Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q1848204 Português

Texto 02 – O que é inovar na educação? 



Fonte: Disponível em: < https://revistaeducacao.com.br/2021/05/27/inovar-educacao-blikstein/> Acesso em 04/junho/2021.

No enunciado “O discurso dizia que ele permitia ao aluno estudar no próprio ritmo” é CORRETO afirmar que há uma


I- ambiguidade, tendo em vista haver duplicidade de sentidos.

II- construção linguística em sentido conotativo.

III- produção sintática formada por período composto.


É CORRETO o que se afirma apenas em

Alternativas
Q1848203 Português

Texto 02 – O que é inovar na educação? 



Fonte: Disponível em: < https://revistaeducacao.com.br/2021/05/27/inovar-educacao-blikstein/> Acesso em 04/junho/2021.

No primeiro parágrafo, o enunciado “diretor do TLTL(Transformative Learning Technologies Lab) da Universidade Columbia, EUA” funciona sintaticamente como 
Alternativas
Q1848200 Português

Texto 01 – O contrário do Amor



Fonte: MEDEIROS, Martha. Disponível em: <https://www.pensador.com/textos_de_martha_medeiros>

Acesso em 02/junho/2021. 

No enunciado “Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: [...]" (linha 20), é CORRETO afirmar que


I- o pronome oblíquo “nos” foi usado como próclise por exigência do termo “não”.

II- “Ela” é um termo referencial que exerce a função sintática de sujeito.

III- ”olhos, boca, coração, cérebro” exercem função morfológica e sintática diferentes.


É CORRETO o que se afirma em 

Alternativas
Q1848199 Português

Texto 01 – O contrário do Amor



Fonte: MEDEIROS, Martha. Disponível em: <https://www.pensador.com/textos_de_martha_medeiros>

Acesso em 02/junho/2021. 

Do enunciado “Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo.” (linha 12), é CORRETO afirmar que “energia, neurônios e tempo”


( ) são da mesma categoria morfológica e exercem a mesma função sintática.

( ) pertencem a classes gramaticais diferentes e assumem funções sintáticas diferentes.

( ) são da mesma cadeia semântica e exercem funções sintáticas idênticas.


Analise as proposições acima e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.


A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é

Alternativas
Q1848192 Português

Texto 01 – O contrário do Amor



Fonte: MEDEIROS, Martha. Disponível em: <https://www.pensador.com/textos_de_martha_medeiros>

Acesso em 02/junho/2021. 

Sobre o primeiro parágrafo do texto é CORRETO afirmar a presença de


I- exemplos de palavras que se opõem semanticamente, logo no início.

II- uma situação comunicativa hipotética, indicada pelo uso da partícula "se", no segundo período.

III- uma exposição imperativa com o objetivo de provocar no leitor uma postura ativa.


É CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q1848006 Português
Leia o texto para responder à questão.

Enfrentamento ao racismo une trajetórias de
pensadores do Brasil e dos EUA

   Com formação histórica marcada pelo sequestro e tráfico de pessoas africanas e um longo processo de escravidão, Brasil e Estados Unidos possuem sociedades estruturadas pelo racismo. Nem sempre as expressões da discriminação racial são semelhantes em ambos os países, mas as formas de superação por vezes são convergentes.
   Um livro lançado na última semana lança luz sobre esses processos de estruturação do racismo e tentativas de superações nestas nações, por meio da trajetória de dois intelectuais negros que tiveram a relevância intelectual e ativista apagada ao longo da história. Em Travessias no Atlântico Negro: reflexões sobre Booker T. Washington e Manuel R. Querino, a autora Sabrina Gledhill apresenta as táticas destas duas figuras emblemáticas no combate antirracista na virada do século XIX.
   Nascido em Santo Amaro da Purificação, Recôncavo Baiano, em 1851, Manuel Querino foi um abolicionista, jornalista, líder operário, político, pintor e professor de desenho industrial. Ele é considerado o fundador da história da arte baiana e dos estudos da culinária popular da Bahia. Booker T. Washington, nascido escravo na Virginia (EUA), em 1856, após a alforria, trabalhou como zelador para custear seus estudos no Instituto Hampton, depois fundou o Instituto Normal e Industrial Tuskegee. Washington se dedicou aos ex-escravizados que enfrentavam o grande desafio do analfabetismo, já que as leis escravistas os proibiam de ler ou escrever. Como foco comum, os dois apostaram na educação e na divulgação de imagens positivas de pessoas negras.
   Para a autora, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, a visão dominante sobre o negro no século XIX e no início do século XX era de uma massa de escravos ou recém-libertos, marginalizada, analfabeta e avessa ao trabalho. A existência de intelectuais, artistas e cientistas negros neste período nega este estereótipo. Por isso, Manuel R. Querino e Booker T. Washington ajudaram a divulgar biografias de pessoas negras. Eles tinham consciência da importância de se contar essas histórias para quebrar estereótipos.
(André Santana, Uol, 07 de novembro de 2020. Adaptado)
Assinale a alternativa que está de acordo com a norma- -padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q1848003 Português
Leia a tira para responder à questão

(Bill Watterson, O essencial de Calvin e Haroldo, 2018)
Considere os trechos a seguir:
•  Nós fugimos como loucos pra árvore mais próxima. •  Não causa uma impressão muito boa nas garotas, mas não adianta nada causar uma boa impressão e morrer em seguida...
Os vocábulos destacados expressam, respectivamente, as ideias de 
Alternativas
Q1847960 Português

Leia um trecho do romance Anel de vidro, de Ana Luisa Escorel, para responder à questão.


    Quando apareceu a decisão de ir para o sul, a mãe começou a pregar botões onde faltavam, cerzir puídos e refazer as barras desfeitas da meia dúzia de calças que levaria.

    O pai deu dois ou três conselhos de praxe, o dinheiro da passagem e um pouco mais. O tanto para aguentar perto de quinze dias na casa do tio, onde ficaria até conseguir emprego. E assim foi e ele se despediu, triste por deixar a irmã a quem era bastante ligado. Deve ter recebido a bênção protocolar, de longe. Não era hábito na família os mais velhos ficarem se expondo em demonstrações de afeto. Adulto só encostava em criança para dar cascudo.

    Andou sozinho até a rodoviária, sem ninguém junto para encurtar a partida. Foi carregando a malinha – leve, quase nada dentro –, com um travo no peito e o coração aos trancos.

    A viagem tomava um dia e uma noite, e eram poucas as paradas em postos de gasolina com bares cheios de moscas e banheiros imundos. No ônibus, cadeiras desconfortáveis e como companheira de viagem uma gente mirrada, graças a Deus, pois assim o barulho era pouco e ele podia descansar enquanto pensava na vida.

    Vinha inquieto. Mal conhecia os tios e os primos, três rapazes regulando com ele em idade, nunca sequer os tinha visto. Moravam do outro lado da baía na cidade vizinha e mais modesta. Então, para o estudo e o trabalho, teria de se deslocar em barcaças, vinte minutos sobre o mar até o centro rico do Rio de Janeiro que o atraíra para o sul. Seu propósito era trabalhar de dia e estudar à noite – Administração de Empresa – e abrir o leque das perspectivas fosse na iniciativa privada, fosse ao abrigo seguro do Estado.

    Assim ia encadeando o devaneio e mesmo agora, passados bons anos, tinha viva a sequência daqueles acontecimentos, talvez porque encerrassem uma etapa selada no adeus.

    Desembarcou, 24 horas de viagem nas costas, sentiu como se entrasse num mundo sem norte.

(Editora Ouro sobre Azul, 2014. Adaptado)

De acordo com a concordância verbal e nominal estabelecida pela norma-padrão, está correta a alternativa:
Alternativas
Q1847958 Português

Leia um trecho do romance Anel de vidro, de Ana Luisa Escorel, para responder à questão.


    Quando apareceu a decisão de ir para o sul, a mãe começou a pregar botões onde faltavam, cerzir puídos e refazer as barras desfeitas da meia dúzia de calças que levaria.

    O pai deu dois ou três conselhos de praxe, o dinheiro da passagem e um pouco mais. O tanto para aguentar perto de quinze dias na casa do tio, onde ficaria até conseguir emprego. E assim foi e ele se despediu, triste por deixar a irmã a quem era bastante ligado. Deve ter recebido a bênção protocolar, de longe. Não era hábito na família os mais velhos ficarem se expondo em demonstrações de afeto. Adulto só encostava em criança para dar cascudo.

    Andou sozinho até a rodoviária, sem ninguém junto para encurtar a partida. Foi carregando a malinha – leve, quase nada dentro –, com um travo no peito e o coração aos trancos.

    A viagem tomava um dia e uma noite, e eram poucas as paradas em postos de gasolina com bares cheios de moscas e banheiros imundos. No ônibus, cadeiras desconfortáveis e como companheira de viagem uma gente mirrada, graças a Deus, pois assim o barulho era pouco e ele podia descansar enquanto pensava na vida.

    Vinha inquieto. Mal conhecia os tios e os primos, três rapazes regulando com ele em idade, nunca sequer os tinha visto. Moravam do outro lado da baía na cidade vizinha e mais modesta. Então, para o estudo e o trabalho, teria de se deslocar em barcaças, vinte minutos sobre o mar até o centro rico do Rio de Janeiro que o atraíra para o sul. Seu propósito era trabalhar de dia e estudar à noite – Administração de Empresa – e abrir o leque das perspectivas fosse na iniciativa privada, fosse ao abrigo seguro do Estado.

    Assim ia encadeando o devaneio e mesmo agora, passados bons anos, tinha viva a sequência daqueles acontecimentos, talvez porque encerrassem uma etapa selada no adeus.

    Desembarcou, 24 horas de viagem nas costas, sentiu como se entrasse num mundo sem norte.

(Editora Ouro sobre Azul, 2014. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase está redigida em conformidade com a regência verbal e/ou nominal padrão. 
Alternativas
Q1847957 Português

Leia um trecho do romance Anel de vidro, de Ana Luisa Escorel, para responder à questão.


    Quando apareceu a decisão de ir para o sul, a mãe começou a pregar botões onde faltavam, cerzir puídos e refazer as barras desfeitas da meia dúzia de calças que levaria.

    O pai deu dois ou três conselhos de praxe, o dinheiro da passagem e um pouco mais. O tanto para aguentar perto de quinze dias na casa do tio, onde ficaria até conseguir emprego. E assim foi e ele se despediu, triste por deixar a irmã a quem era bastante ligado. Deve ter recebido a bênção protocolar, de longe. Não era hábito na família os mais velhos ficarem se expondo em demonstrações de afeto. Adulto só encostava em criança para dar cascudo.

    Andou sozinho até a rodoviária, sem ninguém junto para encurtar a partida. Foi carregando a malinha – leve, quase nada dentro –, com um travo no peito e o coração aos trancos.

    A viagem tomava um dia e uma noite, e eram poucas as paradas em postos de gasolina com bares cheios de moscas e banheiros imundos. No ônibus, cadeiras desconfortáveis e como companheira de viagem uma gente mirrada, graças a Deus, pois assim o barulho era pouco e ele podia descansar enquanto pensava na vida.

    Vinha inquieto. Mal conhecia os tios e os primos, três rapazes regulando com ele em idade, nunca sequer os tinha visto. Moravam do outro lado da baía na cidade vizinha e mais modesta. Então, para o estudo e o trabalho, teria de se deslocar em barcaças, vinte minutos sobre o mar até o centro rico do Rio de Janeiro que o atraíra para o sul. Seu propósito era trabalhar de dia e estudar à noite – Administração de Empresa – e abrir o leque das perspectivas fosse na iniciativa privada, fosse ao abrigo seguro do Estado.

    Assim ia encadeando o devaneio e mesmo agora, passados bons anos, tinha viva a sequência daqueles acontecimentos, talvez porque encerrassem uma etapa selada no adeus.

    Desembarcou, 24 horas de viagem nas costas, sentiu como se entrasse num mundo sem norte.

(Editora Ouro sobre Azul, 2014. Adaptado)

Na frase do segundo parágrafo – Deve ter recebido a bênção protocolar, de longe. –, o termo destacado qualifica a palavra a que se refere (bênção). A mesma situação ocorre com o termo em destaque na alternativa:
Alternativas
Q1847956 Português

Leia um trecho do romance Anel de vidro, de Ana Luisa Escorel, para responder à questão.


    Quando apareceu a decisão de ir para o sul, a mãe começou a pregar botões onde faltavam, cerzir puídos e refazer as barras desfeitas da meia dúzia de calças que levaria.

    O pai deu dois ou três conselhos de praxe, o dinheiro da passagem e um pouco mais. O tanto para aguentar perto de quinze dias na casa do tio, onde ficaria até conseguir emprego. E assim foi e ele se despediu, triste por deixar a irmã a quem era bastante ligado. Deve ter recebido a bênção protocolar, de longe. Não era hábito na família os mais velhos ficarem se expondo em demonstrações de afeto. Adulto só encostava em criança para dar cascudo.

    Andou sozinho até a rodoviária, sem ninguém junto para encurtar a partida. Foi carregando a malinha – leve, quase nada dentro –, com um travo no peito e o coração aos trancos.

    A viagem tomava um dia e uma noite, e eram poucas as paradas em postos de gasolina com bares cheios de moscas e banheiros imundos. No ônibus, cadeiras desconfortáveis e como companheira de viagem uma gente mirrada, graças a Deus, pois assim o barulho era pouco e ele podia descansar enquanto pensava na vida.

    Vinha inquieto. Mal conhecia os tios e os primos, três rapazes regulando com ele em idade, nunca sequer os tinha visto. Moravam do outro lado da baía na cidade vizinha e mais modesta. Então, para o estudo e o trabalho, teria de se deslocar em barcaças, vinte minutos sobre o mar até o centro rico do Rio de Janeiro que o atraíra para o sul. Seu propósito era trabalhar de dia e estudar à noite – Administração de Empresa – e abrir o leque das perspectivas fosse na iniciativa privada, fosse ao abrigo seguro do Estado.

    Assim ia encadeando o devaneio e mesmo agora, passados bons anos, tinha viva a sequência daqueles acontecimentos, talvez porque encerrassem uma etapa selada no adeus.

    Desembarcou, 24 horas de viagem nas costas, sentiu como se entrasse num mundo sem norte.

(Editora Ouro sobre Azul, 2014. Adaptado)

Em – Foi carregando a malinha – leve, quase nada dentro –, com um travo no peito e o coração aos trancos. –, a expressão destacada apresenta circunstância adverbial de
Alternativas
Q1847955 Português

Leia um trecho do romance Anel de vidro, de Ana Luisa Escorel, para responder à questão.


    Quando apareceu a decisão de ir para o sul, a mãe começou a pregar botões onde faltavam, cerzir puídos e refazer as barras desfeitas da meia dúzia de calças que levaria.

    O pai deu dois ou três conselhos de praxe, o dinheiro da passagem e um pouco mais. O tanto para aguentar perto de quinze dias na casa do tio, onde ficaria até conseguir emprego. E assim foi e ele se despediu, triste por deixar a irmã a quem era bastante ligado. Deve ter recebido a bênção protocolar, de longe. Não era hábito na família os mais velhos ficarem se expondo em demonstrações de afeto. Adulto só encostava em criança para dar cascudo.

    Andou sozinho até a rodoviária, sem ninguém junto para encurtar a partida. Foi carregando a malinha – leve, quase nada dentro –, com um travo no peito e o coração aos trancos.

    A viagem tomava um dia e uma noite, e eram poucas as paradas em postos de gasolina com bares cheios de moscas e banheiros imundos. No ônibus, cadeiras desconfortáveis e como companheira de viagem uma gente mirrada, graças a Deus, pois assim o barulho era pouco e ele podia descansar enquanto pensava na vida.

    Vinha inquieto. Mal conhecia os tios e os primos, três rapazes regulando com ele em idade, nunca sequer os tinha visto. Moravam do outro lado da baía na cidade vizinha e mais modesta. Então, para o estudo e o trabalho, teria de se deslocar em barcaças, vinte minutos sobre o mar até o centro rico do Rio de Janeiro que o atraíra para o sul. Seu propósito era trabalhar de dia e estudar à noite – Administração de Empresa – e abrir o leque das perspectivas fosse na iniciativa privada, fosse ao abrigo seguro do Estado.

    Assim ia encadeando o devaneio e mesmo agora, passados bons anos, tinha viva a sequência daqueles acontecimentos, talvez porque encerrassem uma etapa selada no adeus.

    Desembarcou, 24 horas de viagem nas costas, sentiu como se entrasse num mundo sem norte.

(Editora Ouro sobre Azul, 2014. Adaptado)

A relação entre ideias estabelecida pela expressão destacada no trecho do texto está corretamente indicada entre parênteses em: 
Alternativas
Q1847850 Português
Em relação à concordância nominal, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1847849 Português
No período composto por subordinação “Embora estivesse cansada, continuou dançando.”, a oração sublinhada expressa ideia de: 
Alternativas
Q1847749 Português
Considerando as regras de concordância, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(  ) Incluso estão os recibos da compra. (  ) Fazia dois anos que ele não viajava.
Alternativas
Q1847745 Português
Como o camaleão consegue mudar de cor?

    Todo mundo conhece os camaleões pela habilidade de se camuflarem, mudando de cor. O camaleão pode, por exemplo, assustar predadores, com cores de alerta, como vermelho e laranja, ou se misturar ao ambiente, com as cores verde e amarelo, para capturar presas e se esconder dos predadores.
    A pele do camaleão é cheia de células chamadas cromatóforos, que possuem pigmentos de diferentes cores. Conforme as reações nervosas do animal, essas células podem se contrair ou se dilatar, provocando uma divisão dos pigmentos e causando a alteração de cor.
   Dessa forma, se o ambiente é verde e o camaleão entende que precisa se camuflar, as células que contêm o pigmento esverdeado dilatam, enquanto as demais se contraem.
   A pele também é rica em queratina. Essa substância (a mesma encontrada nas nossas unhas) protege o réptil, formando uma espécie de carapaça bem dura. Conforme o camaleão cresce, a pele vai sendo renovada.
   A língua do camaleão é bem longa (tem mais ou menos a metade do corpo do bicho), estica até 1 metro e possui um líquido __________ que, em contato com uma presa, faz com que ela grude. Essa é uma das estratégias do camaleão para caçar. Além disso, o bicho move os músculos da língua para agarrar animais grandes, como pássaros.
    Ele __________ tudo! O camaleão olha para direções diferentes de uma vez. Os olhos giram de forma independente, ou seja, enquanto um olha para a direita, o outro pode ir para a esquerda ou para baixo. Assim, quando avista uma presa, um olho fica ligado nela enquanto o outro observa ao redor, para ver se não há perigos.
   Camaleões são lentos e não correm atrás de vítimas para caçá-las. Mesmo assim, são ótimos predadores porque rastejam até o alvo e usam a visão aguçada para disparar a língua e atingir, com precisão, a cabeça do bicho.
(Site: Uol - adaptado.)

No período “Conforme o camaleão cresce, a pele vai sendo renovada.”, a oração sublinhada expressa ideia de: 

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Q1847615 Português

Excerto para a questão:

“É importante saber que fugir do problema não o fará sumir. É necessário olhar de frente para ele e se mostrar maior.”  

As orações: “saber” e “olhar de frente” são sintaticamente das orações principais: 
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Q1847544 Português
Resgatado, lobo-guará vem se recuperando de machucados e lesões de pele
   Um lobo-guará foi encontrado debilitado, com pouco peso, machucado em sua pata dianteira e com sarna. Desde seu resgate, o lobo ________ sendo alimentado, medicado e está em observação no Parque Ecológico.
    “O objetivo é a soltura, ao seu habitat natural, assim que estiver recuperado”, explicou o Biólogo e Diretor do Parque Ecológico de São Carlos (SP).
    Por isso, a recomendação do Diretor do Parque é para que animais domésticos não sejam levados ao Cerrado. “A predação de animais silvestres por domésticos é frequente”, contou Fernando Magnani.
    O contato com animais domésticos apresenta diferentes riscos aos animais silvestres. Dentre os riscos está a transmissão de doenças, como a sarna. “A transmissão cruzada de doenças entre animais domésticos e selvagens geralmente prejudica os selvagens. Animais domésticos já possuem certa __________ a doenças graves, como a cinomose”, complementou o Diretor do Parque Ecológico.
    A simples presença de animais domésticos em um ambiente natural pode ocasionar conflitos. “Os animais silvestres passam a buscar outros espaços sem a presença dos domésticos, ficando vulneráveis à captura, ao atropelamento ou à separação de filhotes de suas mães”, relatou o Diretor do Parque Ecológico.
Fonte: Correio do Povo - adaptado
No trecho “Um lobo-guará foi encontrado debilitado, com pouco peso, machucado em sua pata dianteira e com sarna.”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem alteração no sentido, por: 
Alternativas
Q1847104 Português
    A palavra stalking, em inglês, significa perseguição, e é o termo utilizado pelo legislador na tipificação de um crime que engloba condutas que atentem contra a liberdade, a intimidade e a dignidade. Entende-se o stalking, ou o crime de perseguição, como um delito que exige uma perseguição reiterada pelo autor, não consentida pela vítima, que lhe cause medo, angústia e sentimentos afins, além de repercutir diretamente na sua vida de maneiras diversas.
    Embora, em tese, qualquer pessoa possa figurar como vítima desse crime, sabe-se que a mulher é o principal alvo nessa espécie delitiva — não é à toa que a criminalização da referida conduta era, havia tempos, uma das prioridades da bancada feminina da Câmara dos Deputados. Tanto é assim que são utilizadas como exemplo do que seria o stalking as situações em que a mulher é perseguida por um ex-companheiro que não se conforma com o término da relação ou em que alguém possui um sentimento de posse em relação à mulher e não desiste de persegui-la.
    Tal conduta abrange desde a violência psicológica, que pode causar danos imensuráveis à saúde da vítima, além de problemas no seu próprio cotidiano, no trabalho, na convivência profissional e familiar, até outras formas de violência, que podem culminar em resultados nefastos e irreparáveis. A tipificação do stalking, portanto, é um avanço significativo no combate à violência contra a mulher.

Internet: <diplomatique.org.br> (com adaptações).

No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir.
No trecho “havia tempos” (segundo parágrafo), a substituição de “havia” por faziam prejudicaria a correção gramatical do texto. 
Alternativas
Respostas
28001: B
28002: C
28003: D
28004: B
28005: D
28006: C
28007: A
28008: E
28009: B
28010: D
28011: E
28012: C
28013: B
28014: D
28015: B
28016: C
28017: C
28018: A
28019: C
28020: C