Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

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Q134779 Português
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Com relação ao texto acima, julgue os itens de 1 a 10.

Da leitura do título do texto depreende-se que as línguas faladas no Brasil constituem um bem, uma propriedade, em sentido abstrato, não material, dos cidadãos brasileiros.
Alternativas
Q134076 Português
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Considerando as estruturas linguísticas do texto acima, julgue os
itens de 1 a 7.

Em “Porém, mal experimentava a ilusão (...) a minha pobre alma acabrunhada” (L.28-32), o termo “mal” é empregado com sentido temporal.
Alternativas
Q134075 Português
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Considerando as estruturas linguísticas do texto acima, julgue os
itens de 1 a 7.

Com o deslocamento da conjunção “pois” para o início da oração “Escrevi, pois, toda a minha vida poemas, narrativas, contos, tratados, ensaios” (L.26-27), com os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas, preserva-se o sentido original do período.
Alternativas
Q134073 Português
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Considerando as estruturas linguísticas do texto acima, julgue os
itens de 1 a 7.

Na construção “Uma e outro aspiravam à morte” (L.13), ao se substituir a conjunção “e” por ou, flexionando-se o verbo na terceira pessoa do singular, mantém-se a correção gramatical.
Alternativas
Q134072 Português
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Considerando as estruturas linguísticas do texto acima, julgue os
itens de 1 a 7.

Para a palavra “quotidianas” (L.8), está também prevista, nos dicionários da língua portuguesa, a grafia cotidianas.
Alternativas
Q134071 Português
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Considerando as estruturas linguísticas do texto acima, julgue os
itens de 1 a 7.

Em “Cometi apenas um erro” (L.1) e “Tive sempre medo da vida” (L.5), a mudança na ordem dos termos adverbiais para Apenas cometi um erro e Sempre tive medo da vida mantém inalterado o sentido desses períodos no texto.
Alternativas
Q123602 Português

Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte, do filósofo francês Montaigne, influente pensador do século XVI.

Da moderação

Como se tivéssemos infeccioso o tato, ocorre-nos corromper, se as manusearmos em excesso, as coisas que em si são belas e boas. A virtude pode tornar-se vício se ao seu exercício nos dedicarmos com demasiada avidez e violência. E jogam com as palavras os que dizem não haver excesso na virtude porque não há virtude onde há excesso: “Não é sábio o sábio, nem justo o justo, se seu amor à virtude é exagerado”.

Trata-se de uma sutileza filosófica. Pode-se dedicar imoderado amor à virtude e ser excessivo em uma causa justa. Preconiza o apóstolo São Paulo, a esse respeito, um equilíbrio razoável: “Não sejais mais comportados do que o necessário; ponde alguma sobriedade no bom comportamento”. Vi um dos grandes deste mundo prejudicar a religião por se entregar a práticas religiosas incompatíveis com a sua condição social. Aprecio os caracteres moderados e prudentes: ultrapassar a medida, ainda que no sentido do bem, é coisa que me espanta, se não me incomoda, e a que não sei como chamar. Mais estranha do que justa se me afigura a conduta da mãe de Pausânias, que foi a primeira a denunciá-lo e a contribuir com a primeira pedra para a morte do filho*; nem tampouco aprovo a atitude do ditador Postúmio, mandando matar o filho que, no en- tusiasmo da mocidade, saíra das fileiras para atacar o inimigo, com felicidade, aliás. Não me sinto propenso nem a aconselhar nem a imitar tão bárbara virtude.

Falha o arqueiro que ultrapassa o alvo, da mesma maneira que aquele que não o alcança. Minha vista se perturba se de repente enfrenta uma luz violenta, quando então vejo tão pouco como na mais profunda escuridão.

*Nota: A mãe de Pausânias depositara um tijolo diante do templo de Minerva, onde se refugiara o rei, seu filho. Os lacedemônios, aprovando-lhe o julgamento simbólico, ergueram muros em torno do refúgio e deixaram o prisioneiro morrer de fome.

Quanto à redação da Nota, ao pé do texto, é correto afirmar que

Alternativas
Q123601 Português

Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte, do filósofo francês Montaigne, influente pensador do século XVI.

Da moderação

Como se tivéssemos infeccioso o tato, ocorre-nos corromper, se as manusearmos em excesso, as coisas que em si são belas e boas. A virtude pode tornar-se vício se ao seu exercício nos dedicarmos com demasiada avidez e violência. E jogam com as palavras os que dizem não haver excesso na virtude porque não há virtude onde há excesso: “Não é sábio o sábio, nem justo o justo, se seu amor à virtude é exagerado”.

Trata-se de uma sutileza filosófica. Pode-se dedicar imoderado amor à virtude e ser excessivo em uma causa justa. Preconiza o apóstolo São Paulo, a esse respeito, um equilíbrio razoável: “Não sejais mais comportados do que o necessário; ponde alguma sobriedade no bom comportamento”. Vi um dos grandes deste mundo prejudicar a religião por se entregar a práticas religiosas incompatíveis com a sua condição social. Aprecio os caracteres moderados e prudentes: ultrapassar a medida, ainda que no sentido do bem, é coisa que me espanta, se não me incomoda, e a que não sei como chamar. Mais estranha do que justa se me afigura a conduta da mãe de Pausânias, que foi a primeira a denunciá-lo e a contribuir com a primeira pedra para a morte do filho*; nem tampouco aprovo a atitude do ditador Postúmio, mandando matar o filho que, no en- tusiasmo da mocidade, saíra das fileiras para atacar o inimigo, com felicidade, aliás. Não me sinto propenso nem a aconselhar nem a imitar tão bárbara virtude.

Falha o arqueiro que ultrapassa o alvo, da mesma maneira que aquele que não o alcança. Minha vista se perturba se de repente enfrenta uma luz violenta, quando então vejo tão pouco como na mais profunda escuridão.

*Nota: A mãe de Pausânias depositara um tijolo diante do templo de Minerva, onde se refugiara o rei, seu filho. Os lacedemônios, aprovando-lhe o julgamento simbólico, ergueram muros em torno do refúgio e deixaram o prisioneiro morrer de fome.

Falha o arqueiro que ultrapassa o alvo, da mesma maneira que aquele que não o alcança.
O elemento sublinhado na frase acima tem sentido equivalente ao da expressão

Alternativas
Q123240 Português

Julgue o item, a respeito da organização das ideias no texto acima.


O desenvolvimento da argumentação permitiria usar os termos “esse jogo” (L.15) e “essa oscilação” (L.16) no plural, sem prejudicar a coerência entre os argumentos e o respeito às regras gramaticais.

Alternativas
Q123234 Português

A partir da argumentação do texto acima, bem como das estruturas linguísticas nele utilizadas, julgue o item.


Na linha 23, a preposição a, em “aos quais”, é exigida pelo uso reflexivo do verbo destinar; por isso, mantém-se a coerência ao se substituir o pronome relativo pelo pronome quem e, para preservar o respeito às regras gramaticais, deve-se manter a preposição, escrevendo a quem.

Alternativas
Ano: 2009 Banca: VUNESP Órgão: CESP Prova: VUNESP - 2009 - CESP - Advogado |
Q123043 Português
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.

Paradoxalmente, rádio e televisão podem oferecer-nos o
mundo inteiro em um instante, mas o fazem de tal maneira que
o mundo real desaparece, restando apenas retalhos fragmenta-
dos de uma realidade desprovida de raiz no espaço e no tempo.
Como, pela atopia das imagens, desconhecemos as determinações
econômico-territoriais (geográficas, geopolíticas etc.) e como, pela
acronia das imagens, ignoramos os antecedentes temporais e as
consequências dos fatos noticiados, não podemos compreender seu
verdadeiro significado. Essa situação se agrava com a TV a cabo,
com emissoras dedicadas exclusivamente a notícias, durante 24
horas, colocando em um mesmo espaço e em um mesmo tempo
(ou seja, na tela) informações de procedência, conteúdo e signifi-
cado completamente diferentes, mas que se tornam homogêneas
pelo modo de sua transmissão. O paradoxo está em que há uma
verdadeira saturação de informação, mas, ao fim, nada sabemos,
depois de termos tido a ilusão de que fomos informados sobre tudo.
Se não dispomos de recursos que nos permitam avaliar a
realidade e a veracidade das imagens transmitidas, somos persua-
didos de que efetivamente vemos o mundo quando vemos a TV.
Entretanto, como o que vemos são as imagens escolhidas, selecio-
nadas, editadas, comentadas e interpretadas pelo transmissor das
notícias, então é preciso reconhecer que a TV é o mundo. É este
o significado profundo da atopia e da acronia, ou da ausência de
referenciais concretos de lugar e tempo – ou seja, das condições
materiais, econômicas, sociais, políticas, históricas dos aconte-
cimentos. Em outras palavras, essa ausência não é uma falha ou
um defeito dos noticiários e sim um procedimento deliberado de
controle social, político e cultural.

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Para responder às questões de números 09 e 10, considere a seguinte passagem:

Se não (I) dispomos de recursos que nos permitam (II) avaliar a realidade e a veracidade das imagens transmitidas, somos (III) persuadidos de que efetivamente vemos o mundo (IV) quando vemos a TV.


A alternativa que, reescrevendo esse trecho, apresenta-se de acordo com a norma culta é:
Alternativas
Q122899 Português
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Com base nas estruturas linguísticas e nas relações
argumentativas do texto acima, julgue os itens de 7 a 13.

O desenvolvimento da argumentação permite a substituição do termo “em que” (L.13) tanto por na qual, quanto por no qual, sem prejudicar a correção gramatical, nem a coerência textual, apesar de resultar em diferentes relações semânticas para “deliberar” (L.13).
Alternativas
Q122280 Português
Assinale a opção em que é possível substituir, de acordo com a norma culta, a expressão grifada pela palavra “onde”.
Alternativas
Q117074 Português
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Com base nas estruturas linguísticas e nas relações
argumentativas do texto acima, julgue os itens a seguir.

Os sinais de parênteses nas linhas 10, 24 e 25 são usados para demarcar informações inseridas; por isso, preservam- se a correção gramatical e a coerência do texto ao se substituí-los, nos dois casos, por sinais de travessão.
Alternativas
Q117070 Português
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A partir da argumentação do texto acima, bem como das estruturas
linguísticas nele utilizadas, julgue os itens a seguir.

Alteram-se as relações de sentido com “momento histórico” (L.4-5), mas preservam-se a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto ao se substituir “Um dos traços” (L.4) por Entre os traços.
Alternativas
Q111059 Português
Haverá alteração de sentido se substituirmos
Alternativas
Q96843 Português
TEXTO I


CONTRA O BOM SENSO


Há uma espécie de vício de origem na proposta do Ministério do Esporte de criar uma carteirinha para o
orcedor frequentar os estádios. Trata-se, antes de tudo, de desrespeito ao direito de locomoção do cidadão ?
que, por aval da Constituição, é livre para ir a qualquer lugar. Mas, ainda que não esbarrasse nesse pressuposto,
a idéia de burocratizar o saudável hábito de acompanhar o time do coração deveria ser arquivada sob a rubrica de
providências infelizes.
A proposta do ministério é adoçada pela palatável intenção de implantar no país uma política de
segurança e prevenção da violência nos estádios de futebol. A ideia seria cadastrar os torcedores para,
adicionalmente, desenhar o perfil de quem vai aos estádios e, dessa forma, municiar os clubes com informações
que ajudariam na elaboração de políticas para atrair mais público aos jogos.
No entanto, se o intento, por princípio, é correto, a ferramenta fere o bom senso. Garantir a segurança
dos torcedores, e por extensão dos cidadãos, é dever constitucional do estado, seja em estádios ou em qualquer
outro local do país. No caso específico da violência no futebol, é salutar que o poder público se preocupe com as
condições em que o contribuinte vá exercer seu direito ao entretenimento. Mas é inconcebível que o ônus de uma
política de segurança caia sobre quem deve ser preservado de selvagerias, o que, em última análise, aconteceria
com a implantação da carteirinha.
Tal papel cabe às autoridades constituídas. Não há de ser com ações burocráticas ?ademais de
afrontarem direitos constituídos ? que se erradicará a violência nos estádios. Isso se faz, entre outras
providências, com uma política séria de segurança coletiva, com programas que envolvam o torcedor nessa
preocupação comum, com uma legislação que puna exemplarmente os bagunceiros e com outros exemplos que
propugnem pela paz nos campos, em vez de estapafúrdios projetos de controle do cidadão.
Além disso, a proposta ministerial embute um ataque ao bolso do contribuinte: se, como se cogita, o
governo tiver de arcar com o custo das carteiras, eis aí outro exemplo de malversação de idéia. É justo o torcedor
pagar pelo espetáculo do seu time, mas não é correto levá-lo a compulsoriamente financiar a leniência do poder
público e delírios burocráticos.

Em “ uma espécie de vício na origem”, de acordo com a norma padrão, a substituição adequada da palavra sublinhada, sem alteração de sentido, ocorre com a palavra
Alternativas
Q95967 Português
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Com relação à correção gramatical e à adequação da linguagem do
texto apresentado às necessidades da redação oficial, julgue os
itens seguintes.

Alterando-se a ordem dos enunciados do terceiro parágrafo, uma forma estruturalmente correta de reescrever o início do parágrafo é: “No intuito de intensificar as atividades educativas em Taguatinga, neste ano, solicito...”.
Alternativas
Q95405 Português
As expressões abaixo, retiradas do Texto II, que contrastam semanticamente são:
Alternativas
Q95399 Português
Reescrevendo a passagem retirada do Texto I, o sentido se mantém em
Alternativas
Respostas
8661: E
8662: C
8663: E
8664: C
8665: C
8666: E
8667: E
8668: C
8669: C
8670: C
8671: E
8672: C
8673: A
8674: C
8675: E
8676: A
8677: A
8678: C
8679: C
8680: A