Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q1026765 Português
Todas as alternativas a seguir são sinônimas da palavra “provável” (linha 6). Não poderia, contudo, substituí-la devido a erro ortográfico a seguinte:
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Q1026507 Português
Em E mais: 12% das mães veem sua autoestima abaixo da média, ante as 22% sem filhos com a mesma opinião (linhas 3 a 5), a expressão grifada é sinônima de
Alternativas
Q1026506 Português
Uma ideia é expressa de forma redundante em
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Q1026461 Português

Leia com atenção a tira de “Hagar, o Horrível”, criada pelo cartunista Dik Browne, para responder à questão a seguir.


                        

Considere o sentido da tira e a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, assinale a alternativa incorreta.
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Q1026345 Português

                        Redes pessoais e vulnerabilidade social


      Redes sociais têm sido cada vez mais consideradas como elementos importantes na construção de uma grande variedade de processos, desde a mobilização política em movimentos sociais ou partidos políticos, até as ações e a estrutura de relações formais e informais entre as elites políticas e econômicas ou na estruturação de áreas de políticas públicas, entre muitos outros temas. Número significativo de estudos tem examinado as redes pessoais, aquelas que cercam os indivíduos em particular. Essas análises visam a estudar os efeitos da sociabilidade de diversos grupos sociais, para compreender como os laços sociais são construídos e transformados e suas consequências para fenômenos como integração social, imigração e apoio social.

     No caso específico da pobreza, a literatura tem estabelecido de forma cada vez mais eloquente como tais redes medeiam o acesso a recursos materiais e imateriais e, ao fazê-lo, contribuem de forma destacada para a reprodução das condições de privação e das desigualdades sociais. A integração das redes ao estudo da pobreza pode permitir a construção de análises que escapem dos polos analíticos da responsabilização individual dos pobres por sua pobreza (e seus atributos), assim como de análises sistêmicas que foquem apenas os macroprocessos e constrangimentos estruturais que cercam o fenômeno.

     A literatura brasileira sobre o tema tem sido marcada por uma oposição entre enfoques centrados nesses dois campos, embora os últimos anos tenham assistido a uma clara hegemonia dos estudos baseados em atributos e ações individuais para a explicação da pobreza. Parece-nos evidente que tanto constrangimentos e processos supraindividuais (incluindo os econômicos) quanto estratégias e credenciais dos indivíduos importam para a constituição e a reprodução de situações de pobreza. Entretanto, essas devem ser analisadas no cotidiano dos indivíduos, de maneira que compreendamos de que forma medeiam o seu acesso a mercados, ao Estado e às trocas sociais que provêm bem-estar.

(Eduardo Marques, Gabriela Castello e Renata M. Bichir. Revista USP, n° 92, 2011-2012. Adaptado)

Para responder a questão, considere esta passagem do texto:

(I) A literatura brasileira sobre o tema tem sido marcada por uma oposição entre enfoques centrados nesses dois campos, (II) embora os últimos anos tenham assistido (III) a uma clara hegemonia dos estudos baseados em atributos e ações individuais (IV) para a explicação da pobreza.


As palavras “hegemonia” e “atributos” têm sinônimos adequados ao contexto em:

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Q1026292 Português
Atenção: Leia a crônica a seguir para responder a questão.

O substituto da vida

       Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo. Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria e ia à vida.
       Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à esquina comer um pastel. Se estivesse numa das fases de trabalhar em casa, ao terminar de escrever eu fechava a máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia. Só reabria a máquina no dia seguinte.
     Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em jornais e revistas on-line. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela.
     Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos, a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a vida. É por isto que nem chego perto dele – temo que me substitua também.
(Adaptado de: CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. Rio de Janeiro, Estação Brasil, 2018, p. 67-68) 
O autor estabelece uma oposição entre “ir à vida” e
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Q1026286 Português
Atenção: Para responder a questão, leia a notícia a seguir, publicada em 15 de março de 2019. 

Estudantes vão às ruas em protesto global contra mudança climática

     Milhares de estudantes saíram às ruas nesta sexta-feira (15) para protestar por medidas efetivas no combate às mudanças climáticas.
      O movimento “Fridays For Future” (Sextas-feiras pelo futuro) ganhou força com Greta Thunberg, que uma vez por semana falta às aulas, em Estocolmo, para se sentar em uma praça em frente ao Parlamento da Suécia e pedir medidas concretas contra o aquecimento global. Nesta sexta, não foi diferente. Greta protestou diante do Parlamento na capital do país, cercada por 30 manifestantes. Ao todo, nesta sexta, estão previstos 2 mil eventos em 123 países − no Brasil, 20 cidades têm protestos agendados.
     “Não sou a origem do movimento. Já existia. Precisava apenas de uma faísca para acender. Vivemos uma crise existencial ignorada durante décadas. Se não agirmos agora, será muito tarde”, disse Thunberg.
        Desde o ano passado, Greta já discursou em eventos internacionais como a COP24, a Conferência do Clima da ONU, em dezembro, e no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, em janeiro. Nesta quinta (14), ela foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz por três políticos noruegueses por sua atuação na agenda ambiental.
(Adaptado de: OLIVEIRA, Elida. Portal G1, 15.03.2019. Disponível em: https://g1.globo.com) 

Precisava apenas de uma faísca para acender. (3º parágrafo)

Atendendo à concordância da norma-padrão da língua e preservando o tempo e o modo verbal do texto, o trecho destacado estará corretamente substituído por

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Q1025700 Português

                              Passagem pela adolescência


      "Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente. Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para viver a própria vida resulta em diversas e sérias preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a adolescência mais problemática para os pais do que para os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar sempre que possível com colegas e amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso, parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos com calma porque não é bem assim.

      Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o fenômeno da adolescência, principalmente no mundo contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois motivos importantes.

      Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.

      Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola, quando se afasta das dificuldades que surgem na vida escolar - sua primeira e exclusiva responsabilidade -, quando se envolve em conflitos, comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas também passam a ideia de que eles não existem por muito mais tempo.

      É bom lembrar que a escola - no ciclo fundamental - deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos, como experiência de aprender a se conhecer, a viver em comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar conta de dar os passos com suas próprias pernas.

      Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude eterna, por exemplo, compromete de largada o processo de amadurecimento típico da adolescência, que exige certa dose de solidão para a estruturação de tantas vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os adolescentes contam para conversar?

      Eles precisam, nessa época de passagem para a vida adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as questões existenciais e da vida em sociedade para estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto, parece que estamos muito mais comprometidos com a juventude do que eles mesmos.

      Quem leva a sério questões importantes para eles em temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais e professores que com eles convivem.

      Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão necessária nessa época da vida, mas parece que se encontram sozinhos na aventura de aprender a se tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia, não?

SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com/ search/label/Adolescência. 

O termo sublinhado em “Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola” (4º §) é forma flexionada do verbo “penar”, no sentido de “sofrer”, “padecer”. Comparando-se o referido termo com o substantivo “pena”, de “plumagem”, pode-se afirmar que é um fato semântico denominado:
Alternativas
Q1025691 Português

                              Passagem pela adolescência


      "Filho criado, trabalho redobrado." Esse conhecido ditado popular ganha sentido quando chega a adolescência. Nessa fase, o filho já não precisa dos cuidados que os pais dedicam à criança, tão dependente. Mas, por outro lado, o que ele ganha de liberdade para viver a própria vida resulta em diversas e sérias preocupações aos pais. Temos a tendência a considerar a adolescência mais problemática para os pais do que para os filhos. É que, como eles já gozam de liberdade para sair, festejar e comemorar sempre que possível com colegas e amigos de mesma idade e estão sempre prontos a isso, parece que a vida deles é uma eterna festa. Mas vamos com calma porque não é bem assim.

      Se a vida com os filhos adolescentes, que alguns teimam em considerar um fato aborrecedor, é complexa e delicada, a vida deles também o é. Na verdade, o fenômeno da adolescência, principalmente no mundo contemporâneo, é bem mais complicado de ser vivido pelos próprios jovens do que por seus pais. Vejamos dois motivos importantes.

      Em primeiro lugar, deixar de ser criança é se defrontar com inúmeros problemas da vida que, antes, pareciam não existir: eles permaneciam camuflados ou ignorados porque eram da responsabilidade só dos pais. Hoje, esse quadro é mais agudo ainda, já que muitos pais escolheram tutelar integralmente a vida dos filhos por muito mais tempo.

      Quando o filho, ainda na infância, enfrenta dissabores na convivência com colegas ou pena para construir relações na escola, quando se afasta das dificuldades que surgem na vida escolar - sua primeira e exclusiva responsabilidade -, quando se envolve em conflitos, comete erros, não dá conta do recado etc., os pais logo se colocam em cena. Dessa forma, poupam o filho de enfrentar seus problemas no presente, é claro, mas também passam a ideia de que eles não existem por muito mais tempo.

      É bom lembrar que a escola - no ciclo fundamental - deveria ser a primeira grande batalha da vida que o filho teria de enfrentar sozinho, apenas com seus recursos, como experiência de aprender a se conhecer, a viver em comunidade e a usar seu potencial com disciplina para dar conta de dar os passos com suas próprias pernas.

      Em segundo lugar, o contexto sociocultural globalizado atual, com ideais como consumo, felicidade e juventude eterna, por exemplo, compromete de largada o processo de amadurecimento típico da adolescência, que exige certa dose de solidão para a estruturação de tantas vivências e, principalmente, interlocução. E com quem os adolescentes contam para conversar?

      Eles precisam, nessa época de passagem para a vida adulta, de pessoas dispostas a assumir o lugar da maturidade e da experiência com olhar crítico sobre as questões existenciais e da vida em sociedade para estabelecer com eles um diálogo interrogador. Várias pesquisas já mostraram que os jovens dão grande valor aos pais e aos professores em suas vidas. Entretanto, parece que estamos muito mais comprometidos com a juventude do que eles mesmos.

      Quem leva a sério questões importantes para eles em temas como política, sexualidade, drogas, ética, depressão e suicídio, vida em família, vida escolar, violência, relações amorosas e fidelidade, racismo, trabalho etc.? Quando digo levar a sério me refiro a considerar o que eles dizem e dialogar com propriedade, e não com moralismo ou com excesso de jovialidade. E, desse mal, padecem muitos pais e professores que com eles convivem.

      Os adolescentes não conseguem desfrutar da solidão necessária nessa época da vida, mas parece que se encontram sozinhos na aventura de aprender a se tornarem adultos. Bem que merecem nossa companhia, não?

SAYÃO, Rosely. “As melhores crônicas do Brasil”. In cronicasbrasil.blogspot.com/ search/label/Adolescência. 

Na opinião da autora, o ditado popular “Filho criado, trabalho redobrado”:
Alternativas
Q1025639 Português
O termo “prosa”, no título do texto, foi empregado
Alternativas
Q1025635 Português

Considere o trecho: “Quando foi a última vez em que mandou uma mensagem desse tipo sem elucubrar 200 vezes a respeito antes, complicando o que seria uma oferta natural de apoio, atenção e afeto e a chance de receber de volta uma resposta surpreendente?” (Linhas 19-21)


A palavra “elucubrar”, no trecho, assume o valor semântico de

Alternativas
Q1025634 Português
Considere o trecho: “Os tempos modernos nos cutucam com inquietações das mais variadas mesmo, mas prefiro acreditar que há um jeito de abordar o cotidiano, as nossas circunstâncias, aquilo que a gente controla e também o imponderável que faz parte da jornada de cada um, de um modo mais prático – e mais singelo.” (Linhas 8-10)
A palavra “imponderável”, no trecho acima, significa aquilo que  
Alternativas
Q1025560 Português

Considere o trecho: “O modo como você passa pelos seus dias é a forma como a sua vida está passando, afinal. Considere esta sugestão: simplifique o que você pode na forma de pensar e fazer o que der, para sentir que você está bem vivo aí, no miudinho do seu tempo, esse que vai passar levando você pra frente, sem considerar a sua embatucação.” (Linhas 28-31)

Análise as afirmativas abaixo, tendo em vista a organização sintático-semântica do trecho:


I - O verbo ‘passar” foi usado duas vezes no trecho com o mesmo valor semântico.

II - No trecho, o pronome demonstrativo “esta” poderia ser substituído por ‘essa’ com igual correção.

III - O termo “embatucação” foi empregado informalmente no sentido de inércia, falta de ação.

IV - O termo “miudinho” assume, no trecho, valor de restrição.


Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q1025500 Português

Considere o trecho: “O modo como você passa pelos seus dias é a forma como a sua vida está passando, afinal. Considere esta sugestão: simplifique o que você pode na forma de pensar e fazer o que der, para sentir que você está bem vivo aí, no miudinho do seu tempo, esse que vai passar levando você pra frente, sem considerar a sua embatucação.” (Linhas 28-31) Análise as afirmativas abaixo, tendo em vista a organização sintático-semântica do trecho:


I - O verbo ‘passar” foi usado duas vezes no trecho com o mesmo valor semântico.

II - No trecho, o pronome demonstrativo “esta” poderia ser substituído por ‘essa’ com igual correção.

III - O termo “embatucação” foi empregado informalmente no sentido de inércia, falta de ação.

IV - O termo “miudinho” assume, no trecho, valor de restrição.


Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q1025331 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder a questão.



Considere o trecho: “Com tanto estímulo externo efêmero, o que nos resta internamente depois é o tédio.” (Linha 4)

Nesse contexto, a palavra “efêmero” significa

Alternativas
Q1025041 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Considerando que o mundo contemporâneo nos faz ter uma vida de ruído e distrações, a aprendizagem do silêncio parece tão vital como precisarmos de ar. Na fábula, o silêncio assume um sentido figurado e simbólico que exprime
Alternativas
Q1025034 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.



Em “Para fazermos escolhas definitivas com a devida ponderação” (linhas 4 e 5), a fim de que não ocorresse alteração de sentido, a palavra “ponderação” NÃO poderia ser substituída por
Alternativas
Q1024934 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Relativamente à frase: “E a palavra, como se sabe, é o mais precioso instrumento de trabalho do médico, porque é através dela que conquistamos confiança ou plantamos incerteza, que somos acolhidos” (l. 17-19), analise as assertivas que seguem:
I. A supressão do advérbio ‘mais’ implicaria alteração de sentido. II. Desconsiderando-se aspectos relacionados à pontuação e ao uso de maiúsculas e minúsculas, o deslocamento do termo ‘como se sabe’ para imediatamente após a palavra ‘E’ não provocaria qualquer alteração ao sentido global do período. III. A substituição da conjunção ‘ou’ por ‘e’ manteria a mesma relação sintática entre as orações, entretanto, alterar-se-ia a relação semântica.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1024928 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



De acordo com o contexto de ocorrência e sem causar incorreção à estrutura e ao sentido, o vocábulo ‘falacioso’ (l. 25) poderia ser correta e adequadamente substituído por:
Alternativas
Q1024830 Português

Avalie as seguintes propostas de supressão de vocábulos do texto:


I. ‘quase’ na linha 01.

II. ‘certos’ na linha 27.

III. ‘pelo menos’ na linha 39.


Quais provocam alteração de sentido nos respectivos contextos de ocorrência?

Alternativas
Respostas
9041: C
9042: B
9043: D
9044: C
9045: B
9046: E
9047: C
9048: E
9049: B
9050: A
9051: A
9052: D
9053: X
9054: X
9055: C
9056: B
9057: C
9058: E
9059: A
9060: E