivo indireto, exigindo complemento preposicionado, o que justifica o uso da crase, uma vez que 'investigação' admite o artigo definido feminino 'a'.
(__)O verbo 'desenvolver' está no infinitivo atuando como intransitivo e com seu sujeito posposto.
(__)A forma 'associada' exige complemento preposicionado, todavia, o vocábulo 'estudos', por se apresentar no plural, não admite o uso da crase. Caso estivesse no singular, o emprego da crase seria obrigatório.
A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
No trecho, o verbo 'ficar' está flexionado no plural, concordando adequadamente com o sujeito composto. A seguir, analise outros enunciados com diferentes tipos de sujeito quanto à concordância verbal e nominal.
I.As crianças mesmo escolheram os livros que iriam ler na biblioteca.
II.Faltou um candidato e um supervisor para a prova de língua portuguesa.
III.Marcos com sua esposa abriu uma cafeteria próximo à universidade federal.
IV.Eram sete e vinte da manhã quando cheguei para fazer a prova do concurso.
Há concordância adequada segundo a norma-padrão em:
I.A conjunção "embora" introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, indicando um fato que poderia impedir a ação da principal, mas não o faz.
II.O conectivo "portanto" possui valor conclusivo, sendo utilizado para introduzir o fechamento de um raciocínio baseado nas premissas apresentadas anteriormente.
III.A conjunção "conquanto" possui valor estritamente temporal, sendo utilizada exclusivamente para indicar ações simultâneas em textos de gêneros narrativos.
Está CORRETO o que se afirma em:
(__)O verbo "assistir", no sentido de prestar auxílio, é comumente empregado como transitivo direto, enquanto sentido de ver ou presenciar, exige a preposição "a".
(__)A regência nominal de termos como "ansioso", "favorável" e "fiel" exige o acompanhamento de preposições específicas para estabelecer o nexo com o complemento.
(__)O verbo "preferir" deve ser regido pela locução "do que", como em "prefiro ler do que viajar", para enfatizar a comparação entre as duas ações.
(__)Verbos transitivos indiretos admitem voz passiva analítica, desde que o agente da passiva seja substituído por um pronome oblíquo reflexivo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
(__)Frase é todo enunciado de sentido completo, podendo ser nominal, quando não possui verbos, ou verbal, quando se organiza em torno de um núcleo verbal.
(__)Oração é a frase ou parte da frase que se estrutura obrigatoriamente em torno de um verbo ou locução verbal, possuindo necessariamente sujeito e predicado.
(__)Período simples é aquele constituído por apenas uma oração, denominada oração absoluta, apresentando um único núcleo verbal ou locução verbal.
(__)O período composto por subordinação apresenta orações que possuem autonomia sintática plena, podendo ser lidas isoladamente sem prejuízo da estrutura gramatical.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.
Texto 01
A lição da jabuticabeira
Quando nos mudamos para o novo apartamento, há quinze anos, ganhei uma jabuticabeira do meu marido. Sempre amei jabuticabas e, talvez ainda mais, as jabuticabeiras. Minha mãe, quando morava no Mato Grosso, dizia que cada pessoa da família tinha uma árvore no quintal, e que ela refletia o momento de vida de cada um. A minha era uma jabuticabeira. Quando ela dava muitos frutos, minha mãe tirava uma foto e mandava: “Olha que linda! Sua vida está florindo.” Ela nunca mandava fotos sem flores ou frutos. Não porque a vida estivesse sempre florida, mas por aquela delicadeza que só as mães têm.
Há algum tempo, a jabuticabeira da varanda começou a ficar amarelada. Achamos que fosse falta de sol — abrimos as cortinas. Nada. Depois abrimos as janelas, para que o vento circulasse. Também não funcionou. O Google (sim, ainda sou do tempo do Google) dizia que restavam duas alternativas: adubar ou trocar a terra. Optei pelo adubo. Mais rápido, mais fácil e muito menos possibilidade de sujeira. Escolhi o mais eficiente, com a embalagem mais bonita e as melhores recomendações. Li a bula com atenção, mas como sou péssima com medidas, fiz “no olho”. Quatro colheres e água até o pó desaparecer. Pronto. No dia seguinte, percebi algumas folhas no chão. No segundo dia, nenhuma nos galhos. Coloquei adubo demais. Chamei um jardineiro, um especialista na vida real, não mais no mundo virtual. Ele foi direto: talvez houvesse salvação, talvez não. Entrei em choque. Sempre associei adubo à força. E força, achava eu, nunca era demais. Engano.
Passei a olhar em volta e percebi: o excesso de adubo tem seu equivalente na vida. O excesso de cuidado também sufoca. Quantas vezes, com boas intenções, pais e mães “adubam demais” os filhos? São crianças e adolescentes que, desde pequenos, não precisam lidar com o tédio, nem cumprir pequenas obrigações, nem ser responsáveis por suas tarefas. Há sempre um adulto disponível – pais, babás, professores – pronto para lembrar, ajudar e, muitas vezes, resolver o problema antes mesmo que ele aconteça.
Mas sem tropeços, raramente há aprendizado. Sem esforço, dificilmente há conquista.
Não defendo o “se vira” da educação mais antiga, mas também não precisamos viver no “eu resolvo”, tão contemporâneo. No meio do caminho existe o “vamos juntos”. A questão é sempre a medida. Paracelso já dizia no século 16: “A diferença entre o remédio e o veneno está na dose.” Cuidado demais é como adubo demais: sufoca a possibilidade de crescer por conta própria. Impede o outro de desenvolver sua própria forma de florescer, no seu tempo e do seu jeito. Talvez, no fundo, a gente queira evitar o sofrimento do outro para não enfrentar o nosso medo de vê-los tropeçar, a dor de achar que poderíamos ter impedido a queda. Mas um dia a gente entende: é preciso aprender a ficar no banco do passageiro. Confiar no caminho, no aprendizado e estar junto sem tirar o volante das mãos de quem precisa dirigir. E, como me ensinou minha jabuticabeira, tudo tem seu tempo: o de florescer, o de frutificar, o de perder as folhas. E, se houver paciência, o de renascer.
Fonte: MADALOZZO, Regina. A lição da jabuticabeira. Disponível em: vidasimples.co/voce-simples/a-licao-da-jabuticabeira/. Acesso em: 22 jan. 2026.

Nelson Rodrigues. O mais belo futebol da Terra. In: A pátria de chuteiras. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013 (com adaptações).

Nelson Rodrigues. O mais belo futebol da Terra. In: A pátria de chuteiras. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013 (com adaptações).
I Mantendo-se os sentidos originais e a correção gramatical do trecho “O mau-caráter tem caráter, mau embora, mas tem, ao passo que, segundo meu colega, o brasileiro não tem nenhum” (linhas 9 a 11), a expressão “ao passo que” poderia ser substituída por enquanto.
II No período em que se encontra, o vocábulo “Pois” (linha 11) tem valor explicativo.
III A substituição do vocábulo “temos” (linha 7) por têm alteraria os sentidos originais do texto, mas manteria sua coerência.
Assinale a alternativa correta.
Trecho para a questão
“Mas isso é só um formalismo. Tom não morreu.”
Em relação ao trecho apresentado, a conjunção, “mas” estabelece, no contexto, uma relação de:

Disponível em: bichinhosdejardim.com/wp-content/uploads/2024/06/bdj-240611-web.png. Acesso em: 22 jan. 2026.