Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q375346 Português
No Texto I, o uso da interrogativa em “Quem não gostaria de ter acesso ao raio-x emocional dos outros?” (L 5-6) constitui um recurso
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Q375345 Português
No primeiro parágrafo do Texto I, os verbos se encontram em pessoas gramaticais distintas, tais como a 1ª do singular (“Sou”, L1) e a 1ª do plural (“Somos”, L 6). Considerando-se o que afirma a autora, a passagem de uma pessoa gramatical para a outra revela no texto um movimento de
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Q375344 Português
Conforme o Texto I, “narrar-se" significa

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Q375254 Português
A frase que resume o ponto de vista do autor sobre a polêmica central tratada pelo texto é:
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Q375253 Português
Uma palavra do texto cuja terminação reforça a intenção crítica é:
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Q375252 Português
No contexto do primeiro parágrafo, a palavra argentários tem o sentido de
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Q375251 Português
Considere o emprego do verbo em destaque, na frase abaixo. “O cidadão (note o leitor, o cidadão) tem direito à liberdade de opinião e de expressão.” (l. 35-36)
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Q375250 Português
No quarto parágrafo, o emprego da primeira pessoa do singular ressalta o seguinte aspecto:
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Q375249 Português
De acordo com o autor, a preservação do direito à diferença pelo Estado, pretendida pela Declaração dos Direitos Humanos, não se realiza na atualidade pelo seguinte aspecto:
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Q373991 Português
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
      O conceito de desenvolvimento sustentável evoluiu ao longo do tempo e incorporou, para além do capital natural, também aspectos de desenvolvimento humano. Desta forma é possível distinguir três dimensões do Desenvolvimento Sustentável (AYUSO e FULLANA, 2002):
      − Sustentabilidade ambiental: deve garantir que o desenvolvimento seja compatível com a manutenção dos processos ecológicos essenciais, da diversidade biológica e dos recursos naturais;
      − Sustentabilidade econômica: deve garantir que o desenvolvimento seja economicamente eficiente, beneficie todos os agentes de uma região afetada e os recursos sejam geridos de maneira que se conservem para as gerações futuras;
      − Sustentabilidade social e cultural: deve garantir que o desenvolvimento sustentável aumente o controle dos indivíduos sobre suas vidas, seja compatível com a cultura e os valores das pessoas, e mantenha e reforce a identidade das comunidades.
      Atualmente, também se associa o Desenvolvimento Sustentável ou Sustentabilidade à responsabilidade social. Responsabilidade social é a forma ética e responsável pela qual a Empresa desenvolve todas as suas ações, políticas, práticas e atitudes, tanto com a comunidade quanto com o seu corpo funcional. Enfim, com o ambiente interno e externo à Organização e com todos os agentes interessados no processo.
      Assim, as definições de Educação Ambiental são abrangentes e refletem a história do pensamento e visões sobre educação, meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
      É importante que a inserção da perspectiva da sustentabilidade na cultura empresarial, por meio das ações e projetos de Educação Ambiental, esteja alinhada a esses conceitos.
(Adaptado de: Guia de Educação Ambiental. Programa de Educação
Ambiental − PEA Sabesp, p. 23-4. http://site.sabesp.com.br/site/interna/
Conclui-se corretamente do texto que
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Q373936 Português

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A inter-relação entre os textos é demonstrada também pelos temas abordados. O núcleo temático comum aos dois textos é:
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Q373930 Português
O objetivo do infográfico utilizado na matéria é auxiliar na construção dos sentidos e garantir o entendimento das informações. O recurso empregado nessa construção é a:
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Q373928 Português
Uma das características textuais dos gêneros do discurso jornalístico é a argumentação persuasiva. No plano argumentativo do texto, a estratégia de convencimento do leitor é:
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Q373867 Português
Assinale a opção em que ocorre erro gramatical ou ortográfico na transcrição do texto.

Máquinas são funcionários exemplares, como atestam os radares eletrônicos espalhados por cidades e estradas do Brasil. Trabalham 24 horas por dia, concentram-se 100% do tempo na tarefa,não têm (A) férias, não ganham 130 salário e nunca reividicam (B).A indústria de armamento e defesa está encantada com esses operários-padrão guerreiros. A evolução tecnológica já permite antever(C) a fabricação de aparelhos com autonomia para combater e decidir, sozinhos, se e quando devem exterminar (D) alguém.As centenas de ataques realizados por drones (aeronaves não tripuladas que decolam de aviões cargueiros) americanos no Oriente Médio, nos últimos anos, estimulam uma reflexão mais profunda sobre um cenário de guerra envolvendo (E) os robôs-soldados.
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Q373860 Português
Assinale a opção que preenche as lacunas do texto de forma coesa, coerente e gramaticalmente correta.

Cada indivíduo normalmente busca,__1__seu trabalho, uma oportunidade de realizar as suas potencialidades, criando com isso uma indispensável ligação __2__ comunidade __3__vive. Como o trabalho público é uma prestação de serviço ao interesse público e ao bem comum, essa ligação com a sociedade deve tornar-se ainda mais evidente e mais gratificante para o indivíduo. É pelo trabalho que se consegue reconhecer o próprio valor e, __4__, equilibrar expectativas e sentimentos de autoestima.__5__o trabalho no setor público satisfaz às necessidades de autodesenvolvimento das pessoas, a motivação fica cada vez mais forte.
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Q373405 Português
Conforme a norma-padrão, a oração “As obras foram iniciadas em janeiro de 1992” (linha 8) poderia ser reescrita da seguinte maneira:
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Q373402 Português
Com base nas informações do texto, assinale a alternativa correta.
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Q373399 Português
O “metrô” (linha 1), no contexto apresentado, além de ser um meio de transporte, representa também
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Q373398 Português
A partir das informações do texto e das relações de sentido estabelecidas entre elas, é correto concluir que o (a)
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Q373195 Português
FALTA DE NEUTRALIDADE NA WEB FARÁ INTERNAUTA PAGAR “MAIS PEDÁGIOS”

Após tantos anos de debate, deve ser ?nalmente votado o projeto do Marco Civil da Internet. Ao longo das discussões, tornou-se ainda mais óbvia a importância da internet como meio de expressão social: são 105 milhões de internautas no Brasil e cerca de dois bilhões no mundo.

Um dos pontos básicos do projeto – e o que mais está em risco – refere-se à neutralidade de rede. Parece um conceito reservado apenas à compreensão dos técnicos, distante dos interesses dos tantos milhões de internautas, mas é o oposto. Esta é a chave para a manutenção da internet livre e aberta como tem sido até agora. Se o tratarmos como um tema para experts, sem decifrar este “enigma”, corremos o risco de deixar os detentores da infraestrutura de banda larga (as empresas telefônicas) intervir como quiserem no livre ?uxo de criação de sites e dados, mudando assim o espírito da igualdade dos conteúdos, serviços e negócios inovadores na rede.

Não é tão complicado como parece. Os serviços e redes de telecomunicações funcionam como uma malha de ruas e estradas, por onde trafegam os “carros” (os internautas) por todos os sites disponíveis (conteúdos jornalísticos, de entretenimento, além de serviços como e-mails, redes sociais etc.). As empresas telefônicas cobram dos internautas para trafegarem na internet em diferentes velocidades, de acordo com o plano que cada um quer ou pode pagar.

Segundo pesquisa da Mesuring Information Society, hoje 45% dos lares brasileiros pagam mensalidades a estas empresas de banda larga. Até aí, tudo bem: atualmente, após pagar o “pedágio”, o internauta pode trafegar livremente pelas “estradas” que preferir, com acesso a todos os serviços e conteúdos. A regra da neutralidade de redes garante que as condições de acesso aos sites sejam iguais, sem privilégio a nenhum serviço ou conteúdo. A única limitação é o limite de velocidade contratado.

Mas as empresas telefônicas, além de cobrarem dos usuários pelo limite de velocidade, querem cobrar em função de onde e o que o carro está fazendo, ou seja, querem poder intervir também na navegação dos internautas e na sua liberdade de escolha dos conteúdos, favorecendo os seus parceiros ou os que puderem pagar mais.

Por meio de mudanças aparentemente sutis no texto original do relator, buscam alterar radicalmente o espírito da internet livre. Impor barreiras ou prioridades para o acesso a determinados conteúdos é limitar a liberdade de acesso à informação. É tornar a internet uma rede limitada. Com a neutralidade é possível ao internauta alugar um “carro” com o tamanho e potência de motor que escolher, sendo-lhe reservado o direito de ir e vir. Se o lobby das empresas telefônicas prevalecer, o carro alugado circulará apenas por determinados locais de?nidos por elas, ou então mediante o pagamento de mais pedágios.

Convém não esquecer também de outra questão colocada no Marco Civil, que é a retirada dos conteúdos da internet. Hoje, quem produz e divulga conteúdos responsabiliza-se por eles, inclusive em juízo.

Quando se trata de inserção de conteúdos em plataformas de terceiros, o responsável pela plataforma é obrigado a retirar do ar um conteúdo tão logo receba uma ordem judicial com esta determinação ou, mesmo sem ordem judicial, por violação de suas políticas de uso, como é o caso de conteúdos postados que tenham conotação evidentemente criminosa, como pedo? lia. Mas algumas instituições sugerem a retirada do conteúdo mediante o simples pedido de um interessado, sem que o responsável pela plataforma tenha segurança de estar agindo da forma justa e correta.

É como se a editora de livros fosse obrigada a retirar partes de uma publicação mediante a simples comunicação por um interessado que sequer precisa ter qualquer relação de propriedade intelectual com a matéria publicada. É necessário, neste ponto, aprofundar a discussão dos requisitos mínimos para retirada de um conteúdo antes que passe a vigorar tal dispositivo, de modo a não colocar em risco valores sociais inegociáveis, como a liberdade de expressão.

Espera-se que a Câmara exerça a sua função de forma independente de interesses econômicos desmesurados, de modo que tal lei represente a vontade da sociedade, especialmente dos internautas, em prol da neutralidade. Só assim teremos a proteção de todos contra interferências das operadoras de telecomunicações no conteúdo que acessamos, sejam jornalísticos ou vídeos, redes sociais, e-mails, comércio eletrônico etc. Não vamos deixar que as empresas de telecomunicações restrinjam o desenvolvimento da internet.

EDUARDO F. PARAJO
(Adaptado de http://tecnologia.uol.com.br/)



A estratégia argumentativa utilizada no terceiro parágrafo se sustenta em:
Alternativas
Respostas
14561: C
14562: B
14563: C
14564: B
14565: E
14566: A
14567: C
14568: B
14569: D
14570: E
14571: A
14572: D
14573: A
14574: B
14575: C
14576: C
14577: B
14578: B
14579: A
14580: B