Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q932993 Português


Instituto Antônio Houaiss. José Carlos de Azevedo (Coord.). Escrevendo pela nova ortografia: como usar as regras do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. São Paulo: Publifolha, 2008, p. 16-7 (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item seguinte.
A forma verbal “caldeou-se” (l.7) relaciona-se, no texto, ao sentido de mistura, fusão ou associação.
Alternativas
Q932830 Português

Texto CB1A1AAA




A realidade do CSI. In: Scientific American Brazil. Segmento. Internet: <http://www2.uol.com.br> (com adaptações).

Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, bem como o disposto no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item que segue.


Seriam mantidos os sentidos originais do trecho “o que ela é capaz, ou não, de realizar” (l.3), caso a expressão “ou não” fosse deslocada para logo depois da forma verbal “é” — escrevendo-se o que ela é, ou não, capaz de realizar — ou para o final do período — escrevendo-se o que ela é capaz de realizar, ou não.

Alternativas
Q932745 Português

                                             Leis vivas


      “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, disse Camões num de seus sonetos. Um jurista certamente endossará esse verso: mudam as leis com o tempo, e mudam de acordo com a dinâmica das vontades e das necessidades humanas. Se as sociedades fossem estáveis e se imobilizassem no tempo, os costumes, os valores e as leis que os regessem seriam sempre os mesmos. Mas o dinamismo da história está permanentemente exigindo atualizações, quando não reviravoltas radicais de princípios. Por isso os códigos caminham: para o ajuste permanente entre o que vai mudando nos costumes e o que deve ir mudando nas leis.

      Lembremos que as mudanças não ocorrem apenas no correr do tempo; atuam também nas relações entre as pessoas, entre os segmentos e as classes sociais. Assim é que, além de se fazer viva na corrente do tempo, a legislação deve se provar viva também nas cadeias horizontais em que indivíduos e grupos se relacionam. Os efeitos de uma mesma lei podem ser diferentes quando aplicada em condições e sujeitos distintos. Em vista das várias classes sociais e várias culturas de um país, podem acusar-se aqui e ali práticas e consequências diversas na administração dos mesmos direitos.

      A atenção dos legisladores para alguma mobilidade essencial dos valores e dos costumes é uma exigência intrínseca à sua função. Cabe-lhes interpretar ao mesmo tempo com prudência e maleabilidade as alterações de paradigmas, para que as leis não percam o passo com o sentido das mudanças − que Camões tão bem expressou − nos regimes do tempo histórico e das vontades humanas.

                                                               (MOREYRA, Felipe de Assis, inédito)  

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q932603 Português

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.


    A sistematização dos fatos, feita pelos cientistas ou estudiosos, não passa, por mais complicada que pareça, disto mesmo − de sistematização dos fatos. Com o tempo, um estudo muito aplicado fica inacessível para aqueles que não se dedicaram muito a ele. Por isso não entendemos de medicina, direito ou matemática − a não ser que sejamos médicos, juristas ou matemáticos. Cada nova geração herda esse patrimônio de conceitos e palavras e tenta aperfeiçoá-lo, modificá-lo, revê-lo e assim por diante. Então, por mais que pareça um termo complicado, não existe nada de intrinsecamente difícil em “ideologia”. Ela é simplesmente a palavra usada para descrever um conjunto de fatos que é parte integrante de nossas vidas, sendo mesmo difícil conceber um ser humano que não abrigue alguma forma de pensamento ideológico. A ideologia é uma maneira de pensar, uma espécie de “forma” em que moldamos o mundo.

    Uma determinada maneira de ver o mundo não pode deixar de procurar uma lógica para todos os fatos observáveis, sob o risco de tornar-se incoerente e insatisfatória. A ideologia incorpora sempre uma teoria sobre o mundo, uma explicação totalizante. Por conseguinte, está relacionada com a existência de classes sociais.

    As classes sociais e o número de denominadores comuns que, nas sociedades de hoje, podem unir as pessoas não são tão simples ou esquemáticos. É claro que, entre assalariados, existe uma enorme diferença quando um deles ganha cem salários mínimos e o outro apenas um. Da mesma forma, existem divergências inconciliáveis entre um industrial e um proprietário de terras.

    A assunção de uma ideologia não deve ser encarada como algo mecânico. Não se pode esperar que pertencer a uma classe social definida determine, por si só, nossa maneira de pensar e agir, pois há inúmeros fatores que podem, de certa forma, bloquear a consciência de nossa própria situação e induzir a que vejamos como nossos os interesses da classe oposta. O ser humano, além disso, não é uma máquina que reage mecanicamente da mesma forma ao mesmo comando, nem um animal que funcione à base de reflexos condicionados (embora haja quem pense o contrário), de maneira que a formação do pensamento ideológico não é um processo singelo.

    As ideologias e as posições políticas são, ainda hoje, muito vistas em termos de Esquerda e Direita. Ao contrário do que seu uso indiscriminado pode sugerir, não são conceitos claros e a maioria das pessoas teriam dificuldade para defini-los com alguma precisão. As palavras estão sujeitas a empregos arbitrários e abusivos, de tal forma que acabam por ter seu sentido diluído ou tornado imprestável para uma comunicação adequada.


(Adaptado de: RIBEIRO, João Ubaldo. Política: Quem manda, por que manda, como manda. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011, edição digital)
Então, por mais que pareça um termo complicado, não existe nada de intrinsecamente difícil em “ideologia”... (1o parágrafo)
Mantendo-se as relações de sentido e a correção gramatical, sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, o segmento sublinhado acima pode ser substituído por:
Alternativas
Q932557 Português

Leia o Texto para responder à questão.


E a tristeza dá samba


“É melhor ser alegre que ser triste”, ensina Vinicius de Moraes em Samba da Bênção, parceria com o violonista Baden Powell. Alguns versos adiante, porém, o poeta reconhece que, sem melancolia, o ritmo desanda: “porque o samba é a tristeza que balança / E a tristeza tem sempre uma esperança / De um dia não ser mais triste, não”. Samba da Bênção é uma síntese magistral do espírito com que a música brasileira – e em particular seu gênero original, o samba – aborda essa aspiração humana universal – a felicidade. Não se alcança essa utopia sem passar pelo chão da tristeza. Ainda que o colorido exuberante que se vê nos desfiles de rua diga o contrário, a tristeza é a raiz do samba.

Filho direto do choro, do maxixe e de canções de rodas dos escravos – como o blues americano, ou outro ritmo africano nascido nas Américas – entende de sofrimento. E a alma lusitana também pesa em suas notas mais sorumbáticas: a canção portuguesa, com sua eterna saudade do quinhão natal, contribui muito para o gênero – que da Península Ibérica herdou também o violão, o cavaquinho e eventuais bandolins. Há uma série de clássicos do cancioneiro popular que associam saudade à felicidade. Eis o carioca Noel Rosa, em Felicidade: “Minha amizade foi-se embora com você / Se ela vier e te trouxer / Que bom, felicidade é que vai ser”. O mineiro Ataulfo Alves revisita o banzo português em Meus Tempos de Criança, canção dedicada à sua cidade natal, Muraí: “Ai meu Deus, eu era tão feliz / No meu pequenino Muraí”. O gaúcho Lupicínio Rodrigues, em mais uma composição significativamente intitulada Felicidade, diz: “E a saudade no meu peito ainda mora / E é por isso que eu gosto lá de fora / Porque sei que a falsidade não vigora”.

Nessa idealização da terra de nascença como morada da simplicidade e da autenticidade, o morro carioca já foi o lugar feliz por excelência – pelo menos, na canção brasileira da primeira metade do século XX, bem antes de a favela converter-se em teatro de guerra de facções criminosas. Ave Maria do Morro, lançada em 1942, por Herivelto Martins, canta o bucolismo de uma vizinhança onde se ouve “a sinfonia de pardais anunciando o anoitecer”. Manifestação já um tanto tardia – de 1968 – mas igualmente bela do mesmo sentimento é Alvorada, de Cartola, Carlos Cachaça e Hermínio Bello de Carvalho: “Alvorada lá no morro / Que beleza / Ninguém chora, não há tristeza / Ninguém sente dissabor”.

A bossa nova, mais Zona Sul, encarou a felicidade – e sua necessária contraparte, a tristeza – com ânimo filosófico e engenhosidade musical. A Felicidade, de Tom Jobim e Vinicius, fala da natureza efêmera e frágil da “ilusão do carnaval”. A felicidade, diz a canção, é “como a gota / de orvalho numa pétala de flor”. Tom Jobim esmerou-se na tradução sonora desses sentimentos, com um emprego dinâmico de acordes maiores e menores – os primeiros de sonoridade mais solar, os segundos com evocações melancólicas. Em Amor em Paz, o verso “encontrei em você / a razão de viver e de não sofrer mais, nunca mais” é em tom maior, mas a frase “o amor é a coisa mais triste quando se desfaz” já é em menor. Há efeitos similares no samba tradicional: Tristeza, que Nilton de Souza criou em 1963 – consagrada três anos depois na voz de Jair Rodrigues –, foi feita para exorcizar um namoro que deu errado, mas a melodia animada, triunfal, em tonalidades maiores, faz com que a canção seja o oposto de seu título.

“Uma canção me consola”, dizia Caetano Veloso em Alegria, Alegria, no ano tropicalista de 1968. E as mais tristes canções têm mesmo essa propriedade de cura. Nelson Cavaquinho, o grande pessimista do samba, é muito lembrado pelo desalento dos versos “tire o seu sorriso do caminho / que eu quero passar com a minha dor”, mas também viu alegria no amor (“contigo aprendi a sorrir, diz em Minha Festa). No samba atual, Arlindo Cruz rima felicidade e honestidade, exaltando o trabalho digno: “A felicidade é maior / Para quem se dá mais valor / Honestidade e suor / Eu sou um trabalhador”, ensina Isso É Felicidade, de 2014. A felicidade não precisa acabar na Quarta-Feira de Cinzas.


MARTINS, Sérgio. E a tristeza dá samba. Veja. São Paulo: Abril, n. 2569, 14 fev. 2018, p. 80-81. (Adaptado). 

No trecho “que da Península Ibérica herdou também o violão, o cavaquinho e eventuais bandolins”, o termo “eventuais” pode ser substituído sem alterar o sentido do texto por:
Alternativas
Q932519 Português

Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São

Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Assinale a opção em que se indica uma passagem do texto que NÃO pode ser entendida de modo literal.
Alternativas
Q932433 Português

Considere a tira para responder à questão.




(Charles M. Schul. Minduim. Estadão. http://cultura.estadao.com.br)
A expressão de vez em quando, no segundo quadrinho, equivale a
Alternativas
Q932066 Português
Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo, um excerto de ensaio do pensador francês Michel de Montaigne (1533-1592).
                                                   Da indolência

   O imperador Vespasiano, durante a enfermidade de que veio a morrer, não deixava de se ocupar dos negócios do Império; e, no seu próprio leito, tratava das questões mais importantes. Tendo-lhe o médico censurado essa atividade por nociva à saúde, disse ele: “um imperador precisa morrer em pé”. Eis, a meu ver, um belo pensamento.
    Em idênticas circunstâncias, o imperador Adriano teve as mesmas palavras, as quais se deveriam lembrar aos reis para compreender que essa importante responsabilidade de dirigir os homens não é uma situação em que possam permanecer ociosos. E que nada pode desanimar mais o súdito, no seu afã de bem servir o soberano, do que saber que, enquanto corre riscos e se atarefa, seu senhor se entrega à indolência e cuida de seu prazer sem se interessar pelo bem-estar de seu povo.

(MONTAIGNE. Ensaios. Trad. Sérgio Milliet. São Paulo: Abril Cultural, Os Pensadores, 1972, p. 314) 
Atentando-se para recursos utilizados na redação do texto, e considerando-se o contexto, é correto afirmar que
Alternativas
Q932062 Português
Na dinâmica das leis

   Toda legislação racionaliza os valores sociais, buscando reconhecê-los e afastá-los do âmbito das paixões ou dos interesses mais estritos do indivíduo, bem como compreendê-los no tempo vivo da História. Diz-se que as leis “caducam”, e o termo, pouco ortodoxo, é expressivo: por anacronismo, dispositivos legais podem perder a razão de ser, superados que são pela primazia que ganham novos costumes.
   São vários os fatores que determinam mudanças drásticas em nosso comportamento. Entre eles está a alta tecnologia de ponta, com seus incontáveis reflexos na vida cotidiana: o que fazer, por exemplo, do direito à privacidade na onipresença de câmeras instaladas por medida de segurança? No campo da moral e da ética, das disputas políticas, das ideologias, do comportamento, dos hábitos cotidianos, muito do que ontem valia deixa de ter sentido hoje; considere-se, pois, a possibilidade sempre aberta para que um novo “espírito” de uma lei deva corresponder a uma nova prática social. Nessa atualização necessária, conta-se com a sensatez e o senso de oportunidade do legislador, sem falar na atenção continuada aos dispositivos básicos constitucionais já estabelecidos na Carta Magna.
   A mobilidade dos costumes enseja a formação de novos sujeitos sociais. Note-se que, além das instituições já clássicas, nosso tempo vem testemunhando a criação dos chamados “coletivos”, cuja natureza se distingue da dos partidos políticos ou dos órgãos de classe tradicionais, embora sejam agrupamentos cuja ação se reveste de evidente importância política e cuja representação de setores específicos da sociedade pode ser vista como legítima. É possível que a legislação venha a contemplar as iniciativas desses “coletivos”, munindo-se de novos dispositivos para acompanhar os novos traços de uma sociedade em movimento.
(Alcebíades Nunes Cardoso, inédito

É possível que a legislação venha a contemplar as iniciativas desses “coletivos”, munindo-se de novos dispositivos.

Uma nova redação da frase acima, uma vez iniciada por As iniciativas desses “coletivos” ..., poderá ter, sem prejuízo para sua correção e coerência, a seguinte complementação:

Alternativas
Q932059 Português
Na dinâmica das leis

   Toda legislação racionaliza os valores sociais, buscando reconhecê-los e afastá-los do âmbito das paixões ou dos interesses mais estritos do indivíduo, bem como compreendê-los no tempo vivo da História. Diz-se que as leis “caducam”, e o termo, pouco ortodoxo, é expressivo: por anacronismo, dispositivos legais podem perder a razão de ser, superados que são pela primazia que ganham novos costumes.
   São vários os fatores que determinam mudanças drásticas em nosso comportamento. Entre eles está a alta tecnologia de ponta, com seus incontáveis reflexos na vida cotidiana: o que fazer, por exemplo, do direito à privacidade na onipresença de câmeras instaladas por medida de segurança? No campo da moral e da ética, das disputas políticas, das ideologias, do comportamento, dos hábitos cotidianos, muito do que ontem valia deixa de ter sentido hoje; considere-se, pois, a possibilidade sempre aberta para que um novo “espírito” de uma lei deva corresponder a uma nova prática social. Nessa atualização necessária, conta-se com a sensatez e o senso de oportunidade do legislador, sem falar na atenção continuada aos dispositivos básicos constitucionais já estabelecidos na Carta Magna.
   A mobilidade dos costumes enseja a formação de novos sujeitos sociais. Note-se que, além das instituições já clássicas, nosso tempo vem testemunhando a criação dos chamados “coletivos”, cuja natureza se distingue da dos partidos políticos ou dos órgãos de classe tradicionais, embora sejam agrupamentos cuja ação se reveste de evidente importância política e cuja representação de setores específicos da sociedade pode ser vista como legítima. É possível que a legislação venha a contemplar as iniciativas desses “coletivos”, munindo-se de novos dispositivos para acompanhar os novos traços de uma sociedade em movimento.
(Alcebíades Nunes Cardoso, inédito
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q931910 Português
Em todas as frases abaixo há dois termos sublinhados que se relacionam; a frase em que o substituto foi caracterizado corretamente é:
Alternativas
Q931903 Português

“W.E.Collinson, baseado em um artigo de G. Devoto, mostra as seguintes diferenças entre sinônimos: um termo mais geral que outro, um termo mais intenso que outro, um termo mais emotivo que outro, um termo que implica aprovação ou censura, um termo é mais profissional que outro, um termo é mais literário que outro, um termo é mais coloquial que outro, um termo é mais local ou dialetal que outro, um dos sinônimos pertence à fala infantil; algumas dessas categorias trazem subdivisões.


O par abaixo que mostra um termo sinônimo de conteúdo mais geral que o anterior é:

Alternativas
Q931824 Português
A frase abaixo em que os termos unidos pela conjunção e podem ser considerados sinônimos é:
Alternativas
Q931822 Português
A frase em que a troca de posição dos termos sublinhados não provoca mudança de sentido é:
Alternativas
Q931820 Português
Assinale a opção que apresenta a frase em que a locução adjetiva sublinhada foi corretamente substituída.
Alternativas
Q931348 Português

    


As feições de Barcelona são tão marcantes e únicas que encantam ao primeiro encontro. Boa parte dessa impressão poderosa é fruto da criatividade e ousadia de arquitetos como Gaudí e Domènech i Montaner, autores de ícones extravagantes como a Casa Milá e o Palau de La Música Catalana, respectivamente. No bem preservado Bairro Gótico, ruelas estreitas e escuras são cheias de vida, ao passo que no amplo Eixample os padronizados quarteirões exalam charme e vanguarda cultural. Negligenciada por décadas, a orla marítima surpreende hoje com agradáveis praias e as múltiplas opções culturais de Port Vell. Outro polo de lazer é Montjuïc, que abriga museus, o castelo e várias instalações olímpicas dos Jogos de 1992, como o belo estádio e o Palau San Jordi. Falando em esporte, nada como assistir a um jogo do Barcelona, o “Barça”, símbolo do orgulho e criatividade catalães, de seu espírito altivo e amor por sua terra.

Nada porém tem o poder atemporal da Sagrada Família. O inacabado templo católico transcende a religião para se tornar um símbolo da cidade, impresso no gênio de Gaudí e nos muitos artistas que ali deixaram sua marca.

COMO CHEGAR (via aérea)

Via aérea: a forma mais prática de chegar a Barcelona é através de voos que passam por Lisboa ou Madri: há muitas conexões disponíveis e não é necessário ir para hubs mais distantes, como Amsterdã, Frankfurt ou Roma. Os voos vindos do Brasil costumam pousar em El Prat, na cidade vizinha de Llobregat. Para chegar ao Centro, prefira o Aerobus, linha circular que liga o aeroporto à Plaça Catalunya em 35 minutos.

COMO CIRCULAR 

Barcelona possui um excelente sistema de transporte integrado. A combinação de metrô e ônibus faz o turista chegar a praticamente todas as principais atrações turísticas com velocidade e muita praticidade. São oito linhas de subterrâneos, cem linhas de ônibus, as linhas de teleférico e funicular de Montjuïc. Para compreender o sistema, mapas estão disponíveis em todas as linhas de metrô, mas você também pode traçar sua rota no site da TMB (www.tmb.cat).

Uma viagem simples, não integrada, custa €2 para os ônibus, metrô ou funicular. Um cartão para dez viagens sai por € 9,25, enquanto que há também bilhetes turísticos válidos por vários períodos: 2 dias (€ 12,80), 3 dias (€ 18,50), 4 dias (€ 23,50) e 5 dias (€ 28). Há outros descontos para crianças e estudantes.

Andar de carro em Barcelona não é muito fácil. Apesar da boa qualidade de suas ruas e sinalização, o típico trânsito pesado de grandes cidades e a dificuldade em estacionar não são encorajadores. Se, mesmo assim, você tiver que usar um carro, tenha um mapa ou navegador GPS à mão.

ONDE FICAR

Barcelona possui uma enorme variedade de hotéis. Como principal cidade industrial do país, aqui não faltam bons estabelecimentos de bandeiras internacionais como NH, Tryp, Accor e Meliá, oferecendo todo conforto e infraestrutura. Uma região muito agradável é Barceloneta, assim como o entorno da estação Sants, a Diagonal, o Passeig de Gràcia e Las Ramblas oferecem muitas opções, todas nas proximidades de restaurantes, bares, cafés e bancos.

Uma tendência que vem se firmando em Barcelona são os hotéis e albergues butique. Móveis de design, decoração vanguardista e serviço personalizado são a perfeita contraposição à pasteurização dos hotéis de rede. Um hotel que fica entre estes dois mundos, sofisticação e apelo global, é o Mandarin Oriental, chiquetérrimo até a raíz.

ONDE COMER

Na última década e meia a Catalunha disputa com o País Basco o título de principal celeiro de chefs estrelados do planeta. Nomes de apelo internacional como Feran Adrià inovaram com sua cozinha lúdica, que brinca com texturas, formas e cores. Todavia, como bolhas com ar, açafrão e gelatinas de verdura não são para o gosto de todos, Barcelona segue forte com um destino onde se come bem, e de tudo. Esparramada sobre o Mar Mediterrâneo – a via que lhe trouxe influências francesas, italianas, gregas e árabes – a base de sua gastronomia aproveita-se bem de pescados.

Disponível em: < https://viagemeturismo.abril.com.br/cidades/barcelona-2/>. Acesso em: 23 jun. 2018. (Texto adaptado)

Todavia, como bolhas com ar, açafrão e gelatinas de verdura não são para o gosto de todos


É um antônimo da conjunção destacada acima:

Alternativas
Q931346 Português

    


As feições de Barcelona são tão marcantes e únicas que encantam ao primeiro encontro. Boa parte dessa impressão poderosa é fruto da criatividade e ousadia de arquitetos como Gaudí e Domènech i Montaner, autores de ícones extravagantes como a Casa Milá e o Palau de La Música Catalana, respectivamente. No bem preservado Bairro Gótico, ruelas estreitas e escuras são cheias de vida, ao passo que no amplo Eixample os padronizados quarteirões exalam charme e vanguarda cultural. Negligenciada por décadas, a orla marítima surpreende hoje com agradáveis praias e as múltiplas opções culturais de Port Vell. Outro polo de lazer é Montjuïc, que abriga museus, o castelo e várias instalações olímpicas dos Jogos de 1992, como o belo estádio e o Palau San Jordi. Falando em esporte, nada como assistir a um jogo do Barcelona, o “Barça”, símbolo do orgulho e criatividade catalães, de seu espírito altivo e amor por sua terra.

Nada porém tem o poder atemporal da Sagrada Família. O inacabado templo católico transcende a religião para se tornar um símbolo da cidade, impresso no gênio de Gaudí e nos muitos artistas que ali deixaram sua marca.

COMO CHEGAR (via aérea)

Via aérea: a forma mais prática de chegar a Barcelona é através de voos que passam por Lisboa ou Madri: há muitas conexões disponíveis e não é necessário ir para hubs mais distantes, como Amsterdã, Frankfurt ou Roma. Os voos vindos do Brasil costumam pousar em El Prat, na cidade vizinha de Llobregat. Para chegar ao Centro, prefira o Aerobus, linha circular que liga o aeroporto à Plaça Catalunya em 35 minutos.

COMO CIRCULAR 

Barcelona possui um excelente sistema de transporte integrado. A combinação de metrô e ônibus faz o turista chegar a praticamente todas as principais atrações turísticas com velocidade e muita praticidade. São oito linhas de subterrâneos, cem linhas de ônibus, as linhas de teleférico e funicular de Montjuïc. Para compreender o sistema, mapas estão disponíveis em todas as linhas de metrô, mas você também pode traçar sua rota no site da TMB (www.tmb.cat).

Uma viagem simples, não integrada, custa €2 para os ônibus, metrô ou funicular. Um cartão para dez viagens sai por € 9,25, enquanto que há também bilhetes turísticos válidos por vários períodos: 2 dias (€ 12,80), 3 dias (€ 18,50), 4 dias (€ 23,50) e 5 dias (€ 28). Há outros descontos para crianças e estudantes.

Andar de carro em Barcelona não é muito fácil. Apesar da boa qualidade de suas ruas e sinalização, o típico trânsito pesado de grandes cidades e a dificuldade em estacionar não são encorajadores. Se, mesmo assim, você tiver que usar um carro, tenha um mapa ou navegador GPS à mão.

ONDE FICAR

Barcelona possui uma enorme variedade de hotéis. Como principal cidade industrial do país, aqui não faltam bons estabelecimentos de bandeiras internacionais como NH, Tryp, Accor e Meliá, oferecendo todo conforto e infraestrutura. Uma região muito agradável é Barceloneta, assim como o entorno da estação Sants, a Diagonal, o Passeig de Gràcia e Las Ramblas oferecem muitas opções, todas nas proximidades de restaurantes, bares, cafés e bancos.

Uma tendência que vem se firmando em Barcelona são os hotéis e albergues butique. Móveis de design, decoração vanguardista e serviço personalizado são a perfeita contraposição à pasteurização dos hotéis de rede. Um hotel que fica entre estes dois mundos, sofisticação e apelo global, é o Mandarin Oriental, chiquetérrimo até a raíz.

ONDE COMER

Na última década e meia a Catalunha disputa com o País Basco o título de principal celeiro de chefs estrelados do planeta. Nomes de apelo internacional como Feran Adrià inovaram com sua cozinha lúdica, que brinca com texturas, formas e cores. Todavia, como bolhas com ar, açafrão e gelatinas de verdura não são para o gosto de todos, Barcelona segue forte com um destino onde se come bem, e de tudo. Esparramada sobre o Mar Mediterrâneo – a via que lhe trouxe influências francesas, italianas, gregas e árabes – a base de sua gastronomia aproveita-se bem de pescados.

Disponível em: < https://viagemeturismo.abril.com.br/cidades/barcelona-2/>. Acesso em: 23 jun. 2018. (Texto adaptado)

Uma tendência que vem se firmando em Barcelona são os hotéis e albergues butique. Móveis de design, decoração vanguardista e serviço personalizado são a perfeita contraposição à pasteurização dos hotéis de rede.”


Considerando sua articulação com o texto, o termo “pasteurização” quer significar o quê?

Alternativas
Q931345 Português

    


As feições de Barcelona são tão marcantes e únicas que encantam ao primeiro encontro. Boa parte dessa impressão poderosa é fruto da criatividade e ousadia de arquitetos como Gaudí e Domènech i Montaner, autores de ícones extravagantes como a Casa Milá e o Palau de La Música Catalana, respectivamente. No bem preservado Bairro Gótico, ruelas estreitas e escuras são cheias de vida, ao passo que no amplo Eixample os padronizados quarteirões exalam charme e vanguarda cultural. Negligenciada por décadas, a orla marítima surpreende hoje com agradáveis praias e as múltiplas opções culturais de Port Vell. Outro polo de lazer é Montjuïc, que abriga museus, o castelo e várias instalações olímpicas dos Jogos de 1992, como o belo estádio e o Palau San Jordi. Falando em esporte, nada como assistir a um jogo do Barcelona, o “Barça”, símbolo do orgulho e criatividade catalães, de seu espírito altivo e amor por sua terra.

Nada porém tem o poder atemporal da Sagrada Família. O inacabado templo católico transcende a religião para se tornar um símbolo da cidade, impresso no gênio de Gaudí e nos muitos artistas que ali deixaram sua marca.

COMO CHEGAR (via aérea)

Via aérea: a forma mais prática de chegar a Barcelona é através de voos que passam por Lisboa ou Madri: há muitas conexões disponíveis e não é necessário ir para hubs mais distantes, como Amsterdã, Frankfurt ou Roma. Os voos vindos do Brasil costumam pousar em El Prat, na cidade vizinha de Llobregat. Para chegar ao Centro, prefira o Aerobus, linha circular que liga o aeroporto à Plaça Catalunya em 35 minutos.

COMO CIRCULAR 

Barcelona possui um excelente sistema de transporte integrado. A combinação de metrô e ônibus faz o turista chegar a praticamente todas as principais atrações turísticas com velocidade e muita praticidade. São oito linhas de subterrâneos, cem linhas de ônibus, as linhas de teleférico e funicular de Montjuïc. Para compreender o sistema, mapas estão disponíveis em todas as linhas de metrô, mas você também pode traçar sua rota no site da TMB (www.tmb.cat).

Uma viagem simples, não integrada, custa €2 para os ônibus, metrô ou funicular. Um cartão para dez viagens sai por € 9,25, enquanto que há também bilhetes turísticos válidos por vários períodos: 2 dias (€ 12,80), 3 dias (€ 18,50), 4 dias (€ 23,50) e 5 dias (€ 28). Há outros descontos para crianças e estudantes.

Andar de carro em Barcelona não é muito fácil. Apesar da boa qualidade de suas ruas e sinalização, o típico trânsito pesado de grandes cidades e a dificuldade em estacionar não são encorajadores. Se, mesmo assim, você tiver que usar um carro, tenha um mapa ou navegador GPS à mão.

ONDE FICAR

Barcelona possui uma enorme variedade de hotéis. Como principal cidade industrial do país, aqui não faltam bons estabelecimentos de bandeiras internacionais como NH, Tryp, Accor e Meliá, oferecendo todo conforto e infraestrutura. Uma região muito agradável é Barceloneta, assim como o entorno da estação Sants, a Diagonal, o Passeig de Gràcia e Las Ramblas oferecem muitas opções, todas nas proximidades de restaurantes, bares, cafés e bancos.

Uma tendência que vem se firmando em Barcelona são os hotéis e albergues butique. Móveis de design, decoração vanguardista e serviço personalizado são a perfeita contraposição à pasteurização dos hotéis de rede. Um hotel que fica entre estes dois mundos, sofisticação e apelo global, é o Mandarin Oriental, chiquetérrimo até a raíz.

ONDE COMER

Na última década e meia a Catalunha disputa com o País Basco o título de principal celeiro de chefs estrelados do planeta. Nomes de apelo internacional como Feran Adrià inovaram com sua cozinha lúdica, que brinca com texturas, formas e cores. Todavia, como bolhas com ar, açafrão e gelatinas de verdura não são para o gosto de todos, Barcelona segue forte com um destino onde se come bem, e de tudo. Esparramada sobre o Mar Mediterrâneo – a via que lhe trouxe influências francesas, italianas, gregas e árabes – a base de sua gastronomia aproveita-se bem de pescados.

Disponível em: < https://viagemeturismo.abril.com.br/cidades/barcelona-2/>. Acesso em: 23 jun. 2018. (Texto adaptado)
Dado o contexto de aplicação, em “Barcelona possui uma enorme variedade de hotéis...”, “enorme” tem como sinônimo:
Alternativas
Q931310 Português
Na frase “Existe um estigma de que a população masculina procura pouco o médico” (l.24) a palavra em destaque significa:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: PROMUN Órgão: Funcabes Prova: PROMUN - 2018 - Funcabes - Escriturário |
Q931171 Português

Leia com atenção a letra do Hino da Cidade de Taubaté, para responder à questão.


Taubaté das Bandeiras que ousaram

desbravar ínvias selvas, com glória.

Taubaté, cujos filhos não param,

sempre em marcha nas asas da História.

Taubaté das Monções, na erradia

epopeia por rios e lapas,

qual titã a fazer Geografia,

implantando fronteiras nos mapas.


A louvar-te, com ânsia,

tanjam todos os sinos...

Vens de longa distância,

vais a altos destinos.


Quando outrora o café, soberano,

todo em ouro, qual midas, floria

alto nível o clã taubateano,

de riqueza, se alteando, atingia.

E tal é o poder, que então goza,

(decantado, na época, em aulo)

que a cidade chegou, poderosa,

a se ombrear com a própria São Paulo!


E hoje, rica e industrial, o esplendor

a ostentar de moderna cidade,

tens no ensino tal vulto e labor

que és, inteira, uma só faculdade.

Mas, sem ti o progresso se espalma

e em concreto te elevas, heril.

és a mesma cidade com alma

que nasceu no alvorar do Brasil!

As expressões grifadas: ínvias, epopeia, ombrear, heril e labor são sinônimos, respectivamente de:
Alternativas
Respostas
10201: C
10202: E
10203: B
10204: D
10205: C
10206: D
10207: E
10208: B
10209: C
10210: E
10211: D
10212: C
10213: B
10214: A
10215: A
10216: D
10217: C
10218: E
10219: D
10220: A