Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q2167965 Português
Assinale a alternativa que apresenta conjugação verbal de acordo com a norma culta: 
Alternativas
Q2167759 Português

                                          

Atente para o seguinte trecho:


“Mas aí um dos nossos antepassados descobriu que o vento faria o serviço dos remos e o homem poderia fazer outras coisas […]” (linhas 80-83)


Assinale a opção que apresenta a correta classificação do período e o efeito de sentido decorrente dessa organização. 

Alternativas
Q2167751 Português

                        

Relacione corretamente os termos destacados com as respectivas funções sintáticas, numerando os parênteses abaixo de acordo com a seguinte indicação: 1. sujeito; 2. adjunto adverbial; 3. complemento nominal; 4. Objeto direto.
( ) “Ao longo das últimas décadas, as tecnologias digitais da informação e comunicação, também conhecidas por TDICs, têm alterado nossas formas de trabalhar, de se comunicar, de se relacionar e de aprender.” (linhas 01-05)
( ) “As razões pelas quais as tecnologias e recursos digitais devem, cada vez mais, estar presentes no cotidiano das escolas, no entanto, não se esgotam aí.” (linhas 14-17)
( ) “Nesse contexto, é preciso lembrar que incorporar as tecnologias digitais na educação não se trata de utilizá-las somente como meio ou suporte para promover aprendizagens ou despertar o interesse dos alunos [...]” (linhas 36- 40)
( ) É preciso repensar os projetos pedagógicos com o olhar de utilização das tecnologias e recursos digitais tanto como meio, ou seja, como apoio e suporte à implementação de metodologias ativas e à promoção de aprendizagens significativas, quanto como um fim[...]” (linhas 46-52)
A sequência correta, de cima para baixo, é 
Alternativas
Q2167670 Português
TEXTO I

TECNOLOGIA

Luís Fernando Veríssimo

       Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!”

       Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.

     Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.
   
     Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.


Disponível em: https://www.cronicasdacidade.com.br/tag/tecnologia. Acesso em 2 de janeiro de 2023.
“Parece estar dizendo: vamos lá, SEU DESPREZÍVEL PRÉ-ELETRÔNICO, mostre o que você sabe fazer.”
A expressão sublinhada assume a mesma função sintática que a palavra destacada na alternativa
Alternativas
Q2167669 Português
TEXTO I

TECNOLOGIA

Luís Fernando Veríssimo

       Para começar, ele nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!”

       Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público.

     Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero.
   
     Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.


Disponível em: https://www.cronicasdacidade.com.br/tag/tecnologia. Acesso em 2 de janeiro de 2023.
Assinale a alternativa em que a relação de sentido entre as orações, estabelecida pela palavra ou expressão grifada, está corretamente indicada entre parênteses. 
Alternativas
Q2167481 Português

                

“No dia 1º de janeiro, o clima já era outro. Sopraram ventos de esperança e os desejos já estavam mais conectados a uma espécie de convicção de que este ano será mesmo diferente” (l. 1 a 3). A relação de sentido estabelecida entre as duas frases do trecho pode ser expressa pelo conectivo: 
Alternativas
Q2167153 Português

          

Na frase “Independentemente de o estudante desejar seguir para uma faculdade ou para um emprego, esse tipo de educação o ajudará na preparação para o futuro”, se o termo “estudante” fosse flexionado no plural, quantas outras palavras deveriam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal? 
Alternativas
Q2166986 Português
Texto 3
Negacionismo: a onda de ceticismo sobre o valor da ciência 



AMBRIZZI, Tercio; MOLION, Luiz Carlos. Negacionismo: a onda de ceticismo sobre o valor da ciência. Revista Unifesp Entreteses, 13, 2020. Disponível em: https://www.unifesp.br/reitoria/dci/publicacoes/entreteses/item/4780-negacionismo-aonda-de-ceticismo-sobre-o-valor-da-ciencia [Adaptado]. Acesso em: 18 jan. 2023.
Com base no texto 3 e na variedade padrão da língua escrita, considere as seguintes afirmativas e assinale a alternativa correta.
I. As expressões sublinhadas em “a maioria da comunidade científica” (linha 01) e “uma parcela de seus membros” (linhas 01 e 02) expressam quantidade.
II. Em “embora contestado por uma parcela de seus membros” (linhas 01 e 02), a palavra “embora” expressa concessividade e pode ser substituída por “porquanto” sem alterar o significado da frase.
III. O sinal de dois-pontos depois de “como” (linha 03) é usado para introduzir uma enumeração.
IV. Em “as mudanças climáticas são produzidas pela atividade humana” (linha 02), o termo sublinhado funciona como agente da passiva.
V. Em “eventos extremos como secas prolongadas, chuvas torrenciais e tufões” (linhas 06 e 07), a palavra “como” é usada para comparar dois termos.
Alternativas
Q2166736 Português
Em todas as opções abaixo há perguntas diretas, que foram transformadas em perguntas indiretas. A opção em que essa modificação foi feita de forma adequada, é:
Alternativas
Q2166733 Português
Observe o texto jornalístico a seguir. “Com informações do enviado especial em Tchassiv Yar, Vincent Souriau
Neste domingo, o presidente ucraniano saudou a bravura de seus homens. ‘Gostaria de prestar uma homenagem especial à bravura, força e resiliência dos soldados que lutam no Donbass’, disse Zelensky em seu comunicado diário.
As tropas russas continuam tentando cercar a cidade simbólica de Bakhmout, o epicentro da guerra no leste da Ucrânia, informou o Exército ucraniano neste domingo, garantindo ter repelido novos ataques. No seu relatório diário, o Estado-Maior ucraniano afirma que ‘mais de 130 ataques inimigos’ foram repelidos nas últimas 24 horas, em vários setores do front, como Kupyansk, Lyman, Bakhmout e Avdiïvka. ‘O inimigo continua suas tentativas de cercar a cidade de Bakhmout’, diz o relato, sem maiores detalhes.” (RFI) Cada uma das opções abaixo mostra uma característica da linguagem jornalística, acompanhada de um exemplo retirado do texto. A opção em que o exemplo citado é adequado à característica indicada é:
Alternativas
Q2166727 Português
Um funcionário de uma empresa escreve para seu chefe: “Chefe: para mim, folgar na segunda ou na quarta é indiferente, mas prefiro segunda a quarta, pois minha mulher também folga nesse dia e, assim, poderíamos curtir junto o descanso”.
O chefe respondeu: “Tudo bem, mas preste mais atenção à Língua Portuguesa!” O chefe, certamente, se refere ao seguinte erro, cometido pelo funcionário:
Alternativas
Q2166712 Português
Observe o seguinte pensamento do humorista Millôr Fernandes: “A economia compreende todas as atividades do país, mas nenhuma atividade do país compreende a economia”. O pensamento é composto por duas orações; sobre a sua estruturação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2166677 Português
Em relação à concordância, analisar os itens abaixo:
I. Por incrível que pareça, eles cantam bastante bem. II. Venderam bastantes produtos no fim da tarde.
Alternativas
Q2166623 Português
Texto 2
Os grandes desconhecidos da ciência 




PONTES, Paula Penedo. Os grandes desconhecidos da ciência. Jornal da Unicamp, 10 de janeiro de 2023. Disponível em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2023/01/10/os-grandes-desconhecidos-da-ciencia. [Adaptado]. Acesso em: 15 jan. 2023.
Com base no trecho a seguir, retirado do texto 2, e na variedade padrão da língua escrita, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
“Os resultados da pesquisa apontam que não apenas faltam estudos suficientes sobre a maior parte das espécies de répteis, como também que quase 40% delas (4.027) sequer são tema de algum paper.” (linhas 11 a 13)
( ) As duas ocorrências da palavra “que” introduzem orações subordinadas com função de complemento de “apontam”.
( ) A palavra “sequer” pode ser substituída por “pelo menos” sem alterar o significado da frase.
( ) A forma verbal “faltam” está no plural por concordar com o sujeito, que está posposto.
( ) A expressão descontínua “não apenas [...] como também” tem valor aditivo e pode ser substituída por “não só [...] mas também” sem alterar o significado da frase.
( ) A forma verbal “são” pode ser substituída por “é”, pois a concordância verbal com percentuais é facultativa nesse caso.
Alternativas
Q2166622 Português
Texto 2
Os grandes desconhecidos da ciência 




PONTES, Paula Penedo. Os grandes desconhecidos da ciência. Jornal da Unicamp, 10 de janeiro de 2023. Disponível em: https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2023/01/10/os-grandes-desconhecidos-da-ciencia. [Adaptado]. Acesso em: 15 jan. 2023.
Com base no texto 2, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2166578 Português
Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q2166575 Português

Leia  o texto para responder a questão.

    Vicente Manoel da Silva (ou Vicente Guató) faz parte de uma comunidade pantaneira que foi expulsa de suas terras e chegou a ser considerada extinta nos anos 1950. Ele acha que tem 82 anos, mas confessa não saber em que ano nasceu: “Só sei que foi no dia 10 de maio”. Um registro tirado quando tinha cerca de 30 anos, seu único documento, traz uma data fictícia de 1946. Datas, contudo, não têm muita importância para os guatós que, segundo ele, preferem se orientar “pelo rumo”.

    Embora tímido, ele conta em sua língua natal que todos os dias pega a canoa, sai para pescar e, quando retorna, acende o fogo e frita ou cozinha os peixes, refeição que compartilha com cerca de 30 gatos que são suas únicas companhias. “Também tinha alguns cachorros, mas a onça comeu”, informa, acrescentando que “também caçava, matava e vendia o couro de onças, que valia muito, mas agora não pode mais mexer com elas”. A caça está proibida no Brasil desde 1967, mas a onça-pintada, típica do Pantanal, está na lista de espécies em risco de extinção.

    Vicente cita várias palavras em guató e pede aos visitantes que as repitam. “Ele acha que só faz sentido falar a língua se estiver ensinando alguém”, diz o antropólogo e linguista Gustavo Godoy que, junto com a esposa Kristina Balykowa, também linguista, esteve com Vicente várias vezes.

    Além de Vicente, que se tornou um “consultor” para o casal, outra falante nativa era Eufrásia Ferreira, falecida no ano passado. Há outras pessoas com elevado conhecimento do idioma, como o irmão de Vicente, André, e Dalva Maria de Souza Ferreira, também moradora de Corumbá, casada com um guató não falante e que aprendeu a língua com a sogra e amigos. Ambos, no entanto, não são fluentes.

    Seu Vicente prefere se entregar à solidão para ter a liberdade de permanecer na terra que considera sua, onde enterrou a mãe e um tio e onde mantém as tradições dos seus ancestrais. Ele se sente feliz em ajudar a nova geração a se interessar pelo idioma, mas lamenta não ter com quem conversar em sua língua nativa: “Se ainda tivesse alguém vivo… mas todos com quem eu falava já morreram”.

(Cleide Silva. Um idioma em risco de extinção: conheça o último indígena a falar a língua guató. www.estadao.com.br, 16.12.2022. Adaptado)

No trecho – “Ele acha que só faz sentido falar a língua se estiver ensinando alguém”... (3° parágrafo) –, a palavra se exerce a mesma função gramatical da palavra destacada em:
Alternativas
Q2166389 Português
Conforme a língua padrão prescrita nas normas gramaticais tradicionais, assinale a alternativa em que a concordância nominal está incorreta.
Alternativas
Q2166386 Português
A palavra controvérsia deriva do latim controversia,ae, que significa discussão; disputa; polêmica referente a ação; questão sobre a qual muitos divergem; opiniões distintas acerca de algo ou contenda.
Leia, a seguir, trechos de notícias da mídia brasileira:
I. Virgínia Fonseca gera controvérsia com fotos e é acusada por seguidores. (Vida estilo, Yahoo.com)
Disponível em: https://br.vida-estilo.yahoo.com/ virg%C3%ADnia-fonseca-gera-controv%C3%A9rsiacom-105800526.html. Acesso em: 21 jan. 2023.
II. Fórmula 1: Horner admite “erro da Red Bull” em controvérsia entre Verstappen e Pérez no Brasil. (Motorsport, Uol.com)
Disponível em: https://motorsport.uol.com.br/f1/news/f1-horneradmite-erro-da-red-bull-em-controversia-entre-verstappen-eperez-no-brasil/10423107/. Acesso em: 21 jan. 2023.
III. Inédito no Brasil, o serviço de internet mostra fotos panorâmicas das ruas em 360 e levou controvérsia aos lugares por onde passou. (Folha.uol.com.br)
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ ff3006200911.htm. Acesso em: 21 jan. 2023.
IV. Tuíte de Anitta gerou controvérsia sobre ajuda a Angola, devido aos protestos de jovens contra o governo local. (G1, Globo.com)
Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/ noticia/2022/01/18/por-que-tuite-de-anitta-gerou-controversiasobre-ajuda-a-angola.ghtml. Acesso em: 21 jan. 2023.
A preposição em destaque integra a regência nominal da palavra “controvérsia” em
Alternativas
Q2166383 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Portugal estuda devolver patrimônio cultural a ex-colônias

A repatriação de patrimônio cultural oriundo de antigas colônias virou tema de discussão em Portugal depois de repercutir em outros países europeus. O país se prepara para fazer um levantamento junto a museus lusitanos, mas ainda não fez qualquer promessa de que, de fato, devolverá peças hoje pertencentes ao acervo português.

O que existe, por enquanto, é apenas a manifestação pública de interesse em investigar a questão, expressa em declarações do ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva. “Este é um debate que ocorre em todos os países, nomeadamente nos países europeus que foram potências coloniais, e Portugal não é exceção. Esta é uma discussão que deve incidir sobre casos concretos, e não só sobre princípios abstratos”, resume, em nota, a pasta da Cultura.

Desde que o ministro começou a falar sobre o tema, no fim de novembro, o tema vem dividindo opiniões no país, assim como quase tudo o que envolve o legado colonial português. O partido Chega apresentou um pedido para que Adão e Silva prestasse esclarecimentos ao Parlamento sobre a possibilidade de devolução das obras, mas a requisição acabou reprovada.

No começo de 2020, o Partido Socialista, que governa o país desde novembro de 2015, ajudou a rejeitar uma proposta semelhante à que se cogita agora. O “Programa para a Descolonização da Cultura” incluía a formação de um grupo de trabalho para realizar um levantamento nacional do patrimônio trazido de ex-colônias portuguesas e em posse de museus e arquivos nacionais. O objetivo era permitir que os itens pudessem ser “facilmente identificados, reivindicados e restituídos a Estados e comunidades de origem”.

Além dos entraves políticos, o esforço necessário para fazer um inventário de dimensão nacional também é um obstáculo. Já existem, no entanto, iniciativas de identificação de procedência em curso. É o caso do projeto “Transmat — Materialidades Transnacionais (1850-1930): Reconstituir Coleções e Conectar Histórias”, que vem estudando a origem das peças das coleções etnográficas do Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, e do Museu Municipal Santos Rocha, em Figueira da Foz.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/01/ portugal-estuda-devolver-patrimonio-cultural-a-ex-colonias. shtml. Acesso em: 5 fev. 2023.
Assinale a alternativa em que o termo destacado é uma oração subordinada adjetiva explicativa. 
Alternativas
Respostas
21161: A
21162: B
21163: C
21164: C
21165: B
21166: D
21167: C
21168: B
21169: C
21170: B
21171: E
21172: C
21173: A
21174: D
21175: E
21176: A
21177: E
21178: B
21179: E
21180: E