Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q3661188 Português
Em relação à concordância nominal, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) Vinte reais são muito.
(_) Há diversos nomes nesta ficha.
Alternativas
Q3661186 Português
Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3497169 Português
Leia o texto para responder à questão.


Adultos incapazes de se orientar


    Professores de uma escola de elite me contaram algo espantoso. Perguntaram aos alunos o que aconteceria se caminhassem sempre em frente, pela calçada diante da escola, sem atravessar a rua. Pouquíssimos deles sabiam que voltariam à frente do colégio. Como sempre se deslocavam pela cidade de carro, não sabiam que a calçada de um quarteirão forma um quadrado, e que, se você segui-la, volta ao mesmo lugar.

    O ser humano nasce com enorme capacidade de se orientar no ambiente em que vive. Prova disso é que indígenas, em florestas tropicais densas, são capazes de caminhar dias de uma aldeia a outra sem se perder. Mas isso depende de treino e prática, como mostra claramente o exemplo dos alunos dessa escola.

    A novidade é que os cientistas conseguiram demonstrar que adultos têm diferentes capacidades de orientação dependendo de onde passaram a infância. Qual seria a capacidade de alguém que cresceu no campo? E como ela se compara com a de quem cresceu em cidades organizadas ou em cidades que parecem um labirinto?

     Para conseguir medir objetivamente a capacidade de orientação de milhares de adultos que cresceram em diferentes ambientes, os cientistas usaram o jogo de computador Sea Hero Quest (SHQ), desenvolvido para pacientes com Alzheimer. O jogador tem de se orientar em um labirinto de canais ou ruas para sair de um ponto e chegar a outro. Em cada nível, o desafio fica mais complexo, e já foi demonstrado que o sucesso nesse jogo mede muito bem a capacidade de orientação de pessoas saudáveis no mundo real.

    Os cientistas usaram dados de 3,9 milhões de jogadores de SHQ e pediram para eles preencherem um questionário sobre onde passaram a infância. Analisaram-se os mapas das cidades em que os 397.162 exitosos no desafio haviam crescido. Constatou-se que o sucesso no jogo é maior quanto maior é a complexidade do ambiente onde a pessoa cresceu.

    Quem teve poucos desafios na infância tem menos vantagens no jogo e menor capacidade de se orientar. É uma lição importante: nas cidades de baixa complexidade, privamos crianças de desenvolverem a capacidade de orientação. Mas tudo bem, existe o Waze para sanar essa deficiência educacional...


(Fernando Reinach. https://ciencia.estadao.com.br. Publicado em 26.08.2022. Adaptado)
Considere os trechos do texto.

•  Como sempre se deslocavam pela cidade de carro... (1° parágrafo)
•  Mas isso depende de treino e prática... (2° parágrafo)

Os termos destacados nos trechos do texto apresentam, correta e respectivamente, relação de:
Alternativas
Q3381457 Português
Em “..., e a gente começa a estremecer, a achar que aquilo não é mesmo o melhor dos mundos, que o mundo está acabando e a gente vai cair em algum lugar” (linhas 28-30), as orações sublinhadas são, respectivamente, classificadas do ponto de vista sintático como: 
Alternativas
Q3381455 Português

Leia o fragmento seguinte para responder à questão.


“Um dia ela se move e tira o peito da nossa boca. Aí, a gente dá uma babada, olha em volta, reclama porque não está vendo o seio da mãe, não está vendo aquele organismo materno alimentando toda a nossa gana de vida,...” (linhas 25-28). 

No enunciado “Um dia ela se move e tira o peito da nossa boca”, o conectivo “e” exprime uma ideia de
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Q3381451 Português




Fragmento. KRENAK, Aílton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. (p. 29-30)

O texto do ambientalista indígena Aílton Krenak começa com várias frases iniciadas por “se”: “Se a gente desestabilizar esse padrão” (linha 2), “Se olhássemos lá de cima do céu” (linha 5-6), “se [...] ele não fez um retrato ideal daquele momento para essa humanidade que nós pensamos ser” (linhas 7-8)... Esse fato marca, no parágrafo, um tom
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Q3381445 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
No fragmento “Em uma extremidade há um componente físico e, pela palavra físico, entende-se o componente biológico, que não se reduz ao componente sexual, mas inclui o engajamento do ser corporal” (linhas 12-14) o conectivo sublinhado exprime ideia de: 
Alternativas
Q3381443 Português

Leia o fragmento seguinte para responder a questão.


“Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades, mas não é sobre modulação cultural que irei discorrer: antes de mais nada, tentarei indicá-los.”(linhas 18-19)

Na voz passiva sintética, a oração “Esses dois componentes são modulados pelas culturas e pelas sociedades...” (linha 18), teria a seguinte estrutura, de acordo com a norma padrão: 
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Q3381441 Português



Fragmento. MORIN, Edgar. Amor, poesia, sabedoria. 10. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011. (p. 15-17)
O conector sublinhado em “E isso é, evidentemente, flagrante para o amor, uma vez que a maioria de nós sempre foi e será sujeito do amor” (linhas 3-4) pode ser substituído, sem alterar o sentido do enunciado, por
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Q3378475 Português


Fragmento. Publicado em 28 out. 2021. Disponível em:https://www.cnnbrasil.com.br/politica/especialistascriticam-proibicao-de-linguagem-neutra-em-projetos-da-lei-rouanet/. Acesso em: 03 nov. 2021.
“Eles destacam que a nova linguagem tem como proposta ser inclusiva, que a cultura, por natureza, deveria incluir e não excluir e que a ‘língua muda e não cabe o controle governamental’”. (linhas 5-7) As orações sublinhadas no parágrafo em destaque
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Q3378471 Português
Em “Há saberes diferentes”, apesar de “saberes diferentes” estar no plural, o verbo está no singular porque
Alternativas
Q3378469 Português


Publicada em 16 set 2021. Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho. Acesso em: 03 nov. 2021.


Responda a questão a respeito da frase “Não há saber mais ou saber menos”.  

Nessa frase, “ou” expressa 
Alternativas
Q3378467 Português

Leia o trecho abaixo para responder à questão.


Com ela, a leitura da palavra foi a leitura da ‘palavramundo’”. (linhas 34-35) 

O termo sublinhado é
Alternativas
Q3378465 Português

Texto 1


 A importância do ato de ler

Paulo Freire


Fragmento. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. 21.ed. São Paulo: Cortez Editora, s/d. p. 5 – 8. Disponível em: https://nepegeo.paginas.ufsc.br/files/2018/11/AImportancia-do-Ato-de-Ler-Paulo-:Freire.pdf) Acesso em: 03 nov. 2021.

No fragmento “... e, quanto mais o fazia, mais aumentava a capacidade de perceber...” (linhas 21-21), a estrutura “quanto mais...mais” configura uma relação de 
Alternativas
Q3378461 Português

Texto 1


 A importância do ato de ler

Paulo Freire


Fragmento. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. 21.ed. São Paulo: Cortez Editora, s/d. p. 5 – 8. Disponível em: https://nepegeo.paginas.ufsc.br/files/2018/11/AImportancia-do-Ato-de-Ler-Paulo-:Freire.pdf) Acesso em: 03 nov. 2021.

A opção em que os dois termos sublinhados têm a mesma função sintática é: 
Alternativas
Q3367951 Português
Por que ler os Clássicos?


Em tons de poesia, Ítalo Calvino afirma que “chama-se de clássico um livro que se configura como equivalente do universo, à semelhança dos antigos talismãs”. Um talismã é uma forma de nos religar com aquilo que nos ultrapassa e do qual queremos, em alguma medida, um auxílio, uma proteção, uma luz qualquer. E, no ritual da leitura, ele se oferece como um parceiro de diálogo profundo, com o qual podemos manter uma relação de proximidade porque nos acalenta, “entende-nos”, ou até mesmo nos consola nos momentos de agruras espirituais.


Um clássico é uma segunda vida, que nos revela outras cores, outras complexidades, outras experiências de mundo. Embora “falsas”, “fictícias”, “meramente imaginárias”, elas nos mostram em que medida nossas próprias vivências estão tão indissociavelmente unidas a todas as outras que nos cercam; por meio delas também constituímos uma transição inconsútil entre nós e tudo aquilo que não somos, mas que nos ajuda a significar nossas circunstâncias. Se isto nos for possível de estabelecer, então os clássicos seguirão cumprindo seus papéis, porque com eles aprendemos a compreender o mundo por uma lógica não cartesiana, como bem nos colocou Pamuk, na obra O romancista ingênuo e o sentimental. E esta lição, acredito, é aquela que levaremos por toda a vida.


Ler um clássico não se trata de uma relação amorosa superficial, mas aquela que exige uma grande dedicação, um constante empenho de nossa parte para que tudo aquilo que ela pode oferecer seja por nós alcançado, sem deixar sempre de abrir uma nova porta, provocar uma outra resposta, testar-nos enquanto estivermos vivos e dispostos a voltar a ele. É isto que torna um clássico o “meu” clássico. É isso que elevam livros a clássicos. Nunca fico a eles indiferentes, porque servem para nos definir, ampliando o nosso conhecimento acerca de nós mesmos, das outras pessoas e das coisas do mundo.


Texto Adaptado de: OLIVEIRA, L. Por que ler os clássicos? Revisitando uma “velha” pergunta. In: CARVALHO, M. A. F; CARVALHO- BELINI, R. G. Caminhos da Leitura: percursos colaborativos. Curitiba: Appris, 2002. 
A respeito das relações de referência intratextual, da articulação oracional e do estatuto morfossintático e semântico de itens lexicais, analise as proposições seguintes:


I – O sintagma “nos momentos de agruras espirituais [...]” (primeiro parágrafo) funciona como expressão indicativa de tempo, desempenhando o papel de um adjunto adverbial de tempo.


II – O conectivo “mas”, no segmento [...] mas que nos ajuda a significar nossas circunstâncias. (2º parágrafo), corresponde a uma conjunção coordenativa que expressa relação semântica de oposição, adversidade.


III – O conectivo “se”, no segmento “Se isto nos for possível de estabelecer, então os clássicos seguirão cumprindo seus papéis [...] (2º parágrafo), corresponde a uma conjunção coordenativa que estabelece o sentido de causa necessária para o fato enunciado.


IV – Os pronomes “elas” e “outras”, nos segmentos “elas nos mostram” e “unidas a todas as outras que nos cercam” (2º parágrafo), estabelecem relações referenciais anafóricas e retomam expressões apresentadas no texto, evitando repetição desnecessária.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3367949 Português
Por que ler os Clássicos?


Em tons de poesia, Ítalo Calvino afirma que “chama-se de clássico um livro que se configura como equivalente do universo, à semelhança dos antigos talismãs”. Um talismã é uma forma de nos religar com aquilo que nos ultrapassa e do qual queremos, em alguma medida, um auxílio, uma proteção, uma luz qualquer. E, no ritual da leitura, ele se oferece como um parceiro de diálogo profundo, com o qual podemos manter uma relação de proximidade porque nos acalenta, “entende-nos”, ou até mesmo nos consola nos momentos de agruras espirituais.


Um clássico é uma segunda vida, que nos revela outras cores, outras complexidades, outras experiências de mundo. Embora “falsas”, “fictícias”, “meramente imaginárias”, elas nos mostram em que medida nossas próprias vivências estão tão indissociavelmente unidas a todas as outras que nos cercam; por meio delas também constituímos uma transição inconsútil entre nós e tudo aquilo que não somos, mas que nos ajuda a significar nossas circunstâncias. Se isto nos for possível de estabelecer, então os clássicos seguirão cumprindo seus papéis, porque com eles aprendemos a compreender o mundo por uma lógica não cartesiana, como bem nos colocou Pamuk, na obra O romancista ingênuo e o sentimental. E esta lição, acredito, é aquela que levaremos por toda a vida.


Ler um clássico não se trata de uma relação amorosa superficial, mas aquela que exige uma grande dedicação, um constante empenho de nossa parte para que tudo aquilo que ela pode oferecer seja por nós alcançado, sem deixar sempre de abrir uma nova porta, provocar uma outra resposta, testar-nos enquanto estivermos vivos e dispostos a voltar a ele. É isto que torna um clássico o “meu” clássico. É isso que elevam livros a clássicos. Nunca fico a eles indiferentes, porque servem para nos definir, ampliando o nosso conhecimento acerca de nós mesmos, das outras pessoas e das coisas do mundo.


Texto Adaptado de: OLIVEIRA, L. Por que ler os clássicos? Revisitando uma “velha” pergunta. In: CARVALHO, M. A. F; CARVALHO- BELINI, R. G. Caminhos da Leitura: percursos colaborativos. Curitiba: Appris, 2002. 
No excerto Embora “falsas”, “fictícias”, “meramente imaginárias”, elas nos mostram em que medida nossas próprias vivências estão tão indissociavelmente unidas a todas as outras que nos cercam” (2º parágrafo), o segmento destacado estabelece com o restante da frase a relação semântica de:
Alternativas
Q3367946 Português

Para responder à questão, leia a tirinha a seguir. Em seguida, faça o que se pede:


Imagem associada para resolução da questão



Disponível em https://www.umsabadoqualquer.com/tirinhas, acesso em: 12 jul. 2022.



A respeito da tirinha acima, no que tange sobretudo à regência do verbo “saber”, julgue as afirmativas a seguir:



I – A preposição “de” poderia ser retirada do primeiro quadrinho, sem provocar profundas alterações de ordem semântica;


II - A preposição “de” poderia ser retirada do primeiro quadrinho, provocando alterações de natureza sintática;


III - A preposição “de” não poderia ser retirada do primeiro quadrinho, pois isso provocaria inadequação na regência verbal;


IV - A preposição “de” poderia ser retirada do primeiro quadrinho, o que provocaria não apenas profundas alterações de ordem semântica, mas também alterações de natureza sintática.



Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmação (ões):

Alternativas
Q3367944 Português
Quanto às regras de pontuação, encontra-se a seguinte orientação do gramático Evanildo Bechara:

A vírgula deve ser usada para separar, em geral, [...] as orações adverbiais que vêm antes ou no meio da sua principal.

(BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.)

Indique a frase em que se aplica essa regra de uso de vírgula.
Alternativas
Q3286846 Português
Difíceis identidades contemporâneas

No trecho “pois ela é fonte de inquietação, de aflição e mobiliza um esforço constante” (linhas 37 e 38), o pronome “ela” faz uma retomada anafórica do seguinte termo:
Alternativas
Respostas
27941: C
27942: D
27943: B
27944: B
27945: A
27946: B
27947: A
27948: C
27949: B
27950: A
27951: A
27952: C
27953: B
27954: C
27955: C
27956: C
27957: B
27958: C
27959: E
27960: B