Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q2334722 Português

Julgue o item a seguir.


As orações são classificadas como coordenadas quando estão conectadas por conjunções ou locuções coordenativas, e não existe entre elas uma relação de dependência. Em outras palavras, essas orações não dependem uma da outra e possuem significado completo quando isoladas. 

Alternativas
Q2334697 Português

Julgue o item a seguir.


As orações coordenadas são geralmente consideradas independentes, enquanto as subordinadas são vistas como dependentes. Contudo, é importante observar que essa definição é incompleta, pois não esclarece com precisão a natureza da independência entre essas orações. Isso pode, por vezes, afetar a clareza dos exemplos usados pelos professores ao tentar ilustrar essa distinção para os alunos.

Alternativas
Q2334686 Português

Julgue o item a seguir.


A função primordial da sintaxe é estabelecer quais frases estão corretamente estruturadas na língua. Portanto, ela fornece um conjunto de diretrizes que orientam a construção adequada de frases. 

Alternativas
Q2334681 Português

Julgue o item a seguir.


Leia o seguinte trecho de Clarice Lispector: “Os filhos de Anna eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas.” (LISPECTOR, C. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.). No trecho em análise, a autora emprega por duas vezes o conectivo “mas” no fragmento apresentado. Observando aspectos da organização, estruturação e funcionalidade dos elementos que articulam o texto, o conectivo “mas” contém uma ideia de sequência temporal que direciona a conclusão do leitor. 

Alternativas
Q2334671 Português

Julgue o item a seguir.


No grau superlativo absoluto analítico, empregam-se palavras que denotam intensidade com o propósito de realçar a qualidade do substantivo. Isso pode ser observado na seguinte sentença: “Essa matéria é bastante difícil.”, na qual o advérbio “bastante” foi utilizado com esse propósito.

Alternativas
Q2334667 Português

Julgue o item a seguir.


Considere o seguinte trecho: “[…] a rede Globo importa um programa que pode, a médio e longo prazo, demolir tudo o que os grandes mestres das lutas conseguiram em anos” Na expressão “a rede Globo importa um programa”, temos dois sujeitos simultaneamente: rede Globo / um programa. 

Alternativas
Q2334230 Português
Assinale a frase em que o elemento sintático sublinhado corresponde a um complemento e não a um adjunto.
Alternativas
Q2333914 Português



(Fonte: https://portalconteudoaberto.com.br/professor/a-tecnologia-pode-ter-efeitos-negativos-na-educacao/ –texto adaptado especialmente para esta prova)

Analise as assertivas a seguir, a respeito de vozes verbais:

I. Na voz reflexiva, segundo Cegalla, o sujeito é ao mesmo tempo agente e paciente: faz uma ação cujos efeitos ele mesmo sofre ou recebe.
II. A voz ativa, de acordo com Bechara, é a forma em que o verbo se apresenta para normalmente indicar que a pessoa a que se refere é o agente da ação. A pessoa diz-se, nesse caso, agente da ação verbal.
III. A voz passiva, conforme Bechara, é a forma verbal que indica que a pessoa é o objeto da ação verbal. A pessoa, nesse caso, diz-se paciente da ação verbal. A voz passiva é formada com um dos verbos “ser”, “estar”, “ficar”, seguido de particípio.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2333913 Português



(Fonte: https://portalconteudoaberto.com.br/professor/a-tecnologia-pode-ter-efeitos-negativos-na-educacao/ –texto adaptado especialmente para esta prova)

Conforme preconiza Bechara, analise as assertivas que seguem sobre termos essenciais, integrantes e acessórios da oração, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O objeto direto preposicionado aparece quando se trata de pronome oblíquo tônico, como se evidencia na frase: “de modo que o estudante entenda a nós, e nós a ele” (l. 28).

( ) Toda expressão nominal, qualquer que seja a função exercida pelo seu núcleo, pode ser expandida por determinantes que têm por missão acrescer ideia acidental complementar ao significado desse substantivo nuclear. Esses determinantes nominais são conhecidos como predicativos e apostos.

( ) Chama-se aposto a um substantivo ou expressão equivalente que modifica um núcleo nominal (ou pronominal, ou palavra de natureza substantiva), também conhecido pela denominação fundamental, sem precisar de outro instrumento gramatical que marque essa função.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q2333912 Português



(Fonte: https://portalconteudoaberto.com.br/professor/a-tecnologia-pode-ter-efeitos-negativos-na-educacao/ –texto adaptado especialmente para esta prova)

No que tange à construção de períodos, valendo-se de orações coordenadas e subordinadas, avalie as assertivas que seguem a respeito do período “Diante desse cenário, é essencial que o professor saiba acolher e orientar as angústias e dúvidas comuns na adolescência, que podem ser ampliadas pelo uso indevido da tecnologia”, valendo-se do que preconiza Cegalla em relação à construção dos períodos compostos:

I. Identifica-se no período a ocorrência de oração subordinada substantiva subjetiva.
II. A oração assinalada em negrito é classificada como oração subordinada adjetiva explicativa.
III. O período é composto, dada a ocorrência de três tipos de orações: coordenadas, principais e subordinadas.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2333911 Português



(Fonte: https://portalconteudoaberto.com.br/professor/a-tecnologia-pode-ter-efeitos-negativos-na-educacao/ –texto adaptado especialmente para esta prova)

Avalie as assertivas que seguem a respeito das classes de palavras e das funções que desempenham, conforme nos ensina Cegalla, considerando o fragmento “(...) que desempenha um papel fundamental na nossa sociedade” (l. 04):

I. A palavra “que” é uma conjunção integrante, funcionando como elemento que une a oração que introduz à oração anterior – a principal.
II. O vocábulo “fundamental” é um adjetivo e funciona como adjunto adnominal.
III. A palavra “nossa” é um pronome demonstrativo, funcionando na frase como um adjunto adverbial de posse.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2333908 Português



(Fonte: https://portalconteudoaberto.com.br/professor/a-tecnologia-pode-ter-efeitos-negativos-na-educacao/ –texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando o fragmento de texto, analise as asserções que o seguem e a relação proposta entre elas:

“Além disso, um material didático contemporâneo deve proporcionar momentos em que as habilidades socioemocionais possam ser efetivamente aplicadas, pois quanto mais informação sem significado tem o estudante, menos conectado ele está consigo mesmo, com os outros e com a sociedade à qual pertence.”
I. A conjunção “pois” classifica-se como coordenada explicativa.

VISTO QUE

II. Ao relacionar o período 1 ao período 2, a conjunção “pois” estabelece uma relação de dependência sintática.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2333706 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.

Texto 04





Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/. Acesso em: 9 out. 2023. Adaptado.
No segundo quadro, o verbo “esquecer” foi usado coloquialmente. Em registro formal, a fala do adulto resultaria em
Alternativas
Q2333704 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.

Texto 03




Disponível em: https://www.santos.sp.gov.br/?q=noticia/campanha-educativa. Acesso em: 9 out. 2023.

Em relação a “soltar pipas com cerol”, “cortar vidas” exprime uma  
Alternativas
Q2333702 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.

Texto 02




Disponível em: https://w20.b2m.cz/post/tirinhas-de-hagar-com-interpretacao.html. Acesso em: 9 out. 2023.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura das falas do texto 02.
I. O termo “que” foi usado com a mesma função nas três ocorrências.
II. A fala do terceiro quadro é composta por um período composto.
III. Os sujeitos da fala de Hagar, no terceiro quadro, são inexistentes.
IV. A duas frases proferidas pelo interlocutor de Hagar são nominais.
V. O termo “bem”, na fala de Hagar, no segundo quadro, indica modo.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2332896 Português
Texto II
Redes sociais, perigos e
distorção da realidade

    Os jovens de hoje são filhos de uma sociedade do consumo – não só de bens materiais, mas também de informação. Este mundo tecnológico em que vivemos promove constantemente mudanças no jeito humano de se relacionar, e as redes sociais são fruto desse movimento. As pessoas nascidas neste milênio, em especial, são muito íntimas dos espaços virtuais de interação, os quais, para a maioria das pessoas, representam uma ponte com o “mundo real”.
   As redes sociais, no entanto, potencializam os equívocos na compreensão do que é a vida. “Por terem facilidade em manusear os dispositivos e lidar com suas funcionalidades, os adolescentes, e até mesmo as crianças, passam a acreditar que o mundo das telas é o mundo legal e seguro, enquanto que o que está fora das telas é chato”, diz a especialista em Psicologia do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) do Grupo Positivo, Maísa Pannuti.
  Nesse sentido, para esses jovens, as redes sociais tornaram-se de fato uma nova realidade, caracterizada por uma sociedade de perfis. Conforme explica a psicóloga escolar, a hiperexposição é um dos retratos dessa distorção de percepções à qual os jovens estão submetidos: tudo o que é valorizado socialmente é exposto e aquilo que não é valorizado socialmente é escondido. Há, inclusive, uma falta de diferenciação entre o que é público e o que é privado.
   “Desse modo, surgem perfis que não correspondem à realidade. Afinal, a natureza das relações sociais é bastante diversa da natureza das relações que se estabelecem no mundo digital”. Nesse processo, todas as respostas virtuais – os likes, os compartilhamentos, os seguidores, etc. – acabam se tornando não apenas reais, mas cruciais. “Surge a ilusão de que o olhar do outro é o que garante a minha sobrevivência”, complementa.

(Disponível em: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-
publicitario/colegio-positivo/para-um-futuro-
positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-
realidade.ghtml. Acesso em 11/10/2023)
Em “surgem perfis que não correspondem à realidade” (4º§), o verbo destacado, deve ser classificado, quanto à predicação como:
Alternativas
Q2332892 Português
Texto II
Redes sociais, perigos e
distorção da realidade

    Os jovens de hoje são filhos de uma sociedade do consumo – não só de bens materiais, mas também de informação. Este mundo tecnológico em que vivemos promove constantemente mudanças no jeito humano de se relacionar, e as redes sociais são fruto desse movimento. As pessoas nascidas neste milênio, em especial, são muito íntimas dos espaços virtuais de interação, os quais, para a maioria das pessoas, representam uma ponte com o “mundo real”.
   As redes sociais, no entanto, potencializam os equívocos na compreensão do que é a vida. “Por terem facilidade em manusear os dispositivos e lidar com suas funcionalidades, os adolescentes, e até mesmo as crianças, passam a acreditar que o mundo das telas é o mundo legal e seguro, enquanto que o que está fora das telas é chato”, diz a especialista em Psicologia do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) do Grupo Positivo, Maísa Pannuti.
  Nesse sentido, para esses jovens, as redes sociais tornaram-se de fato uma nova realidade, caracterizada por uma sociedade de perfis. Conforme explica a psicóloga escolar, a hiperexposição é um dos retratos dessa distorção de percepções à qual os jovens estão submetidos: tudo o que é valorizado socialmente é exposto e aquilo que não é valorizado socialmente é escondido. Há, inclusive, uma falta de diferenciação entre o que é público e o que é privado.
   “Desse modo, surgem perfis que não correspondem à realidade. Afinal, a natureza das relações sociais é bastante diversa da natureza das relações que se estabelecem no mundo digital”. Nesse processo, todas as respostas virtuais – os likes, os compartilhamentos, os seguidores, etc. – acabam se tornando não apenas reais, mas cruciais. “Surge a ilusão de que o olhar do outro é o que garante a minha sobrevivência”, complementa.

(Disponível em: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-
publicitario/colegio-positivo/para-um-futuro-
positivo/noticia/2021/11/18/redes-sociais-perigos-e-distorcao-da-
realidade.ghtml. Acesso em 11/10/2023)
Na primeira frase do texto, o conectivo “mas também” relaciona ideias introduzindo um valor semântico de:
Alternativas
Q2332889 Português
Texto I
Nizia Figueira, sua criada
(Mário de Andrade)

    Belazarte me contou:
    Pois eu acho que tem.
Você já sabe que sou cristão... Essas coisas de felicidade e infelicidade não têm significado nenhum, si a gente se compara consigo mesmo. Infelicidade é fenômeno de relação, só mesmo a gente olhando pro vizinho é que diz o “atendite et videte”1 . Macaco, olhe o seu rabo! isso sim, me parece o cruzamento da filosofia cristã com a precisão de felicidade neste mundo duro. Inda é bom quando a gente inventa a ilusão da vaidade, e em vez de falar que é mais desinfeliz, fala que é mais feliz... Toquei em rabo, e estou lembrando o caso do elefante, você sabe? ... Pois não vê que um dia o elefante topou com uma penuginha de beijaflor caída numa folha, vai, amarrou a penuginha no rabo com uma corda grossa, e principiou todo passeando na serrapilheira2 da jungla3 . Uma elefanta mocetona4 que já estava carecendo de senhor pra cumprir seu destino, viu o bicho tão bonito, mexe pra cá, mexe pra lá, ondulando feito onda quieta, e engraçou. Falou assim: “Que elefante mais bonito, porca la miséria!” Pois ele virou pra ela encrespado e: “Dobre a língua, sabe! Elefante não senhora! sou beijaflor.” E foi-se. Eis aí um tipo que ao menos soube criar felicidade com uma ilusão sarapintada. É ridículo, é, mas que diabo! nem toda a gente consegue a grandeza de se tomar como referência de si mesmo. [...]


1 Expressão latina , do livro bíblico das Lamentações: “Olhai e vede” (Lm 1,12)
2 camada de folhas secas
3 bosque
4 moça robusta e formosa

Em “Pois ele virou pra ela encrespado”, o vocábulo destacado pode ser classificado, morfossintaticamente, como um:
Alternativas
Q2332887 Português
Texto I
Nizia Figueira, sua criada
(Mário de Andrade)

    Belazarte me contou:
    Pois eu acho que tem.
Você já sabe que sou cristão... Essas coisas de felicidade e infelicidade não têm significado nenhum, si a gente se compara consigo mesmo. Infelicidade é fenômeno de relação, só mesmo a gente olhando pro vizinho é que diz o “atendite et videte”1 . Macaco, olhe o seu rabo! isso sim, me parece o cruzamento da filosofia cristã com a precisão de felicidade neste mundo duro. Inda é bom quando a gente inventa a ilusão da vaidade, e em vez de falar que é mais desinfeliz, fala que é mais feliz... Toquei em rabo, e estou lembrando o caso do elefante, você sabe? ... Pois não vê que um dia o elefante topou com uma penuginha de beijaflor caída numa folha, vai, amarrou a penuginha no rabo com uma corda grossa, e principiou todo passeando na serrapilheira2 da jungla3 . Uma elefanta mocetona4 que já estava carecendo de senhor pra cumprir seu destino, viu o bicho tão bonito, mexe pra cá, mexe pra lá, ondulando feito onda quieta, e engraçou. Falou assim: “Que elefante mais bonito, porca la miséria!” Pois ele virou pra ela encrespado e: “Dobre a língua, sabe! Elefante não senhora! sou beijaflor.” E foi-se. Eis aí um tipo que ao menos soube criar felicidade com uma ilusão sarapintada. É ridículo, é, mas que diabo! nem toda a gente consegue a grandeza de se tomar como referência de si mesmo. [...]


1 Expressão latina , do livro bíblico das Lamentações: “Olhai e vede” (Lm 1,12)
2 camada de folhas secas
3 bosque
4 moça robusta e formosa

Conhecido escritor do Modernismo brasileiro, Mário de Andrade, neste fragmento de conto, utiliza alguns desvios em relação à Norma Padrão gerando um uso expressivo da Língua. Indique a alternativa em que não se aponta um exemplo de desse tipo de desvio.
Alternativas
Q2332826 Português

Apêndice





CRUZ, Afonso. Vamos comprar um poeta. Porto Alegre: Dublinense, 2020, p. 82-83.

No segundo parágrafo, o autor defende a tese que se baseia:
Alternativas
Respostas
21221: C
21222: C
21223: C
21224: E
21225: C
21226: E
21227: D
21228: E
21229: A
21230: E
21231: B
21232: C
21233: E
21234: C
21235: B
21236: A
21237: D
21238: A
21239: A
21240: D