Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Em relação ao fragmento de texto acima, julgue os próximos itens.
A expressão “políticas compensatórias” (l. 12) significa políticas que procurem neutralizar os efeitos de algo negativo — a exclusão social — com ações, medidas, iniciativas ou influências positivas para combater uma desigualdade.
Em relação ao fragmento de texto acima, julgue os próximos itens.
Mantêm-se a correção gramatical e as informações originais do texto ao se substituir a correlação “não só (...) mas também” (l. 11-13) por não somente (...) como também.
Com referência aos sentidos e às estruturas do texto acima, julgue os itens de 6 a 10.
Depreende-se das informações do texto que, ao reduzirem as exigências de qualificação, as empresas conseguem preencher todas as vagas disponíveis com empregados brasileiros, até porque os sistemas de treinamento continuado em serviço são muito eficientes.
Com referência aos sentidos e às estruturas do texto acima, julgue os itens de 6 a 10.
A substituição da palavra “paliativos” (l. 16) por atenuantes manteria a informação original do período.
Depreende-se das informações do texto que, no Brasil, a distribuição da riqueza depende da ampliação dos quadros de mão de obra qualificada.
A expressão “esse quadro” (l. 4) é elemento coesivo que retoma informação contida no período anterior.
A expressão “ainda mais” (l. 2) reforça a ideia de que a capacidade produtiva do Brasil já está comprometida.
O jeitinho brasileiro é uma forma de corrupção? Se a regra transgredida não causa prejuízo, temos o “jeitinho” positivo e, direi eu, ético. Por exemplo: estou tranquilo na fila, chega uma senhora que parece preocupada, precisando pagar sua conta que vence aquele dia e pede para passar na frente. Não há o que reclamar dessa forma de “jeitinho”, que permaneceria universal porque poderia ocorrer na maioria dos países conhecidos, exceto talvez na Alemanha ou na Suíça, onde um trem sai às 14:57! E sai mesmo: eu fiz o teste.
A questão sociológica que o “jeitinho” apresenta, porém, é outra. Ela mostra uma relação ruim com a lei geral, com a norma desenhada para todos os cidadãos, com o pressuposto que essa regra universal produz legalidade e cidadania! Eu pago meus impostos integralmente e por isso posso exigir dos funcionários públicos do meu país. Tenho o direito - como cidadão - de tomar conta da Biblioteca Nacional, que também é minha. Agora, se eu dou um jeito nos meus impostos porque o delegado da receita federal é meu amigo ou parente e faz a tal “vista grossa”, aí temos o “jeitinho” virando corrupção.
O comentário correto sobre os componentes desse segmento do texto é:
O jeitinho brasileiro é uma forma de corrupção? Se a regra transgredida não causa prejuízo, temos o “jeitinho” positivo e, direi eu, ético. Por exemplo: estou tranquilo na fila, chega uma senhora que parece preocupada, precisando pagar sua conta que vence aquele dia e pede para passar na frente. Não há o que reclamar dessa forma de “jeitinho”, que permaneceria universal porque poderia ocorrer na maioria dos países conhecidos, exceto talvez na Alemanha ou na Suíça, onde um trem sai às 14:57! E sai mesmo: eu fiz o teste.
A questão sociológica que o “jeitinho” apresenta, porém, é outra. Ela mostra uma relação ruim com a lei geral, com a norma desenhada para todos os cidadãos, com o pressuposto que essa regra universal produz legalidade e cidadania! Eu pago meus impostos integralmente e por isso posso exigir dos funcionários públicos do meu país. Tenho o direito - como cidadão - de tomar conta da Biblioteca Nacional, que também é minha. Agora, se eu dou um jeito nos meus impostos porque o delegado da receita federal é meu amigo ou parente e faz a tal “vista grossa”, aí temos o “jeitinho” virando corrupção.
Depreende-se do trecho “No domingo 27, o tal Livro das Espécies ganhou, infelizmente, uma nova edição” (l.17 e 18) que se repetiu, neste ano, a reação à manifestação racista de 1920.
Os “motivos errados” a que se refere o autor do texto à linha 6 estão associados à atitude do governo brasileiro, na década de vinte do século passado, de negar a miscigenação do povo em favor da eugenia
Na linha 7, a vírgula empregada após “Dinheiro” marca a elipse do verbo da oração.
Na linha 17, o vocábulo “apologética” poderia ser substituído por defensiva, sem prejuízo do sentido do texto.
Infere-se do texto que a China já realizava, antes da missão Shenzhou VII, experiências científicas de larga escala.
Leia o texto para responder à questão.
Novos tempos
Não dá para afirmar que seja despropositada a decisão do Supremo Tribunal Federal de dar aos réus todas as possibilidades recursais previstas em lei. O que dá, sim, para discutir é se nosso marco legislativo não é absurdamente pródigo em recursos.
Minha impressão é que, a exemplo do que aconteceu coma medicina, o direito foi atropelado pelos novos tempos e nem percebeu. Se, até algumas décadas atrás, ainda dava para insistirem modelos que procuravam máxima segurança, com médicos conduzindo pessoalmente cada etapa dos processos diagnóstico e terapêutico e com advogados podendo apelar, agravar e embargar nas mais variadas fases do julgamento, isso está deixando de ser viável num contexto em que se pretende oferecer medicina e justiça para uma sociedade de massas.
Aqui, seria preciso redesenhar os sistemas, fazendo com que o cidadão só fosse para a Justiça ou para o hospital quando alternativas que dessem conta dos casos mais simples tivessem se esgotado. Não há razão, por exemplo, para que médicos prescrevam óculos para crianças ou para que divórcios e heranças não litigiosos passem por juízes e advogados.
É perfeitamente possível e desejável utilizar outros profissionais, como enfermeiros, tabeliães, notários e mediadores, para ajudar na difícil tarefa de levar saúde e justiça para todos. A dificuldade aqui é que, como ambos os sistemas são controlados muito de perto por entidades de classe com fortes poderes, que resistem naturalmente a mudanças, reformas, quando ocorrem, vêm a conta-gotas.
É preciso, entretanto, racionalizar os modelos, retirando seus exageros, como a generosidade recursal e a centralização no médico, mesmo sob o risco de reduzir um pouco a segurança. Nada, afinal, é pior do que a justiça que nunca chega ou a fila da cirurgia que não anda.
(Hélio Schwartsman. http://www1.folha.uol.com.br. 28.09.2013. Adaptado)
• Se, até algumas décadas atrás , ainda dava para insistir em modelos que procuravam máxima segurança...
• ... fazendo com que o cidadão só fosse para a Justiça ou para o hospital quando alternativas...
• ... utilizar outros profissionais (...), para ajudar na difícil tarefa de levar saúde e justiça para todos.
Os termos em destaque nos trechos indicam noção, respectivamente, de
Texto 2

Texto 2


Conforme a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa que reescreve corretamente o período dessa campanha publicitária.
(new.netica.org.br – Acesso em 04.04.2014 – Adaptado)
No trecho – O sistema educativo tem por missão preparar as pessoas para um papel social. – as palavras destacadas podem ser substituídas, sem alteração de sentido, por

