Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1231823 Português
Aos que não gostam de ler   
     Nada tenho a dizer aos que gostam de ler. Eles já sabem. Mas tenho a dizer a quem não gosta. Pena que, por não gostar de ler, é provável que não leia isto: "Você não sabe o que está perdendo.”.       Ler é uma das maiores fontes de alegria. Claro, há livros chatos. Não os leia. O escritor argentino Jorge Luis Borges dizia que, se há tantos livros deliciosos, por que gastar tempo lendo um que não dá prazer? Na leitura, fazemos turismo sem sair de casa, gastando menos dinheiro e sem correr riscos.       O Shogun me levou pelo Japão do século 16, em meio a ferozes samurais e sutilezas do amor oriental. Cem Anos de Solidão, que reli faz meses, me produziu espantos e ataques de riso. Achei que Gabriel García Márquez deveria estar sob efeito de alucinógeno. Lendo, você experimenta seu mundo fantástico sem precisar de "aditivos". É isso: quem lê não precisa de alucinógeno. Nunca tinha pensado nisso. A poesia do Alberto Caeiro me ensina a ver, me faz criança e fico parecido com árvores e regatos. Agora, essa maravilha de delicadeza e pureza, do Gabriel velho, com dores no peito e medo de morrer: Memórias de Minhas Putas Tristes. Li, ri, me comovi, fiquei leve e fiquei triste de tê-lo lido, porque agora não poderei ter o prazer de lê-lo pela primeira vez. Pena que você, não-leitor, seja castrado para os prazeres que moram nos livros.       Mas, se quiser, tem remédio.    ALVES, Rubens. Disponível em: <http://www.almanaquebrasil.com.br/curiosidades-literatura/5584-aos-que-nao-gostam-deler.html > Acesso em: 6 ago.2013 
Assinale a alternativa em que há equivalência de sentido entre os dois enunciados. 
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Ano: 2013 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Viseu - PA
Q1229648 Português
 O vocábulo "coisa" é polissêmico, podendo tomar o lugar de vários vocábulos. No contexto: "A mesma coisa como transitivo, só que vem com complemento explícito.", substitui:
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Ano: 2013 Banca: Quadrix Órgão: CREF - 12ª Região (PE)
Q1213879 Português
Qual o esporte mais antigo do mundo? 
É difícil para os historiadores estabelecer como, quando e onde, exatamente, os homens começaram a praticar esportes. Teoricamente, esporte é a realização de uma atividade física sem nenhuma motivação externa (a sobrevivência, por exemplo), o que é essencial para buscar o momento em que os exercícios do dia a dia começaram a ser executados por prazer, ou se preferir, por esporte, literalmente. 
Os primeiros registros de prática esportiva aparecem ligados à atividade militar, junto com os primeiros cuidados com o corpo, isso perto de 4.000 a.C. Nesse momento há os primeiros registros de prática de ginástica, na China. Mais de dois mil anos depois, há indícios de prática esportiva para exibições no Egito Antigo: no caso, os "esportes" eram natação, lançamento de dardo, salto em altura e luta livre.
Na sequência, há atividades importantes na Pérsia e Grécia, especialmente nesta última, onde a prática de esportes foi sistematizada com regras e competições regulares (as olimpíadas). As principais modalidades eram maratona, luta livre, boxe, dardo e lançamento de disco. 
A superação do homem e a exaltação de suas habilidades eram os principais objetivos das atividades na época. A ideia de esporte permaneceu na Roma Antiga, onde novas (e algumas sanguinárias) modalidades foram criadas, como a corrida de bigas e as lutas de gladiadores. Durante a Idade Média, a prática esportiva teve como base o cavaleiro, e as habilidades que ele pôde desenvolver em torneios e competições. A concepção moderna de esporte, com a profissionalização dos competidores, surgiu no final do século 19, com as Olimpíadas do Mundo Moderno. 
(revistagalileu.globo.com)
A palavra ou expressão que melhor substituiria “do dia a dia” (em destaque no texto), dentre as opções abaixo,é:
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Ano: 2013 Banca: FUNCERN Órgão: CAERN
Q1197203 Português
A pesca intensiva, em lugares antes congelados, prejudica comunidades nativas da região que sobrevivem dessa atividade, além de causar desequilíbrios ao ecossistema marítimo. Além disso, a exploração de petróleo em um local inóspito e frio como o Ártico torna a operação altamente arriscada. Um vazamento de óleo ali teria efeitos devastadores e irreversíveis.
Mantendo seu sentido original, a palavra que substitui “inóspito” é               
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Ano: 2013 Banca: FEPESE Órgão: EMASA-SC
Q1196453 Português
Quando a chuva cessava e um vento fino franzia a tarde tímida e lavada, eu saía a brincar pela calçada, nos meus tempos felizes de menino.
Fazia, de papel, toda uma armada; e, estendendo o meu braço pequenino, eu soltava os barquinhos, sem destino, ao longo das sarjetas, na enxurrada…
Fiquei moço. E hoje sei, pensando neles, que não são barcos de ouro os meus ideais: são feitos de papel, são como aqueles, perfeitamente, exatamente iguais… – Que os meus barquinhos, lá se foram eles! Foram-se embora e não voltaram mais.
Guilherme Almeida

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ). 
(   ) A acentuação nas palavras “pretérito”, advérbio” e “saía” justificam-se pelas seguintes normas: palavra paroxítona, palavra proparoxítona terminada em ditongo crescente e “i” do hiato, respectivamente. 
(   ) Se a frase “Fiquei moço” fosse passada para o futuro do presente, teríamos a seguinte construção: “ Ficarei moço”. 
(   ) “Armada” é antônimo de “frota”.
(   ) Se na frase “ um vento fino franzia a tarde tímida e lavada”, o verbo “franzir” fosse trocado por “sacudir”, obrigatoriamente a expressão “a tarde” deveria ser escrita assim: “à tarde”, ou seja, com o sinal indicativo da crase no “a” que seria a contração do artigo “a” com a preposição “a”. 
(   ) Os ideias de menino do narrador do texto são comparados a barcos de papel, ou seja, se desfizeram, não foram perenes. 
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: IF-RR
Q1184521 Português
TEXTO 2 
Campo Geral
Estava Mãe, estava tio Terêz, estavam todos. O senhor alto e claro se apeou. [...] O senhor perguntava à Mãe muitas coisas do Miguilim. Depois perguntava a ele mesmo: – “Miguilim, espia daí: quantos dedos da minha mão você está enxergando? E agora?” [...] 
E o senhor tirava os óculos e punha-os em Miguilim, com todo o seu jeito. 
– Olha, agora! 
Miguilim olhou. Nem podia acreditar! Tudo era uma claridade, tudo novo e lindo e diferente, as coisas, as árvores, as caras das pessoas. [...] E tonteava. Aqui, ali, meu Deus, tanta coisa, tudo... O senhor tinha retirado dele os óculos, e Miguilim ainda apontava, falava, contava tudo como era, como tinha visto. Mãe esteve assim assustada; mas o senhor dizia que aquilo era do modo mesmo, só que Miguilim também carecia de usar óculos, dali por diante. O senhor bebia café com eles. Era o doutor José Lourenço, do Curvelo. Tudo podia. Coração de Miguilim batia descompassado, ele careceu de ir lá dentro contar à Rosa, à Maria Pretinha, à Mãitana. [...].  Quando voltou, o doutor José Lourenço já tinha ido embora. 
– “Você está triste, Miguilim?” – Mãe perguntou. 
Miguilim não sabia. Todos eram maiores do que ele, as coisas reviravam sempre dum modo tão diferente, eram grandes demais. 
– Pra onde ele foi? 
– A foi p’ra a Vereda do Tipã, onde os caçadores estão. Mas amanhã ele volta, de manhã, antes de ir s'embora para a cidade. Disse que, você querendo, Miguilim, ele junto te leva […] – O doutor era homem muito bom, levava o Miguilim, lá ele comprava uns óculos pequenos, entrava para a escola, depois aprendia ofício. – “Você mesmo quer ir?” 
Miguilim não sabia. Fazia peso para não soluçar. Sua alma, até ao fundo, se esfriava. Mas mãe disse: 
– Vai, meu filho. É a luz dos teus olhos, que só Deus teve poder para te dar. Vai. 
O doutor chegou. — “Miguilim, você está aprontando? Está animoso?” Miguilim abraçava todos, um por um, dizia adeus até aos cachorros, ao Papaco-o-Paco, ao gato Sossõe qua lambia as mãozinhas se asseando. [...] Estava abraçado com Mãe. Podiam sair. 
Mas, então, de repente, Miguilim parou em frente do doutor. Todo tremia, quase sem coragem de dizer o que tinha vontade. Por fim, disse. Pediu. O doutor entendeu e achou graça. Tirou os óculos, pôs na cara de Miguilim.  
E Miguilim olhou para todos, com tanta força. Saiu lá fora. [...] O Mutum era bonito! Agora ele sabia. [...] 
Olhava mais era para Mãe. [...] Todos choravam. O doutor limpou a goela, disse: — “Não sei, quando eu tiro esses óculos, tão fortes, até meus olhos se enchem d ́água [...]” Miguilim entregou a ele os óculos outra vez. Um soluçozinho veio. [...] Nem sabia o que era alegria e tristeza. Mãe o beijava. A Rosa punha-lhe doces-de-leite nas algibeiras, para a viagem. Papaco-o-Paco falava, alto, falava. 
ROSA, João Guimarães. Manuelzão e Miguilim. 9ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,1984. p. 139-142. (Fragmento)
Que opção apresenta, respectivamente e de acordo com o contexto, os sinônimos das palavras destacadas no trecho a seguir? “[...] Coração de Miguilim batia DESCOMPASSADO, ele CARECEU de ir lá dentro contar à Rosa, à Maria Pretinha, à Mãitana. [...].”

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Q1126254 Português
       Miguel Gomes mal completara dois anos quando a Revolução dos Cravos assinalou o fim da ditadura de Salazar e do poderio colonialista português na África. Mas, como muitos de sua geração, o diretor aprenderia a conviver com essa herança pelos olhos e bocas de outros, ao ouvir e tentar entender o que lhe diziam. Uma dessas fontes é a mãe, nascida em Angola. Nunca comungou, contudo, de certo travo saudosista. Tabu, seu novo filme, com estreia prevista no Brasil dia 28, tem origem nessa conjunção entre um país antigo idealizado e o presente encantado pelo passado. É, portanto, acerca da memória que o cineasta se expressa, mas não apenas a de uma sociedade. Também a de um determinado cinema perdido, de um ato de narrar e de uma plateia que o aprecie, igualmente desaparecida.
     Desse cinema almejado, Gomes nos propõe um filme raro e radical em sua forma, que, no entanto, coteja um tema banal, uma história de amor levada em dois tempos, com um prólogo anticonvencional a apresentá-la em tom fabular. O preto e branco, como em todo o filme, e a ambientação são referências adicionais ao título que remete ao clássico de F. W. Murnau em parceria com o documentarista Robert J. Flaherty.

(Orlando Margarido. Carta Capital, 19 de junho de 2013. Adaptado)
Em – Desse cinema almejado, Gomes nos propõe um filme raro e radical em sua forma, que, no entanto, coteja um tema banal … (2.º parágrafo) – o termo em destaque, no contexto em que é empregado, apresenta como sinônimo
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Q1126248 Português

O passado vai nos condenar

     No mundo físico, você sempre pode mudar. Pode mudar de cidade, de aparência, de estilo, de profissão, de opinião. Na internet, não é assim: tudo o que você já fez ou disse fica gravado para sempre. Cada vez mais, usamos a rede para nos relacionarmos uns com os outros. Isso está gerando uma massa de dados tão grande, cobrindo tantos detalhes das nossas vidas, que no futuro será muito difícil de controlar – e poderá nos comprometer. “Nunca mais escreva [na internet] nada que você não queira ver estampado na capa de um jornal”, advertem Cohen e Schmidt, autores do livro The New Digital Age.

    A internet não esquece nada. E isso afetará a vida de todo mundo. Se uma criança chamar uma colega de “gorda” na rede, por exemplo, poderá manchar a própria reputação pelo resto da vida – pois todo mundo saberá que, um dia, ela praticou bullying. Inclusive potenciais empregadores, que poderão deixar de contratá-la. Uma foto ou um comentário poderão trazer consequências por muito tempo. Schmidt diz que a internet deveria ter um botão “delete”, que permitisse apagar para sempre eventuais erros que cometamos online. Isso é muito difícil, pois alguém sempre poderá ter copiado a informação que queremos ver sumir. Mas surgirão empresas especializadas em gerenciar a nossa reputação online, prometendo controlar ou eliminar informações de que não gostamos, e empresas de seguro virtual, que vão oferecer proteção contra roubo de identidade virtual e difamação na internet. “A identidade online será algo tão valioso que até surgirá um mercado negro, em que as pessoas poderão comprar identidades reais ou inventadas”, dizem os autores.

    O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. Alguns casais batizarão seus filhos com nomes bem diferentes, que não sejam comuns, e registrarão esses nomes nas redes sociais antes mesmo do nascimento da criança, tudo para que ela se destaque. Outros preferirão nomes comuns e genéricos, como “José Carlos”, que sejam muito frequentes e tornem mais difícil identificar a pessoa, permitindo que se esconda na multidão e mantenha algum grau de privacidade online.

(Anna Carolina Rodrigues – Superinteressante, junho, 2013. Adaptado)

Em – O fim do esquecimento terá consequências profundas – que, para o Google, incluirão até a escolha do nome das pessoas. (3.º parágrafo) – a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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Q1126167 Português

Leia o texto para responder à questão.


Falar ao telefone parece antigo, mas é eficaz


      Tenho percebido que entre os profissionais há certa resistência, para não dizer aversão, à velha conversa olho no olho ou mesmo por telefone. Nos últimos meses, noto que, quando tento trazer a discussão de algum tópico do e-mail para o telefone, o processo desanda, é evitado ou continua por mensagens eletrônicas.

      Vivemos em um momento paradoxal. As pessoas estão teclando mais do que falando. Teclar mais não melhora a comunicação verbal. O mercado valoriza quem se expressa bem oralmente, com clareza, objetividade, segurança. Em sala de aula, fazer apresentações é um terror. Sofrimento, relatado por alguns, como sendo capaz de tirar o sono por dias.

      É fácil entender que o computador nos coloca em situação confortável, pois não é preciso responder no momento, podem-se elaborar as respostas, ganha-se tempo e, além de tudo, ninguém nos vê. Porém, em função da perda de sinais, como a expressão facial, a postura e o tom da voz, aumentam as más interpretações.

      Fiz um treinamento em uma empresa para otimizar o trabalho e identifiquei que um dos “devoradores de tempo” e vilões da produtividade era justamente o uso em excesso do SMS e do e-mail ineficaz (aquele em que se copia uma multidão na mensagem, mas o problema não é resolvido). Por telefone, falar com o responsável seria mais rápido e eficaz, reduzindo o tempo para solucionar problemas, mas quase ninguém fazia isso.

      Não é por que falamos que nos comunicamos bem. Para melhorar essa competência, só existe um caminho: a prática. Aproveite as oportunidades em sala de aula, as reuniões com colegas ou colaboradores e exercite-se. A fluência e a segurança só virão com a prática. Falar ao telefone pode parecer antigo, mas pode ser mais eficaz do que as mensagens de texto, além de ser mais humano.

(Adriana Gomes, www1.folha.uol.com.br, 26.06.2013. Adaptado)

Releia o terceiro parágrafo para responder à questão.


    É fácil entender que o computador nos coloca em situação confortável, pois não é preciso responder no momento, podem-se elaborar as respostas, ganha-se tempo e, além de tudo, ninguém nos vê. Porém, em função da perda de sinais, como a expressão facial, a postura e o tom da voz, aumentam as más interpretações.


A expressão em função da pode ser corretamente substituída, sem alteração de sentido, por

Alternativas
Q1008064 Português

Leia a charge abaixo e responda à questão.


        

As expressões idiomáticas estão presentes em diversas situações do dia a dia, suprindo as necessidades comunicativas dos falantes da língua. Na charge, as expressões “levar em CONTA” e “FAZ-DE-CONTA” significam “considerar” e “fingir”, respectivamente. Assinale a alternativa que contém a expressão destacada e o seu sentido correspondente:
Alternativas
Q1008062 Português

Leia a charge abaixo e responda à questão.


        

A palavra “conta” adquire vários sentidos na charge de Geraldo Passofundo. Em todas as alternativas informou-se o sentido correto, EXCETO em:
Alternativas
Q1001266 Português
Considere o texto abaixo e responda a questão.

Diz que eram dois leões que fugiram do Jardim Zoológico. Na hora da fuga cada um tomou um rumo, para despistar os perseguidores. Um dos leões foi para as matas da Tijuca e outro foi para o centro da cidade. Procuraram os leões de todo jeito mas ninguém encontrou. Tinham sumido, que nem o leite.
Vai daí, depois de uma semana, para surpresa geral, o leão que voltou foi justamente o que fugira para as matas da Tijuca. Voltou magro, faminto e alquebrado. Foi preciso pedir a um deputado do PTB que arranjasse vaga para ele no Jardim Zoológico outra vez, porque ninguém via vantagem em reintegrar um leão tão carcomido assim. E, como deputado do PTB arranja sempre colocação para quem não interessa colocar, o leão foi reconduzido à sua jaula. 
Passaram-se oito meses e ninguém mais se lembrava do leão que fugira para o centro da cidade quando, lá um dia, o bruto foi recapturado. Voltou para o Jardim Zoológico gordo, sadio, vendendo saúde. Apresentava aquele ar próspero do Augusto Frederico Schmidt que, para certas coisas, também é leão.
Mal ficaram juntos de novo, o leão que fugira para as florestas da Tijuca disse pro coleguinha:
— Puxa, rapaz, como é que você conseguiu ficar na cidade esse tempo todo e ainda voltar com essa saúde? Eu, que fugi para as matas da Tijuca, tive que pedir arreglo, porque quase não encontrava o que comer, como é então que você... vá, diz como foi.
O outro leão então explicou: — Eu meti os peitos e fui me esconder numa repartição pública. Cada dia eu comia um funcionário e ninguém dava por falta dele.
— E por que voltou pra cá? Tinham acabado os funcionários?
— Nada disso. O que não acaba no Brasil é funcionário público. É que eu cometi um erro gravíssimo. Comi o diretor, idem um chefe de seção, funcionários diversos, ninguém dava por falta. No dia em que eu comi o cara que servia o cafezinho... me apanharam.

Fonte: “Primo Altamirando e Elas”, Stanislaw Ponte Preta. Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1961, pág. 153. 

Considere o enunciado extraído do texto de Stanislaw Ponte Preta: ―...Voltou magro, faminto e alquebrado. A palavra em destaque pode ser substituída sem alteração contextual por:
Alternativas
Q985217 Português
Assinale a alternativa em que o antônimo da palavra sublinhada foi indicado de forma adequada.
Alternativas
Q985216 Português

Em todas as alternativas abaixo houve a substituição da palavra destacada por um sinônimo de menor extensão.


Assinale a alternativa em que essa substituição foi inadequada.

Alternativas
Q985205 Português

Muitos verbos denotam ações específicas.


Assinale a alternativa em que a ação indicada é adequada ao verbo selecionado.

Alternativas
Q985204 Português

Muitas descrições contêm substantivos adjetivados de forma objetiva, indicando, por exemplo, a forma dos objetos descritos.

As alternativas a seguir apresentam adjetivos adequados à descrição formal do objeto, à exceção de uma. Assinale-a.

Alternativas
Q985202 Português

Todos os segmentos abaixo são do tipo descritivo e abordam personagens das histórias em quadrinhos.


Assinale o segmento em que a caracterização do personagem é físico-psíquica.

Alternativas
Q985197 Português

Em cada um dos pensamentos a seguir a primeira ocorrência de um vocábulo foi destacada. Esses elementos foram repetidos no decorrer do texto de forma variada.


Assinale a alternativa em que o processo de repetição está incorretamente identificado.

Alternativas
Q985064 Português

Observe a charge a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Assim como o verbo "extorquir" citado na charge acima, não se conjuga na primeira pessoa do presente do indicativo

Alternativas
Q985057 Português

O jargão da computação invadiu as conversas diárias.

O termo inglês que tem sua correspondente forma em língua portuguesa indicada de forma correta é

Alternativas
Respostas
15261: A
15262: A
15263: D
15264: C
15265: C
15266: E
15267: B
15268: B
15269: E
15270: E
15271: B
15272: E
15273: C
15274: B
15275: B
15276: B
15277: A
15278: D
15279: D
15280: B