Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
Foram encontradas 21.023 questões
A epidemia da dengue tem feito estragos na cidade de São Paulo. Só este ano, já foram registrados cerca de 15 mil casos da doença, segundo dados da Prefeitura.
As subprefeituras e a Vigilância Sanitária dizem que existe um protocolo para identificar os focos de reprodução do mosquito transmissor, depois que uma pessoa é infectada. Mas quando alguém fica doente e avisa as autoridades, não é bem isso que acontece.
(Saúde Uol)
“existe um protocolo para identificar os focos”
Se colocássemos o termo “um protocolo” no plural, uma forma verbal adequada para a substituição da forma verbal “existe” seria
A epidemia da dengue tem feito estragos na cidade de São Paulo. Só este ano, já foram registrados cerca de 15 mil casos da doença, segundo dados da Prefeitura.
As subprefeituras e a Vigilância Sanitária dizem que existe um protocolo para identificar os focos de reprodução do mosquito transmissor, depois que uma pessoa é infectada. Mas quando alguém fica doente e avisa as autoridades, não é bem isso que acontece.
(Saúde Uol)
O segundo parágrafo do texto critica
A epidemia da dengue tem feito estragos na cidade de São Paulo. Só este ano, já foram registrados cerca de 15 mil casos da doença, segundo dados da Prefeitura.
As subprefeituras e a Vigilância Sanitária dizem que existe um protocolo para identificar os focos de reprodução do mosquito transmissor, depois que uma pessoa é infectada. Mas quando alguém fica doente e avisa as autoridades, não é bem isso que acontece.
(Saúde Uol)
“depois que uma pessoa é infectada”
Essa frase do texto pode ser substituída, mantendo-se o seu sentido, por
A epidemia da dengue tem feito estragos na cidade de São Paulo. Só este ano, já foram registrados cerca de 15 mil casos da doença, segundo dados da Prefeitura.
As subprefeituras e a Vigilância Sanitária dizem que existe um protocolo para identificar os focos de reprodução do mosquito transmissor, depois que uma pessoa é infectada. Mas quando alguém fica doente e avisa as autoridades, não é bem isso que acontece.
(Saúde Uol)
O texto afirmar que foram registrados “cerca de 15 mil casos”. A expressão “cerca de” equivale a:
A epidemia da dengue tem feito estragos na cidade de São Paulo. Só este ano, já foram registrados cerca de 15 mil casos da doença, segundo dados da Prefeitura.
As subprefeituras e a Vigilância Sanitária dizem que existe um protocolo para identificar os focos de reprodução do mosquito transmissor, depois que uma pessoa é infectada. Mas quando alguém fica doente e avisa as autoridades, não é bem isso que acontece.
(Saúde Uol)
O texto emprega a forma do demonstrativo “este” em “Só este ano...” para referir-se a um período atual de tempo.
Esse emprego se repete em:
A epidemia da dengue tem feito estragos na cidade de São Paulo. Só este ano, já foram registrados cerca de 15 mil casos da doença, segundo dados da Prefeitura.
As subprefeituras e a Vigilância Sanitária dizem que existe um protocolo para identificar os focos de reprodução do mosquito transmissor, depois que uma pessoa é infectada. Mas quando alguém fica doente e avisa as autoridades, não é bem isso que acontece.
(Saúde Uol)
“Só este ano...”
O ano a que a reportagem se refere é o ano
A epidemia da dengue tem feito estragos na cidade de São Paulo. Só este ano, já foram registrados cerca de 15 mil casos da doença, segundo dados da Prefeitura.
As subprefeituras e a Vigilância Sanitária dizem que existe um protocolo para identificar os focos de reprodução do mosquito transmissor, depois que uma pessoa é infectada. Mas quando alguém fica doente e avisa as autoridades, não é bem isso que acontece.
(Saúde Uol)
A forma verbal “tem feito” mostra uma ação que
A epidemia da dengue tem feito estragos na cidade de São Paulo. Só este ano, já foram registrados cerca de 15 mil casos da doença, segundo dados da Prefeitura.
As subprefeituras e a Vigilância Sanitária dizem que existe um protocolo para identificar os focos de reprodução do mosquito transmissor, depois que uma pessoa é infectada. Mas quando alguém fica doente e avisa as autoridades, não é bem isso que acontece.
(Saúde Uol)
A palavra “epidemia” tem como melhor significado

Com relação às ideias e a aspectos gramaticais desse texto, julgue
o item.

Com relação às ideias e a aspectos gramaticais desse texto, julgue
o item.

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto acima, julgue o seguinte item.

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto acima, julgue o seguinte item.

Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
Vitalino
A mãe de Vitalino era louceira. E foi vendo-a moldar os tourinhos de cachaço crivado de furos para neles se espetarem os palitos de dentes, que Vitalino sentiu aos seis anos vontade de plasmar* aqueles outros bichos, como os via no terreiro da casa – galos, cachorros, calangos. Depois feras – onças, jacarés. Depois gente ...
Também a arte de Vitalino veio se complicando. Já não se limita ele aos simples bichinhos de plástica* tão ingenuamente pura. Atira-se a composições de grupos, com meio metro de comprido e uns vinte centímetros de altura. Cenas da terra: casamentos, confissões na igreja, o soldado pegando o ladrão de galinhas ou o bêbado, a moenda, a casa de farinha etc.
Aliás, nesse delicioso ainda que humilde gênero de escultura, Vitalino não está sozinho, não. Outras cidadezinhas do interior de Pernambuco (em todo o Nordeste, creio eu, não sou entendido no assunto, esta crônica devia ter sido encomendada à mestra Cecília Meireles) têm o seu Vitalino. Por exemplo, Sirinhaém tem o seu Severino. Naturalmente, quando se trata de saber quem entre os dois é o tal, os colecionadores se dividem. E, naturalmente, também os [irmãos] Condé torcem para o Vitalino, que é de Caruaru.
Já tive muitas dessas figurinhas em minha casa. Não sei se alguma era de Vitalino ou de Severino. Sei que eram realmente obras de arte, especialmente certo papagaiozinho naquela atitude jururu de quem (quem papagaio) está bolando para acertar uma digna do anedotário da espécie. Acabei dando o meu papagaio. Sempre acabo dando os meus calungas de barro. Não há coisa quese dê com mais prazer.
Mesmo porque, quando não se dá, elas se quebram. Se quebram com a maior facilidade. E isso, na minha idade, é de uma melancolia que me põe doente. Não quero mais saber de coisas efêmeras*. Deus me livre de ganhar afeição a passarinho: eles morrem à toa. Flor mesmo dei para só gostar de ver onde nasceu, a rosa na roseira etc. Uma flor que murcha num vaso está acima de minhas forças.
*plasmar = moldar, modelar
(Adaptado de: BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. único, 1993, p. 479-481)
O segmento acima, isolado por parênteses no 3º parágrafo, deve ser entendido como
Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
Vitalino
A mãe de Vitalino era louceira. E foi vendo-a moldar os tourinhos de cachaço crivado de furos para neles se espetarem os palitos de dentes, que Vitalino sentiu aos seis anos vontade de plasmar* aqueles outros bichos, como os via no terreiro da casa – galos, cachorros, calangos. Depois feras – onças, jacarés. Depois gente ...
Também a arte de Vitalino veio se complicando. Já não se limita ele aos simples bichinhos de plástica* tão ingenuamente pura. Atira-se a composições de grupos, com meio metro de comprido e uns vinte centímetros de altura. Cenas da terra: casamentos, confissões na igreja, o soldado pegando o ladrão de galinhas ou o bêbado, a moenda, a casa de farinha etc.
Aliás, nesse delicioso ainda que humilde gênero de escultura, Vitalino não está sozinho, não. Outras cidadezinhas do interior de Pernambuco (em todo o Nordeste, creio eu, não sou entendido no assunto, esta crônica devia ter sido encomendada à mestra Cecília Meireles) têm o seu Vitalino. Por exemplo, Sirinhaém tem o seu Severino. Naturalmente, quando se trata de saber quem entre os dois é o tal, os colecionadores se dividem. E, naturalmente, também os [irmãos] Condé torcem para o Vitalino, que é de Caruaru.
Já tive muitas dessas figurinhas em minha casa. Não sei se alguma era de Vitalino ou de Severino. Sei que eram realmente obras de arte, especialmente certo papagaiozinho naquela atitude jururu de quem (quem papagaio) está bolando para acertar uma digna do anedotário da espécie. Acabei dando o meu papagaio. Sempre acabo dando os meus calungas de barro. Não há coisa quese dê com mais prazer.
Mesmo porque, quando não se dá, elas se quebram. Se quebram com a maior facilidade. E isso, na minha idade, é de uma melancolia que me põe doente. Não quero mais saber de coisas efêmeras*. Deus me livre de ganhar afeição a passarinho: eles morrem à toa. Flor mesmo dei para só gostar de ver onde nasceu, a rosa na roseira etc. Uma flor que murcha num vaso está acima de minhas forças.
*plasmar = moldar, modelar
(Adaptado de: BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. único, 1993, p. 479-481)
A afirmativa acima se justifica com o que se lê em:
Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.
Quando Nelson Mandela criou o grupo The Elders (Os Anciãos) para promover a paz e os direitos humanos em todo o mundo, ele nos desafiou a ser ousados e a dar voz àqueles que não a têm. Nenhuma questão exige essas qualidades mais do que nossa incapacidade coletiva de lidar com os problemas das mudanças climáticas.
Estas são o maior desafio da nossa era. Elas ameaçam o bem-estar de centenas de milhões de pessoas agora e de muitos bilhões no futuro. Elas destroem o direito humano a alimentação, água, saúde e abrigo – causas pelas quais temos lutado toda a nossa vida. Ninguém nem nenhum país escapará do seu impacto. Mas são aqueles sem voz – porque já são marginalizados ou aindanão nasceram – que se encontram em maior risco. Temos um dever moral urgente de falar em seu nome.
Dado o peso notório das evidências, pode ser difícil entender por que continuamos avançando lentamente na ação coordenada necessária para reduzir as emissões dos gases de efeito estufa. O último relatório dos especialistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas afirma claramente que o aquecimento do sistema climático é “inequívoco” e o comportamento humano é muito provavelmente sua causa dominante.
Temos visto nos últimos meses o aumento de eventos de clima extremo, sobre os quais os especialistas chamam a atenção. Os custos já são avultados e, por esse motivo, o Banco Mundial, o FMI e a Agência Energética Intercontinental se juntaram à comunidade científica para alertar sobre os riscos que estamos correndo. Já não são somente os ambientalistas que fazem soar os alarmes. E, todos os anos, a nossa incapacidade em agir nos deixa mais próximos de um ponto sem volta, no qual os cientistas receiam que as mudanças climáticas possam se tornar irreversíveis.
Muitos dos Anciãos já foram responsáveis por governos. Não cometemos o erro de pensar que tratar das mudanças climáticas é uma questão fácil. Mas sabemos que existem momentos em que, independentemente das dificuldades do panorama imediato, os líderes precisam mostrar coragem e ousadia. Este é um dos momentos. Chegamos a uma encruzilhada. Em uma direção, um legado
terrível pode ser passado para nossos netos e bisnetos. De outro lado, está a oportunidade de dar os primeiros passos em direção a um mundo mais justo e sustentável. Não queremos que as gerações futuras digam que falhamos.
(Adaptado de: ANNAN, Kofi. Ex-Secretário Geral da ONU. O Estado de S. Paulo, A14, Internacional, 24 de janeiro de 2014)
O segmento sublinhado acima, que introduz o 3º parágrafo, estabelece relação de ...... e pode ser substituído, sem alteração do sentido original, por ...... .
As lacunas acima estarão corretamente preenchidas por:
Em SC, garoto-herói salva bebê em incêndio
Acredite: super-heróis realmente existem. E o garoto Riquelme Wesley dos Santos, de apenas cinco anos, é um deles. Fantasiado de Homem-Aranha, ele entrou em uma casa no meio de um incêndio para salvar um bebê, de um ano e 10 meses. Da residência, nada sobrou. Ficou a lição de alguém que arriscou a sua jovem vida para preservar a de outro, e a felicidade de uma família que, apesar de não ter mais a própria casa, continua unida. O fato ocorreu na localidade de São Sebastião, no pequeno município de Palmeira, na serra catarinense. Era fim de tarde de quinta-feira, quando Riquelme brincava de carrinho na casa da vizinha, Lucilene Córdova dos Santos, 36 anos. Enquanto ela lavava roupas nos fundos da casa, a filha mais nova, Andrieli dos Santos, de um ano e 10 meses, dormia no berço, no quarto da frente. Riquelme brincava no pátio com o irmão de Andrieli, de dez anos, quando percebeu o início do incêndio no quarto da menina. Ele chamou Lucilene, que correu para tentar socorrer a filha. Ao abrir a porta do quarto, ela deparou-se com grandes labaredas. O berço do bebê já era consumido pelo fogo. A mãe entrou em pânico e saiu da casa. Quando começou a gritar e já pensava na morte de Andrieli, aconteceu o inesperado. - Não chora, tia, fica tranquila que eu salvo a sua filha, disse Riquelme. Lucilene tentou impedir o garoto, pois sabia que ele também poderia morrer. Mas ele não deu ouvidos, abaixou-se, tapou o nariz com os dedos e entrou na casa. Foi até o quarto onde Andrieli dormia, pegou-a pela perna, retirou-a do berço e, em poucos segundos, entregou-a nos braços da mãe. Logo em seguida, os bombeiros chegaram. Tudo o que havia dentro da casa foi perdido, mas Andrieli e Riquelme
estavam salvos, sem sequer um arranhão ou queimadura. No dia seguinte, o garoto não falava em outra coisa. Questionado se não teve medo, foi enfático. - Claro que não. O Homem-Aranha não é fraco e não tem medo de nada. Disponível em: . Acesso em: 15 set. 2013. Adaptado.
O mundo cão jamais será o mesmo. Para o bem. Mora na rua Operário Campista, na cidade fluminense de Campos, uma cadela vira-lata que todo mundo chama de Catita – que aliás nem é nome porque catita é gíria que quer dizer cadeia. E mora também nessa rua um empertigado pit bull que atende por Wolf (lobo em inglês). Eis que Catita pôs Wolf para correr e fez dele um pit-lata. Ele atacava na quarta-feira 24 o garoto de quatro anos Lucas Martins (duas cirurgias no rosto) quando Catita, que amamenta cinco filhotes, entrou para a história. Teve o dorso mordido, teve parte da orelha arrancada. Mas salvou Lucas, que continua assustado e repete sem parar: “Catita matou o cachorrão.” Matar não matou, mas fez o lobo chispar. A dona de Catita, Elizabeth Tavares, é tia do garoto. Pôs à venda os filhotes, R$ 100 cada um: “São vira-latas. Mas filhos de uma heroína”. IstoÉ independente. Rio de Janeiro: Três, n. 1535, 03 mar. 1999. Disponível em: . Acesso em: 20 out. 2013. Adaptado.