Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

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Q760301 Português

Texto 2:

A INTOLERÂNCIA MATA 


A questão refere-se ao texto 2.

Leia as assertivas que seguem. I – O grupo “o enfrentamento da chamada cultura da intolerância” (linhas 12-13) pode ser substituído pela oração “que se enfrente a chamada cultura da intolerância”, com proximidade de sentido e sem prejuízo de valor para o entendimento do texto. II – A oração reduzida “assumindo proporções devastadoras em mentes radicais ou perturbadas” (linha 5) expressa ideia de condição no período em que está inserida. III – A oração desenvolvida “que tentam impor suas verdades pela violência” (linhas 6-7) pode ser substituída por “manipuladoras de suas verdades pela violência”, com proximidade de sentido e sem prejuízo de valor para o entendimento do texto. Assinale a opção correta.
Alternativas
Q760292 Português

Texto 1:

A intolerância

Não conseguimos acolher o que nos parece incomum

Lisandra Pioner


A questão refere-se ao texto 1.

Leia as assertivas a seguir. I – O pronome oblíquo “a”, na função de objeto direto, refere-se ao termo “a palavra tolerar” no trecho que segue – “Para começar, a palavra tolerar já pressupõe uma aparente superioridade de quem a profere, pois, se eu preciso suportar algo, passo a ideia de que a minha verdade é mais considerável que a verdade do outro” (linhas 8-9). II – A oração “Só que atos de intolerância e preconceito não são velhas lembranças de um mundo pré-civilizado” (linha 19), que introduz parágrafo novo, estabelece relação de conclusão/consequência com as ideias do período anterior. III – A passagem “Embora estejamos em um mundo extremamente globalizado, no sentido de que informações são compartilhadas em fração de segundos pelo planeta inteiro, estamos, em contrapartida, cada vez mais hostis” (linhas 13-14) pode ser reescrita, mantendo proximidade de sentido, como segue: „Vivemos em um mundo extremamente globalizado, no sentido de que informações são compartilhadas em fração de segundos pelo planeta inteiro; estamos, pois, cada vez mais hostis”. Identifique a opção correta.
Alternativas
Q759005 Português

As proposições de reescrita da frase em destaque estão corretas, pois não lhes altera o sentido, exceto:

“A entidade, porém, não deve sugerir qualquer tipo de cancelamento do evento.”

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PA Prova: FUNRIO - 2016 - IF-PA - Revisor de Texto |
Q758297 Português

No dia seguinte, de novo o redator do jornal deu ordem para que houvesse uma mudança, agora num trecho da página de esportes, onde se lia: “O Barcelona estava 8 pontos à frente do Atlético de Madrid, mas em apenas 3 jogos deixou o adversário se igualar e agora vê perigar o título de campeão espanhol.”

Desta feita, criticou o excesso de orações coordenadas e determinou a reescritura com orações subordinadas, mantendo-se porém todo o conteúdo informacional. A forma correta resultante foi esta:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PA Prova: FUNRIO - 2016 - IF-PA - Revisor de Texto |
Q758296 Português

O redator do jornal não gostou da chamada para a entrevista que seria publicada no caderno empresarial, onde se lia: “Uma estratégia fundamental para amigos e sócios é saber dividir as tarefas na empresa e, mais importante, respeitar a divisão. Essa é a tática dos seis amigos do grupo entrevistado.”

Propôs então ao revisor que reunisse as duas frases em apenas uma, mantendo todo o conteúdo informacional. A forma correta resultante foi:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PA Prova: FUNRIO - 2016 - IF-PA - Revisor de Texto |
Q758290 Português

A questão tomará por base o trecho inicial da seguinte crônica, de Iran de Souza, publicada no sítio “kickante” em dezembro de 2015:

Gente que é a cara de Belém 

  O tempo passa, mas Belém ainda tem disso: difícil haver cidade mais fácil para se puxar conversa com um desconhecido. Quem quiser tirar a prova dos nove pode fazer o teste do bar, discreto e seguro como aquele da farmácia para comprovar gravidez.

  É simples: você entra num bar, café ou restaurante seja lá onde for, em Portugal, nos Estados Unidos, na França ou mesmo no Brasil. Tenta, por exemplo, conversar com um lisboeta que ouve seu belo e triste fado numa adega do Bairro Alto, ou com um nova-iorquino atento ao seu concerto de jazz em Greenwich Village, ou com um parisiense que, de pernas cruzadas, lê e fuma numa mesa de calçada em Saint-Germain-des-Prés, ou com um paulistano e sua turma em rodada de cerveja, picanha e pagode em Vila Madalena.

  Algum tempo depois, o suficiente para ir lá e voltar cá, você entra num lugar qualquer em Belém, num boteco de calçada na Cidade Velha ou num pub em Nazaré, numa casa de choro na Condor ou num bar da moda no Umarizal, num churrasquinho no Marco ou numa sorveteria em Batista Campos.

  E assim, com sua própria vivência de cidades, você logo vai saber onde é mais fácil travar uma boa conversa e fazer um amigo de primeira hora, em último caso o próprio garçom.

(Fonte: http://www.kickante.com.br/campanhas/cronica-historica-e-sentimental-de-belem-3) – adaptado

Observe nas alternativas abaixo as reescrituras de trechos da crônica e assinale a única em que houve alteração de conteúdo.
Alternativas
Q758211 Português

Texto para responder à questão.


    Persuasão é coisa de político, marqueteiro e vendedor, gente com uma habilidade natural para seduzir, certo? Errado. Novos estudos revelam que a habilidade de convencer está impregnada em cada ser humano e teria, inclusive, contribuído para a evolução do nosso raciocínio. Mesmo que existam pessoas com o dom da lábia, técnicas de influência amparadas na ciência podem ser aprendidas por qualquer um. É o que afirma o Ph.D. em psicologia social Robert Cialdini, um dos maiores especialistas na área. [...]

    Nossa mente evoluiu para argumentar e persuadir os outros, sustentam artigos recém-publicados pelos renomados cientistas cognitivos Hugo Mercier e Dan Sperber, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França. Eles analisaram diversos estudos que mostram como o pensamento coletivo resolve melhor que o individual uma ampla gama de questões. [...]

    Basta uma rápida reflexão para perceber o quanto essa necessidade de persuadir está presente em nosso dia a dia. Ela dá as caras ao pedir passagem no trânsito, pleitear aumento ao chefe ou quando queremos demover a namorada de assistir àquela comédia romântica no cinema (ou o namorado de ver um filme de ação). Ser bem-sucedido ou não nessas tarefas, mostram experimentos de psicologia social, não depende apenas de bons argumentos. Requer saber usar os chamados atalhos mentais, atitudes que, mesmo sem ter uma relação com a ideia que você tenta passar, fazem ela ser aceita com mais facilidade.

    A investigação desses atalhos começa com os estudos do psicólogo e Prêmio Nobel Daniel Kahneman, que descreveu o mecanismo rápido de tomada de decisões do cérebro. Kahneman demonstrou que nosso pensamento segue padrões baseados na experiência. Quando percebemos, por exemplo, que produtos caros normalmente têm qualidade superior, fazemos uma associação automática na nossa mente. Depois disso, todas as vezes que olharmos para um produto caro, a tendência será pensar que ele é melhor, mesmo que nada mais indique isso. Esse tipo de pré-conceito mental entra em cena várias vezes durante uma argumentação. Se dissermos que a ideia que estamos passando é amparada por um Prêmio Nobel (como acabamos de fazer), aumentam as chances de você se mostrar mais receptivo a ela, mesmo que seja um absurdo – o que, vamos deixar claro, não é o caso aqui.

    Esses pensamentos intuitivos foram batizados de Sistema 1 (ou associativo) e, embora não pareçam, são benéficos. Eles economizam energia e tempo cerebral. Imagine o caos se a gente fosse parar para pensar com calma a cada pequena decisão. O contraponto é o Sistema 2 (ou analítico), usado quando precisamos meditar por um tempo antes de agir. As estratégias de persuasão operam principalmente em cima do Sistema 1, tentando capturar o interlocutor sem que ele reflita demais sobre o assunto, e se valem do fato de que uma parte da nossa maneira de pensar não se guia apenas pela racionalidade.

    Um dos indícios disso é que a probabilidade de absorver ou não as mensagens de um interlocutor depende bastante de elementos que nada têm a ver com o que a pessoa diz. O psicólogo Albert Mehrabian, professor da Universidade da Califórnia, estabeleceu, depois de anos de pesquisas, uma regra clássica para mensurar como as mensagens são retidas. Segundo ele, 7% da chance de ter o discurso registrado se deve às palavras escolhidas, 38% às variações na entonação da voz e no ritmo da fala e 55% ao aspecto visual – gestos e expressões do rosto. “O que toca o outro é o comportamento não-verbal. Ele é útil para criar um canal de empatia, sem o qual fica muito difícil convencer alguém”, diz a fonoaudióloga Cida Coelho, doutora em psicologia social e professora do Centro Universitário Monte Serrat, em Santos.

(SPONCIATO, Diogo. Revista Galileu, São Paulo, Globo, nº 257, dez. 2012. Com adaptações.)

Considerando-se a relação que se estabelece entre o termo regente e o termo regido, assinale a sugestão de mudança para o fragmento que NÃO apresenta correção de acordo com a norma padrão da língua.
Alternativas
Q755773 Português

Com relação às ideias do texto CB3A1CCC, às construções linguísticas nele empregadas e à sua tipologia, julgue o item subsequente.


A correção gramatical do texto seria preservada caso se inserisse a preposição a logo após a forma verbal “ignora”, na frase “Simplesmente ignora você” (l.9).

Alternativas
Q755770 Português

Julgue o item que se segue, relativos às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CB3A1BBB.


A correção gramatical e o sentido original do texto seriam preservados caso se substituísse a expressão “estará em evidência” (l.18) por será vítima.

Alternativas
Q755767 Português

Com relação às ideias do texto CB3A1AAA, às construções linguísticas nele empregadas e à sua tipologia, julgue o item a seguir.


A correção gramatical e o sentido original do texto seriam mantidos caso a palavra “Se”, que inicia o terceiro parágrafo, fosse substituída por como.

Alternativas
Q755729 Português

Texto CB4A1BBB


Julgue o item seguinte, relativos aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CB4A1BBB.

Seria mantido o sentido original do texto caso o trecho “inserida internacionalmente” (Imagem associada para resolução da questão.19) fosse substituído por situada no exterior.
Alternativas
Q755727 Português

Texto CB4A1BBB


Julgue o item seguinte, relativos aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CB4A1BBB.

O sentido original do texto seria preservado caso se inserisse a expressão dos cursos logo após o vocábulo “apoio” (Imagem associada para resolução da questão.10).
Alternativas
Q755726 Português

Texto CB4A1BBB


Julgue o item seguinte, relativos aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CB4A1BBB.

O vocábulo “Hoje”, que inicia o texto, poderia ser corretamente substituído por Atualmente.
Alternativas
Q755723 Português

Texto CB4A1AAA


Julgue o item que se segue, pertinentes a aspectos linguísticos do texto CB4A1AAA.

A correção gramatical e o sentido original do texto seriam preservados se o trecho “promessa de reinventar a educação superior” (Imagem associada para resolução da questão.3) fosse substituído por promessa de reinvenção da educação superior.
Alternativas
Q755674 Português

Texto CB1A1BBB


Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CB1A1BBB, julgue o item subsequente.

A correção gramatical e as ideias do texto seriam preservadas, caso se inserisse, entre vírgulas, o trecho entre elas, Max Planck logo após a expressão “pessoas cultas” (Imagem associada para resolução da questão.19).
Alternativas
Q755671 Português

Texto CB1A1AAA


No que se refere a aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, julgue o item que se segue.

Sem prejuízo para a correção gramatical do texto, a expressão “Ainda jovem” (Imagem associada para resolução da questão.20) poderia ser substituída por: Quando eu ainda era jovem.
Alternativas
Q755627 Português

Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CB1A1BBB, julgue o item subsequente.

Em suas três ocorrências, a forma verbal “haviam” (l. 2, 5 e 24) poderia ser substituída por tinham, sem prejuízo para a correção gramatical e os sentidos do texto.

Alternativas
Q755624 Português

No que se refere a aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, julgue o item que se segue.

A substituição da forma verbal “terem” (l.6) por que têm preservaria os sentidos e a correção gramatical do texto.




Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCM Órgão: IFF Prova: FCM - 2016 - IFF-RS - Administrador |
Q755173 Português

INSTRUÇÃO: A questão deve ser respondida com base no texto 1. Leia-o atentamente, antes de responder a questão.

TEXTO 1

Solidão, uma nova epidemia

Uma em cada três pessoas sente-se sozinha na sociedade da hiperconexão e das redes sociais

JOHN T. CACIOPPO / STEPHANIE CACIOPPO**

    [1º§]Qualquer um pode sofrer com solidão crônica: uma crian- ça de 12 anos que muda de escola; um jovem que, depois de crescer em uma pequena comunidade, sente-se perdido em uma grande cidade; uma executiva que está ocupada demais com sua carreira para manter boas relações com seus familiares e amigos; um idoso que sobreviveu a sua parceira e cuja saúde fraca dificulta fazer visitas. A generalização do sentimento de solidão é surpreendente. Vários estudos internacionais indicam que mais de uma em cada três pessoas, nos países ocidentais, sente-se sozinha habitualmente ou com frequência. [...]

    [2º§]A maioria dessas pessoas talvez não seja solitária por natureza, mas sente-se socialmente isolada, embora esteja rodeada de gente. O sentimento de solidão, no começo, faz com que a pessoa tente estabelecer relações com outras, mas, com o tempo, a solidão pode acabar em reclusão, porque parece uma alternativa melhor que a dor, a rejeição, a traição ou a vergonha. Quando a solidão se torna crônica, as pessoas tendem a se resignar. Podem ter família, amigos ou um grande círculo de seguidores nas redes sociais, mas não se sentem verdadeiramente em sintonia com ninguém.

    [3º§] Uma pessoa que se sente sozinha geralmente está mais angustiada, deprimida e hostil, e tem menos probabilidades de realizar atividades físicas. Como as pessoas solitárias tendem a ter mais relações negativas com os outros, o sentimento pode ser contagioso. Os testes biológicos realizados mostram que a solidão tem várias consequências físicas: elevam-se os níveis de cortisol – o hormônio do estresse –, a resistência à circulação de sangue aumenta e certos aspectos da imunidade diminuem. E os efeitos prejudiciais da solidão não terminam quando se apaga a luz: a solidão é uma doença que não descansa, que aumenta a frequência dos pequenos despertares durante o sono, e faz com que a pessoa acorde esgotada.

    [4º§] O motivo é que, quando o cérebro entende o seu entorno social como algo hostil e pouco seguro, permanece constantemente em alerta. E as respostas do cérebro solitário podem funcionar para a sobrevivência imediata. [...]Quando nossos motores estão constantemente acelerados, deixamos nosso corpo exausto, reduzimos nossa proteção contra os vírus e inflamações e aumentamos o risco e a gravidade de infecções virais e de muitas outras doenças crônicas.

    [5º§]Uma análise recente – de 70 estudos combinados, com mais de três milhões de participantes – demonstra que a solidão aumenta o risco de morte em 26%, aproximadamente o mesmo que a obesidade. O fato de que mais de uma em cada quatro pessoas em países industrializados pode estar vivendo na solidão, com consequências certamente devastadoras para a saúde, deveria nos preocupar.[...]

    [6º§]Com frequência, as pessoas solitárias não estão conscientes de muitas das coisas que estão acontecendo: não percebem. Por exemplo, a hipervigilância é aguçada de forma implícita em busca de ameaças sociais e a capacidade de controlar os impulsos é reduzida. Mas, assim como acontece com a dor física que nos informa de uma possível lesão em nosso corpo, o sentimento de solidão nos indica a necessidade de proteger ou consertar nosso corpo social.

    [7º§]Os familiares e amigos geralmente são os primeiros a detectarem os sintomas de solidão crônica. Quando uma pessoa está triste e irritável, talvez esteja pedindo, em silêncio, que alguém a ajude e se conecte com ela. A paciência, a empatia, o apoio de amigos e familiares, compartilhar bons momentos com eles, tudo isso pode fazer com que seja mais fácil recuperar a confiança e os vínculos e, por fim, reduzir a solidão crônica.

    [8º§]Infelizmente, para muitos, falar com sinceridade sobre a solidão continua sendo difícil, porque é uma condição mal compreendida e estigmatizada. No entanto, dadas sua frequência e suas repercussões na saúde, teria de ser reconhecida como um problema de saúde pública. Deveria receber mais atenção nas escolas, nos sistemas de saúde, nas faculdades de medicina e em asilos para garantir que os professores, os profissionais de saúde, os trabalhadores de creches e de abrigos de terceira idade saibam identificá-la e abordá-la.

    [9º§]As redes sociais podem abrir novas vias para conectar-se com os demais? Depende de como forem utilizadas. Quando as pessoas usam as redes para enriquecer as interações pessoais, isso pode ajudar a diminuir a solidão. Mas, quando servem de substitutas de uma autêntica relação humana, causam o resultado inverso. Imagine um carro. Se uma pessoa o conduz para compartilhar um passeio agradável com seus amigos, certamente se sentirá menos sozinha; se dirige sozinho para cumprimentá-los de longe e ver como os demais estão se divertindo, sua solidão certamente seguirá igual ou até mesmo pior.

    [10º§]Infelizmente, muitas pessoas solitárias tendem a considerar as redes sociais como um refúgio relativamente seguro para se relacionar com os outros. Como é difícil julgar se as outras pessoas são dignas de confiança no ciberespaço, a relação é superficial. Além disso, uma conexão pela internet não substitui uma real. Quando uma criança cai e machuca o joelho, uma mensagem compreensiva ou uma chamada pelo Skype não substitui o abraço de consolo dos seus pais. [...]

**John T. Cacioppo, autor de Loneliness, é professor catedrático de psicologia e dirige o centro de neurociência cognitiva e social na Universidade de Chicago. Stephanie Cacioppo é professora de psiquiatria e neurociência no mesmo local.

Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/04/06/ciencia/1459949778_182740.html, publicado em 13/04/2016, acesso em 07 out. 2016. Texto adaptado. Fonte: Jornal Folha de São Paulo, 05/10/2014. Texto Adaptado.

Releia esta sentença, retirada do 9º parágrafo:

Quando as pessoas usam as redes para enriquecer as interações pessoais, isso pode ajudar a diminuir a solidão.

A versão reescrita, em que ocorre a manutenção do sentido original dessa sentença, é:

Alternativas
Q755106 Português

Leia o texto VI para responder a questão.


Algumas palavras e expressões antigas ou em desuso são facilmente encontradas no texto VI. No entanto, outras ainda são utilizadas nos dias de hoje. Por exemplo, pode-se trocar a expressão “Jogavam verde para colher maduro” (sublinhado nas linhas 9 e 10), por:
Alternativas
Respostas
5421: A
5422: A
5423: A
5424: B
5425: A
5426: D
5427: C
5428: E
5429: E
5430: E
5431: E
5432: E
5433: C
5434: E
5435: E
5436: C
5437: C
5438: C
5439: D
5440: C