Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3810675 Português
O passado que não passou


        Virou museu, livro, festival. Só não virou passado. Barbacena, entre uma ladeira e outra de Minas, dificilmente é separada do seu passado como casa da loucura brasileira. Foi abrigo de vários hospitais psiquiátricos, como o famoso Colônia, palco de mais de 60 mil mortes numa época em que ser triste era loucura. As fortes cenas de internos dormindo no chão, já que entre cama e concreto não havia diferença, indigentes num lugar que deveria ser o caminho para a recuperação e que foi, no melhor dos casos, o caminho mais curto para o fim de tantas vidas são, agora, história, literatura, reflexão e debate na sociedade local. Porém, a cada 4 anos, temos uma dose de insanidade para nos lembrar da nossa dolorosa alcunha.

         O jornalista Hiram Firmino comenta, no livro Nos porões da loucura, sobre os alicerces dos centros psiquiátricos — plataformas de deputados, prefeitos, secretários e diretores. As diretrizes dos tratamentos em Barbacena eram formadas a partir de interesses econômicos e eleitorais, dificilmente tendo em vista o real avanço da saúde pública e da humanização dos pacientes. Milhares de corpos eramvendidos para os cursos demedicina, já que cadáveres não faltavamnos hospícios,mas simmédico, apoio, investimento. Faltava boa vontade dos governantes. Homens, mulheres e crianças eram internados porque bebiam demais, namoravam demais, choravam demais e as instituições aceitavam, porque políticos e diretores lucravam demais. E os barbacenenses, de berço ou de coração, não estamos muito longe dos protagonistas deste drama.

         Num trecho do livro O Grande Mentecapto, de Fernando Sabino, o herói Viramundo é questionado por ummorador de Barbacena se é biista ou bonifacista. Seria alheio ao enredo da loucura não fosse o fato de Viramundo ter sido internado como louco, não fosse o fato de que biista é quem vota na família Bias Fortes e bonifacista é quem vota na família Bonifácio Andrada. O ponto aqui é que as famílias Bias Fortes e Bonifácio Andrada ainda são as duas grandes vertentes da política local. Não subo, porém, no palanque da oposição contra as duas famílias; o que exponho é que não somos capazes de sair do script já tão bem conhecido de alternância de poder, em que até as divergências começam a convergir.

         De que a psiquiatria viveu maus momentos aqui não há dúvidas, mas Barbacena não é só o porão da loucura brasileira. A cidade também é das rosas, do povo mineiro que acolhe todos os anos mais de 150 jovens, meninos ainda, de todo o Brasil que vêm para cá em busca do sonho de se tornarem oficiais aviadores e encontram aqui os seus novos lares. Não sou mineiro, mas sou filho adotivo de Barbacena — que de madrasta não tem nada. Não só o Hospital Colônia, não só o Holocausto Brasileiro: Barbacena é seu povo e a história de cada um que aqui vive ou viveu, loucos ou sãos, esta é BQ, a Barbacena Querida. É por isso que o nosso dever é o de sermos lúcidos, o passado já mostrou que não existe riqueza neste mundo que pague o preço do descaso. É este descaso que precisamos analisar, já que o que aconteceu não foi só fruto de uma medicina precária, mas de uma política de má-fé que temo perdurar até hoje por aqui.

      Seja Andrada, Bias, ou Viramundo, o que Barbacena precisa é de um povo que, cansado da loucura a nós imposta, vote com a consciência dos que se recusam a aceitar a senilidade como cultura. Observemos o que Saramago expõe em seu romance Ensaio sobre a lucidez: a ideia de uma conscientização autônoma da população frente ao poder político. Uma comoção sem arma, sem luta, sem loucura. Uma comoção sã, de fazer da urna a extensão da força de um povo guerreiro. E quando me perguntarem, ao descobrirem que vivi na Cidade dos Loucos, se sou biista ou bonifacista, se sou louco ou são, responderei sem sombra de dúvidas: sou filho adotivo de Barbacena, cidade de subidas intermináveis e de pessoas memoráveis. Sou filho da cidade das rosas, do céu mais bonito que já vi. Louco eu seria se não visse beleza no “trem” de Minas, como no “meu” do meu berço paulista. Talvez sejamos todos um pouco loucos, mas é uma loucura de querer sorrir — a tristeza já morou por muito tempo em nossa cidade e está convidada a se retirar.



Disponível em: https://medium.com/medium-brasil/o-passado-que-nao-passou-caa48be90f15. Acesso em: 04.mai.2025. Adaptado.
“Milhares de corpos eram vendidos para os cursos de medicina, já que cadáveres não faltavam nos hospícios [...]” O elemento conector destacado introduz uma oração do tipo
Alternativas
Q3810485 Português
FÓSSEIS DESCOBERTOS NA CHINA PODEM REESCREVER A HISTÓRIA HUMANA; ENTENDA


      Arqueologistas encontraram restos de hominídeos arcaicos que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.
     Um conjunto de fósseis com características humanas encontrado na China tem intrigado cientistas há décadas, desafiando explicações ou categorizações.

    Os fragmentos de crânio, dentes, mandíbulas e outros restos descobertos em diferentes locais do país são claramente vestígios de hominídeos arcaicos — nome formal para espécies da linhagem humana — que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.

   Christopher Bae, professor do departamento de antropologia da Universidade do Havaí em Manoa, que esteve baseado em Pequim por muitos anos, está entre os cientistas que revisitam esses intrigantes fósseis com um novo olhar.

   Ele e sua colega Wu Xiujie, professora sênior do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados em Pequim, agora sugerem que pode ser hora de reconhecer formalmente um hominídeo antigo anteriormente desconhecido, e propuseram o reconhecimento oficial de uma nova espécie para a ciência. (IT)

   A característica mais marcante deste ancestral humano anteriormente desconhecido? Um cérebro extremamente grande, maior que o de nossa espécie, Homo sapiens, o único hominídeo sobrevivente. A característica se reflete no nome proposto para a espécie, revelado por Bae e Wu em um artigo de novembro publicado na revista científica Nature Communications: Homo juluensis, uma referência a “ju lu”, que significa cabeça grande em chinês.

   “Seus crânios são realmente muito, muito grandes, você sabe, a capacidade craniana estimada é de 1.700, 1.800 centímetros cúbicos”, disse Bae. “Temos uma capacidade mínima de cerca de 1.350 cc, em média, somos cerca de 1.450 cc. Não é uma ordem de magnitude maior, mas é muito mais robusto”.

    A proposta está gerando controvérsia entre paleoantropólogos, e alguns cientistas discordam sobre se o novo agrupamento se eleva ao nível de uma nova espécie. Mas, se a análise de Bae e Wu estiver correta, esses fósseis podem conter a chave para resolver um dos maiores mistérios da evolução humana: um quebra-cabeça que começou com a descoberta de um osso de dedo mindinho na Caverna Denisova, nas Montanhas Altai, no sul da Sibéria.

   A análise de DNA desse pequeno fóssil levou à descoberta em 2010 de que ele representava uma população humana antiga distinta, que os cientistas chamaram de denisovanos. Muitas pessoas vivas hoje carregam traços do DNA denisovano, mas — como os fósseis desses ancestrais extintos ainda são poucos — os especialistas em origens humanas ainda não sabem exatamente como eles eram, onde viviam ou por que desapareceram.

    Os restos chineses difíceis de classificar incluem 21 fósseis encontrados na década de 1970 no sítio de Xujiayao (Houjiayao), localizado na fronteira das províncias de Shanxi e Hebei, no norte da China. Os espécimes representam 16 indivíduos que viveram entre 200 mil e 160 mil anos atrás.

    Muitos desses fósseis haviam sido negligenciados porque, quando foram descobertos pela primeira vez nas décadas de 1970 e 1980, as crenças comuns sobre as origens humanas eram vastamente diferentes das teorias atuais.

   Na época, muitos paleoantropólogos pensavam que as populações humanas atuais evoluíram regionalmente de hominídeos arcaicos como o Homo erectus, que deixou a África há cerca de 2 milhões de anos. Com efeito, esse modelo científico conhecido como multirregionalismo, agora amplamente rejeitado, sugeria que havia apenas uma espécie de hominídeo que evoluiu ao longo do tempo para se tornar Homo sapiens.

    Nesse cenário, os fósseis de Xujiayao e outros com características incomuns descobertos na China foram classificados como intermediários entre hominídeos mais primitivos, como o Homo erectus, e os mais modernos. O modelo científico multirregional, que sugeria raízes ancestrais distintas para o povo chinês, alinhava-se com sentimentos nacionalistas e já foi particularmente enraizado entre acadêmicos chineses (...).

   “Os Denisovanos não têm um nome taxonômico formal intencionalmente porque há uma falta de material comparativo para nomear uma nova espécie”, explicou McCrae. “Isso é bom por um lado porque dá tempo ao campo para descobrir mais evidências fósseis dos Denisovanos antes de nomear uma nova espécie, mas é ruim por outro lado porque deixa esses importantes fósseis ‘disponíveis’ para que pessoas atribuam prematuramente um nome taxonômico.”

   Existe esperança entre alguns paleoantropólogos de que, quando os Denisovanos receberem um nome formal de espécie, “ele reflita o local tipo da Caverna Denisova e o agora ubíquo nome coloquial ‘Denisovanos’”, disse McCrae, admitindo que “não há garantia de que isso acontecerá.”

  O período está repleto de hominídeos fósseis que morfologicamente são “um tanto confusos”, acrescentou ele. Alguns parecem distintos, mas alguns têm características Neandertais, e outros têm características do Homo sapiens, e muitos têm ambas, disse McCrae.

    “Dividir prematuramente os fósseis em espécies poderia obscurecer a verdadeira história do que está acontecendo no mundo neste momento, e é, de uma perspectiva logística, muito difícil voltar atrás em uma decisão uma vez que os nomes das espécies são divulgados, independentemente de haver bom suporte para isso ou não”, disse ele.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/fosseis-descobertos-na-china-podem-reescrever-a-historia-humana-entenda/. Acesso em: 14 fev. 2025.
Mantém a concordância verbal a alternativa apresentada:
Alternativas
Q3810400 Português
Texto para a questão.


ENTENDA O QUE MUDA NO CORPO DOS ASTRONAUTAS QUE FICAM MUITO TEMPO NO ESPAÇO

Médicos da Nasa monitoram retorno de astronautas após nove meses em órbita, destacando alterações corporais desde o DNA até a altura durante missões espaciais


    Os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams estão retornando à Terra após quase nove meses no espaço e em breve vão precisar se readaptar à vida com a gravidade.

    Até em seu DNA, os corpos dos astronautas podem sofrer alterações estranhas e às vezes significativas, principalmente durante um voo longo acima da Terra: eles começam a se alongar, frequentemente desenvolvendo uma “altura espacial” e, como os corpos humanos são compostos principalmente de líquidos, a redistribuição de fluidos também pode lhes dar “pernas de galinha” e “cabeça inchada”. Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.

    Os médicos manterão tudo isso em mente enquanto os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams retornam nesta terça-feira (18) após quase nove meses no espaço. Os médicos da Nasa conversaram com os dois pouco antes de iniciarem sua jornada de volta, e eles disseram que estão “muito bem” em termos de saúde, disse à CNN Joe Dervay, um dos cirurgiões de voo da Nasa.

    Os cientistas ainda estão descobrindo os efeitos de longo prazo na saúde ao passar muito tempo no espaço, mas décadas de dados mostram que os astronautas sofrem mudanças físicas, mesmo após um breve período. A maioria dessas mudanças se reverterá pouco depois do retorno à Terra.

    “Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que se recuperam, mas é bastante impressionante ver como eles viram a página e realmente se adaptam rapidamente”, disse Dervay. “Frequentemente, se você olhar para eles alguns dias depois, você realmente não tem ideia do que eles acabaram de fazer nos últimos meses.”

    Sem a atração da Terra, os astronautas podem perder densidade óssea, e seus músculos começam a atrofiar. Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.

    A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.

    A maioria dos efeitos parece ser de curta duração — apenas alguns problemas de saúde foram encontrados até agora com efeitos duradouros — e os astronautas podem esperar muitos exercícios de reabilitação na Terra para recuperar seus ossos e músculos.

    Embora Wilmore e Williams não fossem inicialmente esperados para permanecer na Estação Espacial Internacional por tanto tempo – sua viagem inicial deveria durar apenas oito dias – os líderes da Nasa não acreditam que os dois terão problemas de saúde incomuns por causa disso.

    “Não vemos necessidade de nenhuma precaução especial”, disse Dina Contella, gerente adjunta do Programa da Estação Espacial Internacional da Nasa, na sexta-feira (14). “Como qualquer astronauta que retorna, há um período de aclimatação, e isso variará por membro da tripulação”.

    Sem gravidade para o corpo se movimentar contra e com o corpo exposto à radiação no espaço, a atrofia e a disfunção muscular podem acontecer até com o astronauta mais em forma. A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.

    Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano. Essa perda pode tornar as pessoas vulneráveis a fraturas e levar à osteoporose prematura, mas mais pesquisas são necessárias para saber se a perda óssea persiste muito tempo após o voo espacial. 

    Para ajudar a mitigar problemas ósseos e musculares, os astronautas seguem uma dieta especial e fazem cerca de 2 horas e meia de exercícios diariamente, em média. Eles podem usar uma esteira ou uma bicicleta ergométrica, mas também têm um Dispositivo Avançado de Exercício Resistivo especial que imita o levantamento de peso na Terra.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/entenda-o-que-muda-no-corpo-dos-astronautas-que-ficam-muito-tempo-no-espaco/. Acesso em: 18. mar. 2025.
Os conectivos demarcados, nos excertos I e II, introduzem, respectivamente,

I. “A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.”
II. “Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano.”
Alternativas
Q3810397 Português
Texto para a questão.


ENTENDA O QUE MUDA NO CORPO DOS ASTRONAUTAS QUE FICAM MUITO TEMPO NO ESPAÇO

Médicos da Nasa monitoram retorno de astronautas após nove meses em órbita, destacando alterações corporais desde o DNA até a altura durante missões espaciais


    Os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams estão retornando à Terra após quase nove meses no espaço e em breve vão precisar se readaptar à vida com a gravidade.

    Até em seu DNA, os corpos dos astronautas podem sofrer alterações estranhas e às vezes significativas, principalmente durante um voo longo acima da Terra: eles começam a se alongar, frequentemente desenvolvendo uma “altura espacial” e, como os corpos humanos são compostos principalmente de líquidos, a redistribuição de fluidos também pode lhes dar “pernas de galinha” e “cabeça inchada”. Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.

    Os médicos manterão tudo isso em mente enquanto os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams retornam nesta terça-feira (18) após quase nove meses no espaço. Os médicos da Nasa conversaram com os dois pouco antes de iniciarem sua jornada de volta, e eles disseram que estão “muito bem” em termos de saúde, disse à CNN Joe Dervay, um dos cirurgiões de voo da Nasa.

    Os cientistas ainda estão descobrindo os efeitos de longo prazo na saúde ao passar muito tempo no espaço, mas décadas de dados mostram que os astronautas sofrem mudanças físicas, mesmo após um breve período. A maioria dessas mudanças se reverterá pouco depois do retorno à Terra.

    “Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que se recuperam, mas é bastante impressionante ver como eles viram a página e realmente se adaptam rapidamente”, disse Dervay. “Frequentemente, se você olhar para eles alguns dias depois, você realmente não tem ideia do que eles acabaram de fazer nos últimos meses.”

    Sem a atração da Terra, os astronautas podem perder densidade óssea, e seus músculos começam a atrofiar. Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.

    A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.

    A maioria dos efeitos parece ser de curta duração — apenas alguns problemas de saúde foram encontrados até agora com efeitos duradouros — e os astronautas podem esperar muitos exercícios de reabilitação na Terra para recuperar seus ossos e músculos.

    Embora Wilmore e Williams não fossem inicialmente esperados para permanecer na Estação Espacial Internacional por tanto tempo – sua viagem inicial deveria durar apenas oito dias – os líderes da Nasa não acreditam que os dois terão problemas de saúde incomuns por causa disso.

    “Não vemos necessidade de nenhuma precaução especial”, disse Dina Contella, gerente adjunta do Programa da Estação Espacial Internacional da Nasa, na sexta-feira (14). “Como qualquer astronauta que retorna, há um período de aclimatação, e isso variará por membro da tripulação”.

    Sem gravidade para o corpo se movimentar contra e com o corpo exposto à radiação no espaço, a atrofia e a disfunção muscular podem acontecer até com o astronauta mais em forma. A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.

    Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano. Essa perda pode tornar as pessoas vulneráveis a fraturas e levar à osteoporose prematura, mas mais pesquisas são necessárias para saber se a perda óssea persiste muito tempo após o voo espacial. 

    Para ajudar a mitigar problemas ósseos e musculares, os astronautas seguem uma dieta especial e fazem cerca de 2 horas e meia de exercícios diariamente, em média. Eles podem usar uma esteira ou uma bicicleta ergométrica, mas também têm um Dispositivo Avançado de Exercício Resistivo especial que imita o levantamento de peso na Terra.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/entenda-o-que-muda-no-corpo-dos-astronautas-que-ficam-muito-tempo-no-espaco/. Acesso em: 18. mar. 2025.
Tendo por base a regência do verbo dar no contexto discursivo em evidência a seguir, assinale a alternativa correta.

“[...] a redistribuição de fluidos também pode lhes dar ‘pernas de galinha’ e ‘cabeça inchada’ [...]”
Alternativas
Q3810395 Português
Texto para a questão.


ENTENDA O QUE MUDA NO CORPO DOS ASTRONAUTAS QUE FICAM MUITO TEMPO NO ESPAÇO

Médicos da Nasa monitoram retorno de astronautas após nove meses em órbita, destacando alterações corporais desde o DNA até a altura durante missões espaciais


    Os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams estão retornando à Terra após quase nove meses no espaço e em breve vão precisar se readaptar à vida com a gravidade.

    Até em seu DNA, os corpos dos astronautas podem sofrer alterações estranhas e às vezes significativas, principalmente durante um voo longo acima da Terra: eles começam a se alongar, frequentemente desenvolvendo uma “altura espacial” e, como os corpos humanos são compostos principalmente de líquidos, a redistribuição de fluidos também pode lhes dar “pernas de galinha” e “cabeça inchada”. Quando retornam, tudo isso começa a se reajustar.

    Os médicos manterão tudo isso em mente enquanto os astronautas Barry Wilmore e Suni Williams retornam nesta terça-feira (18) após quase nove meses no espaço. Os médicos da Nasa conversaram com os dois pouco antes de iniciarem sua jornada de volta, e eles disseram que estão “muito bem” em termos de saúde, disse à CNN Joe Dervay, um dos cirurgiões de voo da Nasa.

    Os cientistas ainda estão descobrindo os efeitos de longo prazo na saúde ao passar muito tempo no espaço, mas décadas de dados mostram que os astronautas sofrem mudanças físicas, mesmo após um breve período. A maioria dessas mudanças se reverterá pouco depois do retorno à Terra.

    “Existe alguma variabilidade individual sobre a rapidez com que se recuperam, mas é bastante impressionante ver como eles viram a página e realmente se adaptam rapidamente”, disse Dervay. “Frequentemente, se você olhar para eles alguns dias depois, você realmente não tem ideia do que eles acabaram de fazer nos últimos meses.”

    Sem a atração da Terra, os astronautas podem perder densidade óssea, e seus músculos começam a atrofiar. Eles podem perder controle motor, coordenação e equilíbrio no espaço, desenvolvendo um tipo de enjoo, mostram os estudos.

    A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.

    A maioria dos efeitos parece ser de curta duração — apenas alguns problemas de saúde foram encontrados até agora com efeitos duradouros — e os astronautas podem esperar muitos exercícios de reabilitação na Terra para recuperar seus ossos e músculos.

    Embora Wilmore e Williams não fossem inicialmente esperados para permanecer na Estação Espacial Internacional por tanto tempo – sua viagem inicial deveria durar apenas oito dias – os líderes da Nasa não acreditam que os dois terão problemas de saúde incomuns por causa disso.

    “Não vemos necessidade de nenhuma precaução especial”, disse Dina Contella, gerente adjunta do Programa da Estação Espacial Internacional da Nasa, na sexta-feira (14). “Como qualquer astronauta que retorna, há um período de aclimatação, e isso variará por membro da tripulação”.

    Sem gravidade para o corpo se movimentar contra e com o corpo exposto à radiação no espaço, a atrofia e a disfunção muscular podem acontecer até com o astronauta mais em forma. A Nasa descobriu que os corpos dos astronautas podem experimentar redução de um terço no tamanho das fibras musculares em menos de duas semanas.

    Em um único mês no espaço, um astronauta também pode perder até 1,5% de sua massa óssea – aproximadamente tanto quanto uma mulher na pós-menopausa que não está em tratamento perde em cerca de um ano. Essa perda pode tornar as pessoas vulneráveis a fraturas e levar à osteoporose prematura, mas mais pesquisas são necessárias para saber se a perda óssea persiste muito tempo após o voo espacial. 

    Para ajudar a mitigar problemas ósseos e musculares, os astronautas seguem uma dieta especial e fazem cerca de 2 horas e meia de exercícios diariamente, em média. Eles podem usar uma esteira ou uma bicicleta ergométrica, mas também têm um Dispositivo Avançado de Exercício Resistivo especial que imita o levantamento de peso na Terra.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/entenda-o-que-muda-no-corpo-dos-astronautas-que-ficam-muito-tempo-no-espaco/. Acesso em: 18. mar. 2025.
“A falta de gravidade também pode afetar seus sistemas imunológico e cardiovascular, sua visão e seu próprio DNA.”

O paralelismo sintático, por meio dos pronomes destacados, proporciona ao período em evidência uma coesão do tipo
Alternativas
Q3810354 Português
Leia o texto a seguir:


Uso de dispositivos eletrônicos por crianças de 2 a 6 anos deve ocorrer apenas com a mediação ativa de adultos, diz projeto de lei aprovado na Câmara

        A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê medidas de proteção para a primeira infância (até 6 anos) no ambiente digital. A proposta será enviada ao Senado.

        De autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), o Projeto de Lei 1971/25 foi aprovado nesta quarta-feira (15) na forma de um substitutivo da relatora em Plenário, deputada Flávia Morais (PDT-GO).

        O texto aprovado modifica a lei sobre políticas para a primeira infância (Lei 13.257/16) para considerar área prioritária, no âmbito das políticas públicas destinadas a esse público, a proteção no ambiente digital. O objetivo é garantir que o uso das tecnologias digitais seja realizado de forma segura, saudável, consciente e apenas quando estritamente necessário para resguardar o melhor interesse da criança.

        Segundo a relatora, o texto resgata propostas do grupo de trabalho criado pela Câmara para debater a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. "Entre as principais recomendações destacam-se o fortalecimento do sistema de garantias de direitos, a criação de políticas de prevenção baseadas em evidências científicas, a estruturação de redes de apoio a famílias e escolas, e o combate ao trabalho infantil digital disfarçado de influência", disse Flávia Morais.

        A deputada destacou que o projeto também valoriza "as experiências presenciais, as interações humanas, as atividades lúdicas e as brincadeiras reais como eixos centrais do desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e social".

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/direitos-humanos/2025/10/1057255-uso-dedispositivos-eletronicos-por-criancas-de-2-a-6-anos-deve-ocorrer-apenas-com-a-mediacao-ativa-de-adultos-diz-projeto-de-lei-aprovado-na-camara.html. Acesso em 18/10/2025
“O texto aprovado modifica a lei sobre políticas para a primeira infância [...]” (3º parágrafo). O verbo em destaque exige complemento: 
Alternativas
Q3810353 Português
Leia o texto a seguir:


Uso de dispositivos eletrônicos por crianças de 2 a 6 anos deve ocorrer apenas com a mediação ativa de adultos, diz projeto de lei aprovado na Câmara

        A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê medidas de proteção para a primeira infância (até 6 anos) no ambiente digital. A proposta será enviada ao Senado.

        De autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), o Projeto de Lei 1971/25 foi aprovado nesta quarta-feira (15) na forma de um substitutivo da relatora em Plenário, deputada Flávia Morais (PDT-GO).

        O texto aprovado modifica a lei sobre políticas para a primeira infância (Lei 13.257/16) para considerar área prioritária, no âmbito das políticas públicas destinadas a esse público, a proteção no ambiente digital. O objetivo é garantir que o uso das tecnologias digitais seja realizado de forma segura, saudável, consciente e apenas quando estritamente necessário para resguardar o melhor interesse da criança.

        Segundo a relatora, o texto resgata propostas do grupo de trabalho criado pela Câmara para debater a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. "Entre as principais recomendações destacam-se o fortalecimento do sistema de garantias de direitos, a criação de políticas de prevenção baseadas em evidências científicas, a estruturação de redes de apoio a famílias e escolas, e o combate ao trabalho infantil digital disfarçado de influência", disse Flávia Morais.

        A deputada destacou que o projeto também valoriza "as experiências presenciais, as interações humanas, as atividades lúdicas e as brincadeiras reais como eixos centrais do desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e social".

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/direitos-humanos/2025/10/1057255-uso-dedispositivos-eletronicos-por-criancas-de-2-a-6-anos-deve-ocorrer-apenas-com-a-mediacao-ativa-de-adultos-diz-projeto-de-lei-aprovado-na-camara.html. Acesso em 18/10/2025
“O objetivo é garantir que o uso das tecnologias digitais seja realizado de forma segura, saudável, consciente [...] (3º parágrafo). Mantendo-se o sentido, a substituição da forma verbal “é” por “são”: 
Alternativas
Q3810350 Português
Leia o texto a seguir:


Uso de dispositivos eletrônicos por crianças de 2 a 6 anos deve ocorrer apenas com a mediação ativa de adultos, diz projeto de lei aprovado na Câmara

        A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê medidas de proteção para a primeira infância (até 6 anos) no ambiente digital. A proposta será enviada ao Senado.

        De autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), o Projeto de Lei 1971/25 foi aprovado nesta quarta-feira (15) na forma de um substitutivo da relatora em Plenário, deputada Flávia Morais (PDT-GO).

        O texto aprovado modifica a lei sobre políticas para a primeira infância (Lei 13.257/16) para considerar área prioritária, no âmbito das políticas públicas destinadas a esse público, a proteção no ambiente digital. O objetivo é garantir que o uso das tecnologias digitais seja realizado de forma segura, saudável, consciente e apenas quando estritamente necessário para resguardar o melhor interesse da criança.

        Segundo a relatora, o texto resgata propostas do grupo de trabalho criado pela Câmara para debater a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. "Entre as principais recomendações destacam-se o fortalecimento do sistema de garantias de direitos, a criação de políticas de prevenção baseadas em evidências científicas, a estruturação de redes de apoio a famílias e escolas, e o combate ao trabalho infantil digital disfarçado de influência", disse Flávia Morais.

        A deputada destacou que o projeto também valoriza "as experiências presenciais, as interações humanas, as atividades lúdicas e as brincadeiras reais como eixos centrais do desenvolvimento físico, emocional, cognitivo e social".

Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/direitos-humanos/2025/10/1057255-uso-dedispositivos-eletronicos-por-criancas-de-2-a-6-anos-deve-ocorrer-apenas-com-a-mediacao-ativa-de-adultos-diz-projeto-de-lei-aprovado-na-camara.html. Acesso em 18/10/2025
No trecho “A proposta será enviada ao Senado” (1º parágrafo), o termo em destaque classifica-se sintaticamente como: 
Alternativas
Q3810298 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1

Qual é o impacto do PIB na vida das pessoas? Entenda além dos números

        O Produto Interno Bruto (PIB) representa o valor total dos bens e serviços produzidos em um país durante determinado período, geralmente um ano ou um trimestre. É uma medida crucial para avaliar a saúde econômica de uma nação e sua capacidade de crescimento. Todavia, considera somente fatores econômicos e deixa de lado elementos importantes de desenvolvimento, como a escolaridade da população.
        O professor da Escola de Negócios e do Programa de Pós-Graduação em Economia do Desenvolvimento Ely José de Mattos explica que a análise isolada desse indicador pode não ser condizente com a realidade. “É comum considerarmos que o crescimento é sinônimo de desenvolvimento, pois está associado ao aumento de circulação de renda, maior consumo, porém, essa relação não é direta – pelo menos não para todos. Para que o crescimento econômico agregado reflita em melhoria de vida para a totalidade da sociedade, uma série de condicionantes precisariam ser atendidos – e nem sempre o são”, destaca o professor.

Disponível em: https://portal.pucrs.br/noticias/pesquisa/qual-e-o-impacto-do-pib-na-vida-das-pessoas-entenda-alem-dos-numeros/. Acesso em: 12 ago. 2025. [Adaptado]. 
No último período oracional do texto, o verbo “ser” (em “e nem sempre o são”) está conjugado no plural porque concorda com um termo citado anteriormente. Qual é esse termo? 
Alternativas
Q3810125 Português

Analise a concordância das palavras destacadas nas sentenças:



I. Vinha todo vestido em azul: azuis o chapéu, a vestimenta e a alma.


II. Elas próprias divulgaram o festival, estavam naquele projeto.


III. Enviei anexa a primeira parte do livro.



Está correta a concordância nominal em:

Alternativas
Q3810095 Português
Analise a concordância das palavras destacadas nas sentenças: 

I. Vinha todo vestido em azul: azuis o chapéu, a vestimenta e a alma.
II. Elas próprias divulgaram o festival, estavam naquele projeto.
III. Enviei anexa a primeira parte do livro.

Está correta a concordância nominal em:
Alternativas
Q3810065 Português
Analise a concordância das palavras destacadas nas sentenças: 

I. Vinha todo vestido em azul: azuis o chapéu, a vestimenta e a alma.
II. Elas próprias divulgaram o festival, estavam  naquele projeto.
III. Enviei anexa a primeira parte do livro.

Está correta a concordância nominal em:
Alternativas
Q3809956 Português

Analise a concordância das palavras destacadas nas sentenças:



I. Vinha todo vestido em azul: azuis o chapéu, a vestimenta e a alma.


II. Elas próprias divulgaram o festival, estavam naquele projeto.


III. Enviei anexa a primeira parte do livro.



Está correta a concordância nominal em:

Alternativas
Q3809902 Português
Leia o Texto 2 para responder às questão.


Texto 2


    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), convocou audiência pública para discutir a licitude da contratação de trabalhador autônomo ou pessoa jurídica para a prestação de serviços, a chamada “pejotização”.


    Em sua exposição, o ministro afirma que a discussão sobre a “pejotização” tem inegável relevância econômica e social, além de ter se tornado prática recorrente entre empresas de todos os portes e segmentos. Assim, é imprescindível definir critérios e objetivos para a caracterização de eventual fraude, para garantir transparência e proteção a empregadores e trabalhadores.


    “A coleta de dados e argumentos tecnicamente qualificados e especializados permitirá que esta Corte se debruce com maior segurança sobre os fatos. A reflexão em torno da liberdade da organização produtiva dos cidadãos e da proteção ao trabalhador, especialmente no que se refere aos hipossuficientes, impõe esclarecimentos técnicos acerca do impacto dessa forma de contratação na economia nacional, envolvendo não apenas as empresas contratantes, mas também a União, tendo em vista reflexos diretos em sua arrecadação”, afirmou o ministro.


Disponível em: https://noticias.stf.jus.br/postsnoticias/stf-convoca-audienciapublica-para-discutir-pejotizacao-em-contratos-de-trabalho/. Acesso em: 12 ago. 2025. [Adaptado].
No fragmento “Assim, é imprescindível definir critérios e objetivos para a caracterização de eventual fraude, para garantir transparência e proteção a empregadores e trabalhadores.”, o termo “Assim” é um elemento para a compreensão do texto, pois, na coesão sequencial, atua
Alternativas
Q3809899 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


A intrincada teia de obstáculos que envolve o empreendedorismo e a inconstante insegurança jurídica fazem do Brasil um país hesitante para os responsáveis pelas decisões de investimento na hora de iniciar ou expandir os negócios. O excesso de regras — muitas impraticáveis, ou difíceis de serem aplicadas, e outras reinterpretadas conforme a conjuntura política — impede que a Nação leve adiante grandes projetos. “Há, na Ciência Política, o termo ‘vetocracia’, que explica que, em várias democracias, há um exagero nos pontos de veto para iniciativas empreendedoras. O emaranhado de indivíduos e comitês que têm o poder de negar uma proposta é excessivamente amplo. O que ocorre é que, justamente quando um empreendedor acredita ter superado um obstáculo, outro surge, interrompendo abruptamente a execução do projeto. No contexto brasileiro, como as interpretações das regras mudam várias vezes, isso nos torna uma ‘hesitocracia’”, adverte Diogo Costa, Professor de Ciência Política.


Disponível em: https: //umbrasil.com/videos/problemas-no-brasil-sao-taoenraizados-que-se-tornam-invisiveis/. Acesso em: 12 ago. 2025. [Adaptado]
Na frase “O excesso de regras — muitas impraticáveis, ou difíceis de serem aplicadas, e outras reinterpretadas conforme a conjuntura política — impede que a Nação leve adiante grandes projetos.”, o sujeito do verbo destacado (“impede”) é 
Alternativas
Q3809877 Português
Analise a concordância das palavras destacadas nas sentenças:
I.Vinha todo vestido em azul: azuis o chapéu, a vestimenta e a alma.
II.Elas próprias divulgaram o festival, estavam só naquele projeto.
III.Enviei anexa a primeira parte do livro.
Está correta a concordância nominal em: 
Alternativas
Q3809846 Português
Analise a concordância das palavras destacadas nas sentenças:

I.Vinha todo vestido em azul: azuis o chapéu, a vestimenta e a alma.
II.Elas próprias divulgaram o festival, estavam naquele projeto.
III.Enviei anexa a primeira parte do livro.

Está correta a concordância nominal em:
Alternativas
Q3809815 Português
Analise a concordância das palavras destacadas nas sentenças:
I.Vinha todo vestido em azul: azuis o chapéu, a vestimenta e a alma.
II.Elas próprias divulgaram o festival, estavam só naquele projeto.
III.Enviei anexa a primeira parte do livro.
Está correta a concordância nominal em: 
Alternativas
Q3809787 Português
Analise a concordância das palavras destacadas nas sentenças:

I.Vinha todo vestido em azul: azuis o chapéu, a vestimenta e a alma.
II.Elas próprias divulgaram o festival, estavam naquele projeto.
III.Enviei anexa a primeira parte do livro.

Está correta a concordância nominal em:
Alternativas
Q3809733 Português
Leia o excerto a seguir e analise as sentenças a respeito da concordância dos verbos destacados:
"[...] a música estimula possibilidades expressivas, como criatividade e imaginação, o que favorece o pensamento crítico desde cedo.
Para além da introdução musical, a educação e a prática musical convida os pequenos a desenvolver habilidades de concentração e criatividade. O foco auditivo, visual e a coordenação motora sustentam a concentração. Ao mesmo tempo, a prática regula rotinas e cria persistência, organização e autocontrole."
(Disponível em: https://vidasimples.co/morar/quando-comecar-educacao-musical-na-infancia/. Acesso em 20 nov. 2025.)
I.O verbo "estimular" está corretamente conjugado, concordando com seu sujeito, "a música"; o mesmo ocorre com o verbo "sustentar".
II.A concordância do verbo "convidar" está correta, uma vez que ele concorda com seu sujeito − "a prática musical".
III.Os verbos "regular" e "criar" apresentam problemas na concordância, pois, "regular" deveria concordar com seu complemento ("rotinas"), que está no plural, assim como o verbo "criar", cujo complemento apresenta mais de um núcleo ("persistência, organização e autocontrole").
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
4741: A
4742: A
4743: A
4744: D
4745: C
4746: B
4747: C
4748: A
4749: C
4750: D
4751: E
4752: E
4753: E
4754: A
4755: C
4756: E
4757: C
4758: D
4759: B
4760: D