Questões de Concurso Sobre português
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I. O texto sustenta que a linguagem é um elemento constitutivo da experiência humana, e não apenas um instrumento de comunicação.
II. A referência ao “deserto árido” e aos “zumbis” possui função meramente ornamental, sem relação efetiva com a argumentação central do autor.
III. A diminuição do vocabulário é apresentada como um fenômeno que ultrapassa o campo educacional, afetando dimensões existenciais do ser humano.
IV. A filosofia contemporânea, segundo o texto, reforça a ideia de que as palavras possuem essência fixa e universal, independente da convenção social. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
A ILUSÃO DA CLAREZA IMEDIATA
Vivemos em uma época que idolatra a rapidez. A informação precisa ser instantânea, a resposta deve surgir antes mesmo da formulação completa da pergunta, e o pensamento, comprimido em fragmentos facilmente consumíveis, parece ter se tornado mais um produto na prateleira do cotidiano. Nesse cenário, emerge uma curiosa inversão: quanto mais acessível se torna o conteúdo, menos disposição temos para compreendê-lo em profundidade.
A linguagem, que outrora exigia elaboração, silêncio e tempo, passa a ser pressionada por uma lógica de eficiência. Não se trata apenas de comunicar, mas de comunicar rapidamente. A clareza, nesse contexto, deixa de ser resultado de um processo intelectual e passa a ser confundida com simplificação extrema. No entanto, simplificar não é, necessariamente, esclarecer.
Há uma diferença substancial entre tornar algo inteligível e reduzi-lo a um esboço empobrecido. O primeiro movimento exige domínio, articulação e consciência das nuances; o segundo, frequentemente, implica supressão, perda e, em muitos casos, distorção. Ao privilegiarmos o imediato, abrimos mão da densidade — e, com ela, da possibilidade de compreender o mundo em sua complexidade.
Esse fenômeno não se limita ao campo da linguagem. Ele se infiltra nas relações humanas, na forma como debatemos ideias e até mesmo na maneira como construímos nossas convicções. Opiniões são formadas com base em recortes, julgamentos são proferidos sem maturação, e o diálogo cede espaço a monólogos simultâneos, nos quais ninguém escuta, mas todos respondem.
Paradoxalmente, nunca tivemos tanto acesso à informação, e, ainda assim, somos cada vez mais suscetíveis à superficialidade. Isso ocorre porque o acesso, por si só, não garante assimilação. Pelo contrário, pode produzir a ilusão de conhecimento — uma sensação enganosa de domínio que dispensa o esforço real de compreender.
A ilusão da clareza imediata, portanto, não reside apenas na linguagem, mas na forma como nos relacionamos com o saber. Quando acreditamos que entender é o mesmo que consumir rapidamente, substituímos o pensamento pelo reflexo, a análise pela reação e o conhecimento pela aparência de saber.
Talvez o maior risco não seja a ignorância declarada, mas a convicção apressada. Afinal, quem reconhece que não sabe ainda pode aprender; mas quem acredita que já compreendeu, dificilmente se dispõe a pensar novamente.
A ILUSÃO DA CLAREZA IMEDIATA
Vivemos em uma época que idolatra a rapidez. A informação precisa ser instantânea, a resposta deve surgir antes mesmo da formulação completa da pergunta, e o pensamento, comprimido em fragmentos facilmente consumíveis, parece ter se tornado mais um produto na prateleira do cotidiano. Nesse cenário, emerge uma curiosa inversão: quanto mais acessível se torna o conteúdo, menos disposição temos para compreendê-lo em profundidade.
A linguagem, que outrora exigia elaboração, silêncio e tempo, passa a ser pressionada por uma lógica de eficiência. Não se trata apenas de comunicar, mas de comunicar rapidamente. A clareza, nesse contexto, deixa de ser resultado de um processo intelectual e passa a ser confundida com simplificação extrema. No entanto, simplificar não é, necessariamente, esclarecer.
Há uma diferença substancial entre tornar algo inteligível e reduzi-lo a um esboço empobrecido. O primeiro movimento exige domínio, articulação e consciência das nuances; o segundo, frequentemente, implica supressão, perda e, em muitos casos, distorção. Ao privilegiarmos o imediato, abrimos mão da densidade — e, com ela, da possibilidade de compreender o mundo em sua complexidade.
Esse fenômeno não se limita ao campo da linguagem. Ele se infiltra nas relações humanas, na forma como debatemos ideias e até mesmo na maneira como construímos nossas convicções. Opiniões são formadas com base em recortes, julgamentos são proferidos sem maturação, e o diálogo cede espaço a monólogos simultâneos, nos quais ninguém escuta, mas todos respondem.
Paradoxalmente, nunca tivemos tanto acesso à informação, e, ainda assim, somos cada vez mais suscetíveis à superficialidade. Isso ocorre porque o acesso, por si só, não garante assimilação. Pelo contrário, pode produzir a ilusão de conhecimento — uma sensação enganosa de domínio que dispensa o esforço real de compreender.
A ilusão da clareza imediata, portanto, não reside apenas na linguagem, mas na forma como nos relacionamos com o saber. Quando acreditamos que entender é o mesmo que consumir rapidamente, substituímos o pensamento pelo reflexo, a análise pela reação e o conhecimento pela aparência de saber.
Talvez o maior risco não seja a ignorância declarada, mas a convicção apressada. Afinal, quem reconhece que não sabe ainda pode aprender; mas quem acredita que já compreendeu, dificilmente se dispõe a pensar novamente.
A ILUSÃO DA CLAREZA IMEDIATA
Vivemos em uma época que idolatra a rapidez. A informação precisa ser instantânea, a resposta deve surgir antes mesmo da formulação completa da pergunta, e o pensamento, comprimido em fragmentos facilmente consumíveis, parece ter se tornado mais um produto na prateleira do cotidiano. Nesse cenário, emerge uma curiosa inversão: quanto mais acessível se torna o conteúdo, menos disposição temos para compreendê-lo em profundidade.
A linguagem, que outrora exigia elaboração, silêncio e tempo, passa a ser pressionada por uma lógica de eficiência. Não se trata apenas de comunicar, mas de comunicar rapidamente. A clareza, nesse contexto, deixa de ser resultado de um processo intelectual e passa a ser confundida com simplificação extrema. No entanto, simplificar não é, necessariamente, esclarecer.
Há uma diferença substancial entre tornar algo inteligível e reduzi-lo a um esboço empobrecido. O primeiro movimento exige domínio, articulação e consciência das nuances; o segundo, frequentemente, implica supressão, perda e, em muitos casos, distorção. Ao privilegiarmos o imediato, abrimos mão da densidade — e, com ela, da possibilidade de compreender o mundo em sua complexidade.
Esse fenômeno não se limita ao campo da linguagem. Ele se infiltra nas relações humanas, na forma como debatemos ideias e até mesmo na maneira como construímos nossas convicções. Opiniões são formadas com base em recortes, julgamentos são proferidos sem maturação, e o diálogo cede espaço a monólogos simultâneos, nos quais ninguém escuta, mas todos respondem.
Paradoxalmente, nunca tivemos tanto acesso à informação, e, ainda assim, somos cada vez mais suscetíveis à superficialidade. Isso ocorre porque o acesso, por si só, não garante assimilação. Pelo contrário, pode produzir a ilusão de conhecimento — uma sensação enganosa de domínio que dispensa o esforço real de compreender.
A ilusão da clareza imediata, portanto, não reside apenas na linguagem, mas na forma como nos relacionamos com o saber. Quando acreditamos que entender é o mesmo que consumir rapidamente, substituímos o pensamento pelo reflexo, a análise pela reação e o conhecimento pela aparência de saber.
Talvez o maior risco não seja a ignorância declarada, mas a convicção apressada. Afinal, quem reconhece que não sabe ainda pode aprender; mas quem acredita que já compreendeu, dificilmente se dispõe a pensar novamente.
A ILUSÃO DA CLAREZA IMEDIATA
Vivemos em uma época que idolatra a rapidez. A informação precisa ser instantânea, a resposta deve surgir antes mesmo da formulação completa da pergunta, e o pensamento, comprimido em fragmentos facilmente consumíveis, parece ter se tornado mais um produto na prateleira do cotidiano. Nesse cenário, emerge uma curiosa inversão: quanto mais acessível se torna o conteúdo, menos disposição temos para compreendê-lo em profundidade.
A linguagem, que outrora exigia elaboração, silêncio e tempo, passa a ser pressionada por uma lógica de eficiência. Não se trata apenas de comunicar, mas de comunicar rapidamente. A clareza, nesse contexto, deixa de ser resultado de um processo intelectual e passa a ser confundida com simplificação extrema. No entanto, simplificar não é, necessariamente, esclarecer.
Há uma diferença substancial entre tornar algo inteligível e reduzi-lo a um esboço empobrecido. O primeiro movimento exige domínio, articulação e consciência das nuances; o segundo, frequentemente, implica supressão, perda e, em muitos casos, distorção. Ao privilegiarmos o imediato, abrimos mão da densidade — e, com ela, da possibilidade de compreender o mundo em sua complexidade.
Esse fenômeno não se limita ao campo da linguagem. Ele se infiltra nas relações humanas, na forma como debatemos ideias e até mesmo na maneira como construímos nossas convicções. Opiniões são formadas com base em recortes, julgamentos são proferidos sem maturação, e o diálogo cede espaço a monólogos simultâneos, nos quais ninguém escuta, mas todos respondem.
Paradoxalmente, nunca tivemos tanto acesso à informação, e, ainda assim, somos cada vez mais suscetíveis à superficialidade. Isso ocorre porque o acesso, por si só, não garante assimilação. Pelo contrário, pode produzir a ilusão de conhecimento — uma sensação enganosa de domínio que dispensa o esforço real de compreender.
A ilusão da clareza imediata, portanto, não reside apenas na linguagem, mas na forma como nos relacionamos com o saber. Quando acreditamos que entender é o mesmo que consumir rapidamente, substituímos o pensamento pelo reflexo, a análise pela reação e o conhecimento pela aparência de saber.
Talvez o maior risco não seja a ignorância declarada, mas a convicção apressada. Afinal, quem reconhece que não sabe ainda pode aprender; mas quem acredita que já compreendeu, dificilmente se dispõe a pensar novamente.
A ILUSÃO DA CLAREZA IMEDIATA
Vivemos em uma época que idolatra a rapidez. A informação precisa ser instantânea, a resposta deve surgir antes mesmo da formulação completa da pergunta, e o pensamento, comprimido em fragmentos facilmente consumíveis, parece ter se tornado mais um produto na prateleira do cotidiano. Nesse cenário, emerge uma curiosa inversão: quanto mais acessível se torna o conteúdo, menos disposição temos para compreendê-lo em profundidade.
A linguagem, que outrora exigia elaboração, silêncio e tempo, passa a ser pressionada por uma lógica de eficiência. Não se trata apenas de comunicar, mas de comunicar rapidamente. A clareza, nesse contexto, deixa de ser resultado de um processo intelectual e passa a ser confundida com simplificação extrema. No entanto, simplificar não é, necessariamente, esclarecer.
Há uma diferença substancial entre tornar algo inteligível e reduzi-lo a um esboço empobrecido. O primeiro movimento exige domínio, articulação e consciência das nuances; o segundo, frequentemente, implica supressão, perda e, em muitos casos, distorção. Ao privilegiarmos o imediato, abrimos mão da densidade — e, com ela, da possibilidade de compreender o mundo em sua complexidade.
Esse fenômeno não se limita ao campo da linguagem. Ele se infiltra nas relações humanas, na forma como debatemos ideias e até mesmo na maneira como construímos nossas convicções. Opiniões são formadas com base em recortes, julgamentos são proferidos sem maturação, e o diálogo cede espaço a monólogos simultâneos, nos quais ninguém escuta, mas todos respondem.
Paradoxalmente, nunca tivemos tanto acesso à informação, e, ainda assim, somos cada vez mais suscetíveis à superficialidade. Isso ocorre porque o acesso, por si só, não garante assimilação. Pelo contrário, pode produzir a ilusão de conhecimento — uma sensação enganosa de domínio que dispensa o esforço real de compreender.
A ilusão da clareza imediata, portanto, não reside apenas na linguagem, mas na forma como nos relacionamos com o saber. Quando acreditamos que entender é o mesmo que consumir rapidamente, substituímos o pensamento pelo reflexo, a análise pela reação e o conhecimento pela aparência de saber.
Talvez o maior risco não seja a ignorância declarada, mas a convicção apressada. Afinal, quem reconhece que não sabe ainda pode aprender; mas quem acredita que já compreendeu, dificilmente se dispõe a pensar novamente.
A ILUSÃO DA CLAREZA IMEDIATA
Vivemos em uma época que idolatra a rapidez. A informação precisa ser instantânea, a resposta deve surgir antes mesmo da formulação completa da pergunta, e o pensamento, comprimido em fragmentos facilmente consumíveis, parece ter se tornado mais um produto na prateleira do cotidiano. Nesse cenário, emerge uma curiosa inversão: quanto mais acessível se torna o conteúdo, menos disposição temos para compreendê-lo em profundidade.
A linguagem, que outrora exigia elaboração, silêncio e tempo, passa a ser pressionada por uma lógica de eficiência. Não se trata apenas de comunicar, mas de comunicar rapidamente. A clareza, nesse contexto, deixa de ser resultado de um processo intelectual e passa a ser confundida com simplificação extrema. No entanto, simplificar não é, necessariamente, esclarecer.
Há uma diferença substancial entre tornar algo inteligível e reduzi-lo a um esboço empobrecido. O primeiro movimento exige domínio, articulação e consciência das nuances; o segundo, frequentemente, implica supressão, perda e, em muitos casos, distorção. Ao privilegiarmos o imediato, abrimos mão da densidade — e, com ela, da possibilidade de compreender o mundo em sua complexidade.
Esse fenômeno não se limita ao campo da linguagem. Ele se infiltra nas relações humanas, na forma como debatemos ideias e até mesmo na maneira como construímos nossas convicções. Opiniões são formadas com base em recortes, julgamentos são proferidos sem maturação, e o diálogo cede espaço a monólogos simultâneos, nos quais ninguém escuta, mas todos respondem.
Paradoxalmente, nunca tivemos tanto acesso à informação, e, ainda assim, somos cada vez mais suscetíveis à superficialidade. Isso ocorre porque o acesso, por si só, não garante assimilação. Pelo contrário, pode produzir a ilusão de conhecimento — uma sensação enganosa de domínio que dispensa o esforço real de compreender.
A ilusão da clareza imediata, portanto, não reside apenas na linguagem, mas na forma como nos relacionamos com o saber. Quando acreditamos que entender é o mesmo que consumir rapidamente, substituímos o pensamento pelo reflexo, a análise pela reação e o conhecimento pela aparência de saber.
Talvez o maior risco não seja a ignorância declarada, mas a convicção apressada. Afinal, quem reconhece que não sabe ainda pode aprender; mas quem acredita que já compreendeu, dificilmente se dispõe a pensar novamente.
A ILUSÃO DA CLAREZA IMEDIATA
Vivemos em uma época que idolatra a rapidez. A informação precisa ser instantânea, a resposta deve surgir antes mesmo da formulação completa da pergunta, e o pensamento, comprimido em fragmentos facilmente consumíveis, parece ter se tornado mais um produto na prateleira do cotidiano. Nesse cenário, emerge uma curiosa inversão: quanto mais acessível se torna o conteúdo, menos disposição temos para compreendê-lo em profundidade.
A linguagem, que outrora exigia elaboração, silêncio e tempo, passa a ser pressionada por uma lógica de eficiência. Não se trata apenas de comunicar, mas de comunicar rapidamente. A clareza, nesse contexto, deixa de ser resultado de um processo intelectual e passa a ser confundida com simplificação extrema. No entanto, simplificar não é, necessariamente, esclarecer.
Há uma diferença substancial entre tornar algo inteligível e reduzi-lo a um esboço empobrecido. O primeiro movimento exige domínio, articulação e consciência das nuances; o segundo, frequentemente, implica supressão, perda e, em muitos casos, distorção. Ao privilegiarmos o imediato, abrimos mão da densidade — e, com ela, da possibilidade de compreender o mundo em sua complexidade.
Esse fenômeno não se limita ao campo da linguagem. Ele se infiltra nas relações humanas, na forma como debatemos ideias e até mesmo na maneira como construímos nossas convicções. Opiniões são formadas com base em recortes, julgamentos são proferidos sem maturação, e o diálogo cede espaço a monólogos simultâneos, nos quais ninguém escuta, mas todos respondem.
Paradoxalmente, nunca tivemos tanto acesso à informação, e, ainda assim, somos cada vez mais suscetíveis à superficialidade. Isso ocorre porque o acesso, por si só, não garante assimilação. Pelo contrário, pode produzir a ilusão de conhecimento — uma sensação enganosa de domínio que dispensa o esforço real de compreender.
A ilusão da clareza imediata, portanto, não reside apenas na linguagem, mas na forma como nos relacionamos com o saber. Quando acreditamos que entender é o mesmo que consumir rapidamente, substituímos o pensamento pelo reflexo, a análise pela reação e o conhecimento pela aparência de saber.
Talvez o maior risco não seja a ignorância declarada, mas a convicção apressada. Afinal, quem reconhece que não sabe ainda pode aprender; mas quem acredita que já compreendeu, dificilmente se dispõe a pensar novamente.
A ILUSÃO DA CLAREZA IMEDIATA
Vivemos em uma época que idolatra a rapidez. A informação precisa ser instantânea, a resposta deve surgir antes mesmo da formulação completa da pergunta, e o pensamento, comprimido em fragmentos facilmente consumíveis, parece ter se tornado mais um produto na prateleira do cotidiano. Nesse cenário, emerge uma curiosa inversão: quanto mais acessível se torna o conteúdo, menos disposição temos para compreendê-lo em profundidade.
A linguagem, que outrora exigia elaboração, silêncio e tempo, passa a ser pressionada por uma lógica de eficiência. Não se trata apenas de comunicar, mas de comunicar rapidamente. A clareza, nesse contexto, deixa de ser resultado de um processo intelectual e passa a ser confundida com simplificação extrema. No entanto, simplificar não é, necessariamente, esclarecer.
Há uma diferença substancial entre tornar algo inteligível e reduzi-lo a um esboço empobrecido. O primeiro movimento exige domínio, articulação e consciência das nuances; o segundo, frequentemente, implica supressão, perda e, em muitos casos, distorção. Ao privilegiarmos o imediato, abrimos mão da densidade — e, com ela, da possibilidade de compreender o mundo em sua complexidade.
Esse fenômeno não se limita ao campo da linguagem. Ele se infiltra nas relações humanas, na forma como debatemos ideias e até mesmo na maneira como construímos nossas convicções. Opiniões são formadas com base em recortes, julgamentos são proferidos sem maturação, e o diálogo cede espaço a monólogos simultâneos, nos quais ninguém escuta, mas todos respondem.
Paradoxalmente, nunca tivemos tanto acesso à informação, e, ainda assim, somos cada vez mais suscetíveis à superficialidade. Isso ocorre porque o acesso, por si só, não garante assimilação. Pelo contrário, pode produzir a ilusão de conhecimento — uma sensação enganosa de domínio que dispensa o esforço real de compreender.
A ilusão da clareza imediata, portanto, não reside apenas na linguagem, mas na forma como nos relacionamos com o saber. Quando acreditamos que entender é o mesmo que consumir rapidamente, substituímos o pensamento pelo reflexo, a análise pela reação e o conhecimento pela aparência de saber.
Talvez o maior risco não seja a ignorância declarada, mas a convicção apressada. Afinal, quem reconhece que não sabe ainda pode aprender; mas quem acredita que já compreendeu, dificilmente se dispõe a pensar novamente.
A ILUSÃO DA CLAREZA IMEDIATA
Vivemos em uma época que idolatra a rapidez. A informação precisa ser instantânea, a resposta deve surgir antes mesmo da formulação completa da pergunta, e o pensamento, comprimido em fragmentos facilmente consumíveis, parece ter se tornado mais um produto na prateleira do cotidiano. Nesse cenário, emerge uma curiosa inversão: quanto mais acessível se torna o conteúdo, menos disposição temos para compreendê-lo em profundidade.
A linguagem, que outrora exigia elaboração, silêncio e tempo, passa a ser pressionada por uma lógica de eficiência. Não se trata apenas de comunicar, mas de comunicar rapidamente. A clareza, nesse contexto, deixa de ser resultado de um processo intelectual e passa a ser confundida com simplificação extrema. No entanto, simplificar não é, necessariamente, esclarecer.
Há uma diferença substancial entre tornar algo inteligível e reduzi-lo a um esboço empobrecido. O primeiro movimento exige domínio, articulação e consciência das nuances; o segundo, frequentemente, implica supressão, perda e, em muitos casos, distorção. Ao privilegiarmos o imediato, abrimos mão da densidade — e, com ela, da possibilidade de compreender o mundo em sua complexidade.
Esse fenômeno não se limita ao campo da linguagem. Ele se infiltra nas relações humanas, na forma como debatemos ideias e até mesmo na maneira como construímos nossas convicções. Opiniões são formadas com base em recortes, julgamentos são proferidos sem maturação, e o diálogo cede espaço a monólogos simultâneos, nos quais ninguém escuta, mas todos respondem.
Paradoxalmente, nunca tivemos tanto acesso à informação, e, ainda assim, somos cada vez mais suscetíveis à superficialidade. Isso ocorre porque o acesso, por si só, não garante assimilação. Pelo contrário, pode produzir a ilusão de conhecimento — uma sensação enganosa de domínio que dispensa o esforço real de compreender.
A ilusão da clareza imediata, portanto, não reside apenas na linguagem, mas na forma como nos relacionamos com o saber. Quando acreditamos que entender é o mesmo que consumir rapidamente, substituímos o pensamento pelo reflexo, a análise pela reação e o conhecimento pela aparência de saber.
Talvez o maior risco não seja a ignorância declarada, mas a convicção apressada. Afinal, quem reconhece que não sabe ainda pode aprender; mas quem acredita que já compreendeu, dificilmente se dispõe a pensar novamente.
A ILUSÃO DA CLAREZA IMEDIATA
Vivemos em uma época que idolatra a rapidez. A informação precisa ser instantânea, a resposta deve surgir antes mesmo da formulação completa da pergunta, e o pensamento, comprimido em fragmentos facilmente consumíveis, parece ter se tornado mais um produto na prateleira do cotidiano. Nesse cenário, emerge uma curiosa inversão: quanto mais acessível se torna o conteúdo, menos disposição temos para compreendê-lo em profundidade.
A linguagem, que outrora exigia elaboração, silêncio e tempo, passa a ser pressionada por uma lógica de eficiência. Não se trata apenas de comunicar, mas de comunicar rapidamente. A clareza, nesse contexto, deixa de ser resultado de um processo intelectual e passa a ser confundida com simplificação extrema. No entanto, simplificar não é, necessariamente, esclarecer.
Há uma diferença substancial entre tornar algo inteligível e reduzi-lo a um esboço empobrecido. O primeiro movimento exige domínio, articulação e consciência das nuances; o segundo, frequentemente, implica supressão, perda e, em muitos casos, distorção. Ao privilegiarmos o imediato, abrimos mão da densidade — e, com ela, da possibilidade de compreender o mundo em sua complexidade.
Esse fenômeno não se limita ao campo da linguagem. Ele se infiltra nas relações humanas, na forma como debatemos ideias e até mesmo na maneira como construímos nossas convicções. Opiniões são formadas com base em recortes, julgamentos são proferidos sem maturação, e o diálogo cede espaço a monólogos simultâneos, nos quais ninguém escuta, mas todos respondem.
Paradoxalmente, nunca tivemos tanto acesso à informação, e, ainda assim, somos cada vez mais suscetíveis à superficialidade. Isso ocorre porque o acesso, por si só, não garante assimilação. Pelo contrário, pode produzir a ilusão de conhecimento — uma sensação enganosa de domínio que dispensa o esforço real de compreender.
A ilusão da clareza imediata, portanto, não reside apenas na linguagem, mas na forma como nos relacionamos com o saber. Quando acreditamos que entender é o mesmo que consumir rapidamente, substituímos o pensamento pelo reflexo, a análise pela reação e o conhecimento pela aparência de saber.
Talvez o maior risco não seja a ignorância declarada, mas a convicção apressada. Afinal, quem reconhece que não sabe ainda pode aprender; mas quem acredita que já compreendeu, dificilmente se dispõe a pensar novamente.
Em relação à regência verbal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Aquela professora vivia implicando comigo.
( ) Ana decidiu desobedecer os pais.
( ) É necessário aliar a responsabilidade ambiental ao crescimento econômico.
Em conformidade com as regras de concordância nominal, assinalar a alternativa cujos elementos preenchem as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
I. Água-de-colônia é __________ para o rosto.
II. Encontramos os portões abertos ___________.
III. _________ pai e mãe, amamos vocês!
IV. Fui ao mercado e comprei frango e carne _________.