Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Com referência às ideias e à tipologia do texto, julgue os itens subsequentes.
No trecho "às forças cegas do processo social" (l.23), caso se substitua "forças cegas" por mecanismos cegos, será necessário trocar "às" por aos para se manter a correção gramatical.

Com referência às ideias e à tipologia do texto, julgue os itens subsequentes.
No texto, a palavra "Ora" (l.16) tem sentido diferente daquele empregado na seguinte frase: Ora essa ação é voluntária, ora ela é socialmente determinada.

No texto acima, provoca-se erro gramatical ou incoerência na argumentação do texto ao


A sequência obtida é
I pensar a "vida hoje" (L.1-2) significa considerar sua relação com o poder, que tenta regulá-la e controlá-la.
II as "esferas da existência" (L.6) tomadas pelo "poder" (L.5) transformamse em "poderes" (L.10) que passam a monitorar e colonizar o futuro.
III o poder não é apenas um "monstro insaciável" (L.20-21) porque a própria vida se torna positividade que lhe opõe resistência.
Assinale a opção correta.

Com relação às ideias e às estruturas do texto acima, julgue os
itens a seguir.

Com relação às ideias e às estruturas do texto acima, julgue os
itens a seguir.
Na França, onde 8 em cada dez franceses reprovam o gesto irregular, Thierry aparece com a mão no bolso. Os publicitários franceses acham que o gato subiu no telhado. A Gillette prepara o rompimento do contrato. O serviço de comunicação da gigante Procter & Gamble, proprietária da Gillette, diz que não. Em todo caso, a empresa gostaria que o jogo fosse refeito, que a trapaça não tivesse acontecido. Na impossibilidade, refez o que está ao seu alcance, sua publicidade.
Segundo lista da revista Forbes, Thierry Henry é o terceiro jogador de futebol que mais lucra com a publicidade - seus contratos somam 28 milhões de dólares anuais. (...)

(Veja, 02.11.2009. Adaptado)
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo aos traços culturais de um país. "Nos Estados Unidos, por exemplo, a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os brasileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais e são mais dispostos a perdoar atrasos", diz o psicólogo. Uma série de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argumentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?
(Veja, 02.12.2009)
Nos tempos em que eu era professor da Unicamp, fui designado presidente da comissão encarregada da seleção dos candidatos ao doutoramento, o que é um sofrimento. Dizer esse entra, esse não entra é uma responsabilidade dolorida da qual não se sai sem sentimentos de culpa. Como, em 20 minutos de conversa, decidir sobre a vida de uma pessoa amedrontada? Mas não havia alternativas. Essa era a regra.
Os candidatos amontoavam-se no corredor recordando o que haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Aí tive uma ideia que julguei brilhante. Combinei com os meus colegas que faríamos a todos os candidatos uma única pergunta, a mesma pergunta. Assim, quando o candidato entrava trêmulo e se esforçando por parecer confiante, eu lhe fazia a pergunta, a mais deliciosa de todas: "Fale-nos sobre aquilo que você gostaria de falar!". [...]
A reação dos candidatos, no entanto, não foi a esperada. Aconteceu o oposto: pânico. Foi como se esse campo, aquilo sobre o que eles gostariam de falar, lhes fosse totalmente desconhecido, um vazio imenso. Papaguear os pensamentos dos outros, tudo bem. Para isso, eles haviam sido treinados durante toda a sua carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios pensamentos - ah, isso não lhes tinha sido ensinado!
Na verdade, nunca lhes havia passado pela cabeça que alguém pudesse se interessar por aquilo que estavam pensando. Nunca lhes havia passado pela cabeça que os seus pensamentos pudessem ser importantes.
(Rubem Alves, www.cuidardoser.com.br. Adaptado)
Na linha 31, a palavra "culturas" é usada com o mesmo sentido que em Há diferentes culturas na sociedade ocidental.






