Questões de Concurso
Sobre regência em português
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Disponível em: <http://veredasdalingua.blogspot.com/2012/03/regenciaverbal-i.html>. Adaptado.
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
1.Estudo Matemática todos os dias.
2.Eu estudo todos os dias.
Em relação à regência do verbo estudar, é CORRETO afirmar que:

I – O adjetivo “pobres”, posposto ao substantivo, adquire o sentido de “desprovidos de recursos financeiros”.
II – O adjetivo “pobres”, nesse contexto, anteposto ao substantivo, significa “dignos de dó”, “insignificantes”.
III – O emprego de palavras como “tradição” e “modernidade” evidencia o fenômeno semântico denominado sinonímia.
IV – A regência incorreta do verbo “contar” caracteriza uma impropriedade que fere a norma-padrão da língua portuguesa.
Está correto apenas o que se afirma em
I – A concordância nominal se realizou corretamente no período “Embora hajam termos e expressões de uso comum entre os países lusófonos, alguns tratam grupos minoritários de forma pejorativa”.
II – A concordância e a regência verbal estão adequadas em “Certos indivíduos frequentam eventos à procura de opiniões que corrobore com a sua, ao afirmarem que o termo ‘arroz de festa’ caiu em desuso”.
III – A presença de partícula atrativa indica próclise de rigor na frase “‘Custar os olhos da cara’ também perdeu o sentido, pois, diante da crise atual, qualquer cidadão reclama porque nos agride todo aumento de preços”.
Está correto apenas o que se afirma em
I- "TER" é um verbo regular, já que, ao ser conjugado, apresenta diversas alterações no radical e nas terminações.
II- O verbo TER está conjugado na terceira pessoa do singular do presente do indicativo, por isso recebe acento.
III- O verbo "TER" é um VERBO TRANSITIVO DIRETO.
É CORRETO o que se afirma em:
Realmente incrível ver uma onda de calor como esta.
O verbo presente na frase é um verbo:
TEXTO 1
Todo esse trecho de Alencar antecipa de quase 150 anos as questões de que hoje tratam linguistas, filólogos, gramáticos, escritores e jornalistas.
A ocorrência da preposição em destaque, nesse contexto, é justificada, sintaticamente, pela
( ) No fragmento do 1º parágrafo “Aspas têm sido úteis no decorrer da minha vida e, imagino, na de inúmeras pessoas também.”, os vocábulos “têm” e também” são acentuados pelo mesmo motivo.
( ) No trecho “Coisa de que nunca se esquece.”, a preposição em destaque é obrigatória, uma vez que seu uso se baseia no aspecto de Regência verbal.
( ) No 2º parágrafo, o fragmento “É falso, também, dizer que amenizam o próprio conteúdo ou o impacto dessas expressões.” possui em destaque uma oração subordinada substantiva com função de objeto direto.
( ) No 3º parágrafo, no fragmento “Não decidimos abrir aspas pela ameaça de um revólver na cabeça, por chantagem emocional ou financeira.”, as preposições destacadas possuem valor semântico de modo.
( ) No 4º parágrafo, no fragmento “de qualquer pessoa ou grupo que nos afete.”, poderia ser acrescentada a preposição “a” antes do pronome relativo “que” de modo facultativo.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, tem-se pela ordem:

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
Na linha 2, o emprego da preposição em, presente na contração “nisso”, deve‐se à regência da forma verbal “aposta”.
Texto para o item.

Na nova sociedade digital, você nunca está só. In: Revista Superinteressante. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
Mantendo‐se a coerência e a correção gramatical do trecho “A preocupação de garantir o direito a proteger a vida de bisbilhoteiros é uma invenção muito mais recente” (linha 8), a preposição “de” poderia ser substituída por em.
AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.
Não vale dizer
Ruy Castro*
Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.
É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.
"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.
Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.
"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.
* Jornalista e escritor.
Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.
Um dos tipos de regência existentes na língua portuguesa denomina-se regência nominal e, como o próprio nome sugere, ocorre apenas entre nomes (substantivo, adjetivo ou advérbio). A relação estabelecida entre eles e seus respectivos complementos se dá por meio de uma preposição.
Disponível em: <https://mentirinhas.com.br/mentirinhas-220/>. Acesso em: 03 abr. 2022.
No balão do último quadrinho a expressão “afeição por outra pessoa” caracteriza um caso de regência nominal, cuja ocorrência está igualmente exemplificada na passagem transcrita do texto de Ruy Castro indicada em
Considere a concordância e a regência nominal e verbal e preencha corretamente as lacunas
Segundo Cereja & Magalhães (2013, p. 337), um princípio linguístico que orienta a combinação de palavras na frase denomina-se concordância. A concordância verbal é aquela do verbo com o sujeito, em número e pessoa. A nominal, em gênero e em número, ocorre entre o substantivo e seus determinantes. Assim, na frase “Era meio-dia e meio quando a chuva começou” identifica-se um erro de concordância _______________. Por outro lado, quando um termo – verbo ou nome – exige a presença de outro, ele se chama regente ou subordinado. Quando o termo regente é um verbo, ocorre regência verbal. Quando o termo regente é um nome – substantivo, adjetivo ou advérbio –, ocorre a regência nominal. A partir desse segundo conceito, na frase “Cheguei no consultório muito atrasado” observa-se um erro de regência _______________, e na oração “O cigarro é nocivo contra a saúde” ocorre uma inadequação quanto ao emprego da regência _______________.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é