Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 58.352 questões
Para responder à questão, leia a tirinha abaixo:

Julgue o item em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos.
No período “Sob qualquer ângulo observado, trata-se de
um avanço espantoso” (linha 5), o sujeito da oração está
posposto ao verbo.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Poema de sete faces (1930)
Carlos Drummond de Andrade
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.
Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.
Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
Com licença poética
Adélia Prado
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
- dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Poema de sete faces (1930)
Carlos Drummond de Andrade
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.
As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.
O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.
O homem atrás do bigode
é sério, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.
Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.
Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.
Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.
Com licença poética
Adélia Prado
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
- dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
"Quando nasci um anjo esbelto, desses que tocam trombeta, anunciou: vai carregar bandeira."
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Celso Furtado: 100 anos do paraibano que mudou a economia (adaptado)
O renovado debate sobre o papel do Estado na economia, suscitado pelo contexto da pandemia de covid-19, traz ideias do autor de volta para o centro da discussão, no ano de seu centenário.
Um poema que desaparecesse à medida que fosse nascendo, e que dele nada então restasse senão o silêncio de estar não sendo. Que nele apenas ecoasse o som do vazio mais pleno. E depois que tudo matasse morresse do próprio veneno.
I. A expressão à medida que poderia ser substituída por à medida em que sem prejuízos gramaticais. II. Considerando apenas os dois primeiros versos, se o vocábulo poema fosse passado para o plural, outros três vocábulos também deveriam sofrer alteração de número. III. O vocábulo apenas estabelece uma relação de sinonímia com o vocábulo senão.
Pode-se afirmar que:
Observe a tirinha abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
ESTRATÉGIA
Dizem que, certa vez, estava um cego sentado no passeio, com um boné em seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "POR FAVOR! AJUDEM-ME, SOU CEGO".
Um criador de publicidade que passava por ele, parou e observou umas poucas moedas no boné. Sem lhe pedir permissão, pegou o cartaz, deu volta, pegou um giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira sobre os pés do cego e se foi.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmolas, e seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu seus passos e lhe perguntou se tinha sido ele que escreveu seu cartaz e sobretudo, o que ele tinha escrito. O publicitário lhe respondeu:
- Nada que não esteja certo com seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e seguiu seu caminho.
O novo cartaz dizia: "HOJE É PRIMAVERA, E NÃO POSSO VÊ-LA!"
Mudemos de estratégia, quando as coisas não nos saem bem, e veremos que o resultado poderá ser diferente.
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/html/contan
dohistorias.html - Modificado
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
ESTRATÉGIA
Dizem que, certa vez, estava um cego sentado no passeio, com um boné em seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "POR FAVOR! AJUDEM-ME, SOU CEGO".
Um criador de publicidade que passava por ele, parou e observou umas poucas moedas no boné. Sem lhe pedir permissão, pegou o cartaz, deu volta, pegou um giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira sobre os pés do cego e se foi.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmolas, e seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu seus passos e lhe perguntou se tinha sido ele que escreveu seu cartaz e sobretudo, o que ele tinha escrito. O publicitário lhe respondeu:
- Nada que não esteja certo com seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e seguiu seu caminho.
O novo cartaz dizia: "HOJE É PRIMAVERA, E NÃO POSSO VÊ-LA!"
Mudemos de estratégia, quando as coisas não nos saem bem, e veremos que o resultado poderá ser diferente.
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/html/contan
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ESTRATÉGIA
Dizem que, certa vez, estava um cego sentado no passeio, com um boné em seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "POR FAVOR! AJUDEM-ME, SOU CEGO".
Um criador de publicidade que passava por ele, parou e observou umas poucas moedas no boné. Sem lhe pedir permissão, pegou o cartaz, deu volta, pegou um giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira sobre os pés do cego e se foi.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmolas, e seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu seus passos e lhe perguntou se tinha sido ele que escreveu seu cartaz e sobretudo, o que ele tinha escrito. O publicitário lhe respondeu:
- Nada que não esteja certo com seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e seguiu seu caminho.
O novo cartaz dizia: "HOJE É PRIMAVERA, E NÃO POSSO VÊ-LA!"
Mudemos de estratégia, quando as coisas não nos saem bem, e veremos que o resultado poderá ser diferente.
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ESTRATÉGIA
Dizem que, certa vez, estava um cego sentado no passeio, com um boné em seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "POR FAVOR! AJUDEM-ME, SOU CEGO".
Um criador de publicidade que passava por ele, parou e observou umas poucas moedas no boné. Sem lhe pedir permissão, pegou o cartaz, deu volta, pegou um giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira sobre os pés do cego e se foi.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmolas, e seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu seus passos e lhe perguntou se tinha sido ele que escreveu seu cartaz e sobretudo, o que ele tinha escrito. O publicitário lhe respondeu:
- Nada que não esteja certo com seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e seguiu seu caminho.
O novo cartaz dizia: "HOJE É PRIMAVERA, E NÃO POSSO VÊ-LA!"
Mudemos de estratégia, quando as coisas não nos saem bem, e veremos que o resultado poderá ser diferente.
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/html/contan
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
ESTRATÉGIA
Dizem que, certa vez, estava um cego sentado no passeio, com um boné em seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "POR FAVOR! AJUDEM-ME, SOU CEGO".
Um criador de publicidade que passava por ele, parou e observou umas poucas moedas no boné. Sem lhe pedir permissão, pegou o cartaz, deu volta, pegou um giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira sobre os pés do cego e se foi.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmolas, e seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu seus passos e lhe perguntou se tinha sido ele que escreveu seu cartaz e sobretudo, o que ele tinha escrito. O publicitário lhe respondeu:
- Nada que não esteja certo com seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e seguiu seu caminho.
O novo cartaz dizia: "HOJE É PRIMAVERA, E NÃO POSSO VÊ-LA!"
Mudemos de estratégia, quando as coisas não nos saem bem, e veremos que o resultado poderá ser diferente.
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/html/contan
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ESTRATÉGIA
Dizem que, certa vez, estava um cego sentado no passeio, com um boné em seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "POR FAVOR! AJUDEM-ME, SOU CEGO".
Um criador de publicidade que passava por ele, parou e observou umas poucas moedas no boné. Sem lhe pedir permissão, pegou o cartaz, deu volta, pegou um giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira sobre os pés do cego e se foi.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmolas, e seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu seus passos e lhe perguntou se tinha sido ele que escreveu seu cartaz e sobretudo, o que ele tinha escrito. O publicitário lhe respondeu:
- Nada que não esteja certo com seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e seguiu seu caminho.
O novo cartaz dizia: "HOJE É PRIMAVERA, E NÃO POSSO VÊ-LA!"
Mudemos de estratégia, quando as coisas não nos saem bem, e veremos que o resultado poderá ser diferente.
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/html/contan
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
ESTRATÉGIA
Dizem que, certa vez, estava um cego sentado no passeio, com um boné em seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "POR FAVOR! AJUDEM-ME, SOU CEGO".
Um criador de publicidade que passava por ele, parou e observou umas poucas moedas no boné. Sem lhe pedir permissão, pegou o cartaz, deu volta, pegou um giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira sobre os pés do cego e se foi.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmolas, e seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu seus passos e lhe perguntou se tinha sido ele que escreveu seu cartaz e sobretudo, o que ele tinha escrito. O publicitário lhe respondeu:
- Nada que não esteja certo com seu anúncio, mas com outras palavras. Sorriu e seguiu seu caminho.
O novo cartaz dizia: "HOJE É PRIMAVERA, E NÃO POSSO VÊ-LA!"
Mudemos de estratégia, quando as coisas não nos saem bem, e veremos que o resultado poderá ser diferente.
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/html/contan
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Com base na norma-padrão da língua portuguesa, o verbo destacado no trecho está
A frase acima pode ser classificada como:
Analise a oração abaixo:
“Cheguei em casa, fui dormir.”
A frase acima pode ser classificada como:
No excerto, há a presença de:
