Questões de Concurso Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 266.488 questões

Q3515409 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

As palavras destacadas no trecho “Nunca é cedo ou tarde demais para começar…” (2⁠º parágrafo) são antônimas, assim como as palavras dos seguintes pares:
Alternativas
Q3515408 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

Considere as passagens a seguir.
•  …  com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento. 1⁠º parágrafo
•  Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios. 3⁠º parágrafo
•  o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias… 5⁠º parágrafo
O travessão duplo e os parênteses sinalizam, nessas passagens, a intercalação de comentários da autora no enunciado.
É correto afirmar que os comentários intercalados nessas passagens se caracterizam, respectivamente, como
Alternativas
Q3515407 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão entre colchetes – [ ] – substitui a expressão destacada conforme a norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3515406 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

A alternativa que reescreve passagens do texto de acordo com a norma-padrão de concordância nominal e verbal é:
Alternativas
Q3515405 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão destacada exprime certeza sobre o que está sendo declarado. 
Alternativas
Q3515404 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

No texto, as referências ao leitor pelas expressões “na sua rotina” (1⁠º parágrafo), “do seu corpo” (1⁠º parágrafo), “o tempo que você passa sentado” (4⁠º parágrafo) são uma estratégia com o objetivo de
Alternativas
Q3515403 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pequenas coisas que os neurologistas

gostariam que você fizesse pelo seu cérebro


    Pequenas mudanças na sua rotina diária podem contribuir muito para proteger o centro de controle do seu corpo e prevenir o declínio cognitivo ao longo do tempo. Na verdade, os cientistas acreditam que até 45% dos casos de demência poderiam ser adiados ou evitados com a ajuda de algumas mudanças simples – e às vezes surpreendentes – no comportamento.

    Nunca é cedo ou tarde demais para começar, mas o tempo é essencial quando se trata de fortalecer as defesas do cérebro, especialmente porque geralmente é impossível reverter danos cerebrais depois que eles ocorrem, avisa Eva Feldman, professora de neurologia no Instituto de Neurociências da Universidade de Michigan.

    Os neurologistas sabem que o exercício beneficia o cérebro ao aumentar o fluxo sanguíneo e levar oxigênio ao órgão. Mesmo uma pequena dose diária de exercício – como caminhar meio quilômetro – pode trazer esses benefícios.

    Reduzir o tempo que você passa sentado ou inativo também pode oferecer algumas dessas vantagens, comenta Kevin Bickart, professor assistente de neurologia comportamental e esportiva na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Ficar de pé ou caminhar a cada 20 minutos pode ajudar, assim como usar um assento que exija o uso dos músculos do core. “Evite cadeiras totalmente apoiadas”, recomenda ele. “Use bancos, caixas, bancos sem encosto ou sente-se no chão quando possível.”

    Comer leguminosas, grãos integrais, frutas, verduras e legumes pode ajudar a controlar os níveis de colesterol, visto que o colesterol de baixa densidade (ou colesterol “ruim”) pode endurecer as artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o cérebro e aumentando o risco de derrame e declínio cognitivo. Manter um peso saudável, praticar exercícios aeróbicos regularmente e tomar medicamentos como estatinas também podem ser comportamentos eficazes, diz Testai.

    A higiene bucal é essencial para prevenir infecções e doenças gengivais. Infecções orais podem se espalhar para os seios da face, o que pode desencadear coágulos ou problemas de drenagem no cérebro. Pesquisas também encontraram uma ligação entre doenças gengivais e demência.

    Usar fio dental e escovar os dentes regularmente, além de visitar o dentista pelo menos uma vez por ano (ou duas), pode manter a saúde bucal e prevenir infecções que possam levar a problemas futuros.

    Pesquisas sugerem que a exposição à poluição do ar está ligada ao declínio cognitivo. Os cientistas acreditam que partículas finas inaláveis podem causar mudanças químicas no cérebro.

    Usar uma máscara N95 ou cirúrgica e utilizar filtros de ar internos em dias de baixa qualidade do ar pode minimizar a exposição.


(Mohana Ravindranath. Disponível em:

https://www.estadao.com.br/saude/10-pequenas-coisas-que-os-

-neurologistas-gostariam-que-voce-fizesse-pelo-seu-cerebro. Adaptado)

É correto afirmar que, a partir do terceiro parágrafo, o texto passa a expor ao leitor
Alternativas
Q3515402 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sereias
     Na porta principal da catedral de Puni, Simón de Astro entalhará na pedra duas sereias.
    Embora as sereias simbolizem o pecado, o artista não esculpirá monstros. O artista criará duas formosas moças índias que alegremente tocarão o charango*, e amarão sem sombra de culpa. Elas serão as sereias andinas, Quesintuu e Umantuu, que em tempos antigos brotaram nas águas do lago Titicaca para amar o deus Tunupa, deus aimará do fogo e do raio, que ao passar deixou uma fieira de vulcões.
(Eduardo Galeano, Mulheres)

*Charango: instrumento andino de cordas.
O trecho destacado em “Embora as sereias simbolizem o pecado, o artista não esculpirá monstros.” (2⁠º parágrafo) está reescrito preservando o sentido da passagem em:
Alternativas
Q3515401 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Sereias
     Na porta principal da catedral de Puni, Simón de Astro entalhará na pedra duas sereias.
    Embora as sereias simbolizem o pecado, o artista não esculpirá monstros. O artista criará duas formosas moças índias que alegremente tocarão o charango*, e amarão sem sombra de culpa. Elas serão as sereias andinas, Quesintuu e Umantuu, que em tempos antigos brotaram nas águas do lago Titicaca para amar o deus Tunupa, deus aimará do fogo e do raio, que ao passar deixou uma fieira de vulcões.
(Eduardo Galeano, Mulheres)

*Charango: instrumento andino de cordas.
É correto afirmar que, no relato, caracteriza-se um contraste entre
Alternativas
Q3515263 Português
Foi redigida em conformidade com a norma-padrão de regência a frase:
Alternativas
Q3515262 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A forma verbal destacada expressa incerteza no seguinte trecho:
Alternativas
Q3515261 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Assinale a alternativa em que a frase redigida a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3515260 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Considere o trecho:
•  A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil. (4⁠º parágrafo)
As palavras destacadas introduzem, correta e respectivamente, sentidos de
Alternativas
Q3515259 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A palavra destacada pode ser substituída por aquela(s) entre colchetes, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, na frase:
Alternativas
Q3515258 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Há palavra ou expressão empregada em sentido figurado na frase:
Alternativas
Q3515257 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
Em relação ao nome do Brasil, é correto afirmar, com base no texto, que
Alternativas
Q3515256 Português
Leia o texto para responder à questão.

Ilha Brasil
    Por mais de 500 anos, quando o conhecimento sobre a geografia do planeta ainda engatinhava, chegou a ser comum em mapas da Europa a presença de uma ilha misteriosa próxima à costa da Irlanda que, depois se descobriria, nunca existiu de fato. Navegadores europeus que se lançaram ao Atlântico antes e depois da chegada às Américas vasculharam o oceano à sua procura, na esperança de encontrar nela um paraíso terrestre. A crença vinha do folclore celta, que descreveu o lugar como um destino de saúde e alegria abundantes, onde a juventude era eterna.
    A ilha se chamava Brasil.
    Ela apareceu pela primeira vez na cartografia em um mapa-múndi medieval confeccionado por volta de 1280. A partir daí, voltou a ser retratada em pelo menos outros 121 mapas, até 1873, conforme a pesquisa feita pelo jornalista Geraldo Cantarino, autor de Uma Ilha Chamada Brasil: o Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro.
    A história milenar do mito e suas diferentes manifestações levaram alguns autores a argumentar que a ilha também teria influenciado o batismo do país que hoje compartilha o nome com ela — o Brasil, no caso. A versão repetida nas escolas e nos livros didáticos é a de que o país foi assim batizado por conta da árvore de madeira vermelha explorada por Portugal nos primeiros anos de colonização, o pau-brasil.
    Roger Casement, um diplomata britânico que no início do século 20 foi cônsul em Santos (SP), em Belém (PA) e no Rio de Janeiro, chegou a apresentar um artigo que intitulou Irish Origins of Brazil [Origens irlandesas do Brasil], em que defendia que, “por mais estranho que possa parecer, o Brasil deve o seu nome não à abundância de um certo pau-de-tinta, mas à Irlanda”. Casement argumentava que o nome Brasil habitou o imaginário dos europeus séculos antes da colonização das Américas, que continuava vivo na época em que eles se lançaram ao Atlântico, como mostram os mapas e as histórias da época, que haviam inclusive inspirado muitas viagens marítimas.

(Camilla Veras Mota. Ilha Brasil: por que Irlanda tem uma terra mítica com o
nome do nosso país. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/
articles/cg72dvjjdz3o. Acesso em 30/04/2025)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que a presença da Ilha Brasil em mapas da Europa
Alternativas
Q3515255 Português
Considere os versos:
•  Não seja ingrato e dê flores aos que ama. •  O medo e o impulso elétrico que gera a vida...
Os trechos destacados podem ser reescritos, respectivamente e em conformidade com a norma-padrão de regência e emprego do acento indicativo de crase, como:
Alternativas
Q3515254 Português

Leia o texto para responder à questão.


                                Conselhos


Escuta aqui meu filho

não se deve perder um dia de sol

nem se apressar quando bate um vento Cruviana

nem sair do carro antes daquela música bonita acabar.

Jamais, entende?

A não ser que esteja prestes a beijar uma pessoa.

Pessoas são sempre uma grande experiência

todas elas têm no coração um lugar chamado sinoatrial

que gera impulsos elétricos.

Não há explicação. Simplesmente pulsa.

Então respeite porque toda pessoa é também um milagre

e há pessoas bicho, planta, serra.

Ouça todas

sinta os dias tranquilos

veja as flores com atenção

elas fazem um árduo trabalho de decoração.

Não seja ingrato e dê flores aos que ama.

E não esqueça

tudo é corrente, tudo é rio.

Tudo muda todos os dias, meu bem.

A dor e o sofrimento residem no apego.

Deixe a correnteza levar

e não pense ser possível vencer o medo para sempre.

O medo e o impulso elétrico que gera a vida

estão entrelaçados.


(Vanessa Brandão. Conselhos. Disponível em:

https://www.elasescrevem.org/conselhos/.

Acesso em 26/04/2025. Adaptado)

Foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal o verso:
Alternativas
Q3515253 Português

Leia o texto para responder à questão.


                                Conselhos


Escuta aqui meu filho

não se deve perder um dia de sol

nem se apressar quando bate um vento Cruviana

nem sair do carro antes daquela música bonita acabar.

Jamais, entende?

A não ser que esteja prestes a beijar uma pessoa.

Pessoas são sempre uma grande experiência

todas elas têm no coração um lugar chamado sinoatrial

que gera impulsos elétricos.

Não há explicação. Simplesmente pulsa.

Então respeite porque toda pessoa é também um milagre

e há pessoas bicho, planta, serra.

Ouça todas

sinta os dias tranquilos

veja as flores com atenção

elas fazem um árduo trabalho de decoração.

Não seja ingrato e dê flores aos que ama.

E não esqueça

tudo é corrente, tudo é rio.

Tudo muda todos os dias, meu bem.

A dor e o sofrimento residem no apego.

Deixe a correnteza levar

e não pense ser possível vencer o medo para sempre.

O medo e o impulso elétrico que gera a vida

estão entrelaçados.


(Vanessa Brandão. Conselhos. Disponível em:

https://www.elasescrevem.org/conselhos/.

Acesso em 26/04/2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita de um verso está de acordo com a norma-padrão de emprego dos sinais de pontuação.
Alternativas
Respostas
45521: D
45522: C
45523: A
45524: E
45525: D
45526: A
45527: B
45528: B
45529: D
45530: E
45531: E
45532: C
45533: D
45534: B
45535: A
45536: C
45537: E
45538: A
45539: D
45540: A