Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q377376 Português
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Julgue os itens subsequentes, referentes às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima.

A expressão “lançar mão do dinheiro” (l.13), no contexto em que é utilizada, significa pegar o dinheiro para si.
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Q377373 Português
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Julgue os itens subsequentes, referentes às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima.

Infere-se do trecho acima que o personagem está angustiado pelo fato de ter encontrado uma carteira e pelo dilema de usa ou não o dinheiro, que por acaso pudesse encontrar dentro dela.
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Q377371 Português
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Acerca dos aspectos linguísticos e das ideias do texto acima, julgue os itens a seguir.

Depreende-se do texto que os termos “relação de trabalho” e “relação de emprego” são antônimos.
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Q377365 Português
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No que se refere ao texto acima, julgue os próximos itens.

Depreende-se do texto que a participação das mulheres na sociedade brasileira deve-se exclusivamente a fatores culturais e à formação da identidade feminina.
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Q377003 Português
No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto acima, julgue os próximos itens.

Na linha 12, o pronome “se” poderia ser deslocado para imediatamente após a forma verbal “converteu”, escrevendo-se converteu-se, sem prejuízo da correção gramatical do texto.
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Q377002 Português
No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto acima, julgue os próximos itens.

O vocábulo “aquela” (l.2) refere-se à expressão “nova classe média brasileira” (l.1-2)
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Q377001 Português
Julgue os itens subsequentes, referentes às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima.

Uma das ideias defendidas pelo texto é a de que qualquer cidadão pode vir a tornar-se um investidor.
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Q376999 Português
Julgue os itens subsequentes, referentes às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima

Seriam mantidas a coerência textual e a correção gramatical se o período “Desde que (...) para investidor” (l.8-12) fosse reescrito da seguinte forma: A menos que se tenha disposição para promover algumas mudanças de comportamento, que, inicialmente, podem parecer complicadas, não será possível construir um novo cenário e passar definitivamente de devedor para investidor.
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Q376997 Português
Acerca dos aspectos estruturais e interpretativos do texto acima, julgue os itens a seguir.

Não haveria prejuízo para a correção gramatical do texto nem alteração de seu sentido original caso o período “Os responsáveis (...) de RH” (l.12-13) fosse reescrito da seguinte forma: A responsabilidade pela gestão de pessoas em uma organização não cabe aos gestores, mas à área de RH
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Q376995 Português
Acerca dos aspectos estruturais e interpretativos do texto acima, julgue os itens a seguir.

O vocábulo “Portanto” (l.15) poderia ser substituído pela expressão Não obstante, sem prejuízo do sentido original do texto.
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Q376994 Português
Acerca dos aspectos estruturais e interpretativos do texto acima, julgue os itens a seguir.

No trecho “Não são poucos os chefes que não sabem como tratar um tema que envolve seus subordinados” (l.3-4), há duas orações de natureza restritiva, uma referente a “os chefes” e outra a “um tema”.
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Q376957 Português
                       A língua não pode servir para a exclusão social

       Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
       Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
       É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
       Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.


Considerando-se os argumentos do texto, o emprego do verbo “implicar”, no 3º parágrafo,
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Q376956 Português
                       A língua não pode servir para a exclusão social

       Dizer em voz alta que as formas não normatizadas também estão corretas é impedir que o conhecimento da norma tradicional seja usado como um instrumento de perseguição, de discriminação, de humilhação do outro, ou como uma espécie de saber esotérico, reservado para alguns iluminados de inteligência superior...
       Porque o verdadeiro problema, a verdadeira questão social implicada nisso tudo não tem a ver com o fato de se usar a regra A ou a regra B. Tem a ver, isso sim, com o uso social perverso que se faz do domínio desse suposto saber: “Eu sei usar a passiva sintética, eu sei usar o acento indicador de crase, eu sei usar os pronomes oblíquos, mas você não... Por isso eu sou mais inteligente, estou mais preparado para exercer o comando, pertenço a uma casta superior”.
       É esse o discurso, muitas vezes não explicitado, dissimulado, oculto na atitude de quem usa o seu conhecimento da gramática normativa como um instrumento de distinção, como se saber a regência “correta” do verbo implicar implicasse em algum tipo de vantagem, de superioridade, de senha secreta para um ingresso num círculo de privilegiados.
       Conhecer a história da língua, a tradição gramatical, a riqueza do nosso vocabulário, a beleza da nossa literatura oral e escrita, o potencial de nossa linguagem - tudo isso é muito bom, é precioso e deve ser cultivado. Só não podemos admitir que alguém transforme tudo isso numa arma, num arame farpado, numa cerca eletrificada ou em qualquer outro instrumento de exclusão social.


BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso. Por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola editorial, 2007.


Ordene a sequência argumentativa do texto.

( ) Crítica à dissimulação do discurso que valoriza a norma padrão em detrimento das variantes linguísticas.
( ) Valorização cultural de diversas linguagens e saberes.
( ) Exemplificação acerca dos modos linguísticos de distinção social.
( ) Exposição do uso da norma padrão como instrumento de poder e de exclusão social.

A ordem correta encontrada é
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Q376955 Português
(...) diz Lemos. “Ao expor situações de precariedade, isso chama o poder público a ser responsabilizado e o incentiva a cumprir suas funções como esperado”. (linha 111)

O sentido da retextualização do discurso direto acima é preservado em:
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Q376946 Português
“Salienta Perelman que o mais característico dos argumentos de prestígio é o argumento de autoridade, que utiliza os atos e julgamentos de uma pessoa ou de um grupo de pessoas como meio de prova em favor de uma tese.”

(KOCH, Ingedore. Argumentação e linguagem. São Paulo: Cortez, 2011. p. 143).

O argumento de autoridade que comprova a tese central do texto “As vozes na rede” é
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Q376945 Português
NÃO se verifica a marca de coloquialismo no trecho:
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Q376944 Português
A ideia central apresentada em “As vozes na rede” diz respeito às
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Q376180 Português
Releia o Texto 1 e leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 10.

Texto 1

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Texto 2

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A estruturação formal dos textos 1 e 2 prioriza o entendimento por parte do leitor. Essa preocupação é visível no cuidado com a
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Q375845 Português
Considerando-se a argumentação crítica desenvolvida pelos autores, o emprego das aspas nas palavras progresso e moderno (imagem-022.jpg 58) confere ao texto o seguinte tom:
Alternativas
Q375843 Português
Em “Há políticas que reconhecem a informalidade” (l. 25), ao substituir o termo destacado por um pronome, de acordo com a norma-padrão da língua, o trecho assume a formulação apresentada em:
Alternativas
Respostas
14841: C
14842: C
14843: E
14844: E
14845: C
14846: C
14847: C
14848: C
14849: E
14850: E
14851: C
14852: E
14853: D
14854: A
14855: E
14856: E
14857: D
14858: C
14859: C
14860: A