Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q3992256 Português

Maneira de amar


O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
    Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida ocasião.
    O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira de trabalho.
    Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira de amar, ele sabia disso, e gostava.”


(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)

Considerando que o sujeito é o termo essencial da oração sobre o qual se diz alguma coisa, trata-se de afirmativa que expressa sujeito oculto:
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Q3992253 Português

Maneira de amar


O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
    Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida ocasião.
    O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira de trabalho.
    Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não”, respondeu. “Estou triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira de amar, ele sabia disso, e gostava.”


(Armazém de Textos. Em: 08/08/2019. Carlos Drummond de Andrade. Adaptado.)

No trecho “Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na devida ocasião.” (2º§), o termo destacado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
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Q3990717 Português

Texto CG4A2-I


Pindaíba: do tupi pindá (“anzol”) e íua (“haste”). É o nome de várias árvores e arbustos brasileiros usados por indígenas para fabricar a vara do anzol. Uma dessas árvores dá um fruto parecido com uma pinha.

Pindá também era o nome, na língua tupi, dado por indígenas ao ouriço-do-mar, um bicho muito espinhento.

No Brasil, emprega-se a expressão “estar na pindaíba” ou “andar na pindaíba” para falar de uma pessoa que está sem dinheiro ou com dificuldade financeira. A origem da expressão até hoje divide os estudiosos. Para alguns, ela tem a ver com a situação azarada de quem só tem uma vara de pescar para conseguir comida. Para outros, como o indígena dependia de sua vara de pescar para comer, quando o anzol era ruim e não apanhava nada, a pessoa ficava com fome e na miséria. Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer. A pessoa que só come o ouriço-do-mar, portanto, estaria na pindaíba. Seja qual for a origem, a verdade é que ninguém gosta de estar na pindaíba!



Marcos Bagno e Orlene Carvalho. Pororoca, pipoca, paca e outras palavras do tupi. São Paulo: Parábola, 2014, p. 101-102 (com adaptações).

No trecho “Outros, enfim, dizem que os ouriços-do-mar dão muito trabalho para serem apanhados e, depois de arrancados os espinhos, têm muito pouca carne a oferecer”, do último parágrafo do texto CG4A2-I, o adjetivo “arrancados” se refere ao termo 
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Q3990481 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

Considerando o quarto parágrafo do texto, pode-se afirmar que é a conjunção inicial introduz um(a):
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Q3990478 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, [...]”. (5º§) Sobre o termo destacado anteriormente, pode-se afirmar que: 
I. O termo “o” é empregado como referente textual sendo classificado como um conector.
II. Sua função sintática pode ser reconhecida como complemento da forma verbal “coloca”.
III. Sua função sintática está diretamente relacionada à classificação gramatical do pronome.
IV. A substituição por “lhe” não prejudicaria a correção gramatical do trecho, mas alteraria o nível de formalidade da linguagem utilizada.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q3990475 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

Sobre as estruturas linguísticas do texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3990472 Português
Sistema de saúde mais igualitário 

    São muitos os desafios para melhorar o acesso à saúde no Brasil, mas, qualquer que seja o caminho, é preciso estruturá-lo por meio da colaboração de todos os agentes do sistema, desde os usuários, profissionais de saúde e laboratórios farmacêuticos, até os gestores de hospitais, operadoras e membros do serviço público. Afinal, cuidar da vida é um objetivo comum, que demanda colaboração, interesse e envolvimento coletivo.
    Um conceito que tem sido bastante discutido como estratégia eficaz para a promoção da saúde é o “triple win”, ou seja, ganho triplo. Ele significa estabelecer uma relação bem-sucedida entre os três principais elementos do ecossistema de saúde: o paciente, a indústria farmacêutica e o sistema em si, seja ele público, na figura do SUS, seja privado, que no Brasil acontece por meio das operadoras de planos de saúde, sob regulação da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
    Mas, para que o “triple win” se torne uma realidade, um de seus pilares deve estar calcado na prevenção. Precisamos de um esforço contínuo para melhorar as atuais políticas públicas em saúde, transformando-as em mecanismos que coloquem o indivíduo como usuário de um sistema que fortalece as ações de prevenção e promoção de saúde. É a mudança do modelo de assistência ao beneficiário passando a ênfase para a saúde e não para a enfermidade.
    Se conseguirmos evoluir para um modelo centrado no paciente, nas suas reais necessidades, valorizando os desfechos que realmente importam para ele, fica mais fácil conseguirmos alinhar as expectativas de todas as partes interessadas. Sabemos que, atualmente, a sociedade como um todo se mostra cada vez mais suscetível a enfermidades. A carga de doenças, novas ou crônicas, cresce de forma significante. A consequência disso é a necessidade ainda maior de utilização do sistema de saúde, privado e público. O que aconteceu com a Covid-19 foi uma demonstração do perigo que é ter um sistema sobrecarregado.
    Por isso, temos falado também em saúde populacional, um conceito cujo foco é influenciar determinantes sociais que afetam desfechos clínicos. Essa ideia se apresenta como outro caminho possível, intrínseco ao “triple win”, para uma transformação sustentável, com a redução no impacto das doenças crônicas, queda na utilização inadequada do serviço de saúde e promoção de melhor qualidade de vida. É uma abordagem extremamente benéfica ao paciente, pois o coloca no centro das tomadas de decisão, vantajosa para o poder público, que consegue reduzir índices de doenças, e lucrativa para a indústria, que se beneficia com a introdução de um medicamento com rapidez e escala.
    Não é nenhuma novidade, mas precisamos reforçar: a Atenção Primária à Saúde é dever de todos que desejam construir um modelo mais colaborativo. A sociedade precisa entender como funciona a jornada do paciente, o que é o SUS e que ele vai além do pronto-socorro, do hospital e das vacinas. Para isso, é necessário reduzir barreiras e promover o diálogo e a cooperação, ou seja, nova forma de concorrência colaborativa. [...]

(PAULO REBELLO – Diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) Correio Braziliense. 26/05/2022.)

Sobre o emprego do acento grave indicador de crase, em “acesso à saúde”, pode-se afirmar que:
I. Contribui para a construção da coesão textual
II. Demonstra emprego da norma padrão da língua portuguesa.
III. Está diretamente relacionado à regência nominal apresentada.
IV. Permaneceria inalterado caso o vocábulo “saúde” fosse substituído por “sistema de saúde”.
Está correto o que se afirma apenas em 
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Q3990235 Português

Texto 14A1-I

 

No dia em que vim ao mundo, num bairro pobrezinho de marré, marré, marré, a luz elétrica chegou à primeira casa de nossa rua. (...) Sozinha, em casa, minha mãe se contorcia com as dores do parto e gritava por ajuda, mas sua voz era abafada pelos acordes da banda de música que saíam do palacete. Pegando-se com Nossa Senhora do Bom Parto e com São Raimundo Nonato, ela mesma tomou as providências, encheu várias panelas com água, colocou-as no fogão e assoprou as brasas. O esforço foi benéfico para o parto: a bolsa arrebentou, e eu comecei a nascer. (...) Bem, quando a parteira chegou, eu já tinha nascido. D. Tomásia só teve de cortar o cordão umbilical. E no alto do céu, a lua cheia imperava toda branca, na toalha negra furada de estrelinhas. Eu nasci empelicada, o que era bom presságio. Teria sorte na vida. (...) Quando, meio desconfiada abri os olhinhos, titia afirmou que eu sorri:

— As crianças demoravam uma semana para abrir os olhos. Você, na mesma noite, já observava tudo. Até sorriu. Parecia trazer esperança para nós todos. Nunca vi uma criança tão especulativa.

 

Tina Correia. Essa menina. In: De Paris a Paripiranga. Aracaju: Afaguara, 2016.

Acerca do trecho “Eu nasci empelicada, o que era bom presságio. Teria sorte na vida” do texto 14A1-I, assinale a opção correta. 
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Q3990114 Português

Texto CG3A2-I


Gosto de morar em cidades pequenas precisamente porque, em sua maioria, elas costumam ser os lugares onde os princípios básicos que sustentam uma ética amorosa existem e são os padrões segundo os quais parte das pessoas tenta viver sua vida. Na cidade pequena onde vivo (atualmente, apenas parte do tempo), existe um espírito de vizinhança — de companheirismo, cuidado e respeito. Esses mesmos valores existiam nos bairros da cidade onde eu cresci. Embora eu passe a maior parte do tempo em Nova York, vivo num prédio que funciona como uma cooperativa, onde todos se conhecem. Nós nos protegemos e alimentamos o nosso bem-estar. Nós nos esforçamos para fazer de nossa casa um ambiente positivo para todos. Todos concordamos que a integridade e o cuidado melhoram a vida de todos nós. Tentamos viver pelos princípios da ética amorosa.


Bell Hooks. Tudo sobre o amor. São Paulo: Editora Elefante, 2021, p. 136-137

Exercem a mesma função sintática no texto CG3A2-I os termos  
Alternativas
Q3990112 Português

Texto CG3A2-I


Gosto de morar em cidades pequenas precisamente porque, em sua maioria, elas costumam ser os lugares onde os princípios básicos que sustentam uma ética amorosa existem e são os padrões segundo os quais parte das pessoas tenta viver sua vida. Na cidade pequena onde vivo (atualmente, apenas parte do tempo), existe um espírito de vizinhança — de companheirismo, cuidado e respeito. Esses mesmos valores existiam nos bairros da cidade onde eu cresci. Embora eu passe a maior parte do tempo em Nova York, vivo num prédio que funciona como uma cooperativa, onde todos se conhecem. Nós nos protegemos e alimentamos o nosso bem-estar. Nós nos esforçamos para fazer de nossa casa um ambiente positivo para todos. Todos concordamos que a integridade e o cuidado melhoram a vida de todos nós. Tentamos viver pelos princípios da ética amorosa.


Bell Hooks. Tudo sobre o amor. São Paulo: Editora Elefante, 2021, p. 136-137

Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto CG3A2-I, a forma verbal “existiam”, no terceiro período, poderia ser substituída por  
Alternativas
Q3990109 Português

Texto CG3A1-I


 Os impactos ambientais gerados pelo crescimento urbano aumentaram consideravelmente, com a redução da qualidade da água segura para a população. Isso ocorreu, também, em Aracaju, que teve seu processo de urbanização pautado em métodos conservadores de traçado urbano.

Em pleno século XXI, a sociedade brasileira encontra-se, ainda, na concepção higienista de cidades, pois busca garantir a infraestrutura básica local, mas deixa para o meio ambiente o maior ônus, ao transferir à jusante os impactos relacionados à drenagem, o que faz ampliar as cheias naturais, degradar os corpos hídricos e desequilibrar os ciclos naturais (hidrológicos, biológicos e ecológicos).

Recentemente, as políticas públicas do estado passaram a reconhecer a necessidade de equilíbrio entre o meio ambiente e as questões de drenagem urbana, ao identificarem a importância de manutenção local das águas pluviais, política específica sobre drenagem, gestão integrada das águas urbanas, vegetação e paisagem como elementos complementares às estratégias de drenagem e medidas estruturais extensivas de menor impacto ambiental (como as que visam modificar os processos de chuva-vazão na bacia hidrográfica ou em zona urbanizada, implementadas ao longo de sua extensão, e que incluem o controle da cobertura vegetal e da erosão do solo).

Entretanto, mesmo com a implementação dessas diretrizes, percebe-se que a prática e a execução delas têm sido realizadas de forma muito lenta. As medidas de controle à urbanização dependem de uma política urbana municipal rígida. A atualização do plano diretor de Aracaju é fundamental para a execução de boas práticas, para a manutenção e o equilíbrio da cidade e de seus bairros, no que se refere à preservação do meio natural, ao controle das construções nesse meio, bem como ao equilíbrio da oferta de serviços de saneamento.


Yuri Augusto Dorea de Carvalho Silva, Rebeca Pereira de Souza Diniz e Lina Martins de Carvalho. Drenagem urbana e espaços livres: reflexões preliminares sobre o caso do Jabotiana em Aracaju/SE. XIII Encontro de Recursos Hídricos em Sergipe. Associação Brasileira de Recursos Hídricos. Internet: (com adaptações).

No segundo parágrafo do texto CG3A1-I, o trecho “mas deixa para o meio ambiente o maior ônus, ao transferir à j usante os impactos relacionados à drenagem, o que faz ampliar as cheias naturais, degradar os corpos hídricos e desequilibrar os ciclos naturais (hidrológicos, biológicos e ecológicos)” poderia ser reescrito, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, como 
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Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Prefeitura de Estância - SE Provas: CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Artes | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Ciências | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Educação Física | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Geografia | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: História | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Matemática | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Pedagogia | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Português | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Português/Inglês | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Administração | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Analista Ambiental | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Arquitetura | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Arquivologia | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Biblioteconomia | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Ciência da Computação | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Contabilidade | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Educador Físico | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Engenharia Agrônoma | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Engenharia Civil | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Turismo |
Q3989094 Português

Texto CG1A2-I

 

É do homem que tenho de falar; e a questão que examino me ensina que vou falar a homens; com efeito, não se propõem semelhantes questões quando se teme honrar a verdade. (...) Concebo na espécie humana duas espécies de desigualdade: uma, que chamo de natural ou física, porque é estabelecida pela natureza, consiste na diferença das idades, da saúde, das forças do corpo e das qualidades do espírito, ou da alma; a outra, que se pode chamar de desigualdade moral ou política, porque depende de uma espécie de convenção, é estabelecida, ou pelo menos autorizada, pelo consentimento dos homens. Consiste esta nos diferentes privilégios de que gozam alguns em prejuízo de outros, como ser mais rico, mais honrado, mais poderoso, ou mesmo fazer-se obedecer por eles.

Não se pode perguntar qual é a fonte da desigualdade natural, porque a resposta se encontraria enunciada na simples definição da palavra. Ainda menos se pode procurar se haveria alguma ligação essencial entre as duas desigualdades, pois isso equivaleria a perguntar, por outras palavras, se aqueles que mandam valem necessariamente mais do que os que obedecem e se a força do corpo e do espírito, a sabedoria ou a virtude se encontram sempre nos mesmos indivíduos em proporção do poder ou da riqueza — questão talvez boa para ser agitada entre escravos ouvidos por seus senhores, mas que não convém a homens razoáveis e livres, que buscam a verdade.

 

Jean-Jacques Rousseau. A origem da desigualdade entre os homens.

1.ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 33 (com adaptações).

No trecho “não se propõem semelhantes questões quando se teme honrar a verdade”, do primeiro parágrafo do texto CG1A2-I, o vocábulo “se”
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Q3989092 Português

Texto CG1A2-I

 

É do homem que tenho de falar; e a questão que examino me ensina que vou falar a homens; com efeito, não se propõem semelhantes questões quando se teme honrar a verdade. (...) Concebo na espécie humana duas espécies de desigualdade: uma, que chamo de natural ou física, porque é estabelecida pela natureza, consiste na diferença das idades, da saúde, das forças do corpo e das qualidades do espírito, ou da alma; a outra, que se pode chamar de desigualdade moral ou política, porque depende de uma espécie de convenção, é estabelecida, ou pelo menos autorizada, pelo consentimento dos homens. Consiste esta nos diferentes privilégios de que gozam alguns em prejuízo de outros, como ser mais rico, mais honrado, mais poderoso, ou mesmo fazer-se obedecer por eles.

Não se pode perguntar qual é a fonte da desigualdade natural, porque a resposta se encontraria enunciada na simples definição da palavra. Ainda menos se pode procurar se haveria alguma ligação essencial entre as duas desigualdades, pois isso equivaleria a perguntar, por outras palavras, se aqueles que mandam valem necessariamente mais do que os que obedecem e se a força do corpo e do espírito, a sabedoria ou a virtude se encontram sempre nos mesmos indivíduos em proporção do poder ou da riqueza — questão talvez boa para ser agitada entre escravos ouvidos por seus senhores, mas que não convém a homens razoáveis e livres, que buscam a verdade.

 

Jean-Jacques Rousseau. A origem da desigualdade entre os homens.

1.ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 33 (com adaptações).

Sem prejuízo da coerência e da correção gramatical do texto CG1A2-I, a expressão “Ainda menos”, no segundo período do segundo parágrafo do texto, poderia ser substituída por  
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Ano: 2022 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Prefeitura de Estância - SE Provas: CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Artes | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Ciências | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Educação Física | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Geografia | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: História | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Matemática | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Pedagogia | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Português | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Professor de Educação Básica - Área: Português/Inglês | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Administração | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Analista Ambiental | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Arquitetura | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Arquivologia | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Biblioteconomia | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Ciência da Computação | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Contabilidade | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Educador Físico | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Engenharia Agrônoma | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Engenharia Civil | CESPE / CEBRASPE - 2022 - Prefeitura de Estância - SE - Técnico Municipal de Nível Superior - Área: Turismo |
Q3989091 Português

Texto CG1A2-I

 

É do homem que tenho de falar; e a questão que examino me ensina que vou falar a homens; com efeito, não se propõem semelhantes questões quando se teme honrar a verdade. (...) Concebo na espécie humana duas espécies de desigualdade: uma, que chamo de natural ou física, porque é estabelecida pela natureza, consiste na diferença das idades, da saúde, das forças do corpo e das qualidades do espírito, ou da alma; a outra, que se pode chamar de desigualdade moral ou política, porque depende de uma espécie de convenção, é estabelecida, ou pelo menos autorizada, pelo consentimento dos homens. Consiste esta nos diferentes privilégios de que gozam alguns em prejuízo de outros, como ser mais rico, mais honrado, mais poderoso, ou mesmo fazer-se obedecer por eles.

Não se pode perguntar qual é a fonte da desigualdade natural, porque a resposta se encontraria enunciada na simples definição da palavra. Ainda menos se pode procurar se haveria alguma ligação essencial entre as duas desigualdades, pois isso equivaleria a perguntar, por outras palavras, se aqueles que mandam valem necessariamente mais do que os que obedecem e se a força do corpo e do espírito, a sabedoria ou a virtude se encontram sempre nos mesmos indivíduos em proporção do poder ou da riqueza — questão talvez boa para ser agitada entre escravos ouvidos por seus senhores, mas que não convém a homens razoáveis e livres, que buscam a verdade.

 

Jean-Jacques Rousseau. A origem da desigualdade entre os homens.

1.ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p. 33 (com adaptações).

No primeiro parágrafo do texto CG1A2-I, o vocábulo “autorizada”, em “ou pelo menos autorizada”, estabelece concordância com o termo
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Ano: 2022 Banca: INSTITUTO MAIS Órgão: Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP Provas: INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Clínica Médica - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Urologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Alergista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Ginecologista-Obstetra - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Geriatra - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Hematologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Mastologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Infectologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Neuropediatra - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Pneumologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Otorrinolaringologista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Psiquiatra Infantil - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Psiquiatra - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Ultrassonografista - Edital n° 03/2022 | INSTITUTO MAIS - 2022 - Prefeitura de Santana de Parnaíba - SP - Médico Cardiologista - Edital n° 03/2022 |
Q3985805 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


    Inaugurada no Theatro Municipal de São Paulo, em 13 de fevereiro de 1922, a Semana de Arte Moderna chega a seu centenário num momento em que a cultura e valores estimados pelos modernistas, como a diversidade, a liberdade e a educação, são alvos frequentes de ataques retrógrados.


    A semana foi organizada por um grupo de artistas e escritores que vinha se articulando em torno de ideias e planos de renovação do ambiente artístico e cultural. A São Paulo na qual viviam era uma cidade emergente, que experimentava uma notável aceleração de sua economia sob o impulso da abundante riqueza do café.


    Prefigurava-se naqueles tempos a formação de uma metrópole industrial que estaria destinada, na visão de sua elite, e, também, dos jovens modernistas, a exercer um papel modernizante na esfera nacional, não apenas como polo econômico, mas também cultural.


    Comemorava-se em 1922 o centenário da Independência, e o festival modernista que reuniu nomes como Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Heitor Villa-Lobos e Di Cavalcanti era uma oportunidade de lançar da capital paulista uma plataforma para o futuro.


    Há, naturalmente, muitos aspectos a questionar no movimento modernista de São Paulo, desde episódios das biografias de seus participantes a temas polêmicos ligados à sua atuação pública. Não há dúvida, contudo, de que a aventura modernista tinha, em suas sementes, um projeto de país progressista. Neste projeto, a diversidade racial, a potência da natureza e a extraordinária riqueza cultural se congregavam de maneira estimulante.


(Lições de 22. Folha de São Paulo, 13.02.2022. Adaptado).

Analise a frase abaixo para responder.


Não há dúvida, “contudo”, de que a aventura modernista tinha, em suas sementes, um projeto de país progressista.


É correto afirmar que o termo destacado é uma conjunção

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Q3976218 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

A palavra “a” é uma preposição exigida pela regência verbal em:
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Q3976217 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

“As marcas responséveis não querem relações negatlvas com outras marcas” (6° parágrafo). A expressão ‘relações negativas com outras marcas” está corretamente substituida por um pronome pessoal em: 
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Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: IF-RJ Prova: SELECON - 2022 - IF-RJ - Assistente de Alunos |
Q3976037 Português

Texto para responder à questão.


Altruísmo em tempo de guerra 


Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.  


As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.  


Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta: 


1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos. 


2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.


3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade. 


4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber? 


5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos. 


6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento. 


7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém. 


8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta. 


Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.  


Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.  


Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.  

“Dê o exemplo. As criangas aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referéncia”. No trecho, o primeiro ponto final pode ser substituido, mantendo o sentido da frase, pelo seguinte conectivo: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: IF-RJ Prova: SELECON - 2022 - IF-RJ - Assistente de Alunos |
Q3976036 Português

Texto para responder à questão.


Altruísmo em tempo de guerra 


Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.  


As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.  


Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta: 


1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos. 


2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.


3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade. 


4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber? 


5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos. 


6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento. 


7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém. 


8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta. 


Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.  


Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.  


Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.  

“Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano” (1º parágrafo). O trecho inicial encontra-se adequadamente reescrito, mantendo o sentido global da frase, em: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: IF-RJ Prova: SELECON - 2022 - IF-RJ - Assistente de Alunos |
Q3976035 Português

Texto para responder à questão.


Altruísmo em tempo de guerra 


Com uma guerra a acontecer aqui tão perto, multiplicam-se as iniciativas de ajuda ao povo ucraniano, seja através do seu acolhimento, de ofertas de emprego ou do envio de donativos. Comportamentos altruístas que muitos adultos evidenciam e que deverão ser também potenciados nas crianças.  


As pessoas altruístas sentem necessidade em ajudar os outros e encontram, dessa forma, um significado para a sua vida. Deixamse afetar pelo sofrimento alheio e privilegiam as solicitações dos outros, muitas vezes em detrimento dos seus próprios interesses. Falamos, portanto, de uma característica que se relaciona com a empatia, o respeito, a generosidade e o sentido de justiça.  


Não sendo uma característica que todos evidenciam da mesma forma, coloca-se então uma questão: como educar para o altruísmo? E desde quando? Será possível educar as crianças para que sejam mais altruístas e empáticas? De que forma? Algumas sugestões para ajudar o seu filho a ser mais altruísta: 


1. Dê o exemplo. As crianças aprendem sobretudo pela observação dos pais e de outras figuras de referência, tendendo a imitar esses mesmos comportamentos. 


2. Aplique o altruísmo no dia a dia, na forma como se relaciona com os outros e com a criança, e nas menores coisas — e não apenas em situações-limite como aquela que vivemos atualmente.


3. Explique, com uma linguagem adequada à idade da criança, a importância da entreajuda e da generosidade. 


4. Ajude a criança a descentrar-se e a imaginar como seria estar no lugar do outro. Como se sentiria? O que precisaria? Que tipo de ajuda gostaria de receber? 


5. Procure role-models que a criança admire, ou seja, pessoas ou mesmo personagens de ficção que sejam um bom exemplo de altruísmo e generosidade. Pode ser um atleta que interrompeu a sua prova para ajudar outro atleta, um super-herói que dedica a vida a salvar pessoas ou uma personagem dos desenhos animados que gosta de ajudar os amigos. 


6. Reforce positivamente qualquer comportamento de ajuda ao outro, elogiando e mostrando o quanto se sente orgulhoso. O reforço positivo aumenta a probabilidade de repetição do comportamento. 


7. Incentive a criança a ser um agente ativo e não um mero espectador, passivo, da realidade à sua volta. Aquilo que ela faz pode fazer toda a diferença na vida de alguém. 


8. Evite rotular as pessoas como “boas” ou “más”, sendo certo que esta dicotomia pode levar a generalizações abusivas e desencorajar o comportamento altruísta. 


Educar as crianças de modo a mostrarem comportamentos de ajuda ao outro é o caminho para termos, amanhã, adultos mais generosos e empáticos, com capacidade de descentração e de privilegiarem a resolução dos conflitos de forma assertiva e sem violência.  


Educar as crianças para o altruísmo é o caminho para termos, amanhã, adultos que procurem a paz e não a guerra.  


Rute Agulhas Adaptado de Diário de Notícias (Lisboa), 03/03/2022.  

No item 5, o emprego de “ou seja” introduz expressão com valor de: 
Alternativas
Respostas
20121: C
20122: C
20123: D
20124: C
20125: B
20126: C
20127: C
20128: B
20129: A
20130: B
20131: D
20132: C
20133: A
20134: C
20135: D
20136: A
20137: D
20138: B
20139: A
20140: C