Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: FUNDATEC - 2018 - AL-RS - Agente Legislativo |
Q882442 Português

Em relação a determinadas expressões utilizadas no texto e respectivos significados, avalie as afirmações que seguem:


I. ‘um objetivo tangível’ (l. 01) é aquele que pode ser tangenciado, ou seja, quase atingido.

II. ‘prioridades’ (l. 02): termo relativo a atos/ações que são postas em primeiro lugar, em uma série ou ordem.

III. ‘retenção’ (l. 47): termo relacionado à tensão muito forte.


Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: FUNDATEC - 2018 - AL-RS - Agente Legislativo |
Q882441 Português

Em relação à frase ‘Seguem algumas etapas que as empresas deveriam seguir para criar um ambiente onde as pessoas possam alinhar seus valores’, retirada do texto, avalie as afirmações que seguem:


I. A substituição da forma verbal deveriam por poderiam implicaria alteração de sentido.

II. O vocábulo deveriam agrega ao fragmento a noção de possibilidade.

III. O uso da forma verbal possam atribui ao sujeito ideia de obrigatoriedade em relação ao alinhamento de seus valores.


Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: FUNDATEC - 2018 - AL-RS - Agente Legislativo |
Q882440 Português

Em relação à frase retirada do texto: ‘As atitudes são contagiosas e uma “laranja podre” pode realmente contaminar um grupo feliz’, afirma-se que:


I. A palavra ‘e’ funciona como conjunção coordenativa.

II. O advérbio ‘realmente’ seria corretamente substituído por precariamente.

III. ‘incisivas’ substituiria adequada e corretamente ‘contagiosas’ sem provocar qualquer alteração ao período.


Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: FUNDATEC - 2018 - AL-RS - Agente Legislativo |
Q882432 Português

Em relação à frase: ‘Estes são fatores universais que os funcionários valorizam...’ (l. 21), afirma-se que:


I. O pronome Estes funciona como sujeito.

II. O vocábulo que poderia ser substituído por em que.

III. A substituição de universais por antropológicos não acarretaria alteração de sentido à frase.


Quais estão INCORRETAS?

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: FUNDATEC - 2018 - AL-RS - Procurador |
Q882290 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O grande desafio à mente
Fonte: Revista Planeta - N° Edição: 537. Texto: Renata Valério de Mesquita 21/03/2018 – Fragmento.

Avalie as seguintes propostas de substituição de formas verbais no texto:


I. Substituição de ‘desafiou’ (l. 04) por ‘fez um desafio’.

II. Troca de ‘adquirir’ (l. 07) por ‘granjear’.

III. Uso de ‘aprecia’ em lugar de ‘gosta’ (l. 20).


Quais NÃO provocam alteração na estrutura dos períodos em que se encontram?

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: FUNDATEC - 2018 - AL-RS - Procurador |
Q882285 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O grande desafio à mente
Fonte: Revista Planeta - N° Edição: 537. Texto: Renata Valério de Mesquita 21/03/2018 – Fragmento.

Avalie as seguintes propostas de alteração de termos do texto:


I. Supressão de ‘extremamente’ (l. 06).

II. Retirada de ‘cientificamente’ (l. 24).

III. Suprimir o vocábulo ‘média’ (l. 27).


Quais alteram o sentido original dos fragmentos em que se inserem?

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: AL-RS Prova: FUNDATEC - 2018 - AL-RS - Procurador |
Q882282 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O grande desafio à mente
Fonte: Revista Planeta - N° Edição: 537. Texto: Renata Valério de Mesquita 21/03/2018 – Fragmento.

Sobre os termos que fazem parte da frase da linha 25, analise as afirmações que seguem:


I. ‘sadio’ faz referência à saúde, a ser saudável.

II. ‘tardio’ pode ser substituído por ‘à tarde’.

III. ‘declínio’ poderia ser substituído por ‘descida’ sem causar alteração de sentido.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q882225 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O que vem primeiro, crescimento ou produtividade?




(Fonte: EXAME – Publicado em 31 jul 2017 – texto adaptado)

Sobre a substituição dos vocábulos ‘disseminação’ (l. 22) e ‘apatia’ (l. 24), afirma-se que:


I. Espalhamento poderia substituir corretamente ‘disseminação’ desde que o pronome possessivo sofresse adequação de gênero.

II. O vocábulo ‘indolência’ poderia ser utilizado em lugar de ‘apatia’, mantendo-se o mesmo sentido.

III. ‘manifestação’ e ‘recrudescência’ substituiriam correta e respectivamente os vocábulos, mantendo-se o sentido original.


Quais estão INCORRETAS?

Alternativas
Q882220 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O que vem primeiro, crescimento ou produtividade?




(Fonte: EXAME – Publicado em 31 jul 2017 – texto adaptado)

Avalie as seguintes propostas de alterações no texto:


I. Troca de ‘no entanto’ (l. 05) por ‘por consequência’.

II. Substituição de ‘de que’ (l. 12) por ‘do qual’.

III. Alteração de ‘por exemplo’ (l. 33) por ‘hipoteticamente’.


Quais das propostas NÃO provocam alteração de sentido nos respectivos contextos de ocorrência?

Alternativas
Q882164 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Fake news circulam mais rápido do que notícias reais, diz estudo.

                                 (Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)

Avalie as seguintes propostas de substituição de vocábulos do texto:


I. A substituição do verbo ‘requerer’ (l. 11) por ‘demandar’ não implicaria alteração na estrutura do período.

II. ‘que tem relação com o’ substituiria correta e adequadamente ‘relacionadas ao’ (l. 13).

III. A troca de ‘se preocupem’ (l. 15) por ‘tem se preocupado’ não feriria as regras de concordância verbal.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q881810 Português

Texto CB1A1CCC



Rejane Jungbluth Suxberger. Invisíveis Marias: histórias além das quatro paredes. Brasília: Trampolim, 2018 (com adaptações).

Com base no texto CB1A1CCC, escrito por uma juíza acerca de casos de violência doméstica, julgue o item a seguir.


No texto, a palavra “prolatada” (l.11) foi empregada como sinônimo de deferida.

Alternativas
Q881759 Português

Texto CB1A1AAA




Antonio da Rocha Lourenço Neto. Direito e humanismo: visão filosófica, literária e histórica. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2013, p.148-9 (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, julgue o próximo item.


Seria mantida a coerência do texto se o trecho “a partir das” (l.8) fosse substituído ou por com base nas ou por desde as, embora essas duas expressões tenham sentidos distintos.

Alternativas
Q881366 Português

Com base no texto precedente, julgue o seguinte item.


No primeiro parágrafo do texto, o verbo “conceber” (ℓ.1) veicula o mesmo sentido de gerar.

Alternativas
Q881361 Português

A respeito do trecho do conto apresentado, julgue o próximo item.


Na linha 4, o verbo advertir foi empregado como sinônimo de concluir.

Alternativas
Q881355 Português

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


Na expressão “dose padrão” (ℓ.16), o vocábulo “padrão” foi empregado como sinônimo de análogo.

Alternativas
Q881351 Português

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


O emprego das aspas em “dia D” (ℓ.1) justifica-se porque a expressão, originada do campo lexical militar, está empregada no texto em sentido mais amplo, significando uma data especial e muito aguardada.

Alternativas
Q880487 Português

                          Enfarte: genética versus hábitos

                                                                                          Riad Younes


Desde o fim da década de 1930, a comunidade médica detectou com clareza maior concentração de casos de enfarte em algumas famílias, levando à teoria da predisposição genética para a ocorrência de doenças cardiovasculares. Parentes de pacientes que foram diagnosticados com enfarte ou derrame tinham maiores chances de eles mesmos apresentarem o quadro durante sua vida.

Nas décadas subsequentes, vários estudos correlacionaram os hábitos dos pacientes como fatores de risco para doenças cardiovasculares. Sedentarismo, tabagismo, obesidade, entre outros, aumentam drasticamente as chances de enfarte.

Depois, vários cientistas passaram a estudar a correlação dos riscos genéticos com os comportamentais, na tentativa de avaliar o peso que cada risco tinha na determinação do destino do coração dos indivíduos. Dúvidas como se filhos de pacientes com enfarte, com genética comprometida, teriam algum benefício em modificar seus hábitos pessoais e controlar os outros fatores de risco, ou seriam predestinados ao desastre independentemente de qualquer manobra.

Pesquisadores da Universidade de Harvard, em Boston, liderados pelo doutor Amit Khera, concluíram recentemente um estudo extenso que envolveu mais de 55 mil pessoas em vários países e que avaliou a relação entre fatores genéticos e hábitos na det erminação do risco de enfarte durante dez anos de seguimento.

O estudo foi publicado esta semana na prestigiosa revista médica New England Journal of Medicine. Os especialistas analisaram o perfil genético e os hábitos pessoais dos voluntários e classificaram seus achados em categorias de baixo risco ou favorável, risco intermediário ou elevado, ou desfavorável.


                          


Dos fatores de risco relacionados ao estilo de vida, os indivíduos foram separados de acordo com a ausência de um ou mais dos seguintes fatores: tabagismo, obesidade, sedentarismo e dieta de risco. Quem não tinha três ou mais desses fatores era considerado de baixo risco para enfarte. Pacientes com três ou mais desses fatores foram classificados de risco elevado para doença cardiovascular. Os outros teriam risco intermediário.

Os resultados do estudo deixaram evidente a relação direta entre aumento do número de fatores de risco ligados ao estilo de vida com a elevação do risco de enfarte em dez anos. Também ficou clara a correlação entre alterações genéticas detectadas no Projeto Genoma e as chances de enfarte.

O mais interessante, nesse estudo, foi a total independência dos riscos genéticos daqueles relativos ao estilo de vida. Em outras palavras, mesmo as pessoas com alto risco genético e familiar podem beneficiar-se do controle eficiente da obesidade, do tabagismo, do sedentarismo e do consumo regular de dieta nociva.

As pessoas consideradas de alto risco genético, que praticam hábitos saudáveis, tiveram suas chances de enfarte reduzidas pela metade, independentemente de medicamentos ou outras manobras químicas para controle do colesterol. O gráfico mostra o impacto de cada fator sobre cada grupo de risco genético.

Os cientistas recomendam para todas as pessoas, principalmente para aquelas co m carga genética desfavorável, a aderência intensiva a programas de controle dos hábitos deletérios. A orientação médica é fundamental para evitar enfartes e derrames de forma significativa. Vale a pena insistir.

Disponível em: <www.cartacapital.com.br> . Acesso em: 14 dez. 2017. [Adaptado]

A expressão hábitos deletérios, no último parágrafo do texto, significa
Alternativas
Q880485 Português
Depois, vários cientistas passaram a estudar a correlação dos riscos genéticos com os comportamentais, na tentativa de avaliar o peso[1] que[2] cada risco tinha na determinação do destino do coração dos indivíduos.
O elemento linguístico [1] foi usado em sentido
Alternativas
Q880428 Português

        A entrevista clínica não é uma conversa como outra qualquer!

                                                                                         Celmo Celeno Porto


      Entende-se qualquer entrevista como uma técnica de trabalho, durante a qual duas pessoas, em concordância formal ou implícita, encontram -se para uma conversa, cuja característica principal é estar relacionada com os objetivos de ambos.

      É tão especial a entrevista clínica que ela tem nome diferente – anamnese. O papel de uma dessas pessoas – no caso, o médico ou o estudante de medicina – é coletar informações, enquanto o da outra – o paciente – é de fornecê-las. Diferentemente de outras entrevistas, no caso da médica, o objetivo não fica restrito a obter informações. Outro objetivo é estabelecer um bom relacionamento entre o médico e o paciente, condição fundamental para uma boa prática médica.

      Há muitas maneiras de se fazer uma entrevista; melhor dizendo, há diferentes técnicas , mas em todas devem ser destacadas a arte do relacionamento e o processo comunicacional. Primeiramente, deve ficar claro que uma entrevista médica não é uma conversa como qualquer outra! Além da capacidade de dialogar – falar e ouvir, mais ouvir do que falar –, o médico precisa saber ler nas entrelinhas, observar gestos, para compreender todos os significados contidos nas respostas.

      Roteiros são úteis, mas é necessário saber usá-los com a flexibilidade exigida pelas peculiaridades de cada paciente. Raciocínio clínico é a técnica e a arte de organizar os dados que vão surgindo, alguns significativos por si mesmos, outros a exigir novas indagações, que vão tornando compreensível o relato do paciente.

     Não se nasce sabendo fazer uma entrevista médica. O que se aprende espontaneamente é conversar. Entrevistar um paciente exige conhecimentos específicos e intenso treinamento, tal como o aprendizado de qualquer habilidade. Os estudantes, às vezes, confundem ser "bom de conversa" com saber realizar uma anamnese. Facilidade para entabular uma conversação pode até ajudar, mas não é tudo.

   Uma questão relevante, mas nem sempre considerada, é o registro dos dados obtidos durante a entrevista. Anotações, do próprio punho, das informações mais importantes é a maneira habitual. Contudo, cresce cada vez mais a utilização de computadores. A gravação de entrevistas, que esteve em moda há alguns anos, praticamente está abolida na prática médica, tornando-se restrita a alguns tipos de pesquisa. Não é proibido "digitar" as informações obtidas na anamnese; no entanto, a atenção exagerada ao computador é nociva. Não foram poucos os pacientes que me disseram ter abandonado um médico porque "ele tinha sua atenção inteiramente voltada para o computador".

     Não há necessidade de descrição minuciosa de todas as informações, a não ser na fase em que o estudante está fazendo seu treinamento inicial. É conveniente registrar reações imprevistas, informações não verbais, gestos ou expressões faciais. Basta uma palavra ou uma frase, como "olhos lacrimejaram", "expressão de espanto", "gestos de impaciência", para registrar uma informação, sem necessidade de descrevê-la, fato que pode se revelar um dos mais importantes de uma entrevista. Ao final da anamnese, é interessante que se faça para o paciente um resumo das informações obtidas, criando oportunidade para correções ou acréscimos.

     Portanto, fazer entrevista é uma arte que se aprimora com o tempo e à medida que se ganha experiência, mas ela só floresce verdadeiramente quando há um verdadeiro interesse em estabelecer uma boa comunicação com paciente.

      Em uma entrevista clínica, parte das regras sociais de etiqueta não é aplicada. A conversa é centrada no paciente e, por isso, além de outros motivos, é considerada uma relação assimétrica, com características próprias: ausência de intimidade – uma condição que é essencial –, objetivos específicos, limite de tempo, locais preestabelecidos. Além disso, a frequência dos encontros é muito variável, podendo restringir-se a uma única vez ou repetidas vezes ao longo dos anos.

      O primeiro encontro tem um significado especial e dele pode depender o sucesso ou o fracasso de um tratamento. O primeiro olhar, as primeiras palavras, os primeiros gestos podem ser decisivos na relação do médico com o paciente. Tanto pode ser uma ponte entre eles, por meio da qual vão transitar informações e emoções, como um muro que obstrui completamente a comunicação entre um e outro. Essa é uma das características mais evidentes de uma medicina de má qualidade.

   Por fim, é essencial saber considerar a entrevista como principal elemento que estabelece o relacionamento entre duas pessoas. O sucesso de uma entrevista depende justamente da qualidade do relacionamento que o médico é capaz de estabelecer com o paciente. Em outras palavras: o que precisa ser compartilhado é o sentimento de compreensão e confiança mútua. 

Disponível em: <http://www.rmmg.or> . Acesso em: 21 dez. 2017. [Adaptado]

Considere o trecho:


Não há necessidade de descrição minuciosa de todas as informações, a não ser na fase em que o estudante está fazendo seu treinamento inicial.


Sem alteração de sentido, o elemento linguístico em destaque equivale semanticamente a

Alternativas
Respostas
10261: B
10262: A
10263: A
10264: D
10265: B
10266: E
10267: A
10268: C
10269: B
10270: A
10271: C
10272: E
10273: C
10274: E
10275: C
10276: E
10277: C
10278: C
10279: D
10280: B