Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q119881 Português
O antônimo do vocábulo “arisco” em: “Merlin é muito “arisco” é:
Alternativas
Q118699 Português
“Atordoado e confuso me rendi.” A palavra destacada anteriormente apresenta como significado correto:

Alternativas
Q118543 Português
“Conquanto desnecessário, destaco que nos documentos juntados pelo autor havia provas de que se reviu o benefício.” A frase manterá sua ideia original e a correção sintática caso se substituam os elementos sublinhados, respectivamente, por:
Alternativas
Q118536 Português
: Indique a única frase que NÃO contém erro gramatical:
Alternativas
Q118530 Português
Indique a frase que contém erro gramatical:
Alternativas
Q118526 Português
Observe o uso das palavras sublinhadas e aponte e alternativa que apresenta erro:
Alternativas
Q118525 Português
Marque a frase que contém erro gramatical:
Alternativas
Q118522 Português
Indique a única palavra que NÃO completa, com sentido, esta sentença: “Não havendo provas, tornou-se ____________ que o malfeitor escapará das grades.”
Alternativas
Q118478 Português
Considere os enunciados abaixo:

I. A locução “ao pé da letra” (linha 17) significa “literalmente”.

II. “Como se vê” (linha 37) retoma e reformula a informação anterior.

III. O “que” (linha 14), em suas duas ocorrências, pertence à categoria dos pronomes relativos.

IV. Quanto ao gênero, as palavras “poeta” (linha 1) e “mestre” (linha 32) são substantivos comuns-de- dois.

V. No penúltimo parágrafo do texto (linhas 34-38), a função de linguagem predominante é a metalinguística.

É falso o que se afirma em
Alternativas
Q118477 Português
A relação lógico-semântica entre os enunciados está indicada corretamente em
Alternativas
Q118263 Português

                                                     A bola e o livro

A má distribuição de renda no país, os megapatrocínios, a idolatria constante na nossa cultura fazem surgir pessoas despreparadas para o uso de tanto dinheiro, enquanto escolas despencam, hospitais deixam de atender ao mais simples diagnóstico, aposentados choram pelo minguado aumento. Até quando isto vai continuar? A sociedade já não suporta ver estes “ídolos” na mídia. Por que os salários não são igualitários? Por que se concedem altos aumentos na política? Por que alguns artistas ganham a peso de ouro? Por que jogadores ganham tanto dinheiro e poder sem ter ficado nos bancos escolares? Por que tanto interesse das empresas em patrocinar estes jogadores? Será que uma bola é mais valiosa que um livro?

(Maria Marta Nascimento Cardoso – Rio In Carta dos Leitores, O Globo 11/07/2010)

Há sentido conotativo na seguinte alternativa:
Alternativas
Q118051 Português
TEXTO:
Era assim...
Quando eu fazia Jornalismo na PUC era assim: se eu quisesse saber das novidades, das festas, dos encontros, das viagens, eu tinha que encontrar o pessoal ali perto de uma enorme cabeça do Kennedy, em frente aos elevadores. Às vezes, rodávamos a PUC inteira atrás de alguém que estivesse com a tabela do nosso campeonato de futebol. Não havia celular ou internet, e a sala de computadores ainda era a sala das máquinas de escrever. Isso tem 20 anos. O resultado é que nos encontrávamos mais. Estar com as pessoas era o ponto de partida para... estar com as pessoas.
Aí inventaram o celular, a internet e, com ela, uma série de ferramentas para aproximar mais as pessoas. Aproximar?
Hoje, as pessoas já se acostumaram a viver nos seus miniescritórios individuais, com telefone, caixa de correio e música ambiente — o MP3 no ouvido. Ninguém precisa mais encontrar ninguém para saber de nada: as informações vão chegar. Sabemos muito da vida de todos os nossos amigos, sem precisar estar com eles.
Quando uma grande amiga foi morar em Madri, lá no início dos anos 90, semanalmente nos correspondíamos. Por carta. Eu mandava as novidades à mão. E recebia dela — também à mão — as novidades. Esperar pela carta era parte da brincadeira. Dava quase para imaginar as viagens que nossas cartas faziam para levar um pouco de um amigo ao outro. E quando chegava tinha aquela letra dela, com o primeiro sentimento que as palavras deitavam no papel — uma era pré-delete e pré-backspace.
Hoje, se uma amiga que mora a dez minutos daqui dá à luz um filho, recebemos a foto da criança por email, mandamos um SMS com “parabéns” e esperamos o aniversário de um ano, quando receberemos aquele cartão virtual convidando para a festa. Se não pudermos ir, basta entrar na internet e enviar um presente. Incrível que o que foi inventado para encurtar distâncias tenha criado abismos.
Os que ainda não desistiram e me leem agora devem estar meio enjoados com meu saudosismo. Óbvio que toda essa modernidade trouxe milhões de coisas boas. Essas nós sabemos quais são. Mas não deixo de sentir saudade da época em que a vida tinha — ao menos para mim — um outra velocidade. Uma época em que as respostas podiam demorar. Em que o destino agia mais sobre os encontros e desencontros. Uma época em que eu decidia mais com quem eu ia me corresponder.
Sempre alguém pode dizer: “Mas você tem controle sobre isso. Desligue o celular, não olhe seus emails, não entre em redes sociais...”É verdade, é possível fazer tudo isso. Mas hoje em dia equivale quase a investir num retiro tibetano. A impressão é de que estaríamos desistindo da vida em sociedade.
Aí você deve estar pensando: “Mas nem você, que tá aí reclamando disso tudo, teria a força de vontade de abdicar dessas ferramentas do demônio?”
Acho que não. Afinal, enquanto escrevia esta coluna, chegaram cinco emails (que res pondi), consultei o Twitter duas vezes, atendi minha mulher no rádio, um colega de trabalho no celular e mandei dois SMS. Isso em 52 minutos. Tem jeito, não.
(Marcius Melhem / Revista O Globo – 13/06/2010)
Assinale a alternativa em que o significado da palavra destacada encontra-se INCORRETO:
Alternativas
Q117424 Português
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O elemento grifado em: “Os pacientes ficam de tal forma hipnotizados pelo jogo que a sensação de dor diminui”, significa:
Alternativas
Q116739 Português
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A respeito das ideias e de aspectos linguísticos do texto, julgue os
itens que se seguem.
Julgue os itens subsequentes, relativos a aspectos gramaticais e lexicais do texto.

O vocábulo “concidadãos” (L.6) equivale, semântica e morfologicamente, a cidadãos.
Alternativas
Q116682 Português
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Nesse trecho do Texto 1, a relação semântica mais relevante é a de:
Alternativas
Q116681 Português
Assinale a alternativa na qual a palavra sublinhada está em relação de sinonímia com a palavra colocada entre parênteses.
Alternativas
Q116408 Português

Ventura, Z.
As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro:
Objetiva, 2007, p. 265 (Texto adaptado).


"Como ninguém protestasse, o policial abriu o caminho para que o velhinho enfim passasse à frente de todo mundo para buscar a sua carteira." (linhas 3-4)

Assinale a alternativa em que a nova redação alteraria substancialmente o sentido do trecho destacado.
Alternativas
Q116406 Português

Ventura, Z.
As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro:
Objetiva, 2007, p. 265 (Texto adaptado).


"Até hoje não me refiz do choque, eu que já tinha me acostumado a vários e traumáticos ritos de passagem para a maturidade: dos 40, quando em crise se entra pela primeira vez nos =enta‘; dos 50, quando, deprimido, se sente que jamais vai-se fazer outros 50 (a gente acha que pode chegar aos 80, mas aos 100?); e dos 60, quando um eufemismo diz que a gente entrou na =terceira idade’." (linhas 8-12)

O sentido do trecho sublinhado se relaciona com
Alternativas
Q116404 Português

Ventura, Z.
As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro:
Objetiva, 2007, p. 265 (Texto adaptado).


Assinale a alternativa que NÃO pode ser confirmada pelo texto.
Alternativas
Respostas
18601: A
18602: E
18603: D
18604: A
18605: B
18606: D
18607: D
18608: A
18609: E
18610: D
18611: C
18612: B
18613: D
18614: A
18615: E
18616: B
18617: A
18618: A
18619: D
18620: B