Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q4106936 Português

'Nosso equilíbrio está muito pior' do que costumava ser.



Sintaticamente, é correto afirmar, em relação à frase destacada, que 

Alternativas
Q4106830 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


23ª Olimpíadas Especiais das Apaes


Por Felipe Menezes


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(Disponível em: https://apaebrasil.org.br/noticias/apae-brasil-faz-lancamento-oficial-da-23-olimpiadasespeciais-das-apaes – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a oração com predicado verbo-nominal.
Alternativas
Q4106815 Português
'Nosso equilíbrio está muito pior' do que costumava ser.

Sintaticamente, é correto afirmar, em relação à frase destacada, que 
Alternativas
Q4106795 Português

'Nosso equilíbrio está muito pior' do que costumava ser.



Sintaticamente, é correto afirmar, em relação à frase destacada, que

Alternativas
Q4106757 Português
'Nosso equilíbrio está muito pior' do que costumava ser.

Sintaticamente, é correto afirmar, em relação à frase destacada, que
Alternativas
Q4106705 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Benefícios de utilizar protetor solar


Por Joana Sidesc

Q1_15.png (696×433)


(Disponível em: https://topclinicas.com.br/5-beneficios-de-utilizar-o-protetor-solar/ – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Sobre o trecho “o protetor solar possui uma fórmula química”, assinale a palavra que exerce a função de um verbo.
Alternativas
Q4106696 Português
Caminhar é uma modalidade de exercício que não requer equipamento especial ou inscrição em uma academia - e, o melhor de tudo, é de graça.

Assinale a expressão que contenha apenas substantivos. (obs.: considere os elementos de ligação.)
Alternativas
Q4106675 Português

'Nosso equilíbrio está muito pior' do que costumava ser.



Sintaticamente, é correto afirmar, em relação à frase destacada, que

Alternativas
Q4103844 Português
Assinale a alternativa na qual há paralelismo de regência entre os diferentes termos, independentemente de as expressões, nas quais esse processo não se verifica, serem aceitas pela norma culta. 
Alternativas
Q4102910 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 3.


Texto 3


Como surgiu a Maria Farinha Filmes e por que a opção por trabalhar com temas de interesse público e relevância social? Esse propósito está presente desde a origem da produtora?


A Maria Farinha Filmes nasceu em 2008, a partir de um desejo de Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana, que existe há vinte anos, mas, há dez, tinha um projeto, o Criança e Consumo, sobre os males da publicidade para a criança. Ana Lúcia percebeu que precisava de uma ferramenta audiovisual para poder comunicar essa causa, pois ainda era vago falar de criança e consumo, as pessoas não compreendiam o tamanho do problema que era um anunciante falar diretamente com uma criança. Então, ela me chamou para fazer um documentário, o Criança, a Alma do Negócio, e com isso a Maria Farinha nasceu. Esse filme foi muito importante para o Alana, é uma ferramenta de sensibilização até hoje, usada muitas vezes por juízes que ainda assistem ao filme para a resolução de processos. Assim, resolvemos fazer uma produtora que só fizesse filmes que ajudassem na transformação ambiental e social, e o nosso volume de trabalho começou a aumentar, porque começamos a fazer filmes também para outras fundações que têm um trabalho tão sério quanto o Alana: Cenpec, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer, Unicef, e tantas outras.


Fonte: Entrevista com Estela Renner (adaptado). Revista Na Ponta do Lápis, jul. 2018. 
No texto, a palavra “audiovisual” exerce, como determinante, função sintática de: 
Alternativas
Q4102909 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 3.


Texto 3


Como surgiu a Maria Farinha Filmes e por que a opção por trabalhar com temas de interesse público e relevância social? Esse propósito está presente desde a origem da produtora?


A Maria Farinha Filmes nasceu em 2008, a partir de um desejo de Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana, que existe há vinte anos, mas, há dez, tinha um projeto, o Criança e Consumo, sobre os males da publicidade para a criança. Ana Lúcia percebeu que precisava de uma ferramenta audiovisual para poder comunicar essa causa, pois ainda era vago falar de criança e consumo, as pessoas não compreendiam o tamanho do problema que era um anunciante falar diretamente com uma criança. Então, ela me chamou para fazer um documentário, o Criança, a Alma do Negócio, e com isso a Maria Farinha nasceu. Esse filme foi muito importante para o Alana, é uma ferramenta de sensibilização até hoje, usada muitas vezes por juízes que ainda assistem ao filme para a resolução de processos. Assim, resolvemos fazer uma produtora que só fizesse filmes que ajudassem na transformação ambiental e social, e o nosso volume de trabalho começou a aumentar, porque começamos a fazer filmes também para outras fundações que têm um trabalho tão sério quanto o Alana: Cenpec, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer, Unicef, e tantas outras.


Fonte: Entrevista com Estela Renner (adaptado). Revista Na Ponta do Lápis, jul. 2018. 
No texto, a expressão “presidente do Instituto Alana” desempenha função sintática de:
Alternativas
Q4102908 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 3.


Texto 3


Como surgiu a Maria Farinha Filmes e por que a opção por trabalhar com temas de interesse público e relevância social? Esse propósito está presente desde a origem da produtora?


A Maria Farinha Filmes nasceu em 2008, a partir de um desejo de Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana, que existe há vinte anos, mas, há dez, tinha um projeto, o Criança e Consumo, sobre os males da publicidade para a criança. Ana Lúcia percebeu que precisava de uma ferramenta audiovisual para poder comunicar essa causa, pois ainda era vago falar de criança e consumo, as pessoas não compreendiam o tamanho do problema que era um anunciante falar diretamente com uma criança. Então, ela me chamou para fazer um documentário, o Criança, a Alma do Negócio, e com isso a Maria Farinha nasceu. Esse filme foi muito importante para o Alana, é uma ferramenta de sensibilização até hoje, usada muitas vezes por juízes que ainda assistem ao filme para a resolução de processos. Assim, resolvemos fazer uma produtora que só fizesse filmes que ajudassem na transformação ambiental e social, e o nosso volume de trabalho começou a aumentar, porque começamos a fazer filmes também para outras fundações que têm um trabalho tão sério quanto o Alana: Cenpec, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer, Unicef, e tantas outras.


Fonte: Entrevista com Estela Renner (adaptado). Revista Na Ponta do Lápis, jul. 2018. 
No período: “Assim, resolvemos fazer uma produtora que só fizesse filmes que ajudassem na transformação ambiental e social, e o nosso volume de trabalho começou a aumentar, porque começamos a fazer filmes também para outras fundações que têm um trabalho tão sério quanto o Alana: Cenpec, Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, Bernard Van Leer, Unicef, e tantas outras”, as conjunções destacadas (porque/tão/quanto) inserem, respectivamente, ideias de:
Alternativas
Q4102901 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A fenomenologia requer certo encanto pelo fenômeno ou, para não irmos tão longe, um interesse genuíno – algo que me chama a atenção e eu me predisponho a observar, com um olhar vivo, estimulado e aguçado pelo meu interesse particular. Portanto, não se trata apenas de ver, mas de observar com toda a nossa corporalidade. O que nos dizem também, a partir dessa atenção, a escuta, o olfato, o tato? Desse modo, olhar para um fenômeno inclui “todos os olhos do corpo”.

Você já parou para pensar que o fato de algo nos chamar a atenção é um convite para a observação? Podemos não saber exatamente por que certo detalhe nos afeta, mas é nele que o processo se inicia. E, sem precisar explicar, é importante confiar que aquela determinada ação, que chamou o olhar, é o início do diálogo entre você e o fenômeno. Esse olhar vivo e interessado convida, sobretudo, a presença integral, a abertura para as coisas do mundo, a disponibilidade. Requer também treino, insistência, prudência. Repetição, todo dia um pouco mais desse exercício, para que o fenômeno em dado momento se deixe ver para além do que se mostra de relance, para que ele se revele e não que o revelemos. Buscamos o que ele é, não uma impressão só minha, mas o que nos atravessa a todos. Aos poucos, na constância da prática, somos levados a um local de assombro, por percebermos no nosso cotidiano o que antes não era apreendido.


Fonte: Miradas. Instituto Alana, São Paulo, 2019.  
 Analise o que se afirma sobre o segmento: “Repetição, todo dia um pouco mais desse exercício, para que o fenômeno em dado momento se deixe ver para além do que se mostra de relance, para que ele se revele e não que o revelemos”.

I. A primeira ocorrência de “para” constitui ideia de finalidade.
II. A conjunção “e” une ideias opostas entre si.
III. A terceira ocorrência de “para” revela ideia de causa.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4102900 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A fenomenologia requer certo encanto pelo fenômeno ou, para não irmos tão longe, um interesse genuíno – algo que me chama a atenção e eu me predisponho a observar, com um olhar vivo, estimulado e aguçado pelo meu interesse particular. Portanto, não se trata apenas de ver, mas de observar com toda a nossa corporalidade. O que nos dizem também, a partir dessa atenção, a escuta, o olfato, o tato? Desse modo, olhar para um fenômeno inclui “todos os olhos do corpo”.

Você já parou para pensar que o fato de algo nos chamar a atenção é um convite para a observação? Podemos não saber exatamente por que certo detalhe nos afeta, mas é nele que o processo se inicia. E, sem precisar explicar, é importante confiar que aquela determinada ação, que chamou o olhar, é o início do diálogo entre você e o fenômeno. Esse olhar vivo e interessado convida, sobretudo, a presença integral, a abertura para as coisas do mundo, a disponibilidade. Requer também treino, insistência, prudência. Repetição, todo dia um pouco mais desse exercício, para que o fenômeno em dado momento se deixe ver para além do que se mostra de relance, para que ele se revele e não que o revelemos. Buscamos o que ele é, não uma impressão só minha, mas o que nos atravessa a todos. Aos poucos, na constância da prática, somos levados a um local de assombro, por percebermos no nosso cotidiano o que antes não era apreendido.


Fonte: Miradas. Instituto Alana, São Paulo, 2019.  
Em relação à construção sintática do segmento: “Podemos não saber exatamente por que certo detalhe nos afeta, mas é nele que o processo se inicia”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4102897 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1


“Essa palavra já (ainda não) foi aportuguesada?” Muitos de nós já fizemos ou ouvimos uma pergunta semelhante. Apesar de muita gente se referir ao aportuguesamento como sendo a adaptação de uma palavra à ortografia do português, muitas vezes formalizado e finalizado com a admissão da forma adaptada a um dicionário da língua, esse fenômeno é muito mais corriqueiro do que imaginamos, pois ocorre também (e principalmente) na pronúncia. Na maior parte das vezes, a pronúncia é, na verdade, a referência para a adaptação ortográfica. A maioria dos falantes de uma língua tende a fazer algum tipo de adaptação a itens lexicais vindos de outra língua, e isso não é diferente para nós, falantes de português do Brasil (PB). Esses pequenos reparos são decorrentes de exigências próprias da língua materna do falante, muitas vezes distintas das encontradas na língua da qual se pega a palavra emprestada, como um som (vogal ou consoante) ou um tipo de sílaba inexistente em sua língua. Chamamos de “nativização” esse conjunto de reparos que modifica, na pronúncia, palavras estrangeiras, deixando-as com características sonoras da língua nativa. Esses reparos se dão, sobretudo, através da substituição de sons e da modificação de sílabas (e do número de sílabas). Apenas para facilitar a exposição, referimo-nos ao processo de adaptação na ortografia como “aportuguesamento” e, na pronúncia, como “nativização” (mesmo que pudéssemos dizer que o aportuguesamento é a nativização típica de falantes de português, às vezes acompanhada pela adaptação ortográfica).


Fonte: DAMULAKIS, Jean Nunes. Como escrevemos e pronunciamos palavras emprestadas no português brasileiro (adaptado). Revista Roseta, dez. 2020.
Observe a concordância verbal no segmento: “A maioria dos falantes de uma língua tende a fazer algum tipo de adaptação a itens lexicais vindos de outra língua, e isso não é diferente para nós, falantes de português do Brasil (PB)”. Acerca da concordância verbal desse segmento, apresentam-se as seguintes proposições:

I. O verbo “tende” concorda com “maioria”, uma das formas possíveis de concordância nesse arranjo sintático.
II. O verbo “é” encontra-se no singular porque não tem sujeito.
III. “Falantes” pode levar o verbo “tende” para o plural, numa nova proposta de concordância.

São corretas as proposições apresentadas em: 
Alternativas
Q4102895 Português
A questão deve ser respondida com base no Texto 1.


Texto 1


“Essa palavra já (ainda não) foi aportuguesada?” Muitos de nós já fizemos ou ouvimos uma pergunta semelhante. Apesar de muita gente se referir ao aportuguesamento como sendo a adaptação de uma palavra à ortografia do português, muitas vezes formalizado e finalizado com a admissão da forma adaptada a um dicionário da língua, esse fenômeno é muito mais corriqueiro do que imaginamos, pois ocorre também (e principalmente) na pronúncia. Na maior parte das vezes, a pronúncia é, na verdade, a referência para a adaptação ortográfica. A maioria dos falantes de uma língua tende a fazer algum tipo de adaptação a itens lexicais vindos de outra língua, e isso não é diferente para nós, falantes de português do Brasil (PB). Esses pequenos reparos são decorrentes de exigências próprias da língua materna do falante, muitas vezes distintas das encontradas na língua da qual se pega a palavra emprestada, como um som (vogal ou consoante) ou um tipo de sílaba inexistente em sua língua. Chamamos de “nativização” esse conjunto de reparos que modifica, na pronúncia, palavras estrangeiras, deixando-as com características sonoras da língua nativa. Esses reparos se dão, sobretudo, através da substituição de sons e da modificação de sílabas (e do número de sílabas). Apenas para facilitar a exposição, referimo-nos ao processo de adaptação na ortografia como “aportuguesamento” e, na pronúncia, como “nativização” (mesmo que pudéssemos dizer que o aportuguesamento é a nativização típica de falantes de português, às vezes acompanhada pela adaptação ortográfica).


Fonte: DAMULAKIS, Jean Nunes. Como escrevemos e pronunciamos palavras emprestadas no português brasileiro (adaptado). Revista Roseta, dez. 2020.
Sobre o uso de vírgulas no segmento: “Na maior parte das vezes, a pronúncia é, na verdade, a referência para a adaptação ortográfica”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4102801 Português
A questão devem ser respondidas com base no texto 3.


Texto 3


Figurinha 9


No tempo em que as crianças podiam brincar tranqüilas nas ruas do bairro, na praça ou na frente de casa, sempre havia a turma. Na hora certa, todos apareciam. Brincavam de tudo um pouco. De pegar, esconder, cabra-cega. Às vezes brigavam: uns queriam jogar bola, outros bater figurinha na calçada. Conforme a época, um ou outro brinquedo era o preferido, virava mania de temporada: pandorga, carrinho de rolimã, bolita, bilboquê, ioiô, bambolê, pião, cincomarias, sapata. O importante era estar com a turma, na brincadeira combinada. Às vezes, a gente ficava só conversando. Primeiro cada um dizia o que ia ser, depois todos acabavam falando sobre o futuro. Ainda não havia televisão, videogame e computador. O futuro era uma imensa luz, bem longe.


URBIM, Carlos. Álbum de figurinhas. Porto Alegre: Editora Age, 2002.
O período “Às vezes brigavam: uns queriam jogar bola, outros bater figurinha na calçada” é construído a partir das ideias de:
Alternativas
Q4102530 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A burocracia/3


Sixto Martínez fez o serviço militar num quartel de Sevilha. No meio do pátio desse quartel havia um banquinho. Junto ao banquinho, um soldado montava guarda. Ninguém sabia por que se montava guarda para o banquinho. A guarda era feita porque sim, noite e dia, todas as noites, todos os dias, e de geração em geração oficiais transmitiam a ordem e os soldados obedeciam. Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito. E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original. Foi preciso revirar os arquivos a fundo. E depois de muito cavoucar, soube-se. Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca.


Fonte: GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: Editora LPM, 2016.
O uso repetido da conjunção “e” no texto expressa:
Alternativas
Q4102528 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A burocracia/3


Sixto Martínez fez o serviço militar num quartel de Sevilha. No meio do pátio desse quartel havia um banquinho. Junto ao banquinho, um soldado montava guarda. Ninguém sabia por que se montava guarda para o banquinho. A guarda era feita porque sim, noite e dia, todas as noites, todos os dias, e de geração em geração oficiais transmitiam a ordem e os soldados obedeciam. Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito. E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original. Foi preciso revirar os arquivos a fundo. E depois de muito cavoucar, soube-se. Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca.


Fonte: GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: Editora LPM, 2016.
No período: “[...] um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca”, a oração subordinada adverbial inserida por conjunção estabelece ideia de:
Alternativas
Q4102527 Português
A questão deve ser respondida com base no texto 2.


Texto 2


A burocracia/3


Sixto Martínez fez o serviço militar num quartel de Sevilha. No meio do pátio desse quartel havia um banquinho. Junto ao banquinho, um soldado montava guarda. Ninguém sabia por que se montava guarda para o banquinho. A guarda era feita porque sim, noite e dia, todas as noites, todos os dias, e de geração em geração oficiais transmitiam a ordem e os soldados obedeciam. Ninguém nunca questionou, ninguém nunca perguntou. Assim era feito, e sempre tinha sido feito. E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original. Foi preciso revirar os arquivos a fundo. E depois de muito cavoucar, soube-se. Fazia trinta e um anos, dois meses e quatro dias que um oficial tinha mandado montar guarda junto ao banquinho, que fora recém-pintado, para que ninguém sentasse na tinta fresca.


Fonte: GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Porto Alegre: Editora LPM, 2016.
No segmento: “E assim continuou sendo feito até que alguém, não sei qual general ou coronel, quis conhecer a ordem original”, as vírgulas marcam:
Alternativas
Respostas
21241: D
21242: A
21243: A
21244: B
21245: D
21246: C
21247: B
21248: A
21249: A
21250: E
21251: D
21252: B
21253: D
21254: A
21255: E
21256: C
21257: A
21258: E
21259: B
21260: A