Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
AS DINÂMICAS OCORRÊNCIAS DA VIDA
Acontece com todo mundo. Um dia você descobre que não vale a pena revidar ofensas, que elogiar não é se mostrar inferior e que ser humilde faz um bem danado a alma.
E um dia você também aprende a enorme diferença entre amigos e colegas, e você percebe que há colegas que se fazem de amigos. Um dia você compreende que, não importa o que você faça, as pessoas sempre vão criticá-lo. Então, você passa a ignorar as críticas.
E você passa a ser o que é, sem ligar pros sorrisinhos irônicos, olhares reprovadores, ou indiretas medíocres. Tudo se torna pequeno demais para lhe abalar.
E você descobre, no fim das contas, que o fato de você amar demais a si mesmo é o que incomoda os outros.
E você acredita mesmo? Pense e responda!
(Renata Stuart)
Acesso em: (https://www.pensador.com/textos_
felicidade/9/) - (Adaptado)




“Num país classificado entre os mais desiguais do planeta, com indicadores sociais estarrecedores, a fala das pessoas mais pobres e sem acesso à escolaridade plena (por meio da qual se tem acesso aos modos de falar prestigiados e às regras da norma-padrão) é incontornavelmente considerada repleta de ‘erros’.” (linhas 62-66).
Na sentença entre parênteses, Marcos Bagno faz uso de uma oração adjetiva em que o emprego de preposição antes do pronome relativo está em conformidade com papel desempenhado pelo termo retomado no processo de encaixamento próprio desse tipo de subordinação.
Em qual sentença (frase) abaixo, o uso da preposição também se adequa ao contexto, seguindo a prescrição normativa?




Levando em consideração os fatos linguísticos inventariados por Cunha e Cintra (2016), em relação ao fenômeno da concordância verbal, leia as afirmações abaixo e marque V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.
( ) O emprego do pronome relativo quem como sujeito faz com que o verbo se flexione normalmente na terceira pessoa do singular. Porém, não é incomum, de acordo com Cunha e Cintra, escritores consagrados, em consonância com o uso preferencial da linguagem popular, concordarem o verbo com o pronome pessoal que antecede o relativo, pondo em relevo o sujeito efetivo da ação expressa. ( ) O verbo ser, em alguns casos, concorda com o predicativo expresso por substantivo no plural quando pronomes como isto, isso, aquilo ou tudo desempenham a função de sujeito da oração. Não obstante tal convenção, Cunha e Cintra reconhecem não ser raro aparecer o verbo no singular, em conformidade com o pronome demonstrativo ou com o indefinido, realçando-se o conjunto, e não os elementos que o compõem. ( ) Se o sintagma nominal do sujeito é quantificado com expressão de porcentagem, o verbo flexiona-se, em regra, na terceira pessoa do plural caso esse percentual seja maior do que 1%. Contudo, Cunha e Cintra observam que, em registros menos monitorados, o verbo pode ficar na terceira pessoa do singular caso o número percentual venha acompanhado por adjunto adnominal cujo núcleo esteja no singular. ( ) Quando o sujeito composto encontra-se após o verbo, admite-se flexão no singular, concordando com o substantivo mais próximo. Em simetria a essa possibilidade, Cunha e Cintra constatam que, na linguagem coloquial, o verbo também tem se flexionado no singular ao anteceder sujeito simples com núcleo no plural, uma vez que o sintagma nominal deixa de ser percebido como sujeito por ocupar a posição sintática de objeto. ( ) Prescreve-se, como regra geral, uma flexão hierarquizada quando o sujeito composto é constituído por diferentes pessoas verbais: a primeira prepondera sobre a segunda e a terceira; a segunda pessoa prepondera sobre a terceira. Todavia, Cunha e Cintra admitem que, na linguagem corrente do Brasil, pode-se encontrar o verbo conjugado na terceira pessoa do plural, apesar da presença de termo indicador de segunda pessoa.
A sequência correta, de cima para baixo, é




Das sentenças apresentadas abaixo, a que contém um caso de mudança atinente à regência verbal registrado por Cunha e Cintra é:
Não fui, na infância, como os outros e nunca vi como outros viam. Minhas paixões eu não podia tirar de fonte igual à deles; e era outra a origem da tristeza, e era outro o canto, que acordava o coração para a alegria. Tudo o que amei, amei sozinho. Assim, na minha infância, na alba da tormentosa vida, ergueu-se, no bem, no mal, de cada abismo, a encadear-me, o meu mistério. Veio dos rios, veio da fonte, da rubra escarpa da montanha, do sol, que todo me envolvia em outonais clarões dourados; e dos relâmpagos vermelhos que o céu inteiro incendiavam; e do trovão, da tempestade, daquela nuvem que se alterava, só, no amplo azul do céu puríssimo, como um demônio, ante meus olhos. (Edgar Allan Poe. Só.)
Por motivos diversos, elementos sintáticos, como o sujeito ou os objetos de um verbo, podem ser ocultados na oração (a chamada elipse). No caso do poema apresentado, devido às características específicas da composição poética, o sujeito do verbo “vir” (linha 13) ficou elíptico, mas ele já havia sido citado no texto. O sujeito dessa forma verbal é
“A continuidade da implementação das medidas implica a aceitação por todos os membros do quadro diretivo.”
I. Naquela região do país, não chovia faziam dez meses. II. Em alguns países é proibida a entrada de imigrantes. III. Todos os documentos seguem em anexos à procuração solicitada. IV. É proibida a entrada.
⃣ A concordância verbal está correta. ⃣ Há um erro de concordância verbal. ⃣ Há um erro de concordância nominal. ⃣ A concordância nominal está correta.
Texto

(Fonte: https://wwwblogtche-auri.blogspot.com/2012/09/tirinhas-do-hagar-o-terrivel.html?spref=pi. Acesso em 20/10/2020)
Texto

(Fonte: https://wwwblogtche-auri.blogspot.com/2012/09/tirinhas-do-hagar-o-terrivel.html?spref=pi. Acesso em 20/10/2020)
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(Fonte: https://wwwblogtche-auri.blogspot.com/2012/09/tirinhas-do-hagar-o-terrivel.html?spref=pi. Acesso em 20/10/2020)
"cuja máquina se move assim que uma palavra estrangeira
começa a ser empregada” (2º parágrafo).
No trecho, a expressão “assim que” tem sentido de:
“A velha insônia tossiu três da manhã.” (TREVISAN, D.. Ah, É?. 2ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1994.)
Leia o título da notícia, observando a oração em destaque.
“Besouro que aguenta carga 39 mil vezes maior que seu peso inspira engenheiros.” (Galileu, 21/10/2020)
Segundo a norma padrão, a oração sublinhada é classificada como: