Questões de Concurso Sobre português

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Q3837023 Português
Assinale a alternativa em que a lacuna pode ser preenchida corretamente por ambas as formas verbais entre parênteses.
Alternativas
Q3837022 Português
“A literatura tem por si um componente transcendental que poderia ser considerado sagrado ou mágico” (Guadalupe Nettel)
Assinale a alternativa correta em relação ao emprego da palavra destacada no pensamento acima.
Alternativas
Q3837021 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras de acordo com a grafia oficial vigente em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3837020 Português
A Terra é verde

        Ainda tem gente que sustenta que a Terra é plana. Contudo, a sua forma redonda e azulada é inconteste quando vista do espaço. Sob o ponto de vista de quem vive aqui na sua epiderme, como um Pequeno Príncipe em pé no pequeno asteroide B-612, a linha do horizonte nos tranquiliza sobre a sua forma esférica. Porém, vista aqui de baixo, a Terra é verde.

        O verde da Terra constitui-se no motivo pelo qual as forças policiais e os exércitos substituíram os uniformes militares que antes eram elaborados com tecidos em tons vibrantes, de acordo com as cores de cada país, para a clássica camuflagem verde, dada a sua adequação para combates, em benefício da integridade dos soltados em suas missões.

        Ao longo do tempo o verde sempre se impôs sobre as demais cores na linha de alcance da visão do ser humano. Não é à toa que algumas teorias afirmam que o tom esverdeado é a cor que melhor enxergamos, em razão do nosso passado como caçadores-coletores, que nos forçava a distinguir o verde para sobreviver da caça ou não ser caçado.

        Talvez daqui a algumas centenas de anos, a cor predominante a ser visualizada passe a ser o cinza, por conta do atual foco do olhar do Homo sapiens em localizar vagas de estacionamento. A palavra “verde” já surgiu como uma cor. Do latim virides, em virtude da observação de algo que ainda não amadureceu.

        Quem não jogou um verde para colher maduro, buscando a partir de insinuações obter informações fidedignas? Certa feita, o ouro já foi verde. A erva mate já foi chamada de ouro verde pelo quanto rendia a sua exploração. Mas o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas, agindo como uma lápide no solo, sepultando-o.

        Mais do que uma simples junção do azul e do amarelo, o verde é um estilo de vida. Dizem que o verde é esperança. Verde é a cor da fertilidade. Para os egípcios, a cor da pele do deus Osíris é verde, pois representa o renascimento diante de cada cheia do rio Nilo. Verde também representa sorte nas quatro folhas do trevo. Verde é saúde e transmite segurança e tranquilidade.
(...)

LOCATELLI, Paulo Antônio. A Terra é verde. Disponível
em <https://www.escoladomp.org.br/blog/cronica-a-terrae-verde.htm>.
“o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas”
Na mesma ordem em que se encontram, as palavras destacadas no trecho acima são sinônimas de:
Alternativas
Q3837019 Português
A Terra é verde

        Ainda tem gente que sustenta que a Terra é plana. Contudo, a sua forma redonda e azulada é inconteste quando vista do espaço. Sob o ponto de vista de quem vive aqui na sua epiderme, como um Pequeno Príncipe em pé no pequeno asteroide B-612, a linha do horizonte nos tranquiliza sobre a sua forma esférica. Porém, vista aqui de baixo, a Terra é verde.

        O verde da Terra constitui-se no motivo pelo qual as forças policiais e os exércitos substituíram os uniformes militares que antes eram elaborados com tecidos em tons vibrantes, de acordo com as cores de cada país, para a clássica camuflagem verde, dada a sua adequação para combates, em benefício da integridade dos soltados em suas missões.

        Ao longo do tempo o verde sempre se impôs sobre as demais cores na linha de alcance da visão do ser humano. Não é à toa que algumas teorias afirmam que o tom esverdeado é a cor que melhor enxergamos, em razão do nosso passado como caçadores-coletores, que nos forçava a distinguir o verde para sobreviver da caça ou não ser caçado.

        Talvez daqui a algumas centenas de anos, a cor predominante a ser visualizada passe a ser o cinza, por conta do atual foco do olhar do Homo sapiens em localizar vagas de estacionamento. A palavra “verde” já surgiu como uma cor. Do latim virides, em virtude da observação de algo que ainda não amadureceu.

        Quem não jogou um verde para colher maduro, buscando a partir de insinuações obter informações fidedignas? Certa feita, o ouro já foi verde. A erva mate já foi chamada de ouro verde pelo quanto rendia a sua exploração. Mas o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas, agindo como uma lápide no solo, sepultando-o.

        Mais do que uma simples junção do azul e do amarelo, o verde é um estilo de vida. Dizem que o verde é esperança. Verde é a cor da fertilidade. Para os egípcios, a cor da pele do deus Osíris é verde, pois representa o renascimento diante de cada cheia do rio Nilo. Verde também representa sorte nas quatro folhas do trevo. Verde é saúde e transmite segurança e tranquilidade.
(...)

LOCATELLI, Paulo Antônio. A Terra é verde. Disponível
em <https://www.escoladomp.org.br/blog/cronica-a-terrae-verde.htm>.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação em que o autor utiliza um tom jocoso, irônico.
Alternativas
Q3837018 Português
A Terra é verde

        Ainda tem gente que sustenta que a Terra é plana. Contudo, a sua forma redonda e azulada é inconteste quando vista do espaço. Sob o ponto de vista de quem vive aqui na sua epiderme, como um Pequeno Príncipe em pé no pequeno asteroide B-612, a linha do horizonte nos tranquiliza sobre a sua forma esférica. Porém, vista aqui de baixo, a Terra é verde.

        O verde da Terra constitui-se no motivo pelo qual as forças policiais e os exércitos substituíram os uniformes militares que antes eram elaborados com tecidos em tons vibrantes, de acordo com as cores de cada país, para a clássica camuflagem verde, dada a sua adequação para combates, em benefício da integridade dos soltados em suas missões.

        Ao longo do tempo o verde sempre se impôs sobre as demais cores na linha de alcance da visão do ser humano. Não é à toa que algumas teorias afirmam que o tom esverdeado é a cor que melhor enxergamos, em razão do nosso passado como caçadores-coletores, que nos forçava a distinguir o verde para sobreviver da caça ou não ser caçado.

        Talvez daqui a algumas centenas de anos, a cor predominante a ser visualizada passe a ser o cinza, por conta do atual foco do olhar do Homo sapiens em localizar vagas de estacionamento. A palavra “verde” já surgiu como uma cor. Do latim virides, em virtude da observação de algo que ainda não amadureceu.

        Quem não jogou um verde para colher maduro, buscando a partir de insinuações obter informações fidedignas? Certa feita, o ouro já foi verde. A erva mate já foi chamada de ouro verde pelo quanto rendia a sua exploração. Mas o verde também pode ser deserto, representado no solo estéril deixado pelo plantio cartesiano de pinos que aniquila qualquer vida sob as suas folhas, agindo como uma lápide no solo, sepultando-o.

        Mais do que uma simples junção do azul e do amarelo, o verde é um estilo de vida. Dizem que o verde é esperança. Verde é a cor da fertilidade. Para os egípcios, a cor da pele do deus Osíris é verde, pois representa o renascimento diante de cada cheia do rio Nilo. Verde também representa sorte nas quatro folhas do trevo. Verde é saúde e transmite segurança e tranquilidade.
(...)

LOCATELLI, Paulo Antônio. A Terra é verde. Disponível
em <https://www.escoladomp.org.br/blog/cronica-a-terrae-verde.htm>.
Assinale a alternativa que apresenta uma informação que corresponde ao conteúdo desenvolvido no texto “A Terra é verde”.
Alternativas
Q3836875 Português
Imagem associada para resolução da questão DUKE. VAR. Disponível em <https://www.itatiaia.com.br/charges/2024/08/23/charge-do-duke-as-criticas-ao-var-no-futebolbrasileiro>.

Assinale a alternativa que explica corretamente as referências feitas pela palavra “problema”, em suas ocorrências na charge acima, considerando as falas do paciente VAR e do psicólogo.
Alternativas
Q3836874 Português
“A poesia não está nos versos, por vezes ela está no coração. E é tamanha. A ponto de não caber nas palavras.” (Jorge Amado)

Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do pensamento acima com a pontuação totalmente correta.
Alternativas
Q3836873 Português
Assinale a alternativa que apresenta colocação pronominal de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3836872 Português
“Nunca houve livro que não melhorasse se reduzido à metade.” (Agrippino Grieco)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma forma reescrita do pensamento acima, com a mudança para “livros”, no plural. 
Alternativas
Q3836871 Português
Assinale a alternativa em que as ocorrências ou não de crase se apresentam de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3836870 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O futuro no passado

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.

    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.

    Mas, assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.

    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo. 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. O futuro no passado. Disponível em <https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/08/30/leia-10-cronicas-de-luis-fernando-verissimo-publicadas-noglobo.ghtml>.
“E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo.”

As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem em que se encontram, exercem as funções de:
Alternativas
Q3836869 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O futuro no passado

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.

    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.

    Mas, assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.

    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo. 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. O futuro no passado. Disponível em <https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/08/30/leia-10-cronicas-de-luis-fernando-verissimo-publicadas-noglobo.ghtml>.
“As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam (...). A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis”

Na mesma ordem em que se encontram, as palavras destacadas acima introduzem os sentidos de:
Alternativas
Q3836868 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O futuro no passado

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.

    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.

    Mas, assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.

    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo. 

VERÍSSIMO, Luis Fernando. O futuro no passado. Disponível em <https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/08/30/leia-10-cronicas-de-luis-fernando-verissimo-publicadas-noglobo.ghtml>.
Assinale a alternativa cuja afirmação está de acordo com as ideias apresentadas no texto “O futuro no passado”. 
Alternativas
Q3836750 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Pneumotórax


Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos.

A vida inteira que podia ter sido e que não foi.

Tosse, tosse, tosse.


Mandou chamar o médico:


— Diga trinta e três.

— Trinta e três… trinta e três… trinta e três…

— Respire.


……………………………………………………………………….


— O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.

— Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax?

— Não.


A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.


Manuel Bandeira
O Modernismo, movimento ao qual pertence Manuel Bandeira, tem como uma de suas premissas o uso da linguagem coloquial em seus poemas. O uso da forma verbal “podia” no trecho “A vida inteira que podia ter sido e que não foi” é um exemplo disso.

A forma verbal CORRETA a ser utilizada neste trecho a fim de estar em consonância com as diretrizes da gramática é:
Alternativas
Q3836706 Português
Texto 1

Leia com atenção o texto abaixo:

Estudo mostra impacto severo e prolongado da pandemia na saúde mental dos médicos.

Participantes apresentam burnout, depressão e trauma intenso. Demonstram ainda um sofrimento psicológico persistente, com queixas contínuas de exaustão emocional acumulada desde a pandemia.

Um em cada três médicos que participaram num estudo sobre o impacto da pandemia na saúde mental destes profissionais apresentam trauma psicológico intenso, 10% admite ideação suicida e quase metade tem elevados níveis de ansiedade.

O estudo, desenvolvido pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM), em colaboração com a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, mostra um “impacto severo e prolongado” da pandemia de covid-19 na saúde mental dos médicos em Portugal.

Segundo os dados recolhidos dos 130 profissionais que participaram nesta análise, 28% apresenta burnout elevado, 39% depressão elevada e 34% apresenta trauma psicológico intenso.

O estudo mostra ainda um sofrimento psicológico persistente, com queixas contínuas de exaustão emocional acumulada desde a pandemia.

Apesar de reconhecer limitações no estudo elaborado, tendo em conta o reduzido número de profissionais que participaram e a sua distribuição geográfica, a FNAM considera, em comunicado, que o trabalho “é um alerta incontornável”.

“Os médicos sofrem com o desgaste físico, emocional e mental da sua profissão”, refere a FNAM, alertando que “é urgente cuidar de quem salva vidas”.

[…]

Fonte: https://observador.pt/2025/08/05/estudo-mostra-impacto- -severo-e-prolongado-da-pandemia-na-saude-mental-dos-medicos/
Analise a frase abaixo:

“Os médicos sofrem com o desgaste físico, emocional e mental da sua profissão

A parte sublinhada faz papel sintático de:
Alternativas
Q3836705 Português
Texto 1

Leia com atenção o texto abaixo:

Estudo mostra impacto severo e prolongado da pandemia na saúde mental dos médicos.

Participantes apresentam burnout, depressão e trauma intenso. Demonstram ainda um sofrimento psicológico persistente, com queixas contínuas de exaustão emocional acumulada desde a pandemia.

Um em cada três médicos que participaram num estudo sobre o impacto da pandemia na saúde mental destes profissionais apresentam trauma psicológico intenso, 10% admite ideação suicida e quase metade tem elevados níveis de ansiedade.

O estudo, desenvolvido pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM), em colaboração com a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, mostra um “impacto severo e prolongado” da pandemia de covid-19 na saúde mental dos médicos em Portugal.

Segundo os dados recolhidos dos 130 profissionais que participaram nesta análise, 28% apresenta burnout elevado, 39% depressão elevada e 34% apresenta trauma psicológico intenso.

O estudo mostra ainda um sofrimento psicológico persistente, com queixas contínuas de exaustão emocional acumulada desde a pandemia.

Apesar de reconhecer limitações no estudo elaborado, tendo em conta o reduzido número de profissionais que participaram e a sua distribuição geográfica, a FNAM considera, em comunicado, que o trabalho “é um alerta incontornável”.

“Os médicos sofrem com o desgaste físico, emocional e mental da sua profissão”, refere a FNAM, alertando que “é urgente cuidar de quem salva vidas”.

[…]

Fonte: https://observador.pt/2025/08/05/estudo-mostra-impacto- -severo-e-prolongado-da-pandemia-na-saude-mental-dos-medicos/
Tendo em vista que a matéria apresentada no Texto 1 pertence aos gêneros jornalísticos, é correto afirmar que o lide por ele apresentado tem como principal função:
Alternativas
Q3836704 Português
Texto 1

Leia com atenção o texto abaixo:

Estudo mostra impacto severo e prolongado da pandemia na saúde mental dos médicos.

Participantes apresentam burnout, depressão e trauma intenso. Demonstram ainda um sofrimento psicológico persistente, com queixas contínuas de exaustão emocional acumulada desde a pandemia.

Um em cada três médicos que participaram num estudo sobre o impacto da pandemia na saúde mental destes profissionais apresentam trauma psicológico intenso, 10% admite ideação suicida e quase metade tem elevados níveis de ansiedade.

O estudo, desenvolvido pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM), em colaboração com a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, mostra um “impacto severo e prolongado” da pandemia de covid-19 na saúde mental dos médicos em Portugal.

Segundo os dados recolhidos dos 130 profissionais que participaram nesta análise, 28% apresenta burnout elevado, 39% depressão elevada e 34% apresenta trauma psicológico intenso.

O estudo mostra ainda um sofrimento psicológico persistente, com queixas contínuas de exaustão emocional acumulada desde a pandemia.

Apesar de reconhecer limitações no estudo elaborado, tendo em conta o reduzido número de profissionais que participaram e a sua distribuição geográfica, a FNAM considera, em comunicado, que o trabalho “é um alerta incontornável”.

“Os médicos sofrem com o desgaste físico, emocional e mental da sua profissão”, refere a FNAM, alertando que “é urgente cuidar de quem salva vidas”.

[…]

Fonte: https://observador.pt/2025/08/05/estudo-mostra-impacto- -severo-e-prolongado-da-pandemia-na-saude-mental-dos-medicos/
Com base na leitura do Texto 1 apresentado e nos seus conhecimentos, é correto afirmar que a tipologia textual predominante nele é:
Alternativas
Q3836703 Português
Texto 1

Leia com atenção o texto abaixo:

Estudo mostra impacto severo e prolongado da pandemia na saúde mental dos médicos.

Participantes apresentam burnout, depressão e trauma intenso. Demonstram ainda um sofrimento psicológico persistente, com queixas contínuas de exaustão emocional acumulada desde a pandemia.

Um em cada três médicos que participaram num estudo sobre o impacto da pandemia na saúde mental destes profissionais apresentam trauma psicológico intenso, 10% admite ideação suicida e quase metade tem elevados níveis de ansiedade.

O estudo, desenvolvido pela Federação Nacional dos Médicos (FNAM), em colaboração com a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, mostra um “impacto severo e prolongado” da pandemia de covid-19 na saúde mental dos médicos em Portugal.

Segundo os dados recolhidos dos 130 profissionais que participaram nesta análise, 28% apresenta burnout elevado, 39% depressão elevada e 34% apresenta trauma psicológico intenso.

O estudo mostra ainda um sofrimento psicológico persistente, com queixas contínuas de exaustão emocional acumulada desde a pandemia.

Apesar de reconhecer limitações no estudo elaborado, tendo em conta o reduzido número de profissionais que participaram e a sua distribuição geográfica, a FNAM considera, em comunicado, que o trabalho “é um alerta incontornável”.

“Os médicos sofrem com o desgaste físico, emocional e mental da sua profissão”, refere a FNAM, alertando que “é urgente cuidar de quem salva vidas”.

[…]

Fonte: https://observador.pt/2025/08/05/estudo-mostra-impacto- -severo-e-prolongado-da-pandemia-na-saude-mental-dos-medicos/
O Texto 1 apresenta os resultados de um estudo da FNAM em parceria com a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação do Porto sobre o impacto da pandemia na saúde mental de médicos portugueses.

Considerando os dados, assinale a alternativa que expressa corretamente o que é exposto na matéria.
Alternativas
Q3836570 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Turbulência em voos pode triplicar até 2050; veja como a aviação está se preparando


Casos de fortes turbulências em voos comerciais têm se tornado mais frequentes nos últimos anos. Em 2024, um avião da Singapore Airlines enfrentou severa instabilidade ao sobrevoar o sul de Mianmar, e, pouco depois, um Boeing 787 passou por situação semelhante nas Filipinas, resultando em ferimentos a uma comissária de bordo. Episódios como esses evidenciam um fenômeno crescente associado às mudanças climáticas provocadas pela ação humana.

Pesquisas indicam que a turbulência severa em céu claro — caracterizada por movimentos caóticos do ar invisíveis a radares e satélites — aumentou cerca de 55% desde 1979. A previsão é que esse tipo de turbulência triplique globalmente até a década de 2050, afetando especialmente rotas no leste da Ásia e no Atlântico Norte. Esse cenário reforça o medo de voar, frequentemente associado à sensação de perda de controle e a experiências anteriores com instabilidade durante o voo.

Além do desconforto aos passageiros, a turbulência gera custos relevantes para a aviação, pois acelera o desgaste das aeronaves e obriga pilotos a desviar rotas, elevando o consumo de combustível e as emissões. Diante disso, companhias aéreas, cientistas e engenheiros intensificam a busca por soluções para reduzir seus impactos.

Uma das iniciativas envolve pequenos mecanismos adicionais acoplados às asas, capazes de ajustar automaticamente o ângulo em resposta a variações no fluxo de ar, estabilizando a aeronave de forma semelhante ao voo das aves. Essa tecnologia já demonstrou potencial para reduzir significativamente a turbulência percebida, embora ainda esteja em fase de adaptação para aeronaves de grande porte.

O enfrentamento da turbulência também depende de avanços em matemática, dinâmica dos fluidos e inteligência artificial. Sistemas baseados em aprendizado de máquina vêm sendo testados para simular e prever o comportamento do ar a partir de medições realizadas diretamente nas asas. Outras abordagens incluem sensores de infrassom e tecnologias como o Lidar, capazes de mapear o ar à frente da aeronave, ainda que limitações técnicas restrinjam seu uso em aviões comerciais.

Enquanto essas inovações não se consolidam, pilotos recorrem a previsões meteorológicas cada vez mais precisas, que hoje conseguem antecipar cerca de 75% dos episódios de turbulência, número superior ao observado há duas décadas.

Com o avanço das mudanças climáticas, a aviação enfrenta o desafio de combinar ciência, tecnologia e planejamento operacional para lidar com um ambiente atmosférico mais instável, tornando os voos do futuro mais seguros e previsíveis.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce9yzrzdzr0o.adaptado.
Casos de fortes turbulências em voos comerciais têm se tornado mais frequentes nos últimos anos. Em 2024, um avião da Singapore Airlines enfrentou severa instabilidade ao sobrevoar o sul de Mianmar.

Assinale a alternativa que contenha adjetivo seguido de substantivo, respectivamente:
Alternativas
Respostas
16641: B
16642: D
16643: C
16644: B
16645: C
16646: E
16647: B
16648: C
16649: E
16650: A
16651: A
16652: D
16653: C
16654: E
16655: E
16656: C
16657: E
16658: C
16659: B
16660: C