Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q2054050 Português

                 

                                 

Considerando os aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue o item.


O “Mas” (linha 2) introduz uma oração coordenada adversativa e pode ser substituído por porém, sem alteração de sentido do texto.

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Q2054049 Português

                 

                                 

Considerando os aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue o item.


Na linha 28, estaria preservada a correção gramatical do texto caso o adjetivo “antigo” estivesse flexionado no plural, concordando com “amostras”.

Alternativas
Q2054048 Português

                 

                                 

Considerando os aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue o item.


A crase empregada em “contou à BBC” (linha 34) deve-se à regência do verbo contar, que, no sentido utilizado no texto, é transitivo indireto e requer a preposição “a”.

Alternativas
Q2054046 Português

                 

                                 

Considerando os aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue o item.


Na oração “Estudar o DNA em uma gota de água do mar, por exemplo, pode revelar todas as criaturas que viveram em um trecho de oceano” (linhas de 23 a 25), o pronome relativo “que” introduz uma oração subordinada adjetiva explicativa.

Alternativas
Q2054044 Português

                 

                                 

Considerando os aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue o item.


A oração “Ele afirma que essa mistura de espécies de climas temperados e do Ártico, vivendo lado a lado, não tem equivalente na era moderna” (linhas de 15 a 17) é classificada como subordinada objetiva indireta.

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Q2053874 Português

                                

O sujeito da forma verbal “verificou” (linha 36) está elíptico e retoma
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Q2053825 Português


. Rubem Alves. A pipoca. 

Internet: <https://seremrelacao.com.br>.

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2053824 Português


. Rubem Alves. A pipoca. 

Internet: <https://seremrelacao.com.br>.

As expressões “quando” (linha 1) e “Só que” (linha 4) estão empregadas no texto, respectivamente, com o sentido de
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Q2053823 Português

                                         

O acento grave empregado em “à” (linha 11)
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Q2053820 Português

                                         

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue os itens que se seguem.
I A locução “foram transmitidas” (linhas 11 e 12) estabelece uma relação de concordância com a expressão “as pessoas” (linhas 10 e 11).
II Quanto ao tipo textual, predominam no texto o tipo narrativo, uma vez que se mencionam os protagonistas de uma história, e o tipo argumentativo, visto que a autora procura defender uma tese por meio da exposição de fatos e argumentos.
III Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, a expressão “do qual” (linhas 17 e 18) poderia ser substituída por que.
Assinale a alternativa correta.
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Q2051743 Português
Assinale a frase correta quanto à concordância verbal e nominal. 
Alternativas
Q2051490 Português

A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Previdência Social: Reflexões e Desafios

Por José Pimentel, Ministro da Previdência Social 



(Disponível em: http://sa.previdencia.gov.br/site/arquivos/office/3_100202-164641-248.pdf – texto adaptado

especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a correta função sintática do pronome oblíquo sublinhado no trecho a seguir: “que lhes garanta proteção social” (l. 20).
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Q2051487 Português

A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Previdência Social: Reflexões e Desafios

Por José Pimentel, Ministro da Previdência Social 



(Disponível em: http://sa.previdencia.gov.br/site/arquivos/office/3_100202-164641-248.pdf – texto adaptado

especialmente para esta prova).

Considerando o emprego das orações subordinadas substantivas, assinale a alternativa que indica a correta função sintática da oração a seguir: “Tenho a certeza de que os estudos que compõem este volume serão de grande importância para o debate social e político nos próximos anos”.
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Q2051482 Português

A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Previdência Social: Reflexões e Desafios

Por José Pimentel, Ministro da Previdência Social 



(Disponível em: http://sa.previdencia.gov.br/site/arquivos/office/3_100202-164641-248.pdf – texto adaptado

especialmente para esta prova).

Considerando as corretas relações de concordância verbal, bem como as relações modo-temporais na conjugação verbal, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas nas linhas 04, 16 e 34. 
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Q2048590 Português
No ensino da produção escrita, um dos processos didáticos é a reescrita de frases.
Assinale a opção que apresenta a frase em que houve uma substituição inadequada de uma oração reduzida por uma forma nominalizada.
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Q2044856 Português
Observe a frase: “A felicidade consiste em ser feliz. Não consiste em fazer crer aos demais que o somos.”
Assinale a opção que apresenta a observação adequada sobre a estrutura ou componentes dessa frase.
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Q2044815 Português
Leia o fragmento a seguir.
O carro pegou fogo no meio do trânsito. O motorista não conseguiu sair do veículo. Um guarda de trânsito tentou ajudá-lo.

Se reescrevêssemos esse texto, substituindo a pontuação entre os períodos por conectores adequados, fazendo as modificações necessárias, a forma correta seria:
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Q2042677 Português

Expatriaram o gato

Marina Colasanti, quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

       Atravessei a vila que dá saída ao meu prédio, e vi o gato. Todo branco, só a cauda preta e duas manchinhas mínimas na testa. Os olhos, azul cerúleo.

     “Psssit, psssit”, me inclinei. E ele veio buscar o lote de carícias que o som lhe prometia. É altamente provável que eu tenha tido mais prazer que ele nesse encontro.

      Gatos são animais elegantes. Embora eu admire qualquer animal, tenho que admitir a superioridade estética dos felinos com sua postura esnobe, sempre trajados para grande gala, sempre desfilando no tapete vermelho. Todo gato é star.

       E agora leio que o mercado editorial mudou o papel do gato e o transformou em uma espécie de filósofo de autoajuda. Os títulos se multiplicam, assim como as vendas. O substrato de tantas publicações semelhantes é que temos muito a aprender com os gatos. Segundo o francês Stéphane Garnier, autor de “Agir e pensar como um gato”, há cerca de 40 características positivas em um gato, que podem ser muito úteis para o ser humano.

       Depois de fazer do gato um pensador em “O gato filósofo”, utilizando em vez de miados as sábias vozes de Confúcio, Mêncio, e Lao-Tsé, a ilustradora chinesa Kwong Kuen Shan, repetiu a dose em “O gato zen”, “O gato e as orquídeas” e, proximamente, “As quatro estações do gato”. La Fontaine, um mestre na tipificação dos animais, não via no gato tantas virtudes. Nem se interessou grandemente por ele. Em mais de duzentas fábulas dos seus doze livros, só seis são centradas no gato, e sempre em relação ao rato, seu oponente principal. O retrato que sai dessas seis fábulas dificilmente poderia ajudar alguém a reequilibrar sua vida ou seu ego. Para

    La Fontaine, o gato é um animal feroz, em constante perseguição do inimigo, totalmente desprovido de misericórdia.

     O primeiro gato da minha vida foi “O gato de botas”. Tive até um disco com a versão musicada desse conto, e o ouvi tantas vezes que até hoje posso cantarolar trechos. Mas esse gato não era o sanguinário de La Fontaine, era o esperto de Perrault. Aliás, não era de nenhum dos dois, ou de nenhum dos três, já que os irmãos Grimm também escreveram uma versão. Era um gato bem mais antigo, que desde o século XVI morava nas páginas do livro “Le piacevoli notti” (as noites prazerosas) escrito pelo italiano Straparola.

       O gato daquele tempo era autossuficiente, pensava em si mesmo primeiro, almejava a boa vida. Mentiras e enganos lhes eram permitidos. E o Gato de Botas mente para o Rei, engana o Ogro e o come, para apossar-se do seu castelo e fazer com que o dono – que nada fez para merecê-lo – se case com a princesa. Um Gato nada exemplar, e deve ser por isso que as crianças, levadas a mentir pelas exigências dos adultos, gostam tanto dele.

     O segundo gato a cruzar minha vida, quase num empate com o primeiro, foi o de Pinóquio. Um gato meliante, falso cego, companheiro da raposa manca, dupla que engana a marionete, depois a assalta no escuro bosque e acaba por enforcá-lo num galho do Carvalho Grande. Esse tampouco serviria como coach de autoajuda.

        Os animais são tipificados há muitos séculos, desde o Panchatantra, livro de sabedoria indiana com fábulas de animais, escrito em sânscrito por volta do século III a.C. Cada animal tem suas características e sua função no jogo de identificação com os humanos, permitindo uma redução da narrativa. Agora vem a modernidade com sua sede de lucros embaralhar o jogo e trocar sobre a mesa cartas com as quais lidávamos desde sempre. De onde tira esse direito?


Disponível em: <https://www.marinacolasanti.com/2020/02/expatriaram
-o-gato.html> . Acesso em: 17 fevr. 2020.
“Mas esse gato não era o sanguinário de La Fontaine, era o esperto de Perrault. Aliás, não era de nenhum dos dois, ou de nenhum dos três, já que os irmãos Grimm também escreveram uma versão.”
O termo em destaque foi utilizado para introduzir uma
Alternativas
Q2042676 Português

Expatriaram o gato

Marina Colasanti, quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

       Atravessei a vila que dá saída ao meu prédio, e vi o gato. Todo branco, só a cauda preta e duas manchinhas mínimas na testa. Os olhos, azul cerúleo.

     “Psssit, psssit”, me inclinei. E ele veio buscar o lote de carícias que o som lhe prometia. É altamente provável que eu tenha tido mais prazer que ele nesse encontro.

      Gatos são animais elegantes. Embora eu admire qualquer animal, tenho que admitir a superioridade estética dos felinos com sua postura esnobe, sempre trajados para grande gala, sempre desfilando no tapete vermelho. Todo gato é star.

       E agora leio que o mercado editorial mudou o papel do gato e o transformou em uma espécie de filósofo de autoajuda. Os títulos se multiplicam, assim como as vendas. O substrato de tantas publicações semelhantes é que temos muito a aprender com os gatos. Segundo o francês Stéphane Garnier, autor de “Agir e pensar como um gato”, há cerca de 40 características positivas em um gato, que podem ser muito úteis para o ser humano.

       Depois de fazer do gato um pensador em “O gato filósofo”, utilizando em vez de miados as sábias vozes de Confúcio, Mêncio, e Lao-Tsé, a ilustradora chinesa Kwong Kuen Shan, repetiu a dose em “O gato zen”, “O gato e as orquídeas” e, proximamente, “As quatro estações do gato”. La Fontaine, um mestre na tipificação dos animais, não via no gato tantas virtudes. Nem se interessou grandemente por ele. Em mais de duzentas fábulas dos seus doze livros, só seis são centradas no gato, e sempre em relação ao rato, seu oponente principal. O retrato que sai dessas seis fábulas dificilmente poderia ajudar alguém a reequilibrar sua vida ou seu ego. Para

    La Fontaine, o gato é um animal feroz, em constante perseguição do inimigo, totalmente desprovido de misericórdia.

     O primeiro gato da minha vida foi “O gato de botas”. Tive até um disco com a versão musicada desse conto, e o ouvi tantas vezes que até hoje posso cantarolar trechos. Mas esse gato não era o sanguinário de La Fontaine, era o esperto de Perrault. Aliás, não era de nenhum dos dois, ou de nenhum dos três, já que os irmãos Grimm também escreveram uma versão. Era um gato bem mais antigo, que desde o século XVI morava nas páginas do livro “Le piacevoli notti” (as noites prazerosas) escrito pelo italiano Straparola.

       O gato daquele tempo era autossuficiente, pensava em si mesmo primeiro, almejava a boa vida. Mentiras e enganos lhes eram permitidos. E o Gato de Botas mente para o Rei, engana o Ogro e o come, para apossar-se do seu castelo e fazer com que o dono – que nada fez para merecê-lo – se case com a princesa. Um Gato nada exemplar, e deve ser por isso que as crianças, levadas a mentir pelas exigências dos adultos, gostam tanto dele.

     O segundo gato a cruzar minha vida, quase num empate com o primeiro, foi o de Pinóquio. Um gato meliante, falso cego, companheiro da raposa manca, dupla que engana a marionete, depois a assalta no escuro bosque e acaba por enforcá-lo num galho do Carvalho Grande. Esse tampouco serviria como coach de autoajuda.

        Os animais são tipificados há muitos séculos, desde o Panchatantra, livro de sabedoria indiana com fábulas de animais, escrito em sânscrito por volta do século III a.C. Cada animal tem suas características e sua função no jogo de identificação com os humanos, permitindo uma redução da narrativa. Agora vem a modernidade com sua sede de lucros embaralhar o jogo e trocar sobre a mesa cartas com as quais lidávamos desde sempre. De onde tira esse direito?


Disponível em: <https://www.marinacolasanti.com/2020/02/expatriaram
-o-gato.html> . Acesso em: 17 fevr. 2020.

“O gato daquele tempo era autossuficiente, pensava em si mesmo primeiro, almejava a boa vida.”


Esse período é composto por orações coordenadas

Alternativas
Q2042675 Português

Expatriaram o gato

Marina Colasanti, quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

       Atravessei a vila que dá saída ao meu prédio, e vi o gato. Todo branco, só a cauda preta e duas manchinhas mínimas na testa. Os olhos, azul cerúleo.

     “Psssit, psssit”, me inclinei. E ele veio buscar o lote de carícias que o som lhe prometia. É altamente provável que eu tenha tido mais prazer que ele nesse encontro.

      Gatos são animais elegantes. Embora eu admire qualquer animal, tenho que admitir a superioridade estética dos felinos com sua postura esnobe, sempre trajados para grande gala, sempre desfilando no tapete vermelho. Todo gato é star.

       E agora leio que o mercado editorial mudou o papel do gato e o transformou em uma espécie de filósofo de autoajuda. Os títulos se multiplicam, assim como as vendas. O substrato de tantas publicações semelhantes é que temos muito a aprender com os gatos. Segundo o francês Stéphane Garnier, autor de “Agir e pensar como um gato”, há cerca de 40 características positivas em um gato, que podem ser muito úteis para o ser humano.

       Depois de fazer do gato um pensador em “O gato filósofo”, utilizando em vez de miados as sábias vozes de Confúcio, Mêncio, e Lao-Tsé, a ilustradora chinesa Kwong Kuen Shan, repetiu a dose em “O gato zen”, “O gato e as orquídeas” e, proximamente, “As quatro estações do gato”. La Fontaine, um mestre na tipificação dos animais, não via no gato tantas virtudes. Nem se interessou grandemente por ele. Em mais de duzentas fábulas dos seus doze livros, só seis são centradas no gato, e sempre em relação ao rato, seu oponente principal. O retrato que sai dessas seis fábulas dificilmente poderia ajudar alguém a reequilibrar sua vida ou seu ego. Para

    La Fontaine, o gato é um animal feroz, em constante perseguição do inimigo, totalmente desprovido de misericórdia.

     O primeiro gato da minha vida foi “O gato de botas”. Tive até um disco com a versão musicada desse conto, e o ouvi tantas vezes que até hoje posso cantarolar trechos. Mas esse gato não era o sanguinário de La Fontaine, era o esperto de Perrault. Aliás, não era de nenhum dos dois, ou de nenhum dos três, já que os irmãos Grimm também escreveram uma versão. Era um gato bem mais antigo, que desde o século XVI morava nas páginas do livro “Le piacevoli notti” (as noites prazerosas) escrito pelo italiano Straparola.

       O gato daquele tempo era autossuficiente, pensava em si mesmo primeiro, almejava a boa vida. Mentiras e enganos lhes eram permitidos. E o Gato de Botas mente para o Rei, engana o Ogro e o come, para apossar-se do seu castelo e fazer com que o dono – que nada fez para merecê-lo – se case com a princesa. Um Gato nada exemplar, e deve ser por isso que as crianças, levadas a mentir pelas exigências dos adultos, gostam tanto dele.

     O segundo gato a cruzar minha vida, quase num empate com o primeiro, foi o de Pinóquio. Um gato meliante, falso cego, companheiro da raposa manca, dupla que engana a marionete, depois a assalta no escuro bosque e acaba por enforcá-lo num galho do Carvalho Grande. Esse tampouco serviria como coach de autoajuda.

        Os animais são tipificados há muitos séculos, desde o Panchatantra, livro de sabedoria indiana com fábulas de animais, escrito em sânscrito por volta do século III a.C. Cada animal tem suas características e sua função no jogo de identificação com os humanos, permitindo uma redução da narrativa. Agora vem a modernidade com sua sede de lucros embaralhar o jogo e trocar sobre a mesa cartas com as quais lidávamos desde sempre. De onde tira esse direito?


Disponível em: <https://www.marinacolasanti.com/2020/02/expatriaram
-o-gato.html> . Acesso em: 17 fevr. 2020.
“É altamente provável que eu tenha tido mais prazer que ele nesse encontro.”

Esse período contém uma oração subordinada adverbial cujo valor semântico é de
Alternativas
Respostas
23601: C
23602: E
23603: E
23604: E
23605: E
23606: C
23607: D
23608: B
23609: C
23610: A
23611: A
23612: C
23613: D
23614: A
23615: A
23616: C
23617: E
23618: C
23619: A
23620: D