Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Cada um dos itens abaixo apresenta uma proposta de reescrita de trecho do texto — entre aspas —, que deve ser julgada certa se, ao mesmo tempo, estiver gramaticalmente correta e não acarretar prejuízo ao sentido original do texto, ou errada, em caso contrário.
“quando possibilita (...) lógica” (l. 27-29): ao possibilitar o crescimento do saber e do entendimento do público leigo sobre o processo científico e sua lógica.
Em relação ao emprego das palavras, assinale a alternativa correta.
Com base nas ideias do texto, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa correta com relação aos aspectos gramaticais do texto.
Na linha 35 a conjunção adversativa “mas” foi empregada no texto para indicar
É correto afirmar que a locução conjuntiva “a fim de” (linha 16) expressa
Assinale a alternativa correta quanto à reescritura, sem modificação do sentido original, do trecho “Para quem tem renda de trabalho superior a R$ 3.916,20, a previdência complementar é indispensável.” (linhas de 12 a 14).
Em relação ao fragmento de texto acima, julgue os próximos itens.
Predomina no fragmento em análise o tipo textual narrativo, já que ele apresenta fatos ocorridos no passado.
Em relação ao fragmento de texto acima, julgue os próximos itens.
A substituição de “na fronteira do desenvolvimento” (l. 6-7) por desenvolvidos prejudicaria a correção gramatical do período.
Em relação ao fragmento de texto acima, julgue os próximos itens.
A expressão “políticas compensatórias” (l. 12) significa políticas que procurem neutralizar os efeitos de algo negativo — a exclusão social — com ações, medidas, iniciativas ou influências positivas para combater uma desigualdade.
Em relação ao fragmento de texto acima, julgue os próximos itens.
Mantêm-se a correção gramatical e as informações originais do texto ao se substituir a correlação “não só (...) mas também” (l. 11-13) por não somente (...) como também.
Com referência aos sentidos e às estruturas do texto acima, julgue os itens de 6 a 10.
Depreende-se das informações do texto que, ao reduzirem as exigências de qualificação, as empresas conseguem preencher todas as vagas disponíveis com empregados brasileiros, até porque os sistemas de treinamento continuado em serviço são muito eficientes.
Com referência aos sentidos e às estruturas do texto acima, julgue os itens de 6 a 10.
A substituição da palavra “paliativos” (l. 16) por atenuantes manteria a informação original do período.
Depreende-se das informações do texto que, no Brasil, a distribuição da riqueza depende da ampliação dos quadros de mão de obra qualificada.
A expressão “esse quadro” (l. 4) é elemento coesivo que retoma informação contida no período anterior.
A expressão “ainda mais” (l. 2) reforça a ideia de que a capacidade produtiva do Brasil já está comprometida.
O jeitinho brasileiro é uma forma de corrupção? Se a regra transgredida não causa prejuízo, temos o “jeitinho” positivo e, direi eu, ético. Por exemplo: estou tranquilo na fila, chega uma senhora que parece preocupada, precisando pagar sua conta que vence aquele dia e pede para passar na frente. Não há o que reclamar dessa forma de “jeitinho”, que permaneceria universal porque poderia ocorrer na maioria dos países conhecidos, exceto talvez na Alemanha ou na Suíça, onde um trem sai às 14:57! E sai mesmo: eu fiz o teste.
A questão sociológica que o “jeitinho” apresenta, porém, é outra. Ela mostra uma relação ruim com a lei geral, com a norma desenhada para todos os cidadãos, com o pressuposto que essa regra universal produz legalidade e cidadania! Eu pago meus impostos integralmente e por isso posso exigir dos funcionários públicos do meu país. Tenho o direito - como cidadão - de tomar conta da Biblioteca Nacional, que também é minha. Agora, se eu dou um jeito nos meus impostos porque o delegado da receita federal é meu amigo ou parente e faz a tal “vista grossa”, aí temos o “jeitinho” virando corrupção.
O comentário correto sobre os componentes desse segmento do texto é:
O jeitinho brasileiro é uma forma de corrupção? Se a regra transgredida não causa prejuízo, temos o “jeitinho” positivo e, direi eu, ético. Por exemplo: estou tranquilo na fila, chega uma senhora que parece preocupada, precisando pagar sua conta que vence aquele dia e pede para passar na frente. Não há o que reclamar dessa forma de “jeitinho”, que permaneceria universal porque poderia ocorrer na maioria dos países conhecidos, exceto talvez na Alemanha ou na Suíça, onde um trem sai às 14:57! E sai mesmo: eu fiz o teste.
A questão sociológica que o “jeitinho” apresenta, porém, é outra. Ela mostra uma relação ruim com a lei geral, com a norma desenhada para todos os cidadãos, com o pressuposto que essa regra universal produz legalidade e cidadania! Eu pago meus impostos integralmente e por isso posso exigir dos funcionários públicos do meu país. Tenho o direito - como cidadão - de tomar conta da Biblioteca Nacional, que também é minha. Agora, se eu dou um jeito nos meus impostos porque o delegado da receita federal é meu amigo ou parente e faz a tal “vista grossa”, aí temos o “jeitinho” virando corrupção.
Depreende-se do trecho “No domingo 27, o tal Livro das Espécies ganhou, infelizmente, uma nova edição” (l.17 e 18) que se repetiu, neste ano, a reação à manifestação racista de 1920.
