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Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 251.228 questões

Q4101882 Português
TEXTO 3 (Adaptado)


“Embora o acesso à informação tenha aumentado nos últimos anos, muitos estudantes ainda encontram dificuldades para interpretar textos complexos, porque a leitura superficial, frequentemente estimulada pelas redes sociais, reduz a capacidade de concentração e prejudica a construção do pensamento crítico.”
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho mantém a correção gramatical, o sentido original e a adequada regência nominal.
Alternativas
Q4101881 Português
TEXTO 3 (Adaptado)


“Embora o acesso à informação tenha aumentado nos últimos anos, muitos estudantes ainda encontram dificuldades para interpretar textos complexos, porque a leitura superficial, frequentemente estimulada pelas redes sociais, reduz a capacidade de concentração e prejudica a construção do pensamento crítico.”
A relação estabelecida pelos conectivos destacados em “Embora o acesso à informação tenha aumentado (...), muitos estudantes ainda encontram dificuldades (...), porque a leitura superficial (...) reduz a capacidade de concentração” é, respectivamente, de:
Alternativas
Q4101880 Português
Abaixo estão alguns trechos de Machado de Assis adaptados. Em relação à concordância verbal, assinale a alternativa em que o verbo está empregado de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q4101879 Português
TEXTO 2


Eu, o Poema Hoje — que hoje? Que o hoje,

só seu, não é o mesmo que o meu. Eu, o poema, não vibro

no ar, se ninguém me leu.

Não deixa que o livro te engane:

foi corpo o que me aconteceu,

e se hoje eu, cantando, sou canto,

seu corpo é que me reviveu:

por este ectoplasma estranho

de som, de inscrição, de sonho,

seu corpo bate no meu.

Hoje, quem diz o poema

não sei se sou eu ou eu.


MOSTAZO, João. Eu, o poema. In: MOSTAZO, João. Coisa de mamíferos. São Paulo: Editora 34, 2023.
“seu corpo é que me reviveu

Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi substituída por um sinônimo adequado ao contexto e acompanhada de um antônimo correto.
Alternativas
Q4101878 Português
TEXTO 2


Eu, o Poema Hoje — que hoje? Que o hoje,

só seu, não é o mesmo que o meu. Eu, o poema, não vibro

no ar, se ninguém me leu.

Não deixa que o livro te engane:

foi corpo o que me aconteceu,

e se hoje eu, cantando, sou canto,

seu corpo é que me reviveu:

por este ectoplasma estranho

de som, de inscrição, de sonho,

seu corpo bate no meu.

Hoje, quem diz o poema

não sei se sou eu ou eu.


MOSTAZO, João. Eu, o poema. In: MOSTAZO, João. Coisa de mamíferos. São Paulo: Editora 34, 2023.

No trecho:



“Eu, o poema, não vibro no ar, se ninguém me leu.”



a principal figura de linguagem presente é:

Alternativas
Q4101877 Português
TEXTO 2


Eu, o Poema Hoje — que hoje? Que o hoje,

só seu, não é o mesmo que o meu. Eu, o poema, não vibro

no ar, se ninguém me leu.

Não deixa que o livro te engane:

foi corpo o que me aconteceu,

e se hoje eu, cantando, sou canto,

seu corpo é que me reviveu:

por este ectoplasma estranho

de som, de inscrição, de sonho,

seu corpo bate no meu.

Hoje, quem diz o poema

não sei se sou eu ou eu.


MOSTAZO, João. Eu, o poema. In: MOSTAZO, João. Coisa de mamíferos. São Paulo: Editora 34, 2023.

No verso:



“seu corpo bate no meu.”



a palavra “corpo” foi empregada em sentido predominantemente: 

Alternativas
Q4101875 Português
TEXTO 1


O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
Considerando as regras de ortografia e acentuação presentes no texto 1, assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas e acentuadas.
Alternativas
Q4101873 Português
TEXTO 1


O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho abaixo mantém corretamente o sentido original e a relação lógica das informações.

Trecho original:
“Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo.”
Alternativas
Q4101872 Português
TEXTO 1


O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
Ao afirmar que “os dados do IPS Brasil 2026 mostram duas realidades distintas”, fica implícito que:
Alternativas
Q4101871 Português
TEXTO 1


O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Imazon e parceiros, avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. Cada cidade recebe uma nota de 0 a 100 e uma posição no ranking nacional. A média do Brasil em 2026 ficou em 63,40 pontos. Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera pelo terceiro ano seguido, com 73,10. Uiramutã, em Roraima, aparece em último, com 42,44 — uma diferença de mais de 30 pontos entre as duas pontas. Os dados do IPS Brasil 2026 mostra duas realidades distintas. Sudeste e Sul concentram as cidades com melhor qualidade de vida. A região Norte, em especial os estados da Amazônia Legal, reúne a maior parte dos municípios com os piores desempenhos. Entre as 20 cidades mais bem colocadas, 18 ficam no Sudeste e no Sul — a maioria em São Paulo. Já entre as 20 piores, 19 estão no Norte e no Nordeste, com forte concentração no Pará, em Roraima e no Tocantins. Só o Pará tem 12 das 20 piores cidades do país em 2026. G1. IPS Brasil 2026 mostra desigualdade na qualidade de vida entre municípios brasileiros. Portal G1, 20 maio 2026. Disponível em: https://g1.globo.com/. Acesso em: 13 de maio 2026.
O texto estabelece um contraste entre regiões brasileiras a partir dos resultados do Índice de Progresso Social, IPS Brasil 2026. A principal estratégia usada para construir essa oposição é:
Alternativas
Q4101735 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

Considere o seguinte trecho do texto:


Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções...


Com base nos aspectos morfossintáticos e semânticos do trecho acima, analise as assertivas que seguem:


I. A palavra repensar é formada por derivação parassintética, visto que o prefixo "re-" e o sufixo verbal "-ar" foram anexados simultaneamente ao radical.


II. O verbo revela encontra-se na voz passiva sintética, indicando que o sujeito sofre a ação verbal.


III. Embora pertença à classe dos numerais cardinais, o vocábulo dois caracteriza-se por ser uma palavra variável que admite flexão de gênero.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4101734 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

Considerando a estrutura fonológica e as relações entre grafia e pronúncia das palavras extraÍdas do texto, analise as assertivas que seguem:
I. A palavra perplexidade apresenta um caso de dífono na letra "x", que representa graficamente a sequência de dois fonemas consonantais. Por essa razão, a contagem final resulta em 12 letras e 13 fonemas.
II. A palavra históricas apresenta uma assimetria entre o número de letras e fonemas, contendo 10 letras e 9 fonemas, devido à presença do "h" inicial, que funciona como uma letra diacrítica sem valor fonético.
Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4101733 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No segundo parágrafo, o filósofo entrevistado afirma: E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê. O uso do termo porquê gera no texto um efeito de sentido que enfatiza:
Alternativas
Q4101732 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No texto, os vocábulos filósofo e época recebem acento gráfico legítimo. Diante disso, assinale a alternativa em que as duas palavras apresentadas são acentuadas graficamente pela mesma regra que justifica os acentos do par extraído do texto.
Alternativas
Q4101731 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

Considerando a construção temática do texto, sua organização discursiva, os efeitos de sentido produzidos ao longo da argumentação e os elementos relacionados ao gênero e à tipologia textual, analise as partes que seguem:
(1a parte): A leitura global do texto permite inferir que sua ideia central e sua finalidade comunicativa concentram-se na reconstrução cronológica dos grandes conflitos armados do século XX utilizando os relatos memorialísticos de Stefan Zweig como estratégia argumentativa para atribuir responsabilidade histórica direta aos agentes que provocaram o colapso da hegemonia cultura europeia.
(2a parte)Considerando os aspectos composicionais, estilísticos e discursivos do texto, é possível classificá-lo, respectivamente, como crônica literária de caráter predominantemente narrativo, uma vez que o eixo central da produção textual reside na ficcionalização do convívio cotidiano e das interações subjetivas estabelecidas entre intelectuais europeus em contexto histórico específico.
Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4101730 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No quarto parágrafo, ao relatar a conclusão de Freud sobre as causas da guerra e da violência, o filosofo Denis Rosenfield utiliza a seguinte estrutura: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana. A partir da análise léxica do texto, o emprego do termo enraizada confere ao argumento a ideia de que a violência é um elemento:
Alternativas
Q4101729 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No quarto parágrafo, o texto expõe a estrutura teórica desenvolvida por Freud para explicar a recorrência dos conflitos armados: A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. Considerando a expressão sublinhada, pode-se afirmar que ocorre a figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q4101728 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

O quinto parágrafo cita o escritor Stefan Zweig e sua obra "O mundo de ontem" para ilustrar a frustração de uma geração de intelectuais do início do século XX. A partir da leitura desse trecho, fica pressuposto que a eclosão das guerras mundiais:
Alternativas
Q4101727 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

No terceiro parágrafo do texto, ao analisar o posicionamento dos intelectuais diante da guerra, o filósofo afirma: O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Do ponto de vista da sintaxe da oração, o termo sublinhado classifica-se como:
Alternativas
Q4101726 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Cartas entre Freud e Einstein buscaram entender as

guerras, diz filósofo


    O filósofo Denis Lerrer Rosenfield apresentou uma análise sobre a correspondência entre Albert Einstein e Sigmund Freud, que buscava compreender as causas da guerra e da violência entre sociedades consideradas civilizadas. Em entrevista ao WW Especial da CNN Brasil, Rosenfield falou sobre seu livro "Reflexões filosóficas sobre a guerra", que examina essas cartas históricas.


    "Eu fiquei fascinado pela correspondência do Einstein e do Freud. E sobretudo eu fiquei fascinado porque são dois pensadores que se perguntam precisamente pelo porquê", destacou o filósofo. Segundo ele, ambos os intelectuais abandonaram o "conforto" de acreditar em um desenvolvimento histórico sempre voltado para maior humanidade e se confrontaram com um fenômeno para o qual não tinham respostas prontas: a recorrência das guerras.


    De acordo com Rosenfield, enquanto Einstein demonstrava perplexidade diante da guerra, sem conseguir elaborar instrumentos intelectuais para compreendê-la, Freud tentou desenvolver novas categorias para analisar esse fenômeno. "O Freud é perplexo, mas tem uma vantagem nesse sentido. Ele quer elaborar a categoria. Como é que eu vou pensar esse novo fenômeno?", explicou o filosofo.


A partir dessa reflexão, Freud desenvolveu os conceitos de pulsão de vida (Eros) e pulsão de morte (Thanatos), concluindo que a violência e a guerra estão enraizadas na natureza humana. "Ele diz o seguinte: a guerra está enraizada na natureza humana. A guerra faz parte da natureza humana, a violência faz parte da natureza humana", relatou Rosenfield, acrescentando que Freud passou a analisar esses impulsos não apenas no âmbito individual, mas também coletivo.


    O filosofo também destacou como essa correspondência reflete a frustração de uma geração que acreditava que o século XX seria marcado pela superação da violência entre sociedades civilizadas. Ele mencionou o escritor Stefan Zweig, que em sua obra "O mundo de ontem" expressa nostalgia por uma época de cultura e refinamento que foi irremediavelmente perdida com as guerras. "Ele tem uma nostalgia daquele mundo. É o homem de Viena, de Paris, da literatura e da música. E ele sabe que aquele mundo está irremediavelmente perdido", observou Rosenfield.


    Segundo o filosofo, tanto Einstein quanto Freud tiveram que abandonar categorias voltadas para a formação de uma humanidade melhor e confrontar o "fato bruto" da recorrência da guerra ao longo da história. Essa análise revela como dois dos maiores intelectuais do século XX foram forçados a repensar suas concepções sobre a natureza humana diante da realidade dos conflitos que marcaram sua época.


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brlinternacional/cartas-entre-

freud- e-einstein- buscaram-entender-as-guerras-diz-filosofo/

(com adaptações).

De acordo com a análise do filosofo Denis Rosenfield sobre a correspondência entre Einstein e Freud, a principal divergência na postura intelectual dos dois pensadores diante da guerra consistia no fato de que:
Alternativas
Respostas
6261: D
6262: A
6263: C
6264: E
6265: B
6266: C
6267: A
6268: C
6269: B
6270: B
6271: B
6272: A
6273: A
6274: C
6275: C
6276: A
6277: D
6278: A
6279: B
6280: B