Questões de Concurso
Sobre redação - reescritura de texto em português
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TEXTO
DRAMA DO DESEMPREGO ESTÁ LONGE DE DIMINUIR
A taxa de desemprego chegou a 11,5% em 2016. Em dezembro, 12,3 milhões de brasileiros estavam em busca de uma vaga, número recorde. Em dois anos de recessão, o total de desempregados no país aumentou em 5 milhões. E analistas preveem que, apesar dos primeiros sinais de melhora na economia, o desemprego só voltará a ficar abaixo de 10% em fins de 2019. (O Globo, 01/02/2017)
TEXTO
DRAMA DO DESEMPREGO ESTÁ LONGE DE DIMINUIR
A taxa de desemprego chegou a 11,5% em 2016. Em dezembro, 12,3 milhões de brasileiros estavam em busca de uma vaga, número recorde. Em dois anos de recessão, o total de desempregados no país aumentou em 5 milhões. E analistas preveem que, apesar dos primeiros sinais de melhora na economia, o desemprego só voltará a ficar abaixo de 10% em fins de 2019. (O Globo, 01/02/2017)
TEXTO
DRAMA DO DESEMPREGO ESTÁ LONGE DE DIMINUIR
A taxa de desemprego chegou a 11,5% em 2016. Em dezembro, 12,3 milhões de brasileiros estavam em busca de uma vaga, número recorde. Em dois anos de recessão, o total de desempregados no país aumentou em 5 milhões. E analistas preveem que, apesar dos primeiros sinais de melhora na economia, o desemprego só voltará a ficar abaixo de 10% em fins de 2019. (O Globo, 01/02/2017)

Na situação retratada na charge, o termo aquilo empregado pela personagem pode ser substituído corretamente por:
A expressão entre parênteses que substitui aquela destacada
no trecho do texto, sem alterar o sentido original,
está em:
TEXTO
TANTO PRÓ E TANTO CONTRA
Há um intenso debate sobre se a economia brasileira já saiu da recessão ou, se não, quando isso pode acontecer. Recessão quer dizer queda do Produto Interno Bruto (PIB), quando um país produz em um determinado período menos do que em momentos anteriores. Isso aconteceu em 2015, quando o PIB caiu espantosos 3,8% e em 2016, provável redução do mesmo tamanho. Portanto, quase 9% de perda de produto em dois anos.
O desastre estará superado apenas quando a economia recuperar essa perda. Quando, por exemplo, a taxa de desemprego voltar para a casa dos 6%. Vai levar longo tempo. Mas o caminho começa com uma zeragem: quando o PIB parar de cair, teremos deixado a recessão para trás e iniciado o processo de recuperação.
Isso já estaria acontecendo nesse ano de 2017?
Carlos Alberto Sardenberg , O Globo, 09/02/2017
“O desastre estará superado apenas quando a economia recuperar essa perda”.
A forma de reescrever esse período que altera o seu sentido original é:
Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/cultura>. Acesso em: 23 jan. 2017. [Adaptado]
GLOSSÁRIO:
Adamastor: figura mitológica grega citada na Odisseia, de Homero, na Eneida, de Virgílio, e em Os Lusíadas, de Camões.
Camões: poeta português do século XVI.
Tétis: deusa grega das águas, amada por Adamastor.
Considere o período:
Se a lei nasceu da necessidade de se impor um tipo de solidariedade, uma conduta bem-educada, para aliviar o sofrimento humano, parece que ela, cega como é, nem sempre atinge seu objetivo.
Pluralizando-se o elemento linguístico destacado, o período, em conformidade com as convenções da norma-padrão, deve, necessariamente, apresentar as seguintes alterações:
Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/cultura>. Acesso em: 23 jan. 2017. [Adaptado]
GLOSSÁRIO:
Adamastor: figura mitológica grega citada na Odisseia, de Homero, na Eneida, de Virgílio, e em Os Lusíadas, de Camões.
Camões: poeta português do século XVI.
Tétis: deusa grega das águas, amada por Adamastor.
Considere o trecho:
São incalculáveis as vantagens da democracia participativa. Com ela, elimina-se a ilusão de que o Estado é capaz de saber, mesmo numa sociedade cada vez mais complexa e plural, o que cada um precisa [...].
Mantendo-se as mesmas relações de sentido, a reescrita que não apresenta ambiguidade é:
Texto
A IMAGEM NO ESPELHO
Aos 20 anos escreveu suas memórias. Daí por diante é que começou a viver. Justificava-se:
– Se eu deixar para escrever minhas memórias quando tiver 70 anos, vou esquecer muita coisa e mentir demais. Redigindo-as logo de saída, serão mais fiéis e terão a graça das coisas verdes.
O que viveu depois disto não foi propriamente o que constava do livro, embora ele se esforçasse por viver o contado, não recuando nem diante de coisas desabonadoras. Mas os fatos nem sempre correspondiam ao texto e, para ser franco, direi que muitas vezes o contradiziam.
Querendo ser honesto, pensou em retificar as memórias à proporção que a vida as contrariava. Mas isto seria falsificação do que honestamente pretendera (ou imaginara) devesse ser a sua vida. Ele não tinha fantasiado coisa alguma. Pusera no papel o que lhe parecia próprio de acontecer. Se não tinha acontecido, era certamente traição da vida, não dele.
Em paz com a consciência, ignorou a versão do real, oposta ao real prefigurado. Seu livro foi adotado nos colégios, e todos reconheceram que aquele era o único livro de memórias totalmente verdadeiro. Os espelhos não mentem.
(ANDRADE, C. D. de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1981, p. 23.)





