Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q2921837 Português

Atente para as afirmações.


I. Está correta a concordância da frase: Infelizmente não existe formas mágicas para diminuir a ansiedade.

II. A preposição para em - E é central para entender a ansiedade no ser humano. - indica ideia de finalidade.

III. Na frase - é a ela que devemos agradecer porque nos fez mais cautelosos ... - o antônimo para cautelosos, no contexto, é desprevenidos.


Está correto apenas o que se afirma em


Alternativas
Q2912201 Português

Escolha, entre as alternativas, a que propõe a substituição dos termos ou expressões em destaque, sem que haja alteração do sentido da frase apresentada abaixo.


Parecia estar prestes a acontecer a destruição da floresta, pois os responsáveis demonstravam usar métodos pouco sábios na realização dos projetos de reflorestamento.

Alternativas
Q2906006 Português

Texto I

Leia o texto abaixo e responda às questões 01, 02 e 03.

TEMPO

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
5 fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e
entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação
e tudo começa outra vez, com outro número
10 e outra vontade de acreditar que daqui para adiante vai ser
diferente.

Carlos Drummond de Andrade
(http://eb23vpa biblioteca.blogs.sapo.pt/59332.html)

No fragmento "...e tudo começa outra vez, com outro número", (verso 9) as palavras sublinhadas podem ser substituídas, sem que haja alteração de sentido, por:

Alternativas
Q2262479 Português



Noeli Dutra Rossatto. Presença do outro e interpretação. In: Mente, Cérebro & Filosofia. Duetto editorial, p. 29 (com adaptações).

Com base nas estruturas linguísticas e nas relações argumentativas do texto acima, julgue o item a seguir.


Na linha 18, o sinal de dois-pontos anuncia os termos da enumeração que explicita as “duas noções” (l.17) mencionadas.


Alternativas
Q2262478 Português



Noeli Dutra Rossatto. Presença do outro e interpretação. In: Mente, Cérebro & Filosofia. Duetto editorial, p. 29 (com adaptações).

Com base nas estruturas linguísticas e nas relações argumentativas do texto acima, julgue o item a seguir.


Os sinais de parênteses nas linhas 10, 24 e 25 são usados para demarcar informações inseridas; por isso, preservam-se a correção gramatical e a coerência do texto ao se substituí-los, nos dois casos, por sinais de travessão. 

Alternativas
Q2262477 Português



Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo. In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).

A partir da argumentação do texto acima, bem como das estruturas linguísticas nele utilizadas, julgue o item a seguir.
Regidos pela preposição de, os termos “de realização” (l.15-16) e “da técnica” (l.16) não admitem a ligação pela conjunção e, como ocorre entre “do desenraizamento” (l.16-17) e “da perda de referências” (l.17), porque, no primeiro caso, “técnica” é um termo dependente de “realização”.
Alternativas
Q2262476 Português



Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo. In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).

A partir da argumentação do texto acima, bem como das estruturas linguísticas nele utilizadas, julgue o item a seguir.
O pronome “se” em “dilui-se” (l.13) indica indeterminação do sujeito da oração, que, por sua vez, no desenvolvimento da textualidade, mostra como os indivíduos se atomizam e se isolam no processo de globalização esmagadora das individualidades.
Alternativas
Q2262475 Português



Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo. In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).

A partir da argumentação do texto acima, bem como das estruturas linguísticas nele utilizadas, julgue o item a seguir.
O desenvolvimento das ideias permite inferir que o uso do gerúndio em “tendo” (l.10) contribui para dar à oração que inicia a interpretação de uma circunstância passageira, temporária, acidental, na “economia de mercado” (l.11-12).
Alternativas
Q2262474 Português



Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo. In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).

A partir da argumentação do texto acima, bem como das estruturas linguísticas nele utilizadas, julgue o item a seguir.
Alteram-se as relações de sentido com “momento histórico” (l.4-5), mas preservam-se a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto ao se substituir “Um dos traços” (l.4) por Entre os traços. 

Alternativas
Q2262472 Português



Nancy Mangabeira Unger. A desertificação do homem contemporâneo. In: Linhas Críticas, v. 7, n.º 13, jul.-dez./2001, p. 181 (com adaptações).

A partir da argumentação do texto acima, bem como das estruturas linguísticas nele utilizadas, julgue o item a seguir.
Depreende-se da argumentação do texto que “pensar a relação entre o Um e o múltiplo” (l.2), desde os primórdios do Classicismo ocidental, significa distorcer as singularidades e rejeitar raízes, culturas e identidades étnicas.
Alternativas
Q1769040 Português
Assinale a alternativa que indique a frase em que a troca de posição do adjetivo sublinhado provoca alteração de sentido.
Alternativas
Q1769034 Português

“...governos minimizando ou negando que a barbaridade floresça...” (L.13).


O segundo vocábulo sublinhado traduz uma maior intensidade da ação do primeiro. Assinale a alternativa que indique a frase em que esse mesmo fato ocorre.

Alternativas
Q1769032 Português

“Em 2008 também o Papa exigiu ética em doações e transplantes...” (L.35-36).


Assinale a alternativa cuja forma mantém o sentido original da frase acima.

Alternativas
Q1769031 Português
Assinale a alternativa cuja correspondência de estrutura não está adequada.
Alternativas
Q1769030 Português
Assinale a alternativa em que a modificação proposta altera o sentido original da frase inicial.
Alternativas
Q1769028 Português

Apesar da legislação, a Índia é o país de onde mais saem órgãos humanos”.


Assinale a alternativa em que a forma de reescrever altera o sentido original da frase acima.

Alternativas
Q1769026 Português

A autora utiliza, em vários momentos, linguagem figurada.

Assinale a alternativa em que os termos não exemplificam caso de linguagem figurada.

Alternativas
Q1228988 Português
ET's de Governador Valadares
Era uma linda e calorosa tarde em Governador Valadares. Os pássaros voavam alto buscando talvez um pouco de ar fresco nas altitudes longínquas do céu. A atmosfera clara de uma luz vívida convidava os voadores a escalar as poucas nuvens que se mostravam como garatujas sólidas em contornos de animais ou objetos que, bastava parar para se observar um pouquinho para adivinhar que bicho era. E o convite não deixava de ser aceito pelos voanautas. Vinham de todos os lugares, de toda parte do Brasil e até do estrangeiro, para apreciar o propício clima quente, no qual se forma bolsões de ar permitindo as asas deltas, os para-drives e outros mecanismos a se suspenderem e a manterem-se longe do solo por um bom tempo. 
Ah! Longe já se fora o sonho de Ícaro. O sonho de bater asas como os pássaros. Pudera ele ver hoje como os seus semelhantes tornaram-se espertos, aliando-se à natureza para utilizar desta a força, para sobrevoarem as cidades. Ah! Agora é possível sobrevoar os lugares encantados por onde outrora provavelmente viveram os Deuses. Voar sem bater asas, isso Ícaro nem sonhava.
E lá estava a rapaziada nos ares. Seres superiores a Ícaro. Altaneiros e capazes, confiantes no seu poder de domar os ventos. Todo-poderosos nos seus pensamentos. Coitados. Nem imaginavam a sua pequeneza. Tais qual Ícaro, estavam praticamente cegos e por quê? Do alto, de muito distante, de muito distante mesmo, de fora da atmosfera, ou melhor, lá do espaço sideral, olhos de fato espertos, há bastante tempo observavam-nos na sua trajetória por sobre o pico maior do Ibituruna. Em idas e vindas subidas e descidas, equilíbrio ou quedas. Eles tinham interesse em aprender também a voar por aqui, no nosso planeta Terra. Melhor, tinham interesse em desenvolver esse tipo de voo, sem dispêndio de energia propulsora, o que ajudaria em muito no desenvolvimento das suas tecnologias avançadas de domínio do espaço maior.
Aí então, quando caía a noite e os terráqueos voadores desciam a montanha lá chegavam eles, em noite sem luar. Com seus objetos leves e acinzentados. Sem nenhum tipo de iluminação para não serem, de forma alguma, observados por quem estivesse em baixo. Primeiro chegava o guardião do sono. Ele vinha voando com asas próprias num voo vertical de alta velocidade e só usava o seu sistema de freio (devia ser alguma coisa tipo pára-quedas de alta eficiência) e pousava do lado de fora da cerca da Torre de Telecomunicações. Sem pestanejar, ele pousava e parecia que se quebrava de imediato, emitindo um alto e seco estalo de ossos, numa posição como se estivesse ajoelhado com um joelho só. Vamos dizer que é como se estivesse rezando e com os braços semilevantados e as extremidades dos membros superiores também eram em número de dois, apontando para cima. Nessa posição ele emitia com seu pensamento uma forte onda de sono que fazia adormecer os dois técnicos que operavam a torre, assim como qualquer ser, homem ou animal que estivesse num raio de uns trezentos metros da redondeza.
Nesta posição ele permaneceria imobilíssimo, enquanto todo o treinamento fosse durar. Daí a pouco então começavam a chegar. Vinham em pequenas embarcações que comportavam cada uma, dois ou três tripulantes. Eram realmente muito leves e alinhadamente se projetavam na trajetória onde durante o dia haviam se projetado os asas deltas e os para-drives. Ah! Era um voo leve e bonito de se ver, se pudessem ser vistos. Aí treinaram noites e noites, anos e anos a fio, sem nenhuma possibilidade de serem descobertos pelos terráqueos. 
Muitos e muitos anos se passaram. Muitos e muitos treinos foram realizados com essas embarcações, até que chegou o grande dia, o dia do teste final que seria realizado com a nave grande, que por sua vez vinha sendo preparada também há muito tempo, com as informações obtidas das experiências dos pequenos voadores. Neste dia eles tiveram bastante trabalho. Escolheram um momento propício para a prova, uma noite de chuva torrencial de uma segunda-feira, após a meia noite, quando poucas pessoas aventuram-se a andar ou até mesmo a dirigir carros pelas ruas. Olha que em Governador Valadares, quando chove, cai até canivetes!
Nenhum dos moradores da cidade gosta de ficar zanzando pela rua num dia de chuva assim, ainda mais se é uma segunda feira. Por isso os ET's escolheram um dia como esse. Chegou pontual o guardião do sono. Quebrou as asas com o seco estalo de ossos postando-se imóvel de joelhos e, com o seu poder adormeceu os técnicos da telecomunicação e também os bois que já bem cedo ruminavam por perto.
Atrás dele foram chegando pequenos objetos que não acabava mais. Eles se perfilavam num equilíbrio de retilinidade espantosa, entre o solo e o ar. Os tripulantes se deslizaram de dentro das pequenas naves e vinham a se posicionar a uns cem metros abaixo do pico maior e foram formando um semicírculo na montanha e num determinado momento, coisa muito surpreendente aconteceu, eles, de uma só vez, provocaram aquele enorme estalo, todos juntos, como se fosse um cemitério inteiro de ossos se quebrando e, num só tempo, postaram-se imóveis, de joelhos, todo o exército. Naquela majestosa posição de fieis guardiões, com as mãos estiradas para frente e a atenção voltada para a cidade.
Dentro de poucos minutos toda a cidade adormecia profundamente, inclusive os gatos pingados que perambulavam pelas ruas a pé ou de carro, estes últimos encostavam-se à calçada ou nos postos de gasolina para tirarem um inexplicável cochilo. Aí foi que a coisa começou a acontecer de fato. A grande nave se aproximou com suas luzes multicoloridas e seu ronco musicado que encantaria a qualquer ser vivente que pudesse ter visto e ouvido.
Infelizmente não houve mesmo mais ninguém que tenha visto, pois não sobrou mais ninguém que, em normal situação pudesse ter se livrado do processo hipnótico. Mesmo aqueles que porventura adormeceram na rua não tiveram noção exata do que havia acontecido após despertarem, pois acordaram tontos muito tontos e não discerniam nada daqueles sonhos estranhos que tiveram, na verdade provocados pelo efeito da hipnose.
No outro dia Valadares estava tão quente que achavam que até ao meio dia todos iriam morrer cozidos. Muitos e muitos se deslocaram para as margens do Rio Doce para banharem-se nas suas águas terrosas. Porém ninguém sabia o porquê de tanto calor, ninguém sabia o porquê de tanta sonolência, ninguém sabia de nave nenhuma e muito menos de ET ́s. E os ET's também não compreenderam nada. Os guardiões do sono e suas respectivas asas-deltas ou para-drives à moda deles já haviam se recolhido, obedecendo à ordem telepática dada. Colocaram a nave no ar, seguindo exatamente o caminho por onde voavam os terráqueos, porém os controles, sem nenhuma explicação, pararam de obedecer. Os pilotos meio estonteados pelo descomunal calor que começou a fazer nesta madrugada, não obstante antes ter chovido muito, perderam completamente o controle do seu veículo que já voava numa velocidade estupenda.
Perdido o efeito de anulação da força gravitacional, a nave foi de encontro ao solo de terra fofa e vermelha, levantando um quilômetro de pó, e ali se afundou no impacto surpreendente, deslizando-se e alastrando-se sob a terra macia por mais de um quilômetro vindo a parar exatamente onde, num futuro próximo estaria sendo construído um atalho da rodovia MG-381.
Tenho comigo uma foto que, se bem observada, dá para se notar a saliência provocada pela calota dessa nau, que parece encontrar-se até hoje escondida no local e provavelmente destruída, a uma profundidade nem tão grande, cerca de trinta ou quarenta metros abaixo do solo.
Dá também para se observar na foto que a direção da rodovia, nesse trecho, é exatamente a direção do pico do Ibituruna, de onde os povos terrestres ou extraterrestres saltavam. Dizem que os tratores não obedeciam às tentativas de manobra dos operadores e impulsionados por força magnética ou ainda por influência residual das ordens mentais dos guardiões hipnotizadores, traçaram a estrada por cima do caminho que a nave percorreu e até hoje, se bem observado, vê-se no dorso de pedra do grande pico do Ibituruna um rastro de mais de quilômetro, gravado pelas energias caloríficas da descontrolada nave.
(Borges de Assis. Curitiba / PR. Publicado na Antologia de Contos Fantásticos - Volume 18 - Novembro de 2008; disponível em http://www.camarabrasileira.com/acol18-021.htm)
Atente para o fragmento abaixo para responder à questão.
”Nesta posição ele permaneceria, imobilíssimo, enquanto todo o treinamento fosse durar. Daí a pouco então começavam a chegar. Vinham em pequenas embarcações que comportavam cada uma, dois ou três tripulantes. Eram realmente muito leves e alinhadamente se projetavam na trajetória onde durante o dia haviam se projetado os asas deltas e os para-drives. Ah! Era um voo leve e bonito de se ver, se pudessem ser vistos. Aí treinaram noites e noites, anos e anos a fio, sem nenhuma possibilidade de serem descobertos pelos terráqueos.” (5º parágrafo)
Assinale a opção que traz afirmação INCORRETA sobre os itens destacados acima:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1212798 Português
TEXTO I: Abalo global
Não existe brasileiro de bom senso que não deseje, como o presidente, que esta crise dos países ricos não contamine o Brasil. Mas como ter esta esperança se temos uma política monetária invertida, que tem as maiores taxas de juros do planeta, sufoca os empresários e a produção, explode a dívida pública, favorecendo somente aos bancos, que nada produzem.
Desgraçadamente, temos ainda o descontrole total dos gastos públicos, comandado por gestores dos três poderes, irresponsáveis e ávidos por enriquecimento a qualquer custo. Pagam esta conta com tributos inflados e escorchantes. Recursos para financiar e desenvolver serviços públicos essenciais, nem pensar. 
(Cartas dos Leitores, O Globo, 18/01/09)
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à estrutura do texto “Abalo global”:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1212698 Português
TEXTO I: Abalo global
Não existe brasileiro de bom senso que não deseje, como o presidente, que esta crise dos países ricos não contamine o Brasil. Mas como ter esta esperança se temos uma política monetária invertida, que tem as maiores taxas de juros do planeta, sufoca os empresários e a produção, explode a dívida pública, favorecendo somente aos bancos, que nada produzem.
Desgraçadamente, temos ainda o descontrole total dos gastos públicos, comandado por gestores dos três poderes, irresponsáveis e ávidos por enriquecimento a qualquer custo. Pagam esta conta com tributos inflados e escorchantes. Recursos para financiar e desenvolver serviços públicos essenciais, nem pensar. 
(Cartas dos Leitores, O Globo, 18/01/09) 
De acordo com o texto I, todas as palavras grifadas podem ser substituídas pelas palavras dos parênteses, EXCETO em:
Alternativas
Respostas
19361: E
19362: C
19363: B
19364: C
19365: C
19366: C
19367: E
19368: E
19369: E
19370: E
19371: D
19372: A
19373: B
19374: D
19375: E
19376: E
19377: C
19378: A
19379: C
19380: A