Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Ao invés de serem jogadores de futebol somente, quer dizer, craques da bola, alguns boleiros aparecem antes de mais nada como craques da mídia, faturando alto tanto nos gramados como diante das câmeras.
Escolha a opção em que as expressões podem substituir, na mesma sequência, as locuções grifadas, sem ferir o sentido da frase.
“A intervenção da polícia não acalmou os ânimos. Foi, antes, o estopim do tumulto”.
O termo grifado corresponde a:
Os resultados superaram a expectativa.
Em relação ao sentido da frase, assinale a opção verdadeira
“Ao invés de ser um atleta de comportamento correto dentro e fora dos gramados, quer dizer, um profissional que se define antes de mais nada por suas ações sensatas, o ídolo parece sucumbir a atitudes que acabam manchando sua imagem pública”.
Sem alterar o sentido do trecho, as expressões destacadas podem ser substituídas por uma das alternativas a seguir. Assinale-a.
Um estudo publicado em junho de 2018 analisa as transformações ocorridas em Hong Kong ao longo de duas décadas, dos anos 1980 aos 2000, com foco em como a mudança de status das mulheres na sociedade e de atitude delas em relação ao casamento impactou o mercado imobiliário da cidade.
Descobriu-se que as mulheres solteiras tiveram um papel “surpreendente e pouco estudado” na gentrificação de Hong Kong.
O termo vem do inglês “gentrification”, cunhado nos anos 1960 pela socióloga Ruth Glass para descrever mudanças no perfil de bairros da Zona Norte de Londres e se refere a um processo no qual investimentos que promovem a renovação de um bairro ou região atraem frequentadores e moradores de classes mais altas e provocam a saída de seus habitantes originais, de uma faixa de renda mais baixa.
Ainda que as mulheres tenham tido papel de agente nesse processo, o estudo ressalta que elas são as principais vítimas da gentrificação, “em decorrência da feminização da pobreza, fenômeno global e onipresente”.
O conceito de feminização da pobreza corresponde ao aumento absoluto ou relativo da pobreza entre mulheres ou entre famílias chefiadas por mulheres.
(Juliana Domingos de Lima. O papel de mulheres solteiras na gentrificação de Hong Kong. www.nexojornal.com.br, 08.04.2019. Adaptado)
Leia as sentenças a seguir:
I. Há uma sessão histórica acontecendo neste momento no evento.
II. Quando há cessão de direitos, é necessário que se preste muita atenção às entrelinhas.
As palavras cessão e sessão podem ser classificadas como:
Nas orações a seguir:
I. Há um gargalo histórico no preenchimento das vagas para médicos nas equipes.
II. O gargalo da garrafa é tão estreito que é impossível tirar as pimentas de dentro.
A palavra gargalo, nas sentenças acima:
Um senhor vai ao médico por um problema de estômago que o incomoda há um tempo. O médico lhe diz:
-Tome esta medicação pela manhã, pule um dia e assim por diante. Fará isso por uma semana, depois volte aqui. Tenho a certeza de que ficará bom.
Três dias depois o homem volta ao médico com grandes olheiras, cara de cansaço e 5 quilos mais magro. O médico, assustado, pergunta o que houve.
-Doutor, pensei que fosse morrer.
-O remédio lhe fez mal?
- Não, o remédio foi ótimo! Mas pensei que fosse morrer de tanto pular!!!
(Travaglia, Luiz Carlos. Homonímia, mundos textuais e humor. Organon, Porto Alegre, v. 9, n. 23, p. 41-50, 1995. ISSN/ISBN: 01026267)
O efeito cômico deste diálogo se deve a um tipo de:
No texto CG2A1-I, a palavra “vontade” (l.46) foi empregada como sinônima de
Trata-se de uma Carta ao Leitor, que abre uma Edição Especial “Organize suas contas” da revista Você S/A, publicada em 2015. A Carta é assinada pelo Editor Sênior Murilo Ohl.
Temos uma estratégia para você
Aqui na VOCÊ S/A, nossa missão é dar a orientação necessária para você construir um
caminho profissional feito de escolhas conscientes e voltado para a realização. Cumprimos nosso
dever quando entregamos informações úteis e práticas de carreira e dinheiro, os dois pilares da
construção de um projeto de vida. Quando essas duas frentes andam juntas, você pode tomar
decisões profissionais corajosas, consegue enfrentar os momentos difíceis e ainda pode desfrutar
dos prazeres que vão motivá-lo a evoluir mais.
Essa estratégia deve valer para os períodos em que os rumos da economia estão claros e para outros em que a incerteza é maior, como este atual. E, aqui, na VOCÊ S/A, não temos tempo para cair num pessimismo improdutivo. Se o cenário está nebuloso, vamos enfrentá-lo. Enquanto estiver lendo este especial, convém fazer esta distinção: a dificuldade de prever o cenário econômico não significa que só coisas ruins vão acontecer. Estamos falando de incerteza e do remédio para ela: a cautela. Este guia tem este propósito: ajudá-lo a atravessar 2015 no azul, traduzindo para a linguagem do seu bolso as ameaças e as oportunidades do momento. O time de especialistas em finanças e carreira reunidos na reportagem inicial deste guia, por exemplo, dá um panorama de como agir diante das dívidas, de investimentos, da inflação e da carreira no ano que começa.
Uma última recomendação: planejar as finanças é ótimo. Não encare essa tarefa como aquela lição de casa chata da 4ª série. Sim, há muitas contas para fazer. Mas na hora de olhar para seus números, mantenha à vista seus projetos pessoais de curto e longo prazo. É em nome das coisas boas da vida que você topará fazer sacrifícios. Encontre um tempo, leia o especial e bom 2015.
OHL, Murilo. Temos uma estratégia para você. Você/S/A - Edição Especial Organize suas contas. n. 24. São Paulo: Abril Editora, 2015, p. 7.
Trata-se de uma Carta ao Leitor, que abre uma Edição Especial “Organize suas contas” da revista Você S/A, publicada em 2015. A Carta é assinada pelo Editor Sênior Murilo Ohl.
Temos uma estratégia para você
Aqui na VOCÊ S/A, nossa missão é dar a orientação necessária para você construir um
caminho profissional feito de escolhas conscientes e voltado para a realização. Cumprimos nosso
dever quando entregamos informações úteis e práticas de carreira e dinheiro, os dois pilares da
construção de um projeto de vida. Quando essas duas frentes andam juntas, você pode tomar
decisões profissionais corajosas, consegue enfrentar os momentos difíceis e ainda pode desfrutar
dos prazeres que vão motivá-lo a evoluir mais.
Essa estratégia deve valer para os períodos em que os rumos da economia estão claros e para outros em que a incerteza é maior, como este atual. E, aqui, na VOCÊ S/A, não temos tempo para cair num pessimismo improdutivo. Se o cenário está nebuloso, vamos enfrentá-lo. Enquanto estiver lendo este especial, convém fazer esta distinção: a dificuldade de prever o cenário econômico não significa que só coisas ruins vão acontecer. Estamos falando de incerteza e do remédio para ela: a cautela. Este guia tem este propósito: ajudá-lo a atravessar 2015 no azul, traduzindo para a linguagem do seu bolso as ameaças e as oportunidades do momento. O time de especialistas em finanças e carreira reunidos na reportagem inicial deste guia, por exemplo, dá um panorama de como agir diante das dívidas, de investimentos, da inflação e da carreira no ano que começa.
Uma última recomendação: planejar as finanças é ótimo. Não encare essa tarefa como aquela lição de casa chata da 4ª série. Sim, há muitas contas para fazer. Mas na hora de olhar para seus números, mantenha à vista seus projetos pessoais de curto e longo prazo. É em nome das coisas boas da vida que você topará fazer sacrifícios. Encontre um tempo, leia o especial e bom 2015.
OHL, Murilo. Temos uma estratégia para você. Você/S/A - Edição Especial Organize suas contas. n. 24. São Paulo: Abril Editora, 2015, p. 7.
Contribuição bem-vinda
“É difícil parar e refletir filosoficamente nos dias de hoje. As pessoas estão sempre apressadas, atrasadas para compromissos profissionais e esquecem de desenvolver o lado intelectual”, opina o filósofo Luiz Meirelles. Nesse tumultuado cenário ganham destaque os cafés filosóficos, que em uma noite, uma vez por mês, abrem as portas para a Filosofia.
O movimento ainda engatinha no país, mas mantém uma postura firme diante dos desafios da falta de espaço. Aos poucos, o público frequentador vai aumentando e a Filosofia ganha novos adeptos, ou pelo menos, simpatizantes. O importante é que o café filosófico vai alcançando seu principal objetivo, que é promover o debate de temas filosóficos, ou seja, de temas humanos.
Platão já dizia que geralmente as pessoas vão se interessar por Filosofia quando ganham mais maturidade. Muitas vezes o despertar acontece quando a pessoa já se formou em outra faculdade e acaba se interessando por temas filosóficos.
Por melhor que seja o café filosófico, ele não garante que o participante sairá do local comprometido com o tema. Depende de cada pessoa. “Às vezes, certas leituras têm o papel de instigar a pessoa a procurar por algo mais”, acredita a filósofa Mônica Hummel.
O café filosófico apresenta modificações desde sua criação no início da década de 1990. O compromisso com o filosofar permanece presente, mas outros artefatos, como música e teatro, são usados como chamariz para o público. Apesar das alterações, a iniciativa é digna e positiva na sociedade. “Se há um espaço público no qual as pessoas buscam o conhecimento, qualquer filósofo vai festejar a iniciativa, pois é importante não somente para a Filosofia, mas, sim, para a vida”, conclui Mônica.
CÍCERO, Talita. Das ruas gregas para os cafés. Filosofia. Ano 1, n. 6. São Paulo: Editora Escala, 2007, p. 70-77. (Fragmento)
A autora do texto se vale recorrentemente de aspas para introduzir, no texto, citações que apresentam o ponto de vista de outros locutores. As citações negritadas no texto cumprem, respectivamente, a função de apresentar
Considere o título e a chamada de uma reportagem assinada por Alexandre Versignassi e publicada pela revista Superinteressante (Ed. 339, ano 27, n. 12, p. 26-27), em novembro de 2014.
Estamos amarrando cachorro com linguiça
Deixar que o Poder Executivo tenha total controle sobre a emissão de moeda é arriscado: os governos sempre tendem a imprimir mais dinheiro do que deveriam, criando inflação.
Apesar de a chamada da reportagem se referir ao risco de o Poder Executivo controlar totalmente a emissão de moeda, considerando o título (construído a partir de uma variação do provérbio “Amarrar cachorro com linguiça”), é correto inferir que o autor da reportagem pretende argumentar fortemente em defesa da ideia de que deixar o Poder Executivo controlar totalmente a emissão de moeda é uma decisão
Drummond nasceu num sobrado amplo em 1902, em Itabira do Mato Dentro, uma cidade do interior mineiro rica em minério de ferro. Era o nono filho (quatro de seus irmãos já estavam mortos) de seu Carlos de Paula Andrade e de dona Julieta Augusta Drummond de Andrade. Para os de casa, era simplesmente Carlito.
E Carlito seria poeta, se não o maior de todos em nosso país, um dos mais importantes.
OLIVEIRA, Clenir Bellezi. Drummond: o poeta que não suspirava. Discutindo Literatura. Ano 1, n. 2. São Paulo: Escala Educacional, s/d. p, 27-35. (Fragmento)
No trecho acima, o termo em negrito indica
Bactéria transgênica impede a obesidade
Micro-organismo criado por cientistas dos EUA envia sinais
para o cérebro, freando o apetite – e evitando o ganho de peso.
Trinta por cento da população mundial - 2,1 bilhões de pessoas - está acima do peso. A humanidade está perdendo a guerra contra a gordura. Mas e se existisse uma solução quase milagrosa para conter a onda de obesidade? Talvez exista. É o que indica o resultado de uma experiência feita por cientistas americanos, que criaram uma bactéria capaz de impedir o ganho de peso. É uma versão mutante da Escherichia coli, bactéria que faz parte da nossa flora intestinal e costuma ser inofensiva. Os pesquisadores colocaram uma gene a mais na E.coli. Graças a isso, ela ganhou um poder: fabricar N-acilfosfatidiletanolamina. Esse hormônio de nome comprido normalmente é produzido pelo corpo humano e tem função simples: indicar ao cérebro que a pessoa comeu o suficiente. Ele freia o apetite.
NOGUEIRA, Salvador. Bactéria transgênica impede a obesidade. Superinteressante. Ed. 339, ano 27, n. 12. São Paulo: Editora Abril, nov. 2014. p.10. (Fragmento)
A revista Seleções - Reader’s Digest de fevereiro de 2019 publicou uma matéria assinada por Sorrel Downer e intitulada “O salva-vidas”. A matéria é sobre Oscar Camps, que recebeu da Reader’s Digest o Prêmio Europeu do Ano de 2019, em reconhecimento a seu trabalho humanitário, que resgatou do mar milhares de migrantes que tentavam chegar à Europa em busca de uma vida melhor.
Cai o crepúsculo e, no mediterrâneo profundo, um barco está afundando. O bote de borracha foi projetado para suportar trinta pessoas, mas há mais de cem a bordo, entre elas muitas mulheres e crianças. Várias estão mortas; outras, moribundas, envenenadas pelos gases da exaustão. No apinhado de corpos, jovens e velhos escorregam debaixo da água que já enche metade da embarcação.
Cada um deles apostou tudo para realizar o sonho de chegar à Europa e construir uma vida nova e melhor. Não há comandante a bordo; não há abrigo, comida, água nem, muito menos, reserva de combustível. Agora, com nuvens de tempestade se juntando e as ondas ficando mais fortes, a situação é desesperadora. Mas, quando o barco está quase submerso, vem o som de um motor. Um barco se aproxima. Vozes gritam instruções: fiquem sentados, mantenham a calma.
“A primeira sensação que temos ao avistar um barco à deriva ou receber um alerta”, diz Oscar Camps, “é alegria, porque sabemos que podemos ajudar. Os problemas começam depois que todo mundo já está a salvo a bordo. Há feridos, bebês, problemas com o barco, nenhum espaço e nenhum lugar aonde ir. Cada missão de resgate é um drama humano. Nunca se sabe o que vai acontecer”.
Camps se envolveu em dezenas desses dramas humanos. Ele sabe muito bem o preço que migrantes e refugiados pagam pelo desespero de fugir de guerras, perseguição e pobreza rumo a uma vida melhor na Europa. Como fundador da Proactiva Open Arms, entidade sem fins lucrativos dedicada a resgatar quem corre risco no mar, ele passou os últimos três anos salvando homens, mulheres e crianças no Mar Egeu e no Mediterrâneo. Na última contagem, o número de vidas salvas pela Proactiva foi de 59.395.
DOWNER, Sorrel. O salva-vidas. Seleções - Reader’s Digest, fev. 2019, p. 50-57. (Fragmento)
“Agora, com nuvens de tempestade se juntando e as ondas ficando mais fortes, a situação é desesperadora. Mas, quando o barco está quase submerso, vem o som de um motor. Um barco se aproxima. Vozes gritam instruções: fiquem sentados, mantenham a calma.”
No trecho acima, os termos negritados no tempo em que se encontram têm por função
Até as 15h, a família não havia retirado o corpo para sepultamento. (linhas 41 e 42)
A respeito do período acima, analise os itens a seguir:
I. Pode ser substituído o verbo “havia” por “tinha”, sem prejuízo gramatical ou semântico.
II. A ausência de sinal indicativo de crase antes de “15h” indica um erro no período.
III. A forma verbal “havia retirado” é equivalente semanticamente a “retirara”.
Analisados os itens, pode-se afirmar corretamente que:
Na linha 41, há uma ocorrência do vocábulo necropsia. A respeito desse vocábulo, analise os itens a seguir:
I. Existe uma variante de pronúncia, igualmente aceita: necrópsia.
II. O radical necro- da palavra significa “morto”, assim como em necrose.
III. É sinônimo de autópsia.
Analisados os itens, pode-se afirmar corretamente que:
Leia as Charges I e II e responda a questão.
Charge I

Charge II


