Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093040 Português

A respeito de sinônimos e antônimos, julgue o item.


O antônimo de “mal” é “bom”.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093039 Português

A respeito de sinônimos e antônimos, julgue o item.


Um sinônimo possível para “ensinamento” é “lição”.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093038 Português

A respeito de sinônimos e antônimos, julgue o item.


Um sinônimo possível para “fraco” é “débil”.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093037 Português

A respeito de sinônimos e antônimos, julgue o item.


O antônimo de “público” é “privado”.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093003 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“o amálgama de prata e outros metais” (linhas 36 e 37) por a liga de prata e outros metais.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093001 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“deficiente” (linha 24) por incapaz.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1093000 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


Considerando  a  correção  gramatical  e  a  coerência  das  substituições propostas para  vocábulos e trechos destacados  do texto, julgue o item.


“sua posterior corrosão” (linha  21) por seu posterior desgaste.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1092999 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“abscesso” (linha 17) por inchaço.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AC Prova: Quadrix - 2019 - CRO - AC - Serviços Gerais |
Q1092998 Português

Texto para o item.


Cárie dentária



Internet: <https://www.infoescola.com> (com adaptações).


Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.


“progressivamente” (linha 6) por gradualmente.

Alternativas
Q1092473 Português
Brennand
Na Oficina de Francisco Brennand tudo é primoroso e interessante.
Exatamente um ano atrás eu estava em Recife. Em meio a várias reflexões e compromissos acadêmicos, acionei o antigo desejo de conhecer a Oficina Brennand, no bairro Várzea. A experiência foi mística, não tenho como definir de outra forma. Revejo agora fotografias desse passeio e me transporto de volta para lá. Reencontro as estátuas protetoras, os bichos míticos: um mundo de fábulas íntimas que eu percorria, como se entrasse por baixo das pálpebras de Brennand e pudesse conhecer as histórias que ele sonhou durante décadas, para depois nascerem petrificadas. Eu dava voltas, contornava os objetos, tornava a um e outro, comparando. Queria adivinhar a experiência geradora, o impulso antes da obra, o símbolo do cisne, do jaguar, do pássaro rompendo o ovo — que vontade precedeu cada imagem?
E os textos (sim, eles também estavam ali, nas paredes, tão plásticos quanto os outros seres): “Não interrompam este silêncio. Não interrompam este sonho”. Fragmentos de Ariano Suassuna, de Joseph Conrad ou dos Eclesiastes criavam estações — paradas necessárias para deixar o pensamento ecoar.
Há portais nos jardins, painéis de cerâmica — várias edificações, refúgios para diferentes propósitos do autor. No prédio principal se encontram as obras-primas em escultura, com insistentes formas eróticas. Cabeças inclinadas sugerindo falos, gigantescos elementos priápicos a compor tantos personagens — Galatea, Hiera, Halia, Oreste, Calígula, Édipo, Vênus, Semíramis. E as figuras femininas, fendidas e férteis, surgem no esbanjamento daquela orgia estética. Muitas referências clássicas, históricas ou míticas, mas cada uma vista sob esta perspectiva: o festejo do corpo.
A abundância vital.
Não tive dúvidas de que a longevidade do autor está ligada a esse tipo de celebração. Depois de passear durante horas pelo espaço, eu o encontrei — e ali, na figura daquele homem alto, de 95 anos, de repente vi concentrados todos os ancestrais, Rembrandt, Monet, Balthus, Picasso… Foi como se eu entrasse no olho do Aleph, ou me empoleirasse em frente à Máquina do Mundo, levada por espirais de tempo para frente e para trás, condensadas num minuto. Depois tudo se resumiu numa frase: “Ele não se submeteu”, surgida enquanto eu cumprimentava Francisco Brennand e recebia o seu presente — o Diário em quatro volumes (O nome do livro) que ainda hoje continuo a ler. A frase era uma espécie de lema para compreender a Oficina, a produção em esculturas e pinturas, os temas, os estudos… A persistência de um criador que constrói o próprio mundo: isso representa o mais profundo pacto que se pode ter com a arte.
Mas o turista em Recife deve prestar atenção para não confundir a Oficina de Francisco Brennand com o Instituto Ricardo Brennand. Este último apresenta-se como uma coleção montada por um industrial parente do artista. O espaço tem um contexto muito agradável, cercado pela mata atlântica. Mas quem busca a fruição típica dos museus sai de lá horrorizado: as peças estão dispostas sem qualquer coerência cronológica ou estética, sem legenda, seguindo apenas o gosto pessoal do proprietário ou alguma anedota de sua vida, que um esforçado monitor buscava me esclarecer.
O visitante deveria ser advertido de que o lugar foi concebido como um depósito, ou como a extensão da casa de alguém. Quem paga o ingresso pode espiar (mas não aprender, como é uma função dos museus). Sim, espiamos um acúmulo de obras; genuínas ou reproduções, estavam todas indistintamente juntas.
No jardim, uma escultura de Botero formava grupo com um rinoceronte de outra autoria e época — e o motivo daquela junção era o material comum, de que eram feitas as peças! Numa das salas, um tapete de Gobelin ficava em frente a uma mão do ateliê de Rodin. Um Bom Jesus da Agonia, do Barroco mineiro, bem como um arco de igreja do mesmo período, fazia a gente pensar na história dos trajetos, saques, revendas e complexas transações comerciais que as obras sacras — não apenas do Brasil — já sofreram. E, para ir a um local bem distante, havia ali também a China, representada por um gigantesco e terrível navio feito de marfim (quem puder, pense no tamanho da matança que uma obra assim representa).
A sala das figuras de cera, mimetizando em paralisia o julgamento de Nicolas Fouquet, juntamente com o castelo onde estão guardadas as armas — de uma variedade abominável, dentre canivetes, sabres, cimitarras, pistolas — trouxe um toque curioso à visita, que desse modo não me proporcionou somente angústia. Mas eu precisei passar um bom tempo em meio às plantas para reencontrar um eixo de tranquilidade. A grande beleza do Instituto é de fato a natureza circundante; na Oficina, ao contrário, tudo é primoroso e interessante. Não fica difícil fazer uma escolha.

http://rascunho.com.br/brennand/

“Mas quem busca a fruição típica dos museus sai de lá horrorizado”.

A expressão em destaque no trecho acima pode ser substituída sem perda de sentido por:

Alternativas
Q1092058 Português
O mapa-múndi distorce (e muito) o tamanho real dos países

       Você provavelmente já deve ter se deparado com um mapa do tipo Projeção de Mercator, criado em 1559 pelo geógrafo Gerhard Kremer (conhecido como Gerhard Mercator). Seu trabalho foi revolucionário, já que o modelo é considerado a primeira representação do mundo com todos os continentes após a expansão marítima europeia.
     Só que tem um problema: as áreas de alguns dos países estão distorcidas (e muito!). Nações como a Rússia e o Canadá, por exemplo, estão bem maiores do que realmente _____.
      Como a Terra é uma esfera, não dá para representá-la em um mapa plano sem que nenhuma distorção aconteça. No caso de Mercator, a projeção cartográfica é do tipo cilíndrica; é como se o mapa formasse um cilindro envolvendo o globo terrestre.
        Esse tipo de projeção conserva os ângulos de cada território e, por isso, é usado até hoje para a navegação marítima, por exemplo. No entanto, na hora de planificar a Terra, as áreas sofrem distorções, especialmente longe da linha do Equador. Nesses mapas, a Groenlândia aparenta ter duas vezes o tamanho do Brasil, o que está longe de ser verdade: a ilha possui uma área de 2,1 milhões de km², enquanto o nosso País ____ 8,5 milhões de km².
        No começo do século 20, o geógrafo Arno Peters adaptou o trabalho de Mercator e tentou dar prioridade aos países emergentes, dando destaque a eles. Ele acreditava que os mapas são manifestações simbólicas de poder, e que mostrar os países mais ricos com áreas maiores do que a realidade ______ um problema. Já o geógrafo Arthur H. Robinson suavizou as distorções nos extremos do planeta. Sua versão de mapa, criada nos anos de 1960, é a mais usada nos atlas atuais.
        Há ainda as projeções cônicas, que resultam em um mapa com formato de leque, e a polar (ou azimutal), que dá a visão do planeta “visto de cima”, pelo Polo Norte. Vale dizer que não existe um tipo melhor ou pior que o outro, visto que cada projeção pode ser usada para um objetivo diferente.

https://super.abril.com.br/mundo-estranho/... - adaptado
Considerando-se seus sentidos no texto, os termos “distorcidas” (segundo parágrafo) e “aparenta” (quarto parágrafo) encontram sinônimo, respectivamente, em:
Alternativas
Q1092018 Português
Humanos jamais vão migrar para outros planetas

    Michel Mayor, astrônomo suíço que ganhou o Nobel de Física, declarou ________ que os humanos precisam abandonar a ________ de se mudar para outro planeta no caso de a vida se tornar impossível na Terra. “É completamente louco”.
    Em entrevista, o astrônomo destacou a importância de repensar o discurso de que podemos conviver com a alternativa de juntar as tralhas e partir de vez para outro sistema planetário, no caso de as coisas darem errado aqui na Terra. “Estamos falando de uma viagem de centenas de milhões de dias usando os meios disponíveis hoje”.
    “Devemos cuidar de nosso planeta, que é bonito e continua absolutamente vivível”, disse. A intenção de Mayor é valorizar a urgência de cuidarmos melhor do nosso planeta, o único no Universo que podemos chamar de casa.
https://super.abril.com.br/ciencia/... - adaptado.
Considerando-se seu sentido no texto, o termo “abandonar” (primeiro parágrafo) encontra antônimo em:
Alternativas
Q1091892 Português
Analisar os itens abaixo em relação ao contexto em que estão inseridos os termos sublinhados:
I. Mãe, você traz um docinho para mim? II. Valquíria trás comida todos os dias.
Alternativas
Q1091888 Português
A explosão da solidão

    Ficar sozinho pode fazer muito mal. Você já deve ter se sentido solitário e sabe o quão desagradável isso é. A solidão pode ser objetiva, ou seja, derivada de um isolamento real, ou subjetiva, uma sensação criada pela mente. Em ambos os casos, ela é um alerta do organismo para que busquemos a companhia de outras pessoas, o que aumenta nossas chances de sobrevivência. Por motivos ainda não elucidados, a solidão parece estar aumentando – a ponto de se tornar uma epidemia. Nos EUA, nada menos que 76% das pessoas apresentam níveis moderados ou altos de solidão, segundo um estudo da Universidade da Califórnia.
    Não há números a respeito no Brasil, mas os indicadores mais relevantes apontam na mesma direção. Entre 2004 e 2014, o número anual de divórcios _______________ 250% (12 vezes mais que o aumento no número de casamentos). Entre 1991 e 2019, a quantidade de pessoas que moram sozinhas subiu 340% (10 vezes mais que o crescimento da população como um todo).
    Em suma: a solidão é onipresente e está crescendo. O problema é que ela mata. Solitários _____ 29% mais chances de sofrer de doenças cardíacas, 32% mais riscos de ter um AVC e são 200% mais propensos a desenvolver Alzheimer. Em mulheres solitárias, a reincidência de câncer de mama é 40% maior, e a propensão à letalidade chega a 60%. Quem já experimentou um grau elevado de solidão _____ três vezes mais chances de cair em depressão.
    A solidão é mais letal do que a obesidade (que eleva em 20% o risco de morrer) e o alcoolismo (30% a mais de risco), e consegue ser tão nociva quanto o tabagismo; é tão mortal quanto fumar 15 cigarros por dia, mas quase ninguém se dá conta disso. “Apesar de estar associada a altos índices de mortalidade, a solidão é uma questão de saúde pública amplamente ignorada”, afirma a psicóloga Michelle Lim, do Centro de Pesquisas em Ciências Cerebrais e Psicológicas da Universidade de Swinburne, na Austrália, e especialista no assunto.
https://super.abril.com.br/especiais/... - adaptado.
Considerando-se seus sentidos no texto, os termos “elucidados” (primeiro parágrafo) e “reincidência” (terceiro parágrafo) encontram sinônimos, respectivamente, em:
Alternativas
Q1091848 Português

       ____________ o Macchu Picchu está em um local tão acidentado?


      No topo de uma montanha peruana de quase 2,5 quilômetros de altitude, está situado o santuário inca de Macchu Picchu. Símbolo de uma civilização antiga, o local desperta _____ décadas a curiosidade dos cientistas, intrigados com o fato de uma sociedade despossuída das tecnologias atuais ter construído a chamada “cidade perdida” em uma região tão acidentada e difícil de manejar.

      Foi anunciado um estudo, liderado pelo geólogo brasileiro Rualdo Menegat (da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), que busca elucidar o assunto. O cientista sugeriu que a construção do Macchu Picchu em um ponto de encontro entre placas tectônicas – o que culmina em um relevo desigual – se deu por causa, e não apesar, do tipo de terreno da região. De acordo com o pesquisador, teria sido impossível erguer a cidade em altas montanhas (como exigia a religião dos incas, que valorizava a altitude e a vista) se o solo não fosse acidentado.

      O estudo foi baseado em imagens capturadas por satélites e medições feitas no próprio local. Ao mapear as fraturas geológicas presentes na América do Sul, Menegat descobriu que as falhas responsáveis pela elevação da porção central da Cordilheira dos Andes se cruzam e formam um “X” exatamente embaixo do Macchu Picchu. Outras cidades incas, como Cusco e Ollantaytambo, também estão localizadas no encontro de fraturas de relevo.

      Os resultados da pesquisa apontam que a rede de falhas geológicas na região proporcionou diversas vantagens aos incas. Um bom exemplo é o fornecimento de água: os desníveis permitiam que a água de degelo, assim como a proveniente da chuva, escorresse diretamente para a cidade. Além disso, a altitude protege o santuário de avalanches e escorregamentos de terra, que são muito comuns na região.

      O estudo reitera o fato de que civilizações antigas possuíam conhecimentos profundos sobre determinados assuntos, ____ exemplo da construção e do planejamento de edificações. Afinal, em um mundo de tecnologia escassa, o povo inca foi capaz de organizar a estrutura de uma cidade com surpreendente eficiência.

                                                        https://veja.abril.com.br/ciencia... - adaptado.

Segundo seu sentido no texto, a palavra “escassa” (último parágrafo) encontra um antônimo em:
Alternativas
Q1091772 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Está sem tempo? Eu também. 

Fonte: Fernando Mantovani – Revista Exame – 12/04/2019 – Disponível em: https://exame.abril.com.br/ - (adaptação)
Analise as assertivas a seguir, a respeito do vocábulo “relevante” (l. 34):
I. Trata-se de um adjetivo comum de dois gêneros, que deriva do verbo “relevar”. II. O vocábulo poderia ser corretamente substituído por “sobejo” ou “sobeja” sem alteração do sentido original do texto. III. Trata-se de palavra paroxítona e trissílaba.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1091735 Português
Analise as assertivas a seguir a respeito do vocábulo “legítimo” (l. 12):
I. Trata-se de adjetivo comum de dois gêneros que possui apenas um radical. II. Poder-se-ia substituir essa palavra por “justificado” sem prejuízo do significado original do texto. III. Caso o acento da palavra destacada fosse suprimido, teríamos a formação de palavra não existente em Língua Portuguesa.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1090163 Português

A cor amarela é sinônimo de felicidade? Depende de onde

você nasceu

        Todos nós associamos emoções a cores: vermelho a amor, amarelo a alegria, azul a tristeza, etc. Mas essas concepções não são fixas: o laranja, por exemplo, é muito associado a calor e vitalidade no Ocidente, mas no Oriente Médio tem um significado extremamente triste – associado à lamentação e ao luto.

      Para mapear essas diferenças, pesquisadores suíços da Universidade de Lausanne, perguntaram a indivíduos de diferentes etnias e nacionalidades qual significado eles atribuíam ao amarelo. O amarelo foi escolhido porque “é uma __________ da luz do Sol, que sustenta a vida e o clima agradável”.

       Publicado no periódico Journal of Environmental Psychology, o estudo utilizou os dados das primeiras 6.625 pessoas que responderam a uma pesquisa internacional sobre a relação entre cores e emoções, contabilizando voluntários de 55 países. Nesse questionário, os participantes associam 12 cores a gradações de sentimentos como alegria, orgulho, medo e vergonha.

      A conclusão dos pesquisadores foi curiosa: o amarelo não é considerado tão alegre em países ensolarados. Depois de analisar diversas variáveis – como média de horas diárias de céu aberto e a duração relativa do dia e da noite, eles perceberam que dois fatores eram determinantes: a quantidade anual de chuva e a distância do Equador.

        No geral, as pessoas que associavam amarelo à alegria viviam em países mais chuvosos, localizados longe da linha imaginária. No Egito, apenas 5,7% das pessoas associam a cor à alegria. Já na Finlândia, país frio, com alto índice pluviométrico e distante do equador, 87,7% acham o amarelo alegre. Em países com climas mais amenos e estações do ano mais definidas, como os EUA, esses níveis de associação ficaram entre 60% e 70%.

https://super.abril.com.br/... - adaptado

Considerando-se o significado das palavras abaixo relacionadas, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Cerrar.

(2) Serrar.

(3) Cervo.

(4) Servo.


( ) Designação de um animal.

( ) Fechar.

( ) Cortar.

( ) Escravo.

Alternativas
Q1090030 Português
Na frase retirada do texto “Certamente você vai lembrar que hoje é bom em alguma coisa, mas que lá atrás teve medo de começar”, a palavra “mas” NÃO pode ser substituída por qual das seguintes conjunções ou locuções conjuntivas, pelo fato de sofrer distorção em seu sentido original?
Alternativas
Q1090022 Português
A palavra “resiliência”, encontrada no texto, corresponde à habilidade que uma pessoa desenvolve para resistir, lidar e reagir de modo:
Alternativas
Respostas
8701: E
8702: C
8703: C
8704: C
8705: C
8706: E
8707: C
8708: C
8709: C
8710: A
8711: C
8712: A
8713: B
8714: C
8715: D
8716: A
8717: B
8718: A
8719: E
8720: B