Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q356824 Português
No último parágrafo do texto, quando Donato confessa que lia devagar e repetidamente frases ou parágrafos de seu primeiro livro, salienta-se a verdade da seguinte formulação:
Alternativas
Q356823 Português
Está inteiramente correta a seguinte observação sobre um segmento do texto em:
Alternativas
Q356819 Português
Atente para as seguintes afirmações:

I. No segmento espécie de orfandade imposta pelos que nos afastam da nossa terra materna (1º parágrafo), os termos sublinhados estabelecem entre si uma relação em que o emprego de um motiva o emprego do outro.

II. No 2º parágrafo, o autor deixa claro que buscou num texto de Edward Said subsídios para compreender as ideias de um monge medieval, que deixou ensinamentos definitivos sobre a condição do exilado político.

III. Em sua interpretação final das palavras do monge, o autor compreendeu que Hugo de Saint Victor valorizava, acima de tudo, a maturidade do homem que elege todo lugar estrangeiro como sendo o seu.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q356818 Português
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Alternativas
Q356816 Português
Considerando-se a citação do texto de Hugo de Saint Victor, verifica-se que esse monge buscou
Alternativas
Q356815 Português
Depreende-se do sentido geral do texto que o conceito de exílio
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Q356003 Português
Menino do mato

Eu queria usar palavras de ave para escrever.
Onde a gente morava era um lugar imensamente e sem
[ nomeação.
Ali a gente brincava de brincar com palavras
tipo assim: Hoje eu vi uma formiga ajoelhada na pedra!
A Mãe que ouvira a brincadeira falou:
Já vem você com suas visões!
Porque formigas nem têm joelhos ajoelháveis
e nem há pedras de sacristias por aqui.
Isso é traquinagem da sua imaginação.
O menino tinha no olhar um silêncio de chão
e na sua voz uma candura de Fontes.
O Pai achava que a gente queria desver o mundo
para encontrar nas palavras novas coisas de ver
assim: eu via a manhã pousada sobre as margens do
rio do mesmo modo que uma garça aberta na solidão
de uma pedra.
Eram novidades que os meninos criavam com as suas
palavras.
Assim Bernardo emendou nova criação: Eu hoje vi um
sapo com olhar de árvore.
Então era preciso desver o mundo para sair daquele
lugar imensamente e sem lado.
A gente queria encontrar imagens de aves abençoadas
pela inocência.
O que a gente aprendia naquele lugar era só ignorâncias
para a gente bem entender a voz das águas e
dos caracóis.
A gente gostava das palavras quando elas perturbavam
o sentido normal das ideias.
Porque a gente também sabia que só os absurdos
enriquecem a poesia.

(BARROS, Manoel de, Menino do Mato, em Poesia Completa, São Paulo, Leya, 2013, p. 417-8.)
De acordo com o poema,
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Q353283 Português
Sem prejuízo para o sentido original e a correção gramatical, o termo sonhar, em ... a sociedade se permite sonhar seus piores problemas... (2º parágrafo), pode ser substituído por:
Alternativas
Q353282 Português
Considere

I. Segundo o texto, na ficção científica abordam-se, com distanciamento de tempo e espaço, questões controversas e moralmente incômodas da sociedade atual, de modo que a solução oferecida pela fantasia possa ser aplicada para resolver os problemas da realidade.
II. Parte do poder de convencimento da ficção científica deriva do fato de serem apresentados ao espectador objetos imaginários que, embora não existam na vida real, estão, de algum modo, conectados à realidade.
III. A ficção científica extrapola os limites da realidade, mas baseia-se naquilo que, pelo menos em teoria, acredita-se que seja possível.

Está correto o que se afirma APENAS em:
Alternativas
Q353281 Português
Imagem associada para resolução da questão


Atente para o que se afirma abaixo.

I. Depreende-se do Texto II que o comentário sobre profissionais feito pelo consultor citado aplica-se a Ulisses (Texto I), pois foi por meio do autoconhecimento que ele desenvolveu a engenhosa estratégia que o salvou das sereias. 

II. Ao se contrapor o Texto II à fábula das sereias (Texto I), percebe-se que as estratégias realistas de um funcionário de uma empresa nada têm em comum com as decisões tomadas por Orfeu e Ulisses, pois foi a intervenção sobrenatural que mudou o curso do destino dos heróis.

III. A atitude de Orfeu não é um exemplo válido para o que se afirma no Texto II sobre profissionais bem-sucedidos, pois fica evidente que Orfeu não conhecia seus pontos fracos.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Alternativas
Q353275 Português
O desfecho positivo para a situação enfrentada por Orfeu adveio.
Alternativas
Q353274 Português
Doce o caminho, amargo o fim. (3º parágrafo).

A frase acima.
Alternativas
Q353273 Português
O navio atravessou incólume a zona de perigo. (4o parágrafo).

Mantém-se o sentido original do texto substituindo-se o elemento grifado por
Alternativas
Q353272 Português
Depreende-se do texto que as sereias atingiam seus obje- tivos por meio de:
Alternativas
Q353271 Português
Há no texto.
Alternativas
Q351444 Português
Com 1.445 verbetes listados sob "ironia" na MLA Bibliografy de uma única década, por que o mundo precisaria de um outro livro sobre ironia? E essa listagem conta apenas uma parte da história - a parte literária: esse tópico tem sido abordado por especialistas em áreas tão diversas quanto linguística e ciências políticas, sociologia e história, estética e religião, filosofia e retórica, psicologia e antropologia. A ironia tem sido sempre localizada e estudada em literatura, artes visuais, música, dança, teatro, exposições de museu, conversas e argumentação filosófica, e essa lista pode crescer muito mais. Mesmo concordando que a maioria desses 1.445 verbetes são de artigos sobre "ironia em..." algum texto ou obra de algum artista, a quantidade de energia gasta ao se tentar compreender como e por que as pessoas escolhem se expressar dessa maneira bizarra continua a me espantar. Parece haver uma fascinação com a ironia - que eu obviamente também sinto - quer ela seja considerada um tropo retórico, quer um modo de ver o mundo.

Obs.: tropo retórico = figura de linguagem
(HUTCHEON, Linda. A "cena" da ironia, em Teoria e política da ironia. Trad. Julio Jeha. UFMG: Belo Horizonte, 2000. p. 15)

Análise do texto legitima o seguinte comentário:

Alternativas
Q351443 Português
Com 1.445 verbetes listados sob "ironia" na MLA Bibliografy de uma única década, por que o mundo precisaria de um outro livro sobre ironia? E essa listagem conta apenas uma parte da história - a parte literária: esse tópico tem sido abordado por especialistas em áreas tão diversas quanto linguística e ciências políticas, sociologia e história, estética e religião, filosofia e retórica, psicologia e antropologia. A ironia tem sido sempre localizada e estudada em literatura, artes visuais, música, dança, teatro, exposições de museu, conversas e argumentação filosófica, e essa lista pode crescer muito mais. Mesmo concordando que a maioria desses 1.445 verbetes são de artigos sobre "ironia em..." algum texto ou obra de algum artista, a quantidade de energia gasta ao se tentar compreender como e por que as pessoas escolhem se expressar dessa maneira bizarra continua a me espantar. Parece haver uma fascinação com a ironia - que eu obviamente também sinto - quer ela seja considerada um tropo retórico, quer um modo de ver o mundo.

Obs.: tropo retórico = figura de linguagem
(HUTCHEON, Linda. A "cena" da ironia, em Teoria e política da ironia. Trad. Julio Jeha. UFMG: Belo Horizonte, 2000. p. 15)

A alternativa que abriga uma ideia não expressa de maneira explícita, mas que está pressuposta no fragmento acima, é:

Alternativas
Q351442 Português
Considere as assertivas que seguem, acerca de aspectos do excerto.

I. No segmento embargos opostos pela Espanha à navegação da Holanda (linhas 5 e 6), o acento indicativo da crase está corretamente empregado, mas seu uso seria indevido se, em lugar de a navegação, houvesse "aquele tipo de navegação".
II. A palavra então (linha 12) remete ao tempo em que se dão os fatos comentados pelo autor.
III. Na frase inicial do segundo parágrafo, a correlação entre as formas verbais empregadas evidencia que, em um cenário de ação prolongada, foi fixada uma outra ação, enquadrada em um espaço de tempo determinado.
IV. Em começaram a edificar (linha 3) o verbo auxiliar empresta um matiz semântico ao verbo principal, indicando a iminência da ação de edificar.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Q351441 Português
Malgrado a guerra com a Espanha, as relações comerciais de Portugal com as Províncias Unidas contavam com a cumplicidade de autoridades e de homens de negócio lusitanos e com o contrabando capitaneado por testas de ferro estabelecidos em Lisboa, no Porto e em Viana, com o que se atenuaram os efeitos das medidas restritivas decretadas pela corte de Madri.

Considerada a frase acima, em seu contexto, é correto afirmar:

Alternativas
Q351440 Português
Considerada a situação de uso, está adequadamente compreendido o seguinte segmento do texto:

Alternativas
Respostas
14901: A
14902: E
14903: C
14904: B
14905: B
14906: E
14907: E
14908: D
14909: C
14910: E
14911: A
14912: E
14913: B
14914: A
14915: E
14916: B
14917: E
14918: C
14919: B
14920: B