Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: TRE-RN
Q1199631 Português
O Brasil foi jogar bola no Haiti e isso não teve nada a ver com preparação para a próxima Copa. Quem estava em campo era a diplomacia. Para comprovar, basta ver a cobertura da televisão: em vez da Fifa, era a ONU que aparecia nas imagens. No lugar do centroavante, era o presidente do país que atraía a atenção dos repórteres. Não foi a primeira nem será a última vez em que futebol e política se misturaram. É por causa dessa proximidade que alguns estudiosos olham para o gramado e enxergam um retrato perfeito da sociedade. A bola está na moda entre os analistas políticos. Se 22 jogadores em campo podem resumir o mundo, surge então a dúvida: por que justamente o futebol, e não o cinema ou a literatura? “A arte sempre será produto da imaginação de uma pessoa. O futebol é parte da comunidade, da economia, da estrutura política. É um microcosmo singular”, diz um jornalista americano. Não apenas singular, mas global. É o esporte mais popular do planeta. Uma fama, aliás, que tem razões pouco esportivas. “O futebol nasceu na Inglaterra numa época em que os ingleses tinham um império e viajavam por muitos países. Ferroviários levaram a bola para a América do Sul, petroleiros para o Oriente Médio”, acrescenta ele.  Mas é preciso não confundir o papel do esporte. Ele faz entender, mas não muda o mundo. “Não se trata de uma força revolucionária capaz de transformar uma nação. É apenas um enorme espelho que reflete a sociedade em que vivemos”, diz outro especialista. Em 1990, quando o Brasil, sob a tutela de Sebastião Lazzaroni, foi eliminado da Copa, o presidente era Fernando Collor. Além de contemporâneos, eles foram ícones de uma onda que varreu o país na virada da década: a febre dos importados. Era uma fase em que se idolatrava o que vinha de fora – a solução dos problemas estava no exterior. Motivos existiam: com o mercado fechado aos importados, a indústria estava obsoleta e pouco competitiva. O estilo futebol-arte da seleção, por sua vez, completava 20 anos de frustrações em Copas. Collor e Lazzaroni bancaram o risco. Enquanto o presidente prometia revolucionar a economia com tecnologia estrangeira, o treinador se inspirou numa tática européia, colocou um líbero em campo e a seleção jogou na retranca. O resultado todos conhecem.    (Gwercman, Sérgio. Como o futebol explica o mundo. Superinteressante, São Paulo, num.205, p. 88 e 90, out. 2004.Com adaptações)  
Uma fama, aliás, que tem razões pouco esportivas. (meio do 2º parágrafo)
É correto afirmar, considerando-se o contexto, que a frase transcrita acima

Alternativas
Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: CEAL
Q1197783 Português
     Ampliar a expectativa de vida da humanidade é responsabilidade da ciência e da medicina, certo? Não apenas. Cada pessoa tem uma grande contribuição a dar nesse sentido. Afinal, tão importante quanto combater as doenças é melhorar as condições gerais de vida: promover a alimentação saudável e a prática de exercícios, combater o fumo e a obesidade, reduzir a violência urbana e no trânsito. 
    Se a ciência tem feito a parte que lhe cabe, a humanidade está devendo. Acidentes automobilísticos matam 1,2 milhão de pessoas por ano, a maior parte delas abaixo dos 40 anos. À medida que fabricantes desenvolvem modelos de carros desnecessariamente velozes, o número de vítimas fatais nas estradas cresce 5% ao ano. (...)    Um dos maiores empecilhos para que a expectativa de vida da humanidade dê um salto é o abismo entre ricos e pobres. De acordo com uma nova metodologia da Organização Mundial da Saúde (OMS) − que leva em conta a expectativa de vida sem o convívio com problemas como amputações, cegueira, paralisia e seqüelas causadas por doenças como a malária −, os japoneses irão viver 74,5 anos em saúde plena, enquanto os moradores de Serra Leoa, o país com as piores condições de vida no mundo, viverão 28,6 anos.    A diferença brutal indica que o acesso aos avanços da medicina continuará nas próximas décadas restrito à elite. Enquanto a ciência desenvolve exames apurados e terapias sofisticadas, muitas nações africanas enfrentarão problemas básicos como a falta de água potável.  (OLIVEIRA, Maurício. O livro do futuro. Superinteressante. Abril, p. 35, mar. 2005)
Cada pessoa tem uma grande contribuição a dar nesse sentido. (início do texto)

A frase que substitui a expressão grifada acima, sem alterar o sentido original do texto, é:
Alternativas
Ano: 2005 Banca: FCC Órgão: CEAL
Q1191023 Português
  Pão de Açúcar, em Alagoas, não é a capital fluminense. Mas é quase. Tem vontade de ser e se diverte com o parentesco maluco que ganha vida nos bairros homônimos, como Bonsucesso e Humaitá, numa orla de areia conhecida como Copacabana, num Cristo Redentor, no culto à vida ao ar livre e até em um incrível povoado vizinho chamado Niterói, do lado sergipano do São Francisco. O curioso é que não há nenhuma explicação oficial para o caso. Ninguém sabe como nem por que surgiram tantas coincidências, nem se foram planejadas ou não.    Os primeiros colonizadores, no século XVII, descobriram um lugar conhecido como Jaciobá (“espelho da lua”), um devaneio dos índios urumaris diante da beleza do reflexo lunar no rio. O nome atual nasceu durante o ciclo da cana e deriva da genuína ligação natural entre a cidade e o Rio de Janeiro: dois montes idênticos, cujo desenho lembra o de uma forma usada para refinar açúcar – o “pão-de-açúcar”. Já o “mar” do sertão sempre foi o rio São Francisco.  (RIBEIRO, Ronaldo. O sertão que virou mar. National Geographic, ano 2, no 15, p. 124-125, jul. 2001, com adaptações) 
... que ganha vida nos bairros homônimos ... (3ª linha) 

Entende-se, do contexto, que a palavra grifada quer dizer
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Ano: 2005 Banca: IPAD Órgão: CBTU
Q1182282 Português
No trecho “... atividades que não requerem do educando uma abertura para o outro, para um interlocutor, podem estar  fadadas ao insucesso profissional.”, o termo destacado tem o sentido de:
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Q452880 Português
      Na inventada época em que se amarrava cachorro com lingüiça,lutei e consegui emprego de jornalista na redação de um matutino paulistano. A palavra lutar é correta. Tive de passar por uma prova de conhecimentos que nem de longe se comparava às exigências que hoje se fazem para oferecer trabalho com honestidade. O aprendizado era feito de descobertas e novidades; havia prazer e emoção no enfronhar-me no ofício que viria a ocupar boa parte de minha vida. Só num único e mesmo jornal permaneci mais de vinte anos. Esse período permitiu conviver com numerosos colegas cujos destinos se cruzavam, tomavam caminhos paralelos ou simplesmente alteravam o curso.
      Algumas figuras se tornaram sombras, nunca mais ouvi falar, a não ser vagamente. Se a memória pudesse ser reavivada para livrar-se do azinhavre do tempo, tentaria recuperar a história do desaparecimento do capitão Vânio, companheiro de redação. Fiquei sabendo por alto, morreu nas masmorras do Chile, defendendo uma causa política, com suas idéias heróicas. Nunca soube com exatidão como foi o fim daquele oficial que parecia suave anjo de voz tranqüila.
      Amenizando o passado, poderia também evocar a lembrança de outro colega, mais voltado para as conquistas do capitalismo prático, que largou o jornalismo e o trocou por uma agência de publicidade - onde os salários poderiam ser menos virtuosos, porém mais compensadores. E nesse meritório ramo desenvolveu grande capacidade criativa. O resultado mais notável foi uma frase que ajudou a vender a rodo a então ainda tímida cerveja Níger. A frase, parentemente simples, cativava inteligências e paladares: Níger - nem doce nem amarga. Foi um sucesso estrondoso. Eu próprio, movido pela curiosidade do bordão, me tornei freguês do achado publicitário, se bem que nunca fui de abandonar as “loirinhas bem geladas”. A Níger era escura. Ou, se preferem, mulata. Questão de gosto, de paladar.
(Lourenço Diaféria. Almanaque Brasil de Cultura Popular,julho de 2004)

A frase inicial do 3º parágrafo permite afirmar corretamente que, para o cronista, o passado
Alternativas
Q452879 Português
      Na inventada época em que se amarrava cachorro com lingüiça,lutei e consegui emprego de jornalista na redação de um matutino paulistano. A palavra lutar é correta. Tive de passar por uma prova de conhecimentos que nem de longe se comparava às exigências que hoje se fazem para oferecer trabalho com honestidade. O aprendizado era feito de descobertas e novidades; havia prazer e emoção no enfronhar-me no ofício que viria a ocupar boa parte de minha vida. Só num único e mesmo jornal permaneci mais de vinte anos. Esse período permitiu conviver com numerosos colegas cujos destinos se cruzavam, tomavam caminhos paralelos ou simplesmente alteravam o curso.
      Algumas figuras se tornaram sombras, nunca mais ouvi falar, a não ser vagamente. Se a memória pudesse ser reavivada para livrar-se do azinhavre do tempo, tentaria recuperar a história do desaparecimento do capitão Vânio, companheiro de redação. Fiquei sabendo por alto, morreu nas masmorras do Chile, defendendo uma causa política, com suas idéias heróicas. Nunca soube com exatidão como foi o fim daquele oficial que parecia suave anjo de voz tranqüila.
      Amenizando o passado, poderia também evocar a lembrança de outro colega, mais voltado para as conquistas do capitalismo prático, que largou o jornalismo e o trocou por uma agência de publicidade - onde os salários poderiam ser menos virtuosos, porém mais compensadores. E nesse meritório ramo desenvolveu grande capacidade criativa. O resultado mais notável foi uma frase que ajudou a vender a rodo a então ainda tímida cerveja Níger. A frase, parentemente simples, cativava inteligências e paladares: Níger - nem doce nem amarga. Foi um sucesso estrondoso. Eu próprio, movido pela curiosidade do bordão, me tornei freguês do achado publicitário, se bem que nunca fui de abandonar as “loirinhas bem geladas”. A Níger era escura. Ou, se preferem, mulata. Questão de gosto, de paladar.
(Lourenço Diaféria. Almanaque Brasil de Cultura Popular,julho de 2004)

Observa-se, no 2º parágrafo do texto,
Alternativas
Q450592 Português
Julgue o trecho transcrito no próximo item quanto à correção gramatical.

A grande quantidade de aerossóis em suspensão torna o vapor d’água disponível na atmosfera insuficiente para que as nuvens atinjam o tamanho necessário para que haja chuva.
Alternativas
Q450590 Português
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Época, 25/4/2005, p. 100 (com adaptações).


Julgue o trecho transcrito no próximo item quanto à correção gramatical.

As nuvens de poeira podem influenciar o clima, já que os aerossóis (partículas em suspensão na atmosfera) absorvem e refletem a radiação solar, o que causa o resfriamento da superfície terrestre.
Alternativas
Q450588 Português
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Época, 25/4/2005, p. 100 (com adaptações).


Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.

Os travessões das linhas 27 e 29 podem ser corretamente substituídos por vírgulas.
Alternativas
Q450587 Português
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Época, 25/4/2005, p. 100 (com adaptações).


Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.

O segundo e o terceiro parágrafos do texto, por apresentarem linguagem objetiva e clara, poderiam, com propriedade, ser parte de relatório elaborado por técnicos da ANTAQ.
Alternativas
Q450583 Português
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Época, 25/4/2005, p. 100 (com adaptações).


Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.

O pronome o qual pode corretamente substituir “que”, nas ocorrências nas linhas 6 e 15.
Alternativas
Q450582 Português
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Época, 25/4/2005, p. 100 (com adaptações).


Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.

Formada por diferentes elementos químicos, a poeira a que se refere o texto é responsável por fenômenos que ocorrem em diversas partes do mundo.
Alternativas
Q450581 Português
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Época, 25/4/2005, p. 100 (com adaptações).


Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.

Segundo o texto, no Caribe, ocorreu um processo de desertificação na época em que corais foram infectados por um fungo trazido para essa região pelas nuvens de poeira.
Alternativas
Q450580 Português
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Época, 25/4/2005, p. 100 (com adaptações).


Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.

Para alguns estudiosos, as nuvens de poeira têm função essencial para a sobrevivência da Amazônia.
Alternativas
Q450579 Português
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Época, 25/4/2005, p. 100 (com adaptações).


Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.

A trajetória das nuvens de poeira é definida por diversos fatores, entre eles, o desmatamento, a mineração, a drenagem de rios e a proximidade entre as regiões de origem e as de chegada dessas nuvens.
Alternativas
Q450578 Português
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Época, 25/4/2005, p. 100 (com adaptações).


Julgue os itens que se seguem, relativos ao texto acima.

O objetivo do texto é informar o leitor acerca dos caminhos que percorre cada uma das nuvens de poeira que saem da África.
Alternativas
Q411626 Português
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Assinale a opção em que a substituição proposta tornaria o texto incorreto.
Alternativas
Q408645 Português
No Texto II, os vocábulos “inusitado” (l. 1) e “pungências” (l. 38) podem ser substituídos, sem alteração de sentido, respectivamente, por:
Alternativas
Q408644 Português
Considere as afirmações abaixo.

I – A fragilidade de valores em tempos atuais faz com que o jovem sinta saudade de um passado não-vivido.
II – A rapidez com que as transformações ocorrem na atualidade leva o jovem a buscar no imaginário a estabilidade desejada.
III – A saudade no sentido tradicional reforça e atualiza vínculos estabelecidos no passado.

É(São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q408643 Português
No Texto II, a forma de saudade que se sente em decorrência do acelerado processo de desenvolvimento tecnológico é chamada pelo autor de saudade:
Alternativas
Respostas
19761: D
19762: A
19763: E
19764: A
19765: C
19766: A
19767: C
19768: C
19769: C
19770: E
19771: E
19772: C
19773: E
19774: C
19775: E
19776: E
19777: E
19778: B
19779: E
19780: C